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sábado, 10 de novembro de 2018

Menina que via Filmes: Animais fantásticos : os crimes de Grindelwald [Crítica]

Título original: Fantastic Beasts: The Crimes Of Grindelwald
Título no Brasil: Animais fantásticos : os crimes de Grindelwald
 Data de lançamento 15 de novembro de 2018 
(2h 14min) 
Direção: David Yates
Elenco: Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Dan   
Fogler
Gêneros Fantasia, Aventura
Nacionalidades Reino Unido, EUA



por Reinaldo Barros

E chegou o grande dia, depois de 2 anos aguardando a continuação hoje fui conferir a sequência de Animais fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, spin-off do mundo de Harry Potter. Desta vez fomos apresentados a mais personagens e o retorno de outros do último filme. Teremos também personagens já conhecidos da saga Harry Potter como o Dumbledore mais jovem interpretado por Jude Law. Depois de uma fuga espetacular Grindelwald sai da prisão de segurança máxima (não tão máxima assim) no ministério da Magia americano e parte em busca de Crendance (Ezra Miller), o obscurus que conhecemos no último filme.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: O Vendedor de Sonhos [Crítica]

Título Original: O vendedor de Sonhos
Baseado na obra de Augusto Cury
Data de lançamento 8 de dezembro de 2016 (1h 33min)
Direção: Jayme Monjardim
Elenco: Dan Stulbach, César Troncoso, Thiago Mendonça mais
Gênero Drama

Nacionalidade Brasil


Nunca li nada de Augusto Cury, mas claro que por viver em livrarias conheço bem todas as capas de seus livros e sei que ele  já vendeu milhões de livros no Brasil. Seu maior sucesso O Vendedor de Sonhos chega aos cinemas essa semana e traz no elenco um ator conhecido do grande público como o Tom Hanks Brasileiro: Dan Stulbach. Também tem um diretor famoso global Jayme Monjardim e com isso já deve levar milhares de pessoas ao cinema no final de semana.
Mas afinal, é um bom filme? Vou focar apenas no longa já que como dito acima não li o livro. É sim um filme envolvente e extremamente motivante mas prepare-se para duas horas de auto-ajuda.
Fui sem expectativas e foquei muito nas atuações que são ótimas. Júlio ( Stulbach) é um renomado psicólogo que já começa o filme tentando se matar do parapeito de um imenso prédio. O surreal acontece quando em um prédio daquele jeito - se passa em São Paulo- um homem que se intitula mestre ( César Troncoso, ator uruguaio, bem no papel) consegue passar por todo o esquema de segurança mesmo sendo um mendigo e sobe para conversar com o tal homem que nunca viu. Impossível? Com certeza.
Chega a ser engraçado o absurdo da situação, mas ele está lá como um Deus que ao lado de Júlio degusta um sanduíche com a intenção clara ao espectador de fazer o homem mudar de ideia. Logo sabemos que apesar de bem sucedido ele errou feio com seu filho jovem e agora está arrependido querendo dar fim à própria vida. O homem bem vestido acaba descendo com o mestre/ mendigo e aceita ir dormir em sua casa, que nada mais é do que debaixo da ponte. Sim, é tanto absurdo que associei à ficção e fui ser feliz vendo o restante do filme, imaginei que a gente fosse descobrir que estavam todos mortos, mas não é nada disso que acontece.


Como um manual de auto-ajuda é lição atrás de lição que faz com o filme se torne algo cansativo muitas vezes, olhei o relógio algumas vezes confesso. Mas lá pela metade quando aparece a verdadeira identidade do tal mestre nos sentimos mais encaixados na história e entendemos porque ele é daquele jeito, prepare o Kleenex porque a história de alegre não tem nada.
Não é o tipo de livro que amo, mas algumas mensagens são bonitas sim e levamos para fora da sala, por exemplo como a frase que o tal mestre diz à Julio de que ele está querendo colocar um ponto final e ele está lhe dando uma vírgula.
As atuações boas e uma direção acertada fazem desse um filme bom apenas, mas continuo não sendo muito fã de livros do gênero.

* Esse filme foi um oferecimento da Warner Bros. Assistido no Kinoplex São Luiz em 27 de novembro de 2016. Agradecimentos à Aliança de Blogueiros do RJ. 


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Menina que via Filmes: Sully - O Herói do Rio Hudson [Crítica]

Título Original: Sully
Título no Brasil: Sully - O Herói do Rio Hudson
Data de lançamento 1 de dezembro de 2016 (1h 36min)
Direção: Clint Eastwood
Elenco: Tom Hanks, Aaron Eckhart, Laura Linney mais
Gêneros Biografia, Drama

Nacionalidade EUA











Em 2009 um avião da U.S Airways que faria um voo de NY até Charllote na Carolina do Norte não chegou a voar muitos minutos, pois teve um pouso forçado no Rio Hudson. Parece conto da carochinha se dissermos que todas as 155 pessoas que estavam nele nada sofreram, além do trauma.
É essa história que tem Tom Hanks no papel do piloto Sully, o homem por trás do pouso heroico e ainda traz Clint Eastwood o dirigindo, o resultado só poderia ser esse mesmo, um filme com cheiro de Oscar, apesar das críticas negativas da sempre chata nata de críticos ( não me enquadro nisso <3!). 
A cena mais esperada por todos demora a acontecer, e isso é uma das melhores tiradas do filme, sabemos que teve o pouso, que ninguém morreu mas agora a companhia quer achar uma falha humana para diminuir a indenização das vítimas, e coloca 3 advogados inescrupulosos para isso, que ao invés de verem o piloto como um herói o acusam de ter optado pousar no rio quando tinha outras opções. 
TOM HANKS ( á esquerda), O AVIÃO POUSADO E OVERDADEIRO SULLY
Um Tom Hanks modesto e calmo até demais dá o tom que precisamos para entender que o piloto só queria cumprir seu dever, carregar pessoas com segurança e fez o melhor que pôde para salvar a vida delas. Foram 40 anos pilotando e ainda queriam jogar a culpa na conta dele. Clint dirige como nunca, é impressionante como as cenas se encaixam de uma maneira magnífica e os atores estão muito bem nos papéis. Caso de Aaron Eckhart como o co -piloto Jeff Skiles.
Toda a emoção do impacto na água, o antes do voo, os passageiros que iam perder o voo mas conseguiram embarcar, criança, idosos, ao espectador fica o nervosismo em saber que aquele voo não chegará ao seu destino, para os que sabem a história tem pelo menos a certeza de que não tivemos mortes, mas há os que não se recordam e ficarão apreensivos em saber se de fato terá vítimas e o que aconteceu com o avião depois.
O sentimentalismo só acontece mais no final quando temos o veredito sobre o caso, e o papel de mulher megera fica para Laura Linney como a esposa do piloto. Não sei se todos tiveram a impressão mas ela só se preocupava com o dinheiro que ele perderia sem voar, não a vi muito como uma mulher que apoiava o marido. Mesmo que a verdadeira apareça no final do filme, e amo isso em filmes baseados em fatos reais, dar cara aos personagens da vida real.
Um filme maravilhoso, que só aumentou meu medo de voar de avião, mas que vale muito à pena ser assistido.

* Esse filme foi assistido na cabine de Imprensa no Kinoplex São Luiz no dia 21 de novembro um oferecimento da Warner Bros. 
Agradecimentos à Aliança de Blogueiros RJ pelo convite.