segunda-feira, 4 de junho de 2018

Menina que via Filmes: 7 Años [Crítica]






















Título Original: 7 años
Título no Brasil: 7 Anos
Direção: Roger Gual
Roteiro: Jose Cabeza, Cristian Conti, Julia Fontana, Roger Gual
Elenco: Alex Brendemühl, Paco León,  Juana Acosta, Manuel Morón,  Juan Pablo Raba

Nacionalidade e lançamento: Espanha, 2016 (28 de outubro no Brasil – direto na Netflix)
por Raffa Fustagno

Mais uma vez o cinema espanhol no trazendo para a realidade de pensarmos como agiríamos em determinada situação. Pois bem, 4 amigos tem um negócio juntos em Madri, bem sucedidos eles agora se veem em uma situação delicada: a receita federal descobriu que eles sonegam impostos  depositando boa parte da grana em contas na Suíça, a advogada da empresa avisa que todos irão presos, exceto se um deles assumir que fez tudo sozinho, essa pessoa pegará 7 anos de prisão, os outros serão eternamente gratos. Mas porque alguém ficaria no lugar sozinho de que também são de culpa de todos eles?

É o que filme quer saber, para isso eles contratam um mediador, essa pessoa vai ter que ouvir todas as partes, não permitir que se batam ou se xinguem, mas que digam como em um Big Brother porque razões devem permanecer fora da cadeia.
Os 4 são interpretados por Juliana Acosta ( Como Veronica) , Paco Léon,( com Luis)  Alex Brendemuhl ( como Marcel) e Juan Pablo Raba (como Carlos). O clima de tensão é o mais incrível do filme. Claro que os segredos de cada um vem à tona, um joga um sócio contra o outro, o objetivo é comum a todos eles: não ser o que irá pagar o pato pelos demais.

Se vocês estão se perguntando como os demais se livrariam dessa pesada acusação, no longa isso é claramente explicado. E mesmo se passando em um lugar somente, na sala de reuniões da empresa, é maravilhoso o como o filme te prende a atenção e todos nós questionamos nossos valores.
Há também em determinado momento uma "recompensa" de um determinado valor para quem se voluntariar a passar 7 anos preso sem entregar os outros. Você toparia? Qual seria seu preço?
Assistam, tem no Netflix, e me digam aqui nos comentários se no final vocês acharam que tem algo mais naquele mediador?

6 comentários:

  1. Oi, Raffa.

    O contexto do filme, apesar de simples (e um pouco cômica a situação), mostra ser muito revelador e objetivo. Mas, que acaba valendo a pena, por trazer reflexões...

    Essa é um tipo de decisão bem maluca. Afinal, não é muito válido trocar sua liberdade em prol de algo, mesmo de comum acordo.

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  2. Quando você falou sobre o filme no evento eu fiquei com vontade de ver. Vou assistir assim que eu tiver um tempinho ^_^

    Beijos :)

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  3. Eu ando adorando as dicas de filmes de outros países aqui no blog, tenho assistido muita coisa boa que nem fazia ideia que existiam!
    Este filme ainda não tinha visto ou lido nada a respeito, mas já vou "caçar".rs Adoro enredos assim, que sempre há algo escondidinho ali, bem na cara de quem está vendo!
    Beijo

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  4. Uuuuaaaaauuuuuuu, que baita historia. Se a trama foi bem desenvolvida é de dar um nó nas opiniões de quem assiste. Além de ser uma situação delicada,
    que vai alem da parceria, tem um momento aí de "julgamento". Não imagino como essa confusão possa terminar bem para todos eles. Valeu muito a dica.

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  5. Nossa, parece ser muito bom mesmo, ver do que as pessoas são capazes por dinheiro e para se dar bem...

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  6. Olá Raffa,
    Uau, que enredo! Realmente nos faz pensar em como iríamos agir se fosse na vida real, acredito que no filme eles passaram de amigos para inimigos em pouco tempo, pior é ver é saber que o ser humano é exatamente assim!
    Fiquei bem curiosa para saber como irá terminar, e claro, porque só um pode assumir a culpa se todos erraram...
    Beijos

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