sexta-feira, 1 de junho de 2018

Menina que via Filmes: O Caderno de Sara [Crítica]

Título Original: El Cuaderno de Sara
Título no Brasil: O Caderno de Sara
Data de lançamento 25 de maio de 2018 na Netflix (1h 55min)
Direção: Norberto López Amado
Elenco: Belén Rueda, Marián Álvarez, Iván Mendes mais
Gêneros Drama, Suspense

Nacionalidade Espanha
#76



por Raffa Fustagno

Vocês já estão carecas de saber como amo o cinema espanhol, dito isso, sei que eles são famosos por seus suspenses e por suas comédias, mas esse filme foge um pouco do padrão e é um drama com suspense e arrisco dizer que com muita aventura. Chegou no Netflix essa semana e já é um dos mais assistidos. 
Laura ( Belén Rueda) tem uma irmã que está sumida há 2 anos, ela é médica e foi para o Congo, nunca mais ela e seu pai tiveram notícias dela. Quando ela vê uma foto de sua irmã Sara ( Marian Alvaréz) ela deixa seu escritório de advocacia e resolve encontrar a irmã. Acontece que o caminho não é tão fácil, para quem vive na Espanha não está acostumada com a dura realidade africana, ir atrás de sua irmã é arriscar a própria vida, sem ter certeza se a encontrará a irmã viva mesmo.

Vemos no filme tudo aquilo que já sabemos que acontece em países como Congo, um poder paralelo, homens armados invadindo aldeias, matando os homens e estuprando suas mulheres. E tem muita, muita violência.

Laura terá a seu lado o também espanhol Sergio ( Manolo Cardono) um homem que negocia pedras preciosas com importantes cartéis de lá, mas que não está disposto a ir  a todos os lugares, é aí que entra em cena Jamir ( Iván Mendes) um rapaz local destemido que fará de tudo para que ela chegue até sua irmã e ela verá que ele não tem medo da morte e muito menos de matar, faz parte da vida dele.
O filme vai muito bem até Laura finalmente encontrar sua irmã, não sei se  isso seria um spoiler, mas a verdade é que o final dá raiva, ainda que o filme seja muito bom. E logicamente que Belén é um show à parte. Assistam e me digam o que acharam. 

6 comentários:

  1. Que filme!!!
    Chorei litros e senti muita raiva no final.
    Mas não é apenas um filme sobre amor à família,mas vai muito além disso. A violência é algo que assusta praticamente durante todo o filme, nos deixa ali, revoltados e incrédulos. Crianças...apenas crianças.(e o pior é saber que isso tudo ainda existe por lá).
    Um senhor filme e é mais do que recomendado!!!
    Beijo

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  2. Fiquei interessada, vou tentar ver nesse final de semana ^_^

    Beijos :)

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  3. Oi, Raffa.

    Nota-se que é um livro que explora, por ir além do drama da irmã da Sara. O tornando assim, um filme vasto e nos contextualizados com os conflitos do Congo.

    Não conhecia o filme, mas se tiver oportunidade, um dia, irei assisti-lo.

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  4. Raffa!
    CErteza que irei assistir sim, já anotei aqui, basta Manoel dar uma brechinha na Netflix...kkk
    Gosto de filmes com drama, aventura e suspense, sem contar que fiquei intrigada com esse final que deu raiva.
    Desejo um mês repleto de realizações!
    “O que eu sinto eu não ajo. O que ajo não penso. O que penso não sinto. Do que sei sou ignorante. Do que sinto não ignoro. Não me entendo e ajo como se entendesse.” (Clarice Lispector)
    cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA JUNHO - 5 GANHADORES
    BLOG ALEGRIA DE VIVER E AMAR O QUE É BOM!

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  5. Eu vi o filme no catálogo da netflix, mas não me chamou muita atenção não...

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  6. Olá Raffa,
    O filme parece um suspense muito bom, e tenho a impressão de que a irmã de Laura não é nada inocente! Eu não conheço muito bem locais como Congo, mas pelas poucas informações que tenho percebi que foi bem retratado o local, de forma bem original!
    Vou acrescentar a minha lista, fiquei curiosa para saber o desfecho.
    Beijos

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