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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Menina que via Filmes : O Presente [Crítica]

Título Original : The Gift
Título no Brasil : O Presente
Lançamento 3 de dezembro de 2015 (1h48min) 
Dirigido por Joel Edgerton
Com Jason Bateman, Rebecca Hall, Joel Edgerton mais
Gênero Drama , Suspense

Nacionalidade EUA
























Uma das coisas mais bacanas de O presente é a surpresa do final. Mas para chegar nele o ator e agora diretor Joel Edgerton usa e abusa dos sustos em uma sequência que deixa o espectador sem fôlego. 
O filme não é terror mas mistura suspense com drama, tudo acontece quando o bem sucedido Simon ( Jason Bateman, pela primeira vez sendo sério em algum filme) está com sua esposa Robyn ( Rebeca Hall) em uma loja comprando coisas para casa nova. Um desconhecido se apresenta como Gordo ( Joel Edgerton) e dali para frente não larga mais do casal, ele finge não ligar para Simon não ter recordado dele - estudaram juntos na escola- e como quem não quer nada vai se infiltrando na vida dele.

O que ajuda é a ingenuidade um pouco exagerada da esposa, Robyn não acha nada demais receber em casa sem a presença do marido um amigo que ele mal conhece...e para variar a casa é daquelas imensas e toda transparente, sem grade alguma, onde qualquer pessoa pode ver o que está acontecendo lá dentro. 
Gordo passa a deixar presentes na porta da casa deles, todos com um laço vermelho, sua marca registrada e cartinhas que mais parecem coisa de  uma criança de 5 anos. 
Apesar dos erros do roteiro - por exemplo, ninguém pergunta ao tal amigo estranho Gordo se ele é casado, ou onde trabalha...apesar dele fazer muitas perguntas ao casal, somente quando vão à casa dele que se interessam - o filme corre bem e a ação é contínua . Vale ressaltar que Joel se sai bem no papel do amigo traumatizado que é meio cismado com o popular da escola , Simon. O que confunde o espectador, é que por mais que se tenha medo do que Joel é capaz de fazer, não conseguimos torcer para Simon que aos poucos vai revelando seu péssimo caráter.
Robyn as vezes parece anestesiada...ou entediada pela vida de dona de casa , onde sai para correr, dá atenção ao cão mas está sempre disposta a abrir a porta e sorrir para  o estranho que está mais do que na cara que não bate bem da cabeça. 
Ao decorrer do filme as surpresas vão sendo reveladas, e por mais que a gente tente imaginar o final o diretor nos presenteia com uma vingança inesperada.
Deixo para vocês descobrirem, lembrando que não há monstros nesse filme...exceto os que vivem dentro da gente ;) 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Menina que via filmes : Transcendence [Crítica]

Título Original : Transcendence
Título no Brasil : Transcedence - A Revolução
Direção : Wally Pfister
Gênero : Ficção
Ano : 2014
Elenco : Johnny Depp, Morgan Freeman, Rebeca Hall, Paul Bethany, Kate Mara
País : EUA, Reino Unido
Idioma : Inglês
Censura : 12 anos
duração : 1h 53 min




O dr. Will Caster (Johnny Depp) é o mais famoso pesquisador sobre inteligência artificial da atualidade. No momento ele está trabalhando na construção de uma máquina consciente que conjuga informações sobre todo tipo de conteúdo com a grande variedade de emoções humanas. O fato de se envolver sempre em projetos controversos fez com que Caster ganhasse notoriedade, mas ao mesmo tempo o tornou o inimigo número 1 dos extermistas que são contra o avanço da tecnologia - e por isso mesmo tentam detê-lo a todo custo. Só que um dia, após uma tentativa de assassinato, Caster convence sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) e seu melhor amigo Max Waters (Paul Bettany) a testar seu novo invento nele mesmo. Só que a grande questão não é se eles podem fazer isto, mas se eles devem dar este passo.




Gostaria muito de saber o que faz astros como Johnny Depp e Morgan Freeman se meterem em filmes ruins como esse? Por mais que a crítica especializada tenha falado muito mal, arrisquei , afinal o astro Depp merece sempre minha ida ao cinema.
Mas com vinte minutos de filme eu já bocejava e me perdia no meio da história sem pé nem cabeça. 
O Dr. Will Caster ( Depp) é um pesquisador muito famoso cujo sua experiência mais polêmica é a inteligência artificial. Ele dá palestras a todo minuto , ele tem uma vida feliz ao lado da esposa ( Rebeca Hall) que também é pesquisadora e do melhor amigo Max ( Paul Bethany). Acontece que logo no início ele toma um tiro por um doido ( o ator Lukas Haas, para mim o eterno menino de " A testemunha") e a bala que o atinge tem radioatividade, os dias de Will estão contados. 

A partir daí o filme se embola, temos um Depp somente por imagem digital conversando com a esposa, um grupo de pessoas ( liderado por Bree , a atriz de American Horror Story : Kate Mara) que é contra e vão fazer de tudo para que essa tecnologia não seja usada. 
Quanto mais tempo de filme temos, mais entediante ele fica, a ação mesmo que existindo não diz a que veio e Morgan Freeman vira coadjuvante de luxo , aliás o ator deve estar com dívidas porque tem aceitado fazer todos os filmes que lhe convidam.
Depp que sempre costuma ser o ponto alto de seus filmes, mesmo nas comédias, se perde, parece que ele mesmo se arrependeu da furada que se meteu.
Cochilei duas vezes, e aí mesmo que o filme ficou mais chato, mas meu namorado que estava acordado disse que não perdi nada, que o filme continuou a mesma lenga lenda.

Ao sair da sala de exibição duas garotas comentavam que não aguentavam mais , que não viam a hora de acabar.
Esperem para verem no Netflix, porque não vale a pena pagar nem um real nessa bomba.