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quinta-feira, 5 de março de 2020

Menina que vi Filmes: O melhor está por vir

Título Original:  Le Meilleur reste à venir
Título no Brasil: O Melhor está por vir
5 de março de 2020 / 1h 57min / Comédia, Comédia dramática
Direção: Matthieu Delaporte, Alexandre De La Patellière
Elenco: Fabrice Luchini, Patrick Bruel, Zineb Triki
Nacionalidade França
#30
por Michelle Fraga



O melhor está por vir, cujo título original é "L'avenir" (o futuro), é uma comédia dramática estrelada por ninguém menos que Patrick Bruel (de "Qual é o nome do bebê?") e Fabrice Luchini (de "Potiche, a esposa troféu") e que dosa perfeitamente as cenas de comédia e drama sem pesar a mão para nenhum dos dois gêneros.
Arthur (Luchini) e César (Bruel) são amigos desde a infância, cuja amizade já passou por altos e baixos. O filme se inicia com César pedindo a ajuda de Arthur para ir ao hospital fazer uma tomografia, pois acredita ter quebrado três costelas. O problema é que César está passando por dificuldades financeiras e não tem plano de saúde, enquanto que Arthur é um renomado pesquisador no auge de sua carreira e com uma ótima assistência médica. Assim, César se faz passar por Arthur para utilizar sua carteirinha médica e poder fazer os exames sem pagar nenhuma taxa extra.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Menina que via filmes: Os Meninos que enganavam os nazistas [Crítica]

Título Original: Un Sac de Billes
Título no Brasil: Os meninos que enganavam os nazistas
Data de lançamento 3 de agosto de 2017 (1h 54min)
Direção: Christian Duguay
Elenco: Dorian Le Clech, Batyste Fleurial, Patrick Bruel mais

Gênero Drama
Nacionalidades França, Canadá, República Tcheca

#85assistido #86criticado


Se  o trailer já emocionava imaginem  o filme? Baseado em fatos reais o filme conta  a história de 2 irmãos judeus que moram em Paris mas que com  a chegada da proximidade da tropas nazistas eles tem que sair fugidos sem seus pais. 
Joseph ( Dorian Le Clech) que aparenta ter uns 9 anos dá um show à parte, sua dor é sentida pela público, um pouco mais forte temos Maurice ( Batyste Fleurial) com seus 16 anos sendo o responsável pelo irmão mais novo nessa escapada na calada da noite para Itália.

domingo, 6 de novembro de 2016

Menina que via Filmes: Amor ao Primeiro Filho [Crítica]











































Título Original: Ange e Gabrielle
Título no Brasil: Amor ao Primeiro Filho
Data de lançamento 20 de janeiro de 2016 para DVD (1h 34min)
Direção: Anne Giafferi
Elenco: Patrick Bruel, Isabelle Carré, Alice de Lencquesaing mais
Gêneros Comédia , Romance

Nacionalidade França
Ano: 2015
Formato visto: Voo da Delta vindo para Atlanta 

Ano passado quando passei minha lua de Mel em Paris a cidade inteira tinha cartazes desse filme com um de meus atores favoritos da França, o maravilhoso Patrick Bruel. 
Ange Pagani ( PAtrick Bruel) é um homem de quase 50 anos que vive a vida como um garotão de 20 anos, vai nas baladas, bebe todas, dorme com moças com metade da sua idade e chega para trabalha virado. 

Tudo está como ele se acostumou quando de repente surge em seu trabalho a bela Gabrielle ( Isabelle Carré) uma mulher de 40 anos que tem uma filha de 16 anos grávida e que afirma que foi o filho de Ange que engravidou a  menina. O que ele não entende é porque ela o acusa de ser pai de alguém se nunca teve um filho, ou pelo menos nunca teve um que o registrasse.
A princípio ele vai odia-la, e tentar fugir da futura vovó, mas com o tempo ele perceberá que ela é linda e inteligente e se encantará pela companhia dela, ainda que ela tente fugir dele depois de tantas grosserias. 
Poderia ser só mais um romance francês se não tivesse Bruel no elenco, ele traz aquela pitada maravilhosa de um homem que percebe que ser só o resto da vida não tem muita graça e o envolvimento dos dois obviamente ocorre mas ela ainda tem mágoa dele ter abandonado seu filho, ou pelo menos um rapaz que acredita ser seu filho  e está agindo igualzinho a ele após descobrir que será pai. 

Mostrando toda a linda Paris o filme encanta nos diálogos e no romance adocicado, é claramente um filme para aqueles que amam um bom final feliz com recheio de família linda.

*No Brasil foi lançado diretamente em DVD e já pode ser encontrado no Netflix!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : Sexo, Amor e Terapia [ Crítica]

Título Original : Tu Veux ou Tu Veux Pas
Título no Brasil : Sexo, Amor e Terapia
Dirigido por Tonie Marshall
Com Sophie Marceau, Patrick Bruel, André Wilms mais
Gênero Comédia , Romance

Nacionalidade França
Ano : 2014
Duração : 1h 27 min





















Junte dois dos atores franceses mais conhecidos do grande público em um filme e faça os viciados em sexo. Esse é o início da história dessa deliciosa comédia onde apesar de certos exageros, Judith ( Sophie Marceau) fala em engravidar como aparentasse 30 anos. A atriz na vida real já tem 48 anos. Patrick Bruel no papel de Lambert também age como se tivesse 40 anos quando na verdade já tem 56 anos .
Os dois se conhecem porque Judith acabou de perder seu emprego de vendas internacionais por dormir com todos os clientes que atendia. Ela se vê obrigada a voltar para a casa de seu único parente vivo em Paris ( ela morava na China) , o irmão de seu pai. O próprio tio não a vê com bons olhos, acredita que ela não saiba o que é o amor e brinca de se deitar com os homens. O que não deixa de ser verdade. Desprendida de tudo e todos, ela é uma mulher que só se alegra quando está transando, e ataca do taxista ao vendedor de sapatos.
Procurando emprego como atendente de um dentista, a moça se depara com Lambert, um terapeuta renomado que busca uma nova terapeuta para as consultas na qual atende casais.
Desde o início os dois se interessam um pelo outro, mas o que Judith nem imagina é que ele seja tão viciado em sexo quanto ela e esteja em tratamento em um período de abstinência. 
Então - só em filme que acontece essas coisas - ela se candidata à vaga de terapeuta mentindo que atuou em Benjing muitos anos. Na primeira consulta já é possível notar que a moça é um blefe, mas ela continua no emprego por motivos que nada tem  a ver com sua função.

Não imaginem que os dois ficam transando como loucos, pelo contrário, ele foge dela como o diabo da cruz. 
O que ajuda o filme são as piadas, a química entre os atores e Paris, sempre uma linda cidade para se filmar qualquer coisa, ainda mais filmes desse gênero, meio romance, meio comédia.
O filme convence, não é o melhor da carreira dos dois nem de longe, mas diverte e você sai do cinema sorrindo, seja por causa de Paris, seja por causa do final feliz.