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domingo, 29 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Quatro Vidas de um Cachorro [Crítica]

Título Original: A dog's purpose
Título no Brasil: Quatro Vidas de um Cachorro
Baseado na obra de W.Bruce Cameron
Data de lançamento 26 de janeiro de 2017 (1h 39min)
Direção: Lasse Hallström
Elenco: Dennis Quaid, Britt Robertson, K.J. Apa mais
Gêneros Drama, Comédia , Família
Nacionalidade EUA











 Imaginem uma história narrada por um cão e toda sua inocência? Agora imaginem que esse cão viva 4 vidas? Sim, já podem preparar o Kleenex porque o filme é muito emocionante.
Bailey é um cão adotado por Ethan( papel de Dennis Quaid na fase adulta , de K.J Apa na adolescente e de Bryce Gheisar na infantil), um menino que tem um pai super rígido e uma mãe fofa. Ele é filho único e se encanta pelo cão que como todo animal novinho toca o terror na casa estragando até mesmo objetos do temido pai de seu dono. O cachorro vive sua vida feliz ao lado dele, o vê crescendo, o salva e é seu fiel companheiro até mesmo quando ele se apaixona e ele dá aquela forcinha com Hannah ( Britt Robertson).

domingo, 8 de maio de 2016

Menina que via filmes : O Maior Amor do Mundo [Crítica]






















Título Original: Mother´s Day
Título no Brasil: O Maior Amor do Mundo
Data de lançamento 5 de maio de 2016 (1h 58min)
Direção: Garry Marshall
Elenco: Jennifer Aniston, Julia Roberts, Kate Hudson mais
Gêneros Romance, Comédia , Drama

Nacionalidade Eua

Não tente levar a sério o filme, ele é uma deliciosa história de sessão da tarde e ponto. Os críticos deram notas baixas mas eu confesso que saí da sala com meus pais e marido feliz da vida por ter visto um filme descompromissado e na mesma linha dos outros da série - Uma Noite de Ano Novo ( 2011) e Idas e Vindas do Amor (2010) - que amo.
Não gostei muito de terem mudado o título, ainda mais porque foi lançado juntamente com os Estados Unidos onde o Dia das Mães também foi hoje. 
São várias histórias que se unem de alguma forma, mas todas envolvendo diferentes tipos de amor maternal. Sandy ( papel da maravilhosa Jennifer Aniston) é uma mulher divorciada, que tem uma relação tão boa com seu ex marido que nem liga de o recebe-lo somente de toalha. Tendo que cuidar da carreira como decoradora e arquiteta e dos 2 filhos pequenos, ela tenta manter o bom humor mas ainda tem esperanças de voltar com Henry ( Timothy Oliphant). Nesse núcleo talvez se concentre boa parte das duas horas de filme, a mãe linda e descolada que leva um fora do ex marido que se casou com uma moça 10 anos - no mínimo - mais jovem que ela, dá pano para muitas piadas, eu particularmente amei as cenas da mãe complicada e desesperada em não perder seus filhos para nova madrasta. 

Em outra casa há um pai viúvo, Bradley ( Jason Sudeikis) não se conforma de sua esposa ter morrido - Jennifer Garner aparece em gravações como sendo a  falecida - e não está se dando muito bem em criar suas filhas adolescentes.
Talvez a história que eu menos tenha gostado seja de Kristin ( Britt Robertson), ela tem uma filha fofa com um cara que a ama, mas não aceita casar de jeito algum porque não sabe quem ela é de verdade...oi??? Fica ainda mais surreal quando ela solta a pérola de que ser mãe está ok, mas casar é um passo gigante para ela.
E o que dizer as confusões da personagem de Kate Hudson? Jesse andou escondendo de seus pais que se casou com um indiano e que teve um filho com ele. Agora os pais aparecem em sua casa, como ela irá lidar com isso? Ah sim, os pais conservadores ainda terão que entender como sua filha mais velha, a irmão de Jesse, se casou com uma mulher!

E se vocês acham que acabou por aqui...não, há Julia Roberts, linda como sempre, no papel de Miranda, uma apresentadora poderosa que irá revelar seu passado a todos caso ache a filha que um dia entregou à adoção. Muitos falaram que Julia faz uma ponta de luxo, até concordo, ela é muito amiga do diretor que a lançou em Uma Linda Mulher, e sempre aceita fazer filmes dele. Melhor para nós que em um filme só vemos Julia, Jennifer e Kate. Senti falta de Sandra Bullock, acho que ela ficaria perfeita no filme.
Voltando aos pontos positivos, o filme pode até se perder nos estereótipos mas diz ao que veio no final. 
Achei fofo e um ótimo programa para quem quiser levar a família :) 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Menina que via filmes : Do Além [ Crítica]

Título Original: From Within
Título no Brasil : Do Além
Direção : Phedon Papamichael
Elenco : Thomas Dekker, Rumer Willis, Adam Goldberg, Elizabeth Rice, Jared Harris, Britt Robertson, 
Gênero : terror
Formato visto : Netflix
Duração : 1:35 min
Ano  : 2008





















O que esperar de um filme onde a atriz mais famosa morre em poucos minutos de exibição? Se vocês acham que não gostei de Do Além, se enganam . Apesar de falhas bobas nas atuações, e mais do mesmo em muitas cenas, gostei dos sustos que levei com a história.
Natalie ( Rumer Willis, a cara do pai Bruce!) está toda apaixonada com o namorado  quando ele se mata na sua frente. Ela não somente sai correndo com medo do que viu como também na mesma hora passa a ver uma mulher parecida com ela lhe perseguindo. Não sabemos muito o que esperar, mas é como se o diretor tivesse gritado para os Jogos Mortais começarem, um a um vai se matando após se ver, o que pode ser ou não um jogo de ilusão, é ainda mais assustador quando envolve uma espécie de maldição, aquele que se matou vai passar sua desgraça para o primeiro que o ver morto. Claro que Natalie será a próxima vítima , e assim seu pai ( Jared Harris) e todos que forem sendo os últimos a verem as vítimas mortas. 
Lindsay ( Elizabeth Rice) é a mocinha da história que vivendo com uma irmã tenta levar sua vida sem os pais namorando o filho do pastor da igreja Dylan. Ele de bonzinho não tem nada e vai tocar o terror achando que pode encontrar os culpados pelo que está acontecendo na cidade que ele enche a boca para falar que é dele.
Um outro personagem , Aidan, vai formar o triângulo amoroso esperado, irmão do rapaz que se matou primeiro ele é visto como vindo de uma família amaldiçoado e Dylan faz de sua vida um inferno.

Depois de tantos filmes com mortes bobas, talvez o que tenha me chamado atenção nesse é o fato de quando a pessoa está amaldiçoada enxergar a si própria com cara de defunto coordenando sua própria morte. Por isso todos acreditam que as pessoas estão se matando. 
Brit Robertson em início de carreira faz a melhor amiga de Lindsay que a princípio não leva muita fé nas mortes...
Se falta inovação, pelo menos os fantasmas assustam, os sustos são muitos e valem o filme todo.
O final é daqueles de " tem tudo para continuar", mas nem acho que farão, já tem muitos anos que foi lançado, e vocês acham fácil no NetFlix. 

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Menina que via Filmes : Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível [Crítica]

Título Original : Tomorrowland
Título no Brasil : Tomorrowland - Um Lugar onde nada é impossível
Dirigido por Brad Bird
Com George Clooney, Hugh Laurie, Britt Robertson mais
Gênero Ficção científica , Aventura

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
Duração : 2h 10 min




















Se me perguntarem se gostei do filme responderei que sim, no entanto, tiraria 30 minutos de filme. Vamos a crítica.
Casey Newton ( Britt Robertson) é uma jovem que o pai trabalha na NASA e tem um irmão pequeno. Cismada com a ciência  menina volta e meia se arrisca a ir no local que o pai trabalhava e que está por um triz porque vão construir algo no local. A família vive com poucos recursos e ela se sente mal pelo pai ser um engenheiro e ter estudado tanto e estarem passando por isso. Em uma das vezes que invade o local que não pode acaba sendo presa , lhe devolvem os objetos  pessoais quando é libertada mas um broche com um T não lhe pertence, ela tenta avisar ao guarda que nem liga, mas ao tocar no mesmo ela vê outro mundo, o tal Tomorrowland e só ela parece acreditar no que vê as pessoas ao redor acham que ela enlouqueceu. 
No início no filme conhecemos Frank Walker ( adulto ele é o gato George Clooney) , um menino sonhador que ao visitar uma feira conhece uma menina estranha e que ao segui-la vai parar em outra dimensão. 
O que uma história tem a ver com a outra? A Disney optou por nos apresentar um mundo novo de sonhos tal qual seus parques temáticos onde tudo é perfeito. Casey vai descobrir um novo mundo que Frank já não crê mais e nem tem vontade de ajudar ninguém.
Quando a menina robô que é a melhor amiga de Frank entra o sono impera no espectador mas há boas cenas. Um vilão interpretado por Hugh Laurie dá o tom certo do que esperamos, Clooney também não decepciona pois não faz o galã nem fica no caras e bocas mas para mim o pior do filme foi a atuação de Britt Robertson , tão diferente da moça do filme de Sparks cheia de charme, ela faz papel de menino e seus trejeitos não ajudam em nada, seria bem mais interessante colocar um rapaz no papel então. Ela parece dura em cena como se quisesse imitar e mal um jeito de andar que não lhe pertence e isso me incomodou muito na atuação.
Há efeitos ótimos, direção acertada e cenas que fazem os homens vibrarem sem sentir sono mas talvez falte história, quando o final chega só temos certeza de que o filme não era ruim de fato mas era fraco e se tirassem o Clooney e o Laurie eu nem teria ido. 
A mensagem de " ainda podemos mudar o mundo, basta querer" parece tirada de conferência da ONU, e dá um sono...

terça-feira, 5 de maio de 2015

Menina que via Filmes : Uma Longa Jornada [Crítica]

Título Original : The Longest Ride
Título no Brasil : Uma Longa Jornada
Baseado na obra de Nicholas Sparks
Dirigido por George Tillman Jr.
Com Scott Eastwood, Britt Robertson, Alan Alda mais
Gênero Drama , Romance
Nacionalidade EUA
Duração : 2h 19 min



















Imaginem você amar um livro de um dos seus escritores favoritos, então você fica sabendo que quem fará o papel principal no longa é ninguém menos do que o filho lindo de um dos seus atores/ diretores prediletos? Óbvio que contei os dias para ver Uma Longa Jornada mas minha decepção não se deu com o filme mas com a distribuição das salas, com noventa por cento delas destinada aos Vingadores, sobrou ao filme de Sparks três salas no gigante circuito carioca. Por esse motivo, arrastei meu noivo para  o Cinépolis Lagoon, único local na Zona Sul inteira que passava o filme.
Mas vamos a história.
Já havia lido o livro e como citei acima Uma Longa Jornada é um de meus queridinhos, uma estudante de arte Sophia ( Britt Robertson, de " Under the dome") não vê muita graça em rodeios, ama mesmo é de dedicar a faculdade que com muto custo conseguiu uma bolsa de estudos, mas sua amiga Márcia a convence pelo menos uma noite a colocar uma bota de cowboy e ir com todas as outras moças da Fraternidade no rodeio daquela noite.
Roupas justas, botas colocadas, é a vez de olhar os rapazes solteiros que desfilam por lá; a câmera foca nele, no papel de Luke Collins o filho do mito Clint Eastwood parece o pai, e não parece pouco, é como se eu o visse anos atrás. Corpo perfeito , rosto idem, ele agarra o touro, como prestar mesmo atenção ao rodeio?
Em flashbacks sabemos que ele no passado sofreu um feio acidente , mas continua montando. Claro que ele vai ganhar ela rodada e lógico que seu chapéu vai cair bem em frente a doce donzela estudiosa que nessa hora já esqueceu que está naquela cidade para estudar, não a condeno, Luke , ou melhor Scott, é de para um rodeio inteiro mesmo.
Ela vai tentar fugir dele porque está indo a NY em poucas semanas, ele vai insistir porque não sabe . O beijo demora muito para acontecer e não me lembro se no livro também era assim. Na primeira saída a volta não será das mais comuns, ao entrarem na estrada a chuva castiga a visão mas Luke vê um carro que acabou de bater contra o muro de proteção. Dentro dele está Ira Levinson ( Alan Alda) visivelmente machucado ele é retirado do carro pelo rapaz mas pede a moça que resgate uma caixa que ele deixou no banco do carona.

 O que vem pela frente pode ser piegas para uns mas eu particularmente acho a história linda. Ira, de família judia, tem para contar toda uma vida de cartas trocadas com a mulher que sempre amou : Ruth. Em 1940 até os dias atuais, viajamos nas cartas que Sophia passa a ler para o senhor que antes resmungão agora demonstra um carinho pela mocinha.
A verdade é que o mundo trata de unir duas histórias de amor para que a mais velha prove a mais nova que não existe amor sem sacrifícios e que no final tudo vale a pena por ele. 
Com takes perfeitos, direção em sintonia com os atores e muita química entre os protagonistas, Uma Longa jornada emociona sim, mas já adianto que não tem nada de alguém morrendo de câncer, pode levar sua amiga mais sensível ou a mãe que só gosta de finais felizes.
Para mim foi uma grata surpresa ver o filho de Eastwood atuando tão bem, ele se sente tão a vontade que deixa a mocinha literalmente a ver navios nas cenas dos dois. Falta a Britt aquela garra de mocinha protagonista, tudo com ela é meio sofrível, é como se não tivesse saído do personagem da série que fez. 

O resultado é um ótimo filme, por mais que os críticos tenham odiado, quem é fã do autor vai bater palmas, e depois ter mais de  2 horas de Scott é um colírio para os olhos de qualquer uma.