quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Com estreia nesta quinta, ‘DNA’ divulga cenas de uma história emocionante sobre relações familiares

 










LONGA-METRAGEM ESTRELADO POR FANNY ARDANT E LOUIS GARREL FEZ PARTE DA SELEÇÃO OFICIAL DO FESTIVAL DE CANNES 2020 E FOI INDICADO A QUATRO PRÊMIOS CÉSAR

“Não se trata de escolher entre ser francês e ser muçulmano. Pode-se ser os dois. Você pode ser de cultura muçulmana sem ser religioso.” A fala do personagem François (Louis Garrel) faz parte de uma acalorada discussão sobre cultura e memória em uma cena inédita, divulgada hoje, 29, de DNA, novo longa-metragem de Maïwenn. O longa chega aos cinemas de Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e  Vitória nesta quinta-feira, 30. 


Integrante da seleção oficial do Festival de Cannes 2020 e exibido em importantes festivais como San Sebastián, Zurique e o Varilux, DNA conta uma emocionante história sobre relações familiares, o legado deixado por entes queridos e a busca de uma mulher por suas origens. Na cena inédita, que pode vista aqui, os principais personagens da trama se reúnem para discutir como será realizado o funeral de um importante integrante da família. 


A produção é estrelada por Maïwenn como a protagonista Neige Robert e conta ainda com grandes nomes do cinema francês no elenco como Fanny Ardant (“Elizabeth”, “8 Mulheres”) no papel de Caroline, a mãe da protagonista; Louis Garrel (“Adoráveis Mulheres”, “No Portal da Eternidade”), como François, o espirituoso amigo e conselheiro de Neige; Marine Vacth (“Jovem e Bela”, “Pinóquio”), interpretando Lilah, a irmã da protagonista; e muitos outros. 


Elogiado pela crítica nos diversos festivais pelos quais passou, DNA recebeu quatro indicações ao César Awards 2021, o Oscar do cinema francês. O longa concorreu nas categorias de Melhor Direção (Maïwenn), Melhor Atriz Coadjuvante (Fanny Ardant), Melhor Ator Coadjuvante (Louis Garrel) e Melhor Trilha Original (Stephen Warbeck). 

Além de protagonizar e dirigir o filme, Maïwenn também assina o roteiro ao lado de Mathieu Demy. A produção é da Why Not Productions e da Arte France Cinéma, com participação da ARTE FRANCE, CANAL+ e CINÉ+. A distribuição do longa-metragem no Brasil é da Vitrine Filmes com apoio cultural da Unifrance. 


4 comentários:

  1. Oi Raffa!
    Deve ser um filme emocionante e que deve nos mostrar o que acontece pra quem tem duas origens.
    cheirinhos
    Rudy

    ResponderExcluir
  2. Em uma época de aceitação e criação de respeito, coisa que já deveria sim, ser de todos nós, já amei a dica dessa obra!!
    Vai ser um filme que trará todas as emoções e amei!!!
    Beijo

    Angela Cunha

    ResponderExcluir
  3. É errado colocar as pessoas em uma única caixa. Porque ela é de um país ela deve seguir toda a cultura do mesmo. Porque toda a família é de determinada religião, ela tem que ser também.
    Somos seres múltiplos.

    Danielle Medeiros de Souza
    danibsb030501@yahoo.com.br

    ResponderExcluir
  4. Somos feitos de muitas partes. Somos fragmentos de várias etnias e culturas

    ResponderExcluir

Sua opinião é muito importante para mim! Me diga o que achou dessa postagem e se quiser que eu visite seu blog, informe o abaixo de sua assinatura ;)