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sábado, 16 de novembro de 2019

Menina que via Filmes: O irlandês [Crítica]


🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: The IrishMan Título no Brasil: O Irlandês Data de lançamento 14 de novembro de 2019 (3h 29min) Direção: Martin Scorsese Elenco: Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci , Harvey Keitel, Anna Paquin, Gêneros Suspense, Biografia Nacionalidade EUA Formato visto: Cinema
#225

terça-feira, 14 de março de 2017

[Resenha] Silêncio @PlanetaLivrosBR + Crítica do Filme

Título Original: Chinmoku
Título no Brasil: Silêncio
Autor: Shusaku Endo
Editora Planeta
Selo TusQuets
Número de págs: 270
Tradução de Mário Vilela
#45






Embalado pelo filme quis muito ler o livro, e que sensação maravilhosa ter uma leitura dessas nas mãos. Mergulhando no mundo dos missionários católicos no século 16, somos convidados a nos espantar com como a fé e a maldade sempre andaram lado a lado. De um jeito espantoso vamos passando página a página sabendo que ser padre não era bem visto, na verdade os cristãos não eram. Centenas de padres portugueses e de outros países católicos iam para o Japão na tentativa de catequizar um povo que não somente não aceitava outra religião como maltratava, prendia, e brutalmente assassinava quem os fazia.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Menina que via Filmes : Woody Allen - O documentário [Crítica]

Título Original : Woody Allen - A documentary
Título no Brasil : Woody Allen - Um documentário
Dirigido por Robert B. Weide
Com Woody Allen, Penélope Cruz, Scarlett Johansson mais
Gênero Documentário , Biografia , Histórico

Nacionalidade EUA
Ano : 2012


















Chega a impressionar que um documentário com um dos diretores mais famosos do mundo só chegue aos cinemas brasileiros 3 anos após lançado. Mas deixando isso de lado, quando soube que estava em cartaz aqui no Rio corri para assistir, e adorei saber mais da vida do polêmico diretor.
O ator/ diretor repleto de atos antipáticos - como o de não dar entrevistas e detestar lançamentos de filmes - abriu uma exceção e conversa durante muito tempo sobre sua infância, seus 4 casamentos , seus filmes e algumas polêmicas.
Conhecido no mundo todo por filmes como A Rosa Púrpura do Cairo, A Era do Rádio, Meia-Noite em Paris, Vicky Cristina Barcelona , entre outros , vê-lo cru, diante das câmeras, para mim que sou fã de carteirinha foi uma delícia. Amo seus filmes, até hoje não consegui assistir todos, e odeio lembrar da história de que é acusado de abusar de uma das filhas e de que sua quarta esposa é ninguém menos que a filha adotiva de sua terceira esposa. Para título de curiosidade, ele está casado com a moça até hoje e tem com ela dois filhos.
Longe de toda essa vida pessoal que não merece palmas, Woody, ou melhor Allan Stewert Konigsberg, seu nome de verdade, foi um menino judeu que não gostava nada de estudar, feioso, não curtia muito ter aulas, sonhava ser ator mas nem poderia imaginar que faria tanto sucesso, aliás, até hoje, seu filmes que mais rendeu bilheteria foi Meia-Noite em Paris.
Outro ponto alto do documentário são os depoimentos de pessoas que trabalharam com Woody, temos a ex esposa Diane Keaton, além de musas de seus filmes como Penélope Cruz, Mira Sorvino e Scarlett Johansson. Todos admirados com o talento dele para dirigir e atuar. Gênio do cinema, Woody é celebrado por muitos e os críticos costumam estar ao lado dele , o que é raro no ramo.
Atores de todas as idades como  Sean Penn, John Cusack e muitos outros também falam das qualidades de Woody, fica difícil não sair da sala de exibição querendo assistir pelo menos um de seus filmes.















Uma grande qualidade desse documentário é que o diretor Robet B Weide mantem o interesse do público no documentário, não há momentos chatos, todos são partes de uma história de sucesso de um homem amado e odiado por muitos. Não acredito que exista meio termo em se tratando de Woody, precisa dizer que recomendo?

P.S - descobri ontem que o documentário tem no Netflix, sim, isso mesmo, ou seja nem precisava ter ido ao cinema assistir. Bom, se você ainda não viu e se interessou, procure lá que você acha disponível!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Menina que via filmes : The New York Review of Books [Crítica]

Título Original : The New York Review of Books
Título no Brasil : o mesmo
Direção : Martin Scorsese, David Tedeschi
Elenco : Robert Silvers , James Baldwin 
Ano : 2014
Gênero : Documentário
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 10 anos










Documentário sobre a revista The New York Review of Books que completou cinquenta anos em 2013. Uma publicação pioneira no debate cultural e político dos Estados Unidos, considerada quase sagrada para diversos escritores.




Comprado com antecedência me empolguei em ver o filme por duas razões : a primeira dela atende pelo nome de Martin Scorsese, a segunda falava sobre uma revista que fala de livro. 
Empolgada com isso, comprei para ir com minha amiga Janda Montenegro e meu namorado. Em cima da hora acabou que minha mãe quem foi, e ela dormiu boa parte do filme.
Pudera, para quem conhece bem a história americana e curte um documentário o filme é um prato cheio, eu devo confessar que não conhecia a revista, e esperava que fosse como resenhas publicadas , que falassem sobre censura...ledo engano. O documentário foca nos empregados da revista e nas publicações, na mudança do mundo mas principalmente dos EUA nesses 50 anos que a revista existe. 
Gravado em 2013 temos depoimentos atrás de depoimentos e certa hora o filme começa a dar sono.
Pioneira como revista que fazia debates culturais o interesse de Scorsese nela é claro, ele é um fã da publicação e vemos que a história do país se confunde com a história da revista, envolvendo preconceitos, mudanças de governo e literatura com textos que causaram polêmica o documentário é interessante, mas muito longo .

Fiquei com sono mas recomendo a todos que gostam de cultura e queiram saber mais sobre a publicação.