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terça-feira, 9 de abril de 2019

Menina que via Filmes: Sobibor [Crítica]



Título Original: Sobibor
Título no Brasil: Sobibor
Data de lançamento 25 de abril de 2019 (1h 52min)
Direção: Konstantin Khabenskiy
Elenco: Konstantin Khabenskiy, Christophe Lambert, Michalina Olszanska
Gêneros Drama, Guerra
Nacionalidades Rússia, Alemanha, Lituânia, Polônia

por Cecilia Mouta

Sobibor é um filme russo, o representante do país no Oscar, que fala sobre o campo de concentração Sobibor na 2ª Guerra Mundial. Na história, acompanhamos alguns judeus em suas rotinas no campo, inicialmente sem saber muito para onde a história está indo, o que faz a trama parecer lenta e um pouco maçante. Com o decorrer da trama, no entanto, os personagens começam a se unir e o conflito do filme se desenha para o espectador. 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

[Resenha] Nujeen @univdoslivros


























Título Original: Nujeen : one girl incredible journey from war-torn Syria in a wheelchair
Título no Brasil: Nujeen: A incrível história da garota que fugiu da guerra na Síria em uma cadeira de rodas
Autores: Nujeen Mustafa e Christina Lamb
Editora Universo dos Livros
Número de págs: 246
#83

Imaginem você morar em um lugar que por ser de um povo nunca te aceitaram de verdade? E se você ainda por cima tivesse nascido com uma paralisia no momento do parto que lhe deixou como sequela nunca ter conseguido caminhar, sendo assim uma cadeirante? Agora junte tudo isso a uma guerra entre religiosos e governantes que não somente tem matado inocentes no país que você viveu mas que também está colocando em risco a sua vida  e de seus familiares?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : Sniper Americano [Crítica]

Título Original : American Sniper
Título no Brasil : Sniper Americano
Dirigido por Clint Eastwood
Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Luke Grimes mais
Gênero Biografia , Guerra , Drama

Nacionalidade EUA
Duração : 2h 12 min
Baseado na obra de Chris Kyle 













Depois que você lê um livro, ver tudo na tela é algo que só quem ama livros e filmes na mesma intensidade é capaz de sentir. Eu já havia amado o livro, vê-lo na telona, em uma sala lotada horas antes da grande noite do Oscar foi no mínimo emocionante.
Sniper Americano é fiel ao livro, claro que tem menos informação mas não faltou nada que fosse primordial para entender a história de Chris Kyle , SEAL da Marinha americana que arriscou sua vida por 4 anos na Guerra do Iraque. No papel de Chris temos Bradley Cooper, um ator que está cada vez melhor, ele ganhou 18 kg para interpretar Kyle e está muito convincente no papel. Torci por ele na noite do Oscar, mas também torci pelos outros, complicado esse ano saber quem estava melhor. Cooper me passou exatamente o que li no livro, foi fiel ao que imaginei e só isso já me fez sentir novamente tudo que parecia estar na minha frente lendo o livro. 
Após o 11 de setembro milhares de americanos foram enviados ao Iraque para destruírem um dos braços da Al-Qaeda e derrubarem o ditador Sadam Hussein. 
O que temos nas pouco mais de duas horas de filme é o que Kyle descreve : ali no Iraque não faziam distinção de sexo, idade, religião...um inimigo americano merecia ser morto, foi pensando assim que Kyle virou " A Lenda" atirando em 160 pessoas durante os 4 anos que esteve no local, alguns lhe creditam mais de 200 mortes. Ele diz que não conta. 
As cenas do filme que fazem as mulheres suspirarem e sofrerem junto talvez não sejam as de guerra, o sensacional Clin Eastwood nos coloca no mundo de Taya, a esposa devotada, desde o dia em que se conheceram, até a ida para guerra . Taya ficou sozinha, mas nunca se separou do marido. Muito bem no papel está Sienna Miller, de cabelos escurecidos a moça parece feita para ser Taya, ela vive intensamente a guerra mesmo estando longe, ela respira aliviada cada vez que seu marido retorna e finge que não vê o quão apesar de perto dela fisicamente o marido vive longe pensando na guerra.
Para alguns pode parecer exagero, para Kyle era razão de sua vida, acima da família ele colocava defender o país e tudo está ali na telona. 

Enquanto ele está no Iraque matando rebeldes  e salvando muitos companheiros, o espectador parece torcer por ele, pessoas atrás de mim na sala de exibição vibravam a cada pessoa que ele matava. E quando era criança ou mulher ouvia-se um silêncio. Kyle não comemorava as mortes e nessas horas nem quem assistia atento.
Os companheiros mortos, os enterros, tudo é relatado. Até mesmo a gravidez da esposa - as duas vezes - e o como Kyle tentava ser um pai presente mas nem sempre isso era possível.
Para o final, algo que não temos no livro, como se sabe para quem leu a resenha dele aqui no blog, Chris não morreu na guerra, ele voltou vivo para sua família e a cena final é digna de Oscar para Eastwood , e até agora não entendo porque ele nem concorria ( talvez seja pelo bebê fake, coisa que me incomodou durante o filme!) . Depois de tantos riscos , foi dentro de território americano que por uma fresta da porta Taya vê aquele que lhe tiraria o marido, não sei se Clint quis mostrar ao mundo que é contra a política de armas no país mas o que vemos é que a ameaça estava ali, Kyle foi morto por um veterano surtado. No dia do Oscar era o julgamento, não aparece como foi, não se dão mais detalhes, é hora das cenas reais do enterros, do povo emocionado e do lado " eu sou americano e tenho orgulho disso" do diretor. 
Nada exagerado, tudo para emocionar, e como chorei. O filme é maravilhoso mesmo. 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Menina que via filmes: O grande herói [Crítica]

Título Original : Lone Survivor
Título no Brasil : O grande herói
Direção: Peter Berg
Elenco : Mark Wahlberg, Taylor Kitsch
Ano : 2014
País : EUA
Idioma : Inglês
Baseado em fatos reais
Duração: 2h 2min
Censura : 16 anos






Baseada em fatos reais, a história acompanha o oficial da marinha norte-americana Marcus Luttrell (Mark Wahlberg), enviado ao Afeganistão em busca de um homem de confiança de Osama Bin Laden. Quando ele se depara com um homem idoso e três crianças, ele recebe ordens para matar os quatro, mas Marcus não tem coragem de fazê-lo. O paradeiro dos americanos é descoberto e logo toda a equipe é atacada por 250 homens armados, enviados pela Al Qaeda.





Para os que tem estômago fraco o melhor é nem verem esse filme, gosto de histórias que envolvam a caça a Osama Bin Laden, inimigo número 1 americano desde que matou milhares de pessoas no fatídico 11 de setembro.
Já ouvi muitas pessoas falando que todo filme que envolve o tema puxa para o nacionalismo americano, ok, eles puxam. Mas entendam que o que aconteceu foi com o povo deles e eles são a indústria do cinema, acho normal que muitos filmes do gênero sejam feitos.
No caso de O grande herói o filme é muito bom para o que se propõe ser : a história de um soldado que vai para o Afeganistão na caça a ao braço direito de Bin Laden, por causa de uma decisão feita por ele, acaba pagando o pato e sofrendo muito, quase morrendo mas o pior, muitos de seus companheiro morrem.
Na caça ao terrorista ele se depara com duas crianças e um local , seus amigos os amarram na árvore e recebem ordem de matar os três e seguirem em frente, acontece que Marcus ( Wahlberg, sensacional no papel!) se recusa e convence os amigos a não matarem os 3.
O que acontece em seguida, já era imaginado , os três entregam os soldados para Al Qaeda e eles são torturados, atacados e muitos deles assassinados.

As cenas são fortes, claro que em filmes do gênero é chover no molhado dizer que tem muito tiro e sangue afinal é uma guerra, mas os detalhes mostrados podem assustar os mais sensíveis.
Walhberg  está muito bem no papel principal, gostei muito das cenas, sofri nas caçadas e respirava aliviada toda vez que eles conseguiam passar despercebidos dos talibãs!

Filme bacana, bem feito e com um final emocionante.