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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Menina que via filmes: Girl in the Basement

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Girl in the basement País: EUA Ano: 2021 Diretor: Elisabeth Röhm Roteiro Manu Boyer, Leslie Greif Elenco: Judd Nelson, Stefanie Scott, Joely Fisher
#112

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: Invasão de Privacidade [Crítica]

Título Original: I.T
Título no Brasil: Invasão de Privacidade
Data de lançamento 10 de novembro de 2016 (1h 35min)
Direção: John Moore
Elenco: Pierce Brosnan, Stefanie Scott, Michael Nyqvist mais
Gêneros Suspense, Drama

Nacionalidades Irlanda, França, Dinamarca

Ano: 2016












Para início de crítica vamos dizer que já achei errado o nome. Para mim Invasão de Privacidade vai sempre ser confundido com aquele filme da Sharon Stone, mas ok, poderiam ter escolhido outro que se encaixasse melhor. 
Mike Ryan ( Pierce Brosnan) é um milionário, dono de uma empresa de aviões que agora se prepara para criar uma espécie de uber aéreo, o plano é audacioso e está envolvendo a todos. 
Em sua casa ele tem uma esposa linda e dedicada, uma filha de 17 anos ( Stefanie Scott, de Sobrenatural: A Origem) e tudo que um homem pode desejar em uma mansão. Tudo vai relativamente bem na vida dele até que na apresentação de seu novo projeto o programa falha, como se por milagre chega o cara do T.I, Ed Porter ( James Fecheville) e salva tudo. Claro que ele fica eternamente grato, lógico que ele vai convidar o funcionário que ele nunca tinha visto para consertar a internet de sua mansão. Pelo jeito de Ed nota-se mesmo que ele não bate muito bem.
Chegando na casa do chefe ele primeiro até vai parecer uma pessoa normal, mas o problema ficará no pós visita à sua casa. O tal funcionário vai se achar o melhor amigo do patrão e invadir como o nome diz sua privacidade. Mike é um homem que odeia câmeras apesar de tê-las espalhadas por sua casa, mas elas estão desligadas, ingênuo ele permite que Ed mexa em tudo  - e olha que ele tinha ido somente ver o wi-fi, mas ele mexe em todos os fios para isso- o que impressiona no roteiro é que Mike parece um bobão na frente do especialista em T.I, sim, ele vai permitir que ele mexa em tudo, vai demorar para perceber que ele é bem louco e surrealmente vai dizer em uma cena que não gosta de ser observado mas sua casa é totalmente transparente e sem seguranças. Para um milionário fica no mínimo estranho. 
Ed avançará com sua loucura monitorando a casa do chefe, cercará a filha adolescente rebelde e fará  a vida deles um inferno. Apesar do filme nos deixar tensos- notem que Ed é como o brinquedo assassino, não morre nunca, e nunca fica muito ferido- o roteiro tem algumas falhas que prejudicam o andamento do longa. E aqui pode ser que cite um spoiler, mas por exemplo: Mike é um ex piloto e nos EUA boa parte da população possui arma, ele não tem nenhuma. Sua esposa também tem cenas lastimáveis como a do email de um médico que ela acredita ser verdade. Falta algo que sustente ele mexer tanto com a família de alguém tão poderoso e mesmo assim não ser preso, os policiais são tão estúpidos que parecem saídos do filme Loucademia de Polícia. 
Mesmo sendo fã de Brosnan, acho que ele não fez a melhor das escolhas aceitando esse filme. Claro que não é a maior bomba do ano, mas  o roteiro é bem fraco, e o vilão não convence muito. 


* Esse filme foi visto na cabine de imprensa no dia 18 de outubro de 2016, um oferecimento da IMAGEM FILMES, agradecimentos ao blog Reino Literário Br

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Menina que via Filmes : Sobrenatural - A Origem

Título Original : Insidious Chapter 3
Título no Brasil : Sobrenatural - a origem
Dirigido por Leigh Whannell
Com Dermot Mulroney, Stefanie Scott, Angus Sampson mais
Gênero Terror

Nacionalidade EUA
Ano  2015
Duração : 1h 38 min

















Se tem uma coisa que me irrita no Brasil é a mudança que fazem em alguns nomes de filmes, a tradução se perde, nesse caso, o capítulo 3 do original foi esquecido, eles preferiram colocar " a origem", como se isso fizesse as pessoas que não foram ao cinema ver o 1 e o 2 não fossem ver esse.
Assisti aos dois anteriores ( confiram a crítica Sobrenatural  e de Sobrenatural Capítulo 2 ) e claro que recomendo que sejam vistos na ordem em que foram lançados, mas como esse terceiro volume trata-se de um prequel  onde somente serve de justificativa para fazer mais um filme contar o como as coisas aconteceram antes do episódio com Dalton e sua família, que nem sequer aparecem nesse filme, pois eles são o futuro.
Me surpreendeu que mesmo sendo bobo em algumas partes e previsível eu levei bons sustos , esse terceiro filme se passa entre os acontecimentos não mostrados com Josh quando criança e o dos filho dele que originaram os 2 primeiros filmes. Quem nunca viu os filmes pode até se perder entre uma informação e outra mas de nada afeta o fundamental em filmes de terror : entender que a protagonista está sendo atacada por alguma espírito do mal e o motivo.
Quinn Brenner ( a linda Stefanie Scott , que teve os cabelos pintados de escuro para o filme) sente muita falta da mãe, em seu último ano na escola ela culpa o pai Sean Brenner ( Dermot Mulroney, ainda lembro dele por Twin Peaks) por faze-la cuidar do irmão mais novo o tempo todo, fazendo o papel de mãe. Como toda adolescente ela vai sem o pai saber atrás de uma vidente porque cisma que tem que falar com a mãe, claro que a pessoa escolhida é conhecida da gente pelo primeiro filme : Elise Rainer ( Lin Shaye) . A médium primeiramente diz que não pode ajuda-la porque recebe espíritos maus e como seu marido morreu tem uma defunta querendo acertar as contas com ela. A menina volta triste para casa e dali para frente começa a ver alguém que imagina ser sua mãe a seguindo, abanando para ela o tempo inteiro. 
Os sustos começam  , a menina é atropelada e com as 2 pernas quebradas ela fica na cama , onde o fantasminha nada camarada a persegue. Ela está acordada,diferente de Dalton que entra em coma, mas pelo que sabemos aquela alma penada se grudou na menina porque ela andava tentando contato com a mãe.

Começam aí barulhos, rachaduras no teto e o tal fantasma com problema de respirar a joga tão forte que ela fica pior do que estava. O tal irmão só aparece quando o diretor lembra. Por falar em diretor ele próprio ( Leigh Whannell) assina o roteiro, dirige e atua , ele é um dos caça fantasmas contratados. Já que Elise não topa ajudar ( óbvio que só no início, depois ela acaba aceitando).
A protagonista Quinn desenvolve bem seu papel , o pai parece um pouco perdido mas no final até convence. O problema é que comparado com filmes recentes que vi recentemente ele é um duas para três estrelas.
Mesmo assim vale a pena ver  , principalmente se você assistiu os outros dois.