quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Menina que via Filmes: Maligno [Crítica]






















Título Original: The Prodigy
Título no Brasil: Maligno
Data de lançamento 14 de março de 2019 (1h 32min)
Direção: Nicholas McCarthy
Elenco: Taylor Schilling, Jackson Robert Scott, Colm Feore mais
Gêneros Terror, Suspense
Nacionalidade EUA
por Cecilia Mouta

Maligno, filme dirigido por Nicholas McCarthy, conta a história de Miles, um menino super inteligente que, com o passar do tempo, vai adquirindo comportamentos esquisitos e impróprios para sua idade. 
Não é incomum vermos esse tipo de abordagem no gênero do terror: a criança demoníaca. A diferença é que, em Maligno, esse “demoníaco” tem nome, sobrenome e uma vida passada. Mas engana-se quem acha que estou dando spoiler com essa informação, pois ela é fornecida logo nos primeiros dez minutos de filme.

Quem gosta de ir para as salas de cinema para levar susto, pode tirar essa ideia da cabeça. O ritmo da história é bem devagar, incomum nos filmes do gênero. O filme também não conta com grandes momentos de suspense, nem com grandes revelações. O que nos prende na história é a esperança de que algo vá acontecer para agitar a narrativa. Mas isso não acontece.
No entanto, esse caráter sem graça da narrativa não se dá pelo fato do filme ser ruim. A história é muito bem construída, os personagens são bons e os fatos são todos bem amarradinhos. O filme teria sido muito interessante se a edição tivesse sido mais inteligente. Ao invés de jogar todas as informações no início, a narrativa poderia ir mostrando aos poucos. Afinal, quem assiste os dez primeiros minutos do filme já entende toda a história. 

O gênero terror, para ser bem sucedido, ou precisa de suspense, ou precisa de momentos de tensão ou precisa dar sustos. Maligno não fez nenhum dos três. Fica difícil pensá-lo como um filme do gênero. Se não fosse a temática, seria uma história condenada. E mesmo com um enredo bem amarrado, Maligno falha em trazer para o espectador a experiência cinematográfica que o terror proporciona. É um filme previsível, que entedia às vezes e que conta com uma única boa cena, provavelmente inspirado em Annabelle, de tensão. 


*Cabine de imprensa à convite da assessoria de imprensa
*Nosso colunistas são voluntários, seus textos são de sua autoria. 

*Crítica da Raffa Fustagno
Assisti o filme já em cartaz, minhas crítica tem spoilers.



3 comentários:

  1. Eita lelê! rs
    Passo longe, com cruz, alho e água benta de filmes assim.rsrsrsrsrs
    Lá vem a exagerada. Mas morro de medo, assumo!
    Já tinha dado uma olhada neste filme pela internet, mas nem havia puxado para saber do que se tratava. Tá, lendo acima, vi que de terror não tem nada. Mas mesmo assim, crianças e demônios não me apetecem não.
    Prefiro passar a vez!
    Beijo

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  2. Cecília!
    Por vezes não entendo o que se passa na cabeça desses criadores de filme, juro!
    Como fazer um filme de terror, sem terror, sem suspense, sem tensão?
    Passando longe!
    cheirinhos
    Rudy

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  3. Nossa, que bomba. Já não vejo filme de terror, desse passo longe por ser ruim mesmo kkkkk

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