Título Original: Sully
Título no Brasil: Sully - O Herói do Rio Hudson
Data de lançamento 1 de dezembro de 2016 (1h 36min)
Direção: Clint Eastwood
Elenco: Tom Hanks, Aaron Eckhart, Laura Linney mais
Gêneros Biografia, Drama
Nacionalidade EUA
Em 2009 um avião da U.S Airways que faria um voo de NY até Charllote na Carolina do Norte não chegou a voar muitos minutos, pois teve um pouso forçado no Rio Hudson. Parece conto da carochinha se dissermos que todas as 155 pessoas que estavam nele nada sofreram, além do trauma.
É essa história que tem Tom Hanks no papel do piloto Sully, o homem por trás do pouso heroico e ainda traz Clint Eastwood o dirigindo, o resultado só poderia ser esse mesmo, um filme com cheiro de Oscar, apesar das críticas negativas da sempre chata nata de críticos ( não me enquadro nisso <3!).
A cena mais esperada por todos demora a acontecer, e isso é uma das melhores tiradas do filme, sabemos que teve o pouso, que ninguém morreu mas agora a companhia quer achar uma falha humana para diminuir a indenização das vítimas, e coloca 3 advogados inescrupulosos para isso, que ao invés de verem o piloto como um herói o acusam de ter optado pousar no rio quando tinha outras opções.
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| TOM HANKS ( á esquerda), O AVIÃO POUSADO E OVERDADEIRO SULLY |
Um Tom Hanks modesto e calmo até demais dá o tom que precisamos para entender que o piloto só queria cumprir seu dever, carregar pessoas com segurança e fez o melhor que pôde para salvar a vida delas. Foram 40 anos pilotando e ainda queriam jogar a culpa na conta dele. Clint dirige como nunca, é impressionante como as cenas se encaixam de uma maneira magnífica e os atores estão muito bem nos papéis. Caso de Aaron Eckhart como o co -piloto Jeff Skiles.
Toda a emoção do impacto na água, o antes do voo, os passageiros que iam perder o voo mas conseguiram embarcar, criança, idosos, ao espectador fica o nervosismo em saber que aquele voo não chegará ao seu destino, para os que sabem a história tem pelo menos a certeza de que não tivemos mortes, mas há os que não se recordam e ficarão apreensivos em saber se de fato terá vítimas e o que aconteceu com o avião depois.
O sentimentalismo só acontece mais no final quando temos o veredito sobre o caso, e o papel de mulher megera fica para Laura Linney como a esposa do piloto. Não sei se todos tiveram a impressão mas ela só se preocupava com o dinheiro que ele perderia sem voar, não a vi muito como uma mulher que apoiava o marido. Mesmo que a verdadeira apareça no final do filme, e amo isso em filmes baseados em fatos reais, dar cara aos personagens da vida real.
Um filme maravilhoso, que só aumentou meu medo de voar de avião, mas que vale muito à pena ser assistido.
* Esse filme foi assistido na cabine de Imprensa no Kinoplex São Luiz no dia 21 de novembro um oferecimento da Warner Bros.
Agradecimentos à Aliança de Blogueiros RJ pelo convite.