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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

[Resenha] Primeiro e Único @novo_conceito

Título Original : The One and Only
Título no Brasil : Primeiro e Único
Autora : Emily Giffin
Editora Novo Conceito
Número de págs : 448












Vamos por partes. Eu amo a escrita de Emily Giffin, mas não curti muito a capa do livro nem a sinopse quando a li. Mas por ser de uma autora que sempre me surpreendeu positivamente, optei por dar uma chance a ele, o resultado, vocês conferem nessa resenha.
Nossa protagonista é meio sem graça, se chama Shea, tem 33 anos e gosta de um esporte que boa parte do pessoal no Brasil - me incluindo- mal sabe como se joga : futebol americano. Ela não só gosta, ela vive aquilo mas a cidade dela inteira curte demais os jogadores, o treinador...e vibram a cada vitória.
Ela cresceu - e foi criada - com Lucy que é a popular da história já que é filha do treinador do time mais poderoso da cidade, a relação entre Shea e o treinador Carr é mais do que de admiração, ela coloca Deus no céu e ele na Terra.
As coisas mudam, logo na primeira página do livro, quando sabemos que a mãe de Lucy - portanto, esposa do treinador - morre, e somente agora com 33 anos ela começa a se perguntar com o que fez com sua vida , já que nunca arriscou sair de sua zona de conforto . Entendam : ela se formou na Universidade local e logo arrumou um emprego no Departamento de esportes . 
Para mim -e e me perdoem se isso for um tremendo spoiler - estava na cara desde o início da narrativa que Shea não via Carr somente como uma figura paterna, na verdade ela estava para ele como um Richard Gere estaria para qualquer mulher da face da terra. O tiozão gato altamente pegável. O problema para o leitor é que a gente aceita isso ou não, não somente pela diferença de idade, mas Giffin não nos deixa "aceitar" quando entendemos o que acontece e nos coloca mais pontos de interrogação na história do que os soluciona, por muitas páginas pensei que ela poderia ter cortado muita coisa e chegado logo ao ponto , o livro tem exatas 448 páginas e parece engrenar somente depois da 200.
Outro ponto importante na história é que Shea começa o livro com emprego, namorado que não  a faz feliz, admiração estranha pelo pseudo pai, mas só acorda para a vida quando a mãe da amiga morre. Ela não parece ter 33 anos e sim 16. Ouve demais o que as pessoas falam, demora para tomar uma atitude que a faça feliz de verdade e se é uma coisa que não curti nesse livro foi o excesso de falas sobre futebol americano . Não suportaria nem que fosse futebol comum, imagina um que pouco entendo?

O final é daqueles de " você decide..." e eu realmente não sei o que pensar sobre isso, porque não achei nada bacana. De todos os livros de Giffin que li, esse foi certamente o mais fraco. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

10 autores internacionais que amei conhecer

Se tem uma coisa que amo nesse meio literário é conhecer os escritores! Acho que é uma forma única, de chegar perto daquele que inventou a história que te encantou, que te prendeu do início ao fim, que de alguma forma te marcou a ponto de você ficar horas em uma fila só para poder chegar perto dele!
Dos escritores estrangeiros que conheci, claro que uns marcaram mais, ou porque sou mais fã ou porque foram de uma simpatia que me ganharam na hora.
Em tempos de Bienal sabemos que temos várias oportunidades de chegarmos perto deles, e é empolgada com esses dias de sonho que fiz a lista abaixo:

1-Nicholas Sparks

Quando? Em 2010 e 2013
Como foi? Da primeira vez , uma tarde de autógrafos na livraria Saraiva do Shopping Rio Sul, pedi para minha mãe chegar 3 horas antes da entrega das senhas e aguardar eu sair do trabalho, eram muitas pessoas esperando por um autógrafo dele, mas nada parecido com a segunda vez que ele veio ao Brasil. Sparks atendeu a todos com uma simpatia ímpar !
Em 2013 já prevendo o caos , eu não fui para a Bienal madrugando aquele dia, eu resolvi arriscar e fiquei na porta do hotel que ele estava hospedado, não tinha certeza de nada, mas quando o vi eu chorava tanto que a minha cara saiu péssima na foto, mas ele foi mega fofo e atencioso.

 
2- Anne Rice
Quando? Anne veio ao Brasil em 2011, para a Bienal do Rio daquele ano.

Como foi?
No mesmo dia do Padre Marcelo Rossi , foi uma correria só
ela autografou no dia 07 de setembro, ou seja, no feriado que foi o dia mais cheio da Bienal de 2011. Anne foi muito fofa e mantinha a calma mesmo com todos gritando seu nome! Na minha vez ela elogiou o nome, agradeceu quando disse que a amava e eu saí chorando...para variar quando vejo alguém que amo! rs


3- Meg Cabot
Quando? A autora de " Diário de Princesa" esteve no Brasil em 2009, na Bienal daquele ano.
Como foi? Meg fez duas tardes de autógrafos, cada uma com 500 senhas!Na sexta que foi o dia mais tranquilo, eu infelizmente não pude ir, mas no domingo, corri como nunca e consegui minha senha, foram horas de espera, segundos na frente dela mas faria tudo de novo!Até repetir esse mega mico de usar essa coroa ! rs

4- Alyson Noel
Quando? 2011 na Bienal do Rio!
Como foi? Não fazia parte de nenhum blog que fosse parceiro da editora Intrínseca, no entanto, estava no dia especial que a editora fez para os parceiros e dei a sorte de deixarem com que participasse, o dia de autógrafos de Alyson seria um dia depois na verdade, mas consegui autografar 2 livros dela no dia anterior! Foi mágico, assisti a entrevista dela , conversei com ela e virei ainda mais fã!
 5- Bernard Cornwell
Quando ? Bienal de 2009 do Rio
Como foi? Cheguei correndo na Bienal com mais 2 amigas, Bernard foi muito fofo e fui uma das primeiras da fila, como estava com uma camiseta com o nome dele, ele disse que o cara da minha camiseta era muito talentoso! Um fofo esse cara!



6 - Cecily Von Ziegesar
Quando? Em 2007 e 2012
2012 RIO DE JANEIRO
Como foi? Em 2007 tive a alegria de vê-la 2 vezes! Fui na Bienal doida para conhecê-la porque sempre amei seus livros! Foi muito emocionante conversar com ela, em 2012 a vi na Bienal de SP , na verdade me animei só de ir vê-la, e a alegria ficou ainda maior quando eu soube que ela viria ao Rio de Janeiro, ou seja, foram exatamente 4 encontros com Cecily! Cada um mais inesquecível que o outro!

2007 RIO
2007

2012 em SP



















7 - Emily Giffin
Quando? Ela esteve no Brasil em 2011 na Bienal RJ e agora na Bienal em 2013
Como foi?  Emily é uma das escritoras mais fofas que tive o prazer de conhecer, em 2011 ela esteve na Bienal do Rio e também fez uma tarde de autógrafos na Livraria Cultura do Fashion Mall o que foi bem bacana! Pude conversar com ela, ela autografou muitos livros e ainda consegui vê-la novamente na feira em 2011. Esse ano tive novamente a felicidade de encontrar Emily, sempre de bom humor e com jeito de Barbie, gosto muito de seus livros e sua simpatia é um charme a mais!
8- Marcus Zusak
Quando? Bienal 2007
Como foi? Eu ia na Bienal no dia em que ele estaria, a Intrínseca ainda tinha um estande pequeno, entrei ma fila de horas para poder falar com ele, sem nunca ter lido nenhum livro do autor, mas ele foi mega fofo! E hoje torço para que um dia ele volte !

  9- Lucinda Riley
Quando? Em 2012 e em 2013!
Como foi? Lucinda é uma das criaturas mais fofas que já conheci, de uma simplicidade que nos ganha fácil , assim como os dois livros que já li dela : Uma luz através da janela e " A casa das orquídeas". Ela veio para Bienal de SP em 2012 e passou uns dias no Rio, aceitou atender alguns fãs no hotel onde estava e em 2013 encantada com a cidade maravilhosa voltou e conversou ainda mais com a gente na Livraria Saraiva, informando que havia voltado a cidade para escrever uma história que se passava aqui!

10 - Scott Westerfeld
Quando? Em 2012
Como foi? Apaixonada pelo autor, fiz até campanha com alguns amigos literários para ver se ele vinha, a editora Record nos deu de presente a vinda dele e de sua esposa Justine Larbalestier em 2012! Foi lindo, inesquecível, os dois foram entrevistados, tiraram muitas fotos com a gente!