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domingo, 22 de dezembro de 2019

[Festival do Rio 2019] Partida [Crítica]


Título Original: Partida
Data de lançamento em breve (1h 34min)
Direção: Caco Ciocler
Elenco: Georgette Fadel, Léo Steinbruch, Paula Cesari mais
Gênero Documentário
Nacionalidade Brasil
por Cecilia Mouta

Partida é um documentário ficcional dirigido pelo ator Caco Barcelos e mostra sua aventura junto com Georgette Fadel e uma equipe na ida ao Uruguai de ônibus para falar com o ex presidente do Uruguai, Pepe Mujica, depois do resultado das eleições no Brasil em 2018.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Menina que via Filmes: O Banquete [Crítica]

Título original: O Banquete
Data de lançamento 13 de setembro de 2018 (1h 44min)
Direção: Daniela Thomas
Elenco: Drica Moraes, Mariana Lima, Bruna Linzmeyer mais
Gênero Suspense
Nacionalidade Brasil
#152










por Cecilia Mouta



O Banquete é um filme que conta a história de um grupo de amigos que se reúne para um jantar. Nora (Drica Moraes), casada com Plínio (Caco Ciocler) decide dar em sua casa um jantar para comemorar os dez anos de casados de Bia (Mariana Lima) e Mauro (Rodrigo Bolzan). Mas durante a festa o conflito entre os anfitriões, os homenageados e os convidados aumenta.  

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Elis [Crítica]

Título Original: Elis
Data de lançamento 24 de novembro de 2016 (1h 55min)
Direção: Hugo Prata
Elenco: Andreia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado mais
Gêneros Drama, Biografia

Nacionalidade Brasil















Assisti a peça Elis - O Musical e não curti muito, como vocês puderam conferir na minha crítica.  Com isso, quando o filme Elis foi lançado no Festival do Rio fiquei com o pé atrás e nem quis assistir. Então no dia da tarde de autógrafos da cantora Ana Carolina eu tinha que fazer hora, e o único filme que ainda não tinha visto era esse.
Entrei na sessão desacreditada e saí encantada. Elis ( Andreia Horta, ótima no papel) é mostrada desde quando vinha ao Rio de Janeiro acompanhada de seu pai para os testes para peças de teatro e para tentar fechar contrato com uma gravadora.
Nas críticas especializadas, a maioria achou que correram demais com a história, pode ser, mas achei bem mais interessante. Elis não era fácil, a gaúcha não tinha papas na língua e chegou ao Rio certa de que faria sucesso, afinal a coqueluche da época era Nara Leão que ela não via nenhuma graça.
Ela então conhece Miéle e o homem que seria seu futuro marido, Ronaldo Bôscoli, galinha que ele só, e os dois travam uma batalha de amor e ódio, como sabemos eles se casariam mais tarde.
Por mais que a gente já saiba da história toda, há alguns detalhes legais de se  conhecer, e as atuações são ótimas, Andreia como Elis não faz feio.
Vemos Elis virando uma febre nacional, vemos ela se separando de Bôscoli, fazendo sucesso na Europa, tocando em todos os lugares, e abusando das bebidas e sutilmente dão a entender da cocaína.

O relacionamento mais sóbrio de Elis com Cesar Camargo Mariano ( Caco Ciocler) também é visto na tela, um homem fiel que aguenta as loucuras de Elis, assim na peça como no filme dava para ver que nossa amiga era bem insuportável, se achava acima do bem e do mal, o que claro irrita quem não é super fã como eu, mas logicamente que adoro a voz dela e aprecio seu talento.
Cesar Troncoso faz um empresário que impulsiona a carreira da Pimentinha como era chamada. 
Há espaço para as 3 gravidez, inclusive uma criança fofa faz a agora famosa cantora, Maria Rita.
O filme tem ritmo, gostei bastante. O final trágico de overdose também é mostrado de uma forma bem delicada.


sábado, 24 de setembro de 2016

Menina que via Filmes: Um Namorado para Minha Mulher [Crítica]
























Título Original: Um Namorado para Minha Mulher
Baseado em Un Novio para Mi Mujer ( filme argentino) 
Data de lançamento 1 de setembro de 2016 (1h 40min)
Direção: Julia Rezende
Elenco: Ingrid Guimarães, Caco Ciocler, Domingos Montagner mais
Gênero Comédia
Nacionalidade Brasil

 Eu amo a versão original desse filme e quando vi que tinham feito uma brasileira eu disse que não veria. Primeiro porque o filme argentino já está marcado em minha cabeça com dois atores que amo, então pensei que seria perda de tempo assistir.
Mas aí eu vi o trailer e ri tanto que me rendi. Acabei assistindo na segunda semana, e tinha hora que ria tanto que não ouvia o diálogo da próxima cena.

Nena ( Ingrid Guimarães) se parece demais comigo, odeia que puxem assunto - como falar de signos por exemplo, odeio forte!- e acorda de mau humor diariamente. Casada com Chico ( Caco Ciocler) ela tem como distração reclamar de tudo que ele faz, aliás ela reclama da vida, talvez porque ela não trabalhe. Ok, eu sempre trabalhei e também reclamo muito, mas ela é mais mala.
No futebol de toda quinta ele comenta com os amigos o como a Nena é chata, coisa que os amigos já sabem, mas ele é bem medroso e não tem nem coragem de dizer que gostaria de se separar. Então seu melhor amigo Veloso ( Marcos Veras) o incentiva a contratar o Corvo ( Domingos Montagner) um homem que é famoso por conseguir que as mulheres se separem.
Ao conhecer o tal Corvo ele se assusta porque o home não é nada bonito, é bem cafona e parece um irmão do Sidney Magal. Só falta colocar a rosa na boca e cantar Sandra Rosa Madalena...mas daí para frente o filme fica muito engraçado e tudo gera piadas. Chico quer arrumar um emprego para esposa, Corvo quer conquista-la,  e Ingrid está ótima como sempre.
O FILME ORIGINAL NO QUAL È BASEADO
É triste ver que Domingos que morreu recentemente afogado, não está mais entre nós, o cara atuava super bem e era muito eclético.
Não vou falar mais nada para vocês terem vontade de assistir, corram para o cinema mais próximo.