sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Moana [Crítica]

Título Original: Moana
Título no Brasil: Moana
Data de lançamento 5 de janeiro de 2017 (1h 47min)
Direção: John Musker, Ron Clements
Elenco: Auli'i Cravalho, Dwayne Johnson, Alan Tudyk mais
Gêneros Animação, Família, Aventura   






 Todo ano a Disney lança uma animação para nos fazer querer ver mais vezes do que as crianças e sair comprando ou querendo tudo que tenha a carinha de seus personagens. A bola da vez é a adorável Moana. Só de olhar o pôster você já notou uma diferença, Moana não é branquela como a maioria das protagonistas da Disney (que  me lembre ao lado dela temos Tiana, Mulan, Jasmine, Lilo e acho que só). Continua sendo magrinha como todas elas, mas possui traços maiores, como as orelhas e o nariz e os cabelos crespos. Moana é representatividade para muitas. Pontos para ela. Mas e a animação em si?
A personagem é uma menina que quer devolver o restante do mar e das ilhas após a tal divisão para seu povo, desde que nasceu ouve a história de que Maui era um guerreiro que pegou um medalhão e assim o local enfurecido nunca mais permitiu que ninguém pisasse após essa divisão, como herdeira ela acha que tem o dever de devolver a seu povo aquele espaço, até aí tudo bem, ela não aceita ser princesa porque não sei informar se onde vive  é um reino, mas é um lugar lindo rodeado de gente feliz que dança muito, pelo que entendi se passa na Polinésia.
Quando a animação começa ela é criança, depois ela vira uma adolescente e é aí que incentivada pela avó se arrisca pelos mares. Não entendo porque tendo 2 bichinhos de estimação fofos ela opta por levar o galo feio HiHI quando o porquinho Pua seria muito mais divertido, achei a piada com ele sem graça demais.
 O filme ganha ritmo com a entrada de Maui que meio a contra sua vontade vai ajudar Moana a ir atrás do que deseja. 
Moana tem ritmo e é sim uma graça de filme, mas se comparado a Frozen e Divertidamente fica muito aquém do que eu gosto de ver em uma animação. Talvez eu seja a romântica que queria que ela tivesse um par fofo para namorar, e claro que entendi que esse é o diferencial dela, ela não precisa de homem algum para ir atrás do que deseja, e ainda tem o mar como um personagem bem legal que a ajuda em diversos momentos.
 Pode ser que o clima praiano não tenha me animado muito...não sei de verdade. Já que sou viciada em Lilo & Stitch. 
Gostei muito da animação mas não se tornou minha preferida. 

 Assisti dublado, então de fato os atores citados acima não posso avaliar a dublagem. 




Menina que ia ao Teatro: On Line [Crítica]












Título Original: On Line
Local: Oi Casa Grande
Endereço: Av. Afrânio de Melo Franco nº290 - Loja A - Leblon, RJ, 22430-060
Classificação etária: 14 anos. Menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsável.

INGRESSOS

Plateia: R$150,00 (inteira) R$75,00 (meia estudante) R$75,00 (meia sênior)
Camarote: R$120,00 (inteira) R$60,00 (meia estudante) $60,00 (meia sênior)*
Balcão 2: R$100,00 (inteira) R$50,00 (meia estudante) R$50,00 (meia sênior)*
Balcão 3: R$50,00 (inteira) R$25,00 (meia estudante) R$25,00 (meia sênior)*

 Adoro Paulo Gustavo, portanto assim que começaram a vender ingressos para a peça On Line fiz questão de comprar para ir com o marido e minha mãe. Infelizmente o resultado não foi dos melhores.
Primeiro porque o Teatro Oi CasaGrande permite que as pessoas entrem atrasadas, e não são apenas 5 minutos mas TRINTA! E isos obviamente atrapalhou o andamento da peça, de uma forma que até o ator faz piadas com os atrasados, tentando constragê-los, mas para mim o correto seria barrá-los.
 Fora isso, a peça é boa mas não me ganhou, ri poucas vezes e me incomodou as piadas seguidas sobre assaltos, eu acho muito triste o como vivemos com medo e não consigo achar graça de quadros onde as pessoas são roubadas. Que me lembre há pelo menos 3 deles na peça.
Com foco em mostrar o como somos totalmente viciados em nossos celulares e tablets, Paulo claro nos convence de quão exagerados temos sido com as redes sociais. Isso claro dá pano para muitas piadas boas, mas que no contexto da peça perdem um pouco da graça. 
Para ser muito sincera a parte que mais ri foi uma introdução que acontece com uma outra atriz meio que enrolando a gente até o povo atrasado ir sentando, ela é ótima e arrancou risos de toda  a plateia.
No final, fiquei comparando com as outras peças dele que já assisti e achei essa a mais fraca.
Para quem for for do Rio ainda está em cartaz, fui o final do ano passado.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Estrelas Além do Tempo [Crítica]

Título Original: Hidden Figures
Título no Brasil: Estrelas Além do Tempo
Baseado no livro de Margot Lee Shetterly
Data de lançamento 2 de fevereiro de 2017 (2h 07min)
Direção: Theodore Melfi
Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe mais
Gêneros Drama, Biografia

Nacionalidade EUA









Infelizmente por um lado e felizmente por outro a história contada em Estrelas Além do Tempo é verídica. No auge da Guerra Fria, os Estados Unidos e a antiga União Soviética lutavam pelo posto de terem o primeiro astronauta a pisar na lua. Nesse cenário na terra de Obama - e agora de Donald Trump- existia uma grande segregação racial, uma das piores já vistas, onde negros em plena década de 60 tinham locais exclusivos para não se misturarem com os brancos. Parece algo tão surreal saído de uma distopia ou de um filme de terror mas acontecia, e esse longa retrata exatamente o que 3 mulheres empoderadas e negras fizeram para que seus sonhos se tornassem realidade.
Katherine Johnson ( Taraji P. Henson) sempre foi uma prodígio, ganhou bolsas de estudo e foi a primeira da sua sala a se formar, uma verdadeira calculadora quando lhe entregavam um papel e um lápis. Mas sua carreira demorou para deslanchar porque era negra, então ter conseguido ao lado de suas amigas com histórias bem parecidas como Dorothy Vaugh ( a ótima Octavia Spencer) e Mary Jackson ( a agora atriz mas antes cantora Janelle Monàe) um emprego na NASA, era um grande orgulho para suas famílias. Todas elas ainda conseguiram conciliar a carreira com ser mãe de mais de 2 filhos cada uma. Do grupo apenas Katherine era viúva, então fora darem um duro diário nos empregos, enfrentarem preconceitos absurdos pelo caminho elas ainda eram mães. Entreguem logo um Nobel e um Oscar para cada uma, mundo!
Nesse ambiente hostil da NASA onde as salas eram separadas de seus colegas de trabalho brancos, seus banheiros eram em prédios muito distantes e o café tinha que ser tomado em garrafas diferentes, elas passaram por cima de tudo, engoliram o choro e fizeram seus nomes no famoso centro espacial.
Tão cheias de garra quanto inteligentes, a capacidade de cada uma ajudou e muito a provar para os brancos que desacreditavam nelas pela cor da pele e ainda por serem mulheres de que não eram capazes de ajudar muito no que tinham dúvidas. A cada cena onde provavam que eram ainda mais espertas e capazes do que colegas e chefes como Al Harrison ( Kevins Costner), Vivian Michael ( Kirsten Dunst) dentre outros, a vontade do espectador é levantar no meio da sala de exibição e bater palmas. 
Com diálogos tão impactantes quanto necessários, o filme é um aprendizado sobre uma época onde ser negro era quase um crime e apesar de mutos brancos não concordarem com as separações, nada faziam, por isso que há uma cena onde o chefe vivido por Kevin Costner me representa, ele é exatamente o que eu gostaria de ter feito se vivesse naquele tempo e/ou naquele país. O Brasil apesar de ainda ter preconceitos ridículos, não viveu uma segregação tão forte. 
O filme é muito mais do que mulheres negras provando do que são capazes, é um filme sobre reflexão de porque depois da evolução temos regredido tanto? São inúmeros episódios racistas registrados, isso já não era para ter saído de moda?
Eu por mim premiava esse filme com muitas estatuetas, não sei se entrará na disputa, mas todas as 3 atrizes estão desconcertantes atuando. Que filme, que história!

* Esse filme foi visto na cabine de imprensa no dia 10 de janeiro no Cinemark Praia Shopping a convite da Fox Film Brasil. Agradecimentos à Aliança de Blogueiros RJ pela oportunidade. 



[Resenha] Eu Fico Loko 3 @novo_conceito

Título Original: Eu Fico Loko 3
Autor : Christian Figueiredo
Editora Novo Conceito
Número de págs: 159
















Dessa vez o livro lido não tem nada em comum comigo. Nunca assisti a um vídeo no Canal desse rapaz, tão pouco sigo ele em alguma rede social. Recebi o livro de cortesia da Editora Novo Conceito e em uma semana onde estava tudo certo para eu ir na cabine de imprensa do filme dele e para ler o livro e entender mais quem ele era e sobre o que ele falava...vocês viram que tive que extrair um siso, ou seja, nada de ida ao cinema, mas li o livro conforme programado.
Vamos aos fatos: como você conhece um youtuber? Já o vi diversas vezes ao lado da Kéfera Buchmann que acompanho até hoje e da Bruna Vieira - que já acompanhei mais, hoje não tem me trazido muito interesse o que ela posta- então sabia quem ele era, em Bienais já vi muitas meninas gritando por causa dele no estande da Novo Conceito. Isso era o que sabia do Christian, mas aí fui inventar de ler um livro que já era o volume 3 e felizmente eu percebi que um não era continuação do outro, ele mesmo explica que o livro são bastidores da vida dele como famoso. E gente, não é que o formato feito é bacana e o livro foi uma grata surpresa?
Primeiro porque ele conta que entre  o fim do ensino médio e a decisão de qual faculdade fazer ele teve o apoio da mãe para ficar 6 meses se dedicando ao Canal que tinha criado no Youtube, as views cresciam e ele por mais que acreditasse no potencial não imaginava que fosse chegar hoje aos 7 milhões de seguidores, que não faria até hoje a tal faculdade de Cinema mas que teria um filme sobre ele passando em centenas de salas, e que principalmente viver do Canal seria seu ganha pão.
Essa resenha não é para julgar o conteúdo do que o rapaz apresenta, até porque como citei depois do livro é que assisti ao primeiro vídeo em seu canal, nao funciona para mim, mas não sou definitivamente seu público alvo, se fosse mãe certamente minha filha seria. 
Os capítulos narrados por ele são bem interessantes, valem um estudo do mundo do Youtube, mais uma vez tenho certeza de que carisma é tudo nessa vida com pitadas de sorte, milhões de rapazes gostariam de estar no lugar dele, ele não tem carinha de galã mas está em todas as listas de youtubers preferidos dos adolescentes, isso não é pouca coisa, consumidores vorazes de tudo que leva seu nome, o rapaz conta como foi o convite para aparecer na tv pela primeira vez e para ter o quadro no Fantástico. Quem diria que isso aconteceria? Certamente nem ele...nem sua irmã que abre o livro falando mega bem dele mas que também não tinha bola de cristal para imaginar o destino do irmão.
Histórias reveladoras e um tanto curiosas fazem parte do livro, um capítulo dedicado ao pavor de avião - #tamojunto - e o mico que paga sempre mas uma vez foi ainda maior. Também conta sobre coisas que fãs são capazes de fazer por ele com direito a pedidos inusitados dele autografar todas as páginas do livro dela porque ela trata aquilo como um amuleto da sorte.
Estranho? Não no mundo dele, nem no de seus seguidores onde "eu te amo"é como "bom dia"e eles postam à exaustão nas redes sociais do youtuber.
Lido em apenas uma tarde, o livro é divertido e curioso, vale a pena a leitura e saber mais sobre esse mundo que por mais que a gente faça parte postando falando sobre livros, não se iguala ao poder desses fenômenos dos adolescentes. 



Conhecendo o Escritório da Estante Virtual

Meu contato com a Estante Virtual aconteceu em 2013, quando após assistir o filme de Salinger eu queria muito ler o livro O Apanhador no Campo de Centeio. Com o livro esgotado e fora de catálogo alguém me indicou o site, onde pesquisei e encontrei, mas acabei não comprando porque uma amiga me deu o livro que era dela. 
Um dos grandes negócios do site é esse, os livros que não encontramos mais com facilidade. Eu, confesso, não sou uma compradora assídua de livros usados, quando existia um sebo ótimo no bairro onde moro, vivia por lá e muitos dos exemplares de minha coleção de Meg Cabot por exemplo, vieram de lá. 
Quando a assessoria do Estante Virtual me convidou para uma parceria, não pensei duas vezes no que eu gostaria de fazer: visitar o escritório deles. Imaginem que incrível conhecer onde e como trabalham?
Foi depois do OK deles, que me preparei para passar uma tarde maravilhosa, mergulhando no mundo do site, e claro, vocês vem comigo nessa visita, com as fotos que tirei e com um vídeo que fiz pensando em vocês.


Minha visita ao escritório da Estante Virtual aconteceu à tarde, logo na entrada a gente já percebe o clima bacana deles. Talvez porque trabalho em empresas gigantes dessas que temos o pessoal legal e o povo do nariz em pé, eu tenha me desacostumado com ambientes tão acolhedores. A impressão que tinha a cada "Oi, tudo bem?"é a de que me conheciam há anos. E só por isso já me senti bastante à vontade.
Encontrei com a Natália Figueiredo que é redatora do blog da Estante e foi ela quem fez um primeiro tour me apresentando às pessoas. Alguns anotavam o nome do blog e do meu livro para conhecerem, o que claro me deixava super feliz. A primeira impressão já sido ótima, uma recepção aconchegante com livros por todos os lados, como não amar? Notei também que muitas frases de escritores iam compondo os espaços, todas com uma razão de ser, por mais que  o ambiente seja super gente boa, é claro que ali se trabalha muito. Afinal livro é negócio e ninguém por enquanto é pago com letras ( nessa os números nos ganham de lavada!). 
Os livros depois foram explicados o como funcionam, eles são para os funcionários levarem para casa, eles podem devolver após lê-lo ou ficarem com ele e trazerem outro exemplar para repor. Essa ideia bacana e super útil é a cara da Estante Virtual, afinal um lugar que vende a ideia dos livros usados, deve incentivar seus funcionários a trocarem livros entre si e a doarem aquele que está em casa e não será relido.



















Quando a Flávia da Approach chegou foi a vez de de nos reunirmos em uma sala para que eu fizesse as perguntas que tinha preparado. A Flávia foi a responsável por esse encontro, ela que começou o contato comigo e é sempre muito bacana dar cara aos emails que recebemos!
Como não poderia deixar de ser o espaço escolhido para o bate-papo foi uma sala de descanso que não tem nada de comum, tem uma bateria, então não imagino que a ideia seja tirar uma soneca.  Outra coisa que notei foi o colorido dos ambientes, dava vontade de tirar fotos em todas as paredes coloridas que via pelo caminho.
À postos, com um lanchinho preparado por eles, foi a vez de conversar com a Natália, com a Flávia e também com o André Sequeira ( Coordenador de Comunicação) e a Marianna Valle ( Designer). Claro que contei um pouco do como surgiu o blog e do meu livro, para então entrarmos a fundo no maravilhoso mundo da Estante Virtual.
Eles contaram que o site surgiu em 2005, seu criador foi outro André, o Garcia, que não estava presente. Imaginem que quando tudo começou o site tinha cadastrados com eles apenas 12 sebos! Hoje eles tem 2.609! São ao todo 60 funcionários divididos entre áreas como Marketing, Financeiro, Comercial e TI. 
Perguntei qual era o diferencial da Estante Virtual e o André respondeu: "É ter tudo, é ser democrático. Na estante você encontra livros que já estão esgotados!"
O que é verdade, além de claro fazer chegar o produto em locais que o dono do sebo não alcançaria, um sebo pequeno em Alagoas vende facilmente através da Estante Virtual, mas seria difícil ele ser descoberto por alguém do Rio somente em buscas do Google. 
Uma coisa que eu não sabia era que a Estante trabalha com livros novos também, achei meu livro vendendo em diversas livrarias ( sim, há livrarias com livros zero km à venda, geralmente as que não possuem loja virtual se filiam ao site).















Perguntados sobre a crise que afetou  o país, eles responderam que sentiram claro a crise mas que as pessoas tem procurado gastar menos e o site é exatamente para isso, para que você possa pagar 8 reais em um livro semi-novo que está à venda por 40 reais lacrado.
Além de claro, a parte de preocupação com meio ambiente, a releitura, a reutilização ajuda e muito para a preservação das árvores. 
O público maior do site é de mulheres, passam da metade em quantidade e a maioria tem acima de 40 anos. 
Uma das perguntas que fiz e que eles disseram que muita gente faz, é onde fica o estoque deles. Aí que está, a Estante Virtual não armazena nenhum exemplar, eles são uma ponte eficaz para o leitor chegar no livro que ele deseja comprar, seja ele didático ou não. Um aumento significativo é notado nos acessos deles quando estamo em época de Volta às aulas, principalmente de universidades.
E é por causa dessa facilidade e do ótimo custo/benefício que o site alcançou o incrível número de 16 milhões de livros vendidos! Cada dia mais gente - assim como eu!- descobre o site e percebe que é uma ótima opção para encontrar um livro que queria muito. Aliás, muitos leitores se impressionam quando recebem os livros em casa com o como "com cara de novo"ele chega. Isso é ótimo, porque perde a impressão de que todo livro lido é amassado e com defeitos. Olhe para sua estante, você certamente ama livros assim como eu. Eles estão em péssimo estado? Ou muitos parecerem que nunca nem foram lidos? Ainda bem que muitas pessoas são como nós!
Durante o tour visitei as salas com nomes de escritores brasileiros que amamos e claro que sonhei com um ambiente assim na minha casa #quemmedera
Também fiquei encantada com os quadros com as capas dos livros mais vendidos por eles de cada ano( isso vocês podem conferir no vídeo que preparei!).
























Foi uma experiência muito legal saber mais da Estante Virtual e conhecer essa equipe linda.
Claro que eu perguntei à eles, e aqui está: se você ficou morrendo de vontade de trabalhar com eles, a dica é olhar sempre a página da Estante Virtual no LinkedIN! Eles divulgam as vagas abertas por lá. E parece que tem uma no momento aberta para o setor de Design. 
Espero que tenham curtido a visita tanto quanto eu! O vídeo completo está abaixo. 





Ah, e esqueci de mostrar por aqui. Ganhei esse kit fofo da equipe( a Tristeza não veio junto, mas ela chegou aqui em casa hoje também e quis aparecer na foto).