Eu acordei tão cedo - eram umas 6 da manhã - para não perder a senha da mais esperada por mim dessa edição. Sophie Kinsella é uma autora que aprendi a amar quando tinha uns 16 anos, li o livro em inglês e acompanhei toda a vida de Becky Bloom. Por esse motivo madrugar para vê-la no meio de um temporal no RioCentro não foi nada, perto do que ainda estaria por vir do dia mais tenso de toda a Bienal.
Cheguei no RioCentro às 7 da manhã, Gabriel esperou a abertura dos portões e eu entrei pelo local de Imprensa eram umas 9 horas da manhã, não podia acreditar que eu estava entre as 380 sortudas que ela atenderia. Emoção define . Ao entrar na Bienal dei de cara com muitas amigas queridas na fila para também vê-la.
A fila da Kinsella foi o menor dos problemas, foi tudo bem, organizado, e as senhas só esgotaram bem em cima do bate-papo dela começar. Como optei por ficar na fila do autógrafo acabou que fui a quarta pessoa a ser atendida e fiquei na fila com a Luana e a Fernanda Dottling.
É tudo tão rápido...fiquei na fila para ver a Kinsella umas 3 horas mas na frente dela mesmo foi menos de 1 minuto, 3 livros autografados, uma olhada para o fotógrafo oficial e pronto, tudo aquilo já tinha valido a pena.
A foto oficial ainda não saiu mas eu tenho a que a fofa da Mandy bateu :)
Abaixo os autógrafos, somente um era nominal.
Mas o que deu errado no dia não teve a ver com a mãe da Becky Bloom, como a fila da autora Colleen Houck se formou desde de manhã, pedi ao Gabriel que ficasse na fila desde a abertura da Bienal, ficamos revezando a gigante fila que já tinham mais de 400 pessoas até a hora do almoço, mas as senhas mesmo só seriam entregues às 16 h!
Nesse mesmo dia também tinha a escritora de fan fiction do One Direction : Anna Todd. Um mundo de adolescentes invadiu a Bienal e fez coro para ver a autora .
Durante o restante do dia enquanto Gabriel ficava na fila para mim, eu ia nos autógrafos e nos estandes ver o que estavam vendendo.
| LU PIRAS E EU |
| LEILA REGO E EU |
| FERNANDA NIA E EU |
| COM A FERNANDA FRANÇA |
| COM FERNANDO CIRYNO :) |
Voltando à Houck, a fila que se formou o dia todo, deu muitos problemas no final. Ao entregarem as senhas às 16 h uma doida - só podia ser - me pediu para fingir que eu a conhecia porque ela tinha vindo de Belém e não tinha chegado na hora para pegar a senha. Nossa, acreditam que ela entrou atrás de mim e da Dani - que também já tinha negado a proposta indecente - e fingiu que nem era com ela? Pois é...mas eu chamei o segurança e ela foi retirada da fila sob vaias <3!
Peguei a pulseira da senha e ela não era numerada, nos passaram para outro local.
Aqui explico como estava funcionando a Bienal inteira. Quem queria somente o autógrafo , não pegava a senha do bate-papo que era um papel à parte, a do autógrafo era uma pulseira colocada no pulso. Quem optava pelo bate-papo , pegava o papel também, mas quando ele terminava a pessoa ia para o fima da fila de autógrafos.
Dessa vez para minha surpresa...eles avisaram depois que já tinham acabado as senhas de bate-papo que o autógrafo seria pela ordem dos assentos do bate-papo.
Para ser muito sincera, foi uma decepção só, depois de horas esperando a organização colocou a culpa na editora mas a editora informou que era ordem nova da organização.
O que aconteceu foi que entrei nos quarenta e cinco do segundo tempo na fileira P - por isso minha filmagem não está tão boa como deveria - e fui atendida por Houck como a segunda na fila, mas foi bem estressante. Nem tirei selfie com ela, apenas autografei e vou aguardar saírem as fotos oficiais.
Abaixo tem o vídeo que fiz com ela e as fotos.
ATUALIZANDO
Minha foto oficial saiu \o/
No final, exausta, ainda passei em alguns estandes, comi alguma coisa e com o mundo desabando lá fora demorei mais de 1 hora para conseguir um táxi, o inverno carioca veio com força total no sábado!
E no estande onde fiquei mais tempo dessa Bienal, tirei essa foto linda <3!


