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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Menina que via Filmes: Desejo de Matar [Crítica]

Título Original: Death wish
Título no Brasil: Desejo de Matar
Data de lançamento 10 de maio de 2018 (1h 49min)
Direção: Eli Roth
Elenco: Bruce Willis, Vincent D'Onofrio, Elisabeth Shue mais
Gênero Ação

Nacionalidade EUA
#67








por Raffa Fustagno

Sim, esse é um remake do famoso filme de Charles Bronson. Como amo Bruce Willis fui correndo para o cinema assistir, e o resultado foi satisfatório.
Dr. Paul Kersey ( Willis) é um cirurgião que atende na emergência do mais famoso hospital de Chicago. De acordo com as noticias a criminalidade do lugar só aumenta, fiquei pensando que se isso é verdade, imagina viver no Rio de Janeiro? Logo no início ele atende uma policial que não resiste e depois vai operar o bandido que atirou nele, perguntando pelo parceiro do policial se ele iria salvar aquela vida, ele responde que é o que tentará fazer.
Em tempos de violência extrema, abre-se aí uma discussão. Recentemente uma policial em São Paulo atirou em um bandido que ia assaltar crianças e mães na porta da escola de sua filha, a policial foi mais rápida e atirou no meliante, e ele veio a óbito.
Deve uma policial atirar mesmo não estando a serviço? Para mim essa discussão nem deveria existir, sem ela poderia ter sido uma criança ou uma mãe no lugar do ladrão. 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Menina que via Filmes : Poltergeist [Crítica]

Título Original : Poltergeist
Título no Brasil : Poltergeist - o fenômeno
Dirigido por Gil Kenan
Com Sam Rockwell, Rosemarie DeWitt, Saxon Sharbino mais
Gênero Terror
Ano : 2015
Nacionalidade EUA
Censura : 12 anos
Duração : 1h 34 min






















Na década de 80 um filme fez todo mundo ter horror de televisões com chiados, aquelas que não sintonizam nenhum canal. Uma menina loura na frente dela e fantasmas fazendo contato. Parecia bobo, mas não era, um direção acertada, atuações bacanas e pronto, um filme que marcava uma geração. Para piorar o medo a protagonista de apenas 6 anos morreria ainda criança e todos acharam que era coisa do capiroto.
Fazer um remake é algo arriscado, sempre há a chance de não se chegar aos pés do original e é o que acontece com esse filme.
Primeiro porque o mundo mudou, os fantasmas agora são muito piores, as mortes são comuns...talvez por isso a censura tenha sido 12 anos. 

Um pai desempregado ( o excelente Sam Rockwell de A Espera de um Milagre no papel de Eric) que se muda com os três filhos e a esposa para uma casa com o valor do aluguel bem menor - porque será se é linda? - logo no primeiro dia o filho do meio Griffin ( Kyle Catlett se saindo muito bem) nota que a irmã mais nova Mandy de apenas 6 anos está conversando com algo que não existe. Ele estranha, pergunta a irmã com quem ela fala e ela responde que " com eles". 
Com o tempo há os problemas de sempre de uma casa : a mãe quer voltar ao mercado de trabalho porque  o pai não arruma emprego, os filhos não entendem que os pais não tem dinheiro ....o bizarro é o que vem acontecendo mas somente Griffin e Mady parecem perceber. Objetos que se mexem, a tv que faz contato com Mady, tudo isso passa despercebido por uma mãe que fica em casa.
Com a saída do casal para um jantar deixando a mais velha cuidando dos menores os fantasmas vão querer se divertir.

Entram no celular da menina, raptam a menor e machucam o do meio. Pronto : agora os pais desatentos vão ver que ali tem algo errado e vão chamar uma equipe especializada em pegar fantasmas para devolverem a menina macabrinha que achava legal falar com defuntos há bem pouco tempo.
Faltam bons sustos e algumas atuações - da equipe - são risíveis . Mas um ator que entra para dar uma animada é Jared Harris como Carrigan Burke, um caçador de criaturas que morreram e que como sempre arrasa no papel, adoro quando ele fala " essa casa não está limpa!".
De resto o poster do palhaço assusta mais do que as cenas que vemos. Fraquinho demais. E os óculos 3D foi só desculpa para cobrarem mais caro, não vi absolutamente nenhuma cena que fizesse a diferença usando aquilo.