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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Menina que via Filmes: Em Ritmo de Fuga [Crítica]

Título Original: Baby Driver
Título no Brasil: Em ritmo de Fuga
Data de lançamento 27 de julho de 2017 (1h 53min)
Direção: Edgar Wright
Elenco: Ansel Elgort, Lily James, Jamie Foxx mais
Gêneros Ação, Policial, Suspense
Nacionalidades Reino Unido, EUA
#83assistido #84criticado

Baby ( Ansel Elgort) tem um trauma de infância, ele hoje vive com seu pai adotivo bem idoso e vive de dirigir carros em assaltos para Doc(Kevin Spacey). Ele deve algo à ele que só virá à tona pro público no meio do filme mas o que impressiona é a maestria de Baby no volante, sempre de poucas palavras e ouvindo música, ele não faz nada sem estar com seu ipod ligado.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Menina que via Filmes: Convergente [Crítica]

Título Original: The Divergent Series - Allegiant
Título no Brasil: Convergente
Data de lançamento 10 de março de 2016 (2h 00min)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels mais
Gêneros Ficção científica, Aventura, Ação

Nacionalidade Eua
Baseado na obra de Veronica Roth




Engraçado perceber que uma série que não amei os dois primeiros filmes e somente li o primeiro livro me ganhou no terceiro filme. 
Dessa vez encabeçados por um elenco de primeira com os ótimos Shailene Woodley ( como Beatrice, a protagonista), Theo James ( como Quatro, o galã) , Jeff Daniels ( David, o malvado ) e Milles Teller ( como o projeto de malvado) os atores estão ainda mais afinados e conseguem retratar exatamente o que se espera de um filme do gênero : ação, reviravoltas e uma pitada de romance.
O filme começa exatamente da onde o Insurgente parou, após a morte de Jeanine, Evelyn ( Naomi Watts) assume o papel de descontrolada à frente de rapazes mais ensandecidos ainda, parece só voltar a si quando algo envolve seu filho Quatro. E na verdade a impressão que temos é de que nada mudou e Evelyn comete os mesmos erros. O que agora o grupo formado por eles quer é saber de verdade o que há fora de Chicago já que recebem uma mensagem, com algumas mortes  e muita ação o que o diretor nos presenteia são cenas recheadas de emoção até que eles finalmente consigam chegar aonde querem, mas claro que o que esperam não é exatamente o que eles terão. David ( Daniels) parece controlar tudo e todos de uma forma que pode parecer a certa mas que logo se mostra como algo que não deveria estar acontecendo, e claro que não estragarei o que de fato está acontecendo para quem não viu o filme ainda. 
Beatrice como sempre é a diferentona, ou melhor, a Pura, que é tratada melhor por todos e que demora um pouco para sair do mundo de Alice que vive quando chega a essa nova vida. 
O que posso afirmar para as meninas é que Theo James está ainda mais bonito e em sintonia com seu personagem Quatro, e lógico que não faltam beijos e juras de amor eterno para nosso casal favorito.

Um soro que apaga a memória, pessoas sendo pessoas e querendo passar a perna nos outros e algo de realmente podre no ar fazem com que o longa ganhe ritmo e apesar dos críticos terem gostado bem pouco desse filme, eu adorei, e foi o único da série que gostei de verdade.
Vale a pena ser conferido.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Menina que via filmes: Insurgente [Crítica]

Título Original : Insurgent
Título no Brasil : Insurgente
Baseado no livro de Veronica Roth ( série Divergente)
Dirigido por Robert Schwentke
Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer mais
Gênero Ficção científica , Ação

Nacionalidade EUA
Ano : 2014



















O que eu pensei que seria impossível ocorrer, aconteceu. O segundo filme é ainda mais sem graça que o primeiro. Antes que apareçam haters porque não gosto da série, devo informar que li sim  o primeiro livro, vi sim o primeiro filme. E achei mediano, beirando a chatice.
Nesse segundo volume - não li o livro, fui direto para o filme mesmo - uma das coisas boas do primeiro não temos : uma boa atuação da protagonista Shailene Woodley, como Tris.

Não sei o que houve com a atriz que parece sempre com cara de sofredora, me lembrou muito o filme que também a tem como protagonista A Culpa é das estrelas, com aquele ar de paciente terminal que não sabe até quando estará viva. Faltou a garra que vemos em uma Jennifer Lawrence como Katniss de Jogos Vorazes e isso fez uma diferença absurda.
Trabalhando apagada assim mesmo estando em todas as cenas, ficou fácil para Quatro ( Theo James) aparecer nesse filme trabalhando muito melhor do que ela e não vou nem compará-la a Kate Winslet com sua vilã Jeannine Matthews, pois só no olhar já assusta e olha que ela está com um vestido tubinho azul e mal se mexe em cena, quando a atriz sabe trabalhar não precisa de muito.
O filme já começa com Tris tendo os habituais pesadelos lembrando da mãe ( Ashley Judd) que morreu. Ela e Quatro seu namorado gato tem que fugir de Jeannine que sabe que Tris é uma divergente e quer testá-la para abrir uma caixa mágica com uma mensagem mas que precisa que a pessoa passe por todas as facções ( abnegação, franqueza, amizade, erudição e audácia) , somente um divergente pode fazê-lo.

Temos participações especiais de luxo como de Octavia Spencer e Naomi Watts com os cabelo escuros, o que nem dá para vibrar muito com elas em cena pois é tudo muito rápido.
Assim como também o é a explicação que esqueceram para que o único irmão de Tris interpretado por Ansel Egort ( seu par em ACEDE) vire a casaca tão facilmente.
Quem não leu o livro parece se perder no meio de tantas informações jogadas assim na telona. Se você não leu nenhum livro e não viu o primeiro filme , nem tente ver esse. Impossível saber do que se trata.
Tris também muda de estilo, corta o cabelo joãozinho, parece mais o Sniper Americano e tem uma expressão de sofrida o filme todo. Não sei se mandaram, mas a atriz não parece feliz nem mesmo quando se agarra com Theo James , a cena deles indo para cama é tão empolgante quanto o filme do Pelé.
Milles Teller como Peter está bem melhor nesse filme, mas depois que fez Whiplash esse rapaz me ganhou.
Quanto ao filme, se tivesse que dar alguma nota seria 6, não chega a ser horrível mas está longe de ser um filme que me anime e conte os dias para o próximo ir pro cinema.
Falta emoção na protagonista, falta história que sustente o que acontece, é tudo muito Matrix misturado com Jogo Vorazes e Maze Runner  e chega ao nada e a lugar nenhum. 
A tal mensagem da caixa que a gente espera tanto para ver é risível , como as pessoas gostam tanto dessa história? Não consigo gostar de quase nada, e enxergo defeitos em quase tudo que já vi sobre ela. Faltou Nicolas Cage aparecendo no final para completar a bizarrice , e olha que adoro ele. 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Menina que via filmes : Homens, Mulheres e Filhos [Crítica]

Título Original : Men, Women & Children
Título no Brasil : Homens, Mulheres e Filhos


* Baseado na obra de Chad Kultgen
Dirigido por Jason Reitman
Com Ansel Elgort, Jennifer Garner, Adam Sandler mais
Gênero Comédia dramática

Nacionalidade EUA
censura 14 anos
duração : 1h 59 min



Adultos, adolescentes e crianças amam, sofrem, se relacionam e compartilham tudo, sempre conectados. A internet é onipresente e, nesta grande rede em que o mundo se transformou, as ideias de sociedade e interação social ganham um novo significado. Algumas situações como um casal que não tem intimidade; uma garota que quer ser uma anoréxica melhor; um adolescente que vive em num mundo de pornografia virtual, fazem o expectador repensar a relações humanas.







Na hora de escolher o filme da quinta - sim, tenho ido nos cinemas as quintas exatamente para ver aqueles filmes que o noivo não curte e minha mãe e as amigas amam - fiquei na dúvida se veria esse ou Boa Sorte , adoro Deborah Secco, mas a escolha foi muito acertada! Baseado no livro de Chad Kultgen o filme conta a história de pais e filhos , todos os adolescentes estudam na mesma escola.
O que o diretor já nos mostra logo de início é sua crítica a sociedade que vivemos, onde estar on line faz parte dela e praticamente respiramos e acessamos as redes sociais.
Os adolescentes do filme trocam mensagens mesmo estando um lado do outro, os pais descobrem um mundo novo virtual e cheio de coisas erradas que na idade de seus filhos jamais sonhariam conhecer.
Vamos as casas : Tim ( Alsel Egort, de A Culpa é das estrelas) está traumatizado porque sua mãe abandonou a ele e seu pai. Desiste assim de jogar no time da escola, e ele era o melhor jogador. O diretor da escola o chama e avisa que se preciso for ele pode pedir para os professores passarem menos coisas para ele mas que ele precisa voltar para o time. 
Kent ( Dean Norris, o ótimo ator de Under The Dome) é o pai dele, zeloso e sofrido por ter perdido sua esposa ele até tenta se encantar com a mãe de uma colega de turma de seu filho, a estranha Donna Clint ( Judy Greer) . Porque ela é estranha? Porque ela acha muito natural que sua única filha de apenas 16 anos tire fotos semi nuas e as coloque na internet, em um site que a própria mãe alimenta e passa o tempo todo tirando fotos da filha em diferentes posições.

Tim vai se apaixonar por Kaitlyn , uma menina que tem a mãe mais maluca e controladora do mundo, Patricia ( Jennifer Garner) sabe todas as senhas da filha e monitora onde ela está com um GPS do celular. 
Enquanto isso temos estudando na mesma sala, um garoto que é filho de Adam Sandler no filme . Ele vai se relacionar com a filha  de Donna . 
O filme é um drama só, mas muito inteligente e perfeito para assistir com aquela sua amiga que ama tanto cinema quanto você , muitos atores são famosos de seriados e mesmo os mais conhecidos do cinema como é o caso de Sandler, estão nesse filme de forma tão diferente do que conhecemos que fica difícil reconhecer.
Don ( Sandler) vai em busca de sites pornôs todos os dias para se masturbar, quando isso não o atrai mais ele procura uma prostituta., enquanto isso sua esposa cada dia dorme com um homem.
O tema da anorexia e da falta de amor próprio típicos da idade também vem a tona com as cenas da ótima Elena Kampouris no papel de Allison!
O filme vale muito a pena. 

* Momento tiete. Quando ei estava entrando na sala do cinema com uma amiga e minha mãe vi que o Selton Mello ( ator que amo!) estava sentado mexendo no celular! Cheguei perto e pedi uma foto, ele balançou a cabeça fazendo que sim mas fez um " Eu?" antes ( ok, como se ele não fosse mega super famoso né!) . A foto é essa abaixo onde estou mais horrenda que o normal! Mas ele é mais bonito do que imaginava!

sábado, 7 de junho de 2014

Menina que via filmes : A culpa é das estrelas [Crítica]

Título Original : The fault in Our Stars
Título no Brasil : A culpa é das estrelas
Baseado no livro de John Green
Direção : Josh Boone
Elenco : Shailene Woodley, Ansel Egort, Laura Dern, Sam Tramell, William Dafoe
Ano : 2014
Gênero : Drama
País : EUA
Idioma : Inglês
Duração : 2h 5 min
Censura : 12 anos



Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.







E de repente aquele livro que já lemos mais de um milhão de vezes, aquele em que muitos  descobriram o John Green, o que fez vender mais Kleenex no mundo...vira filme! E você conta os dias para a estreia porque afinal seus personagens fofos estarão lá na telona, ganharão um rosto que pode ser diferente daquele que você deu a eles, mas o que importa? John Green aprovou, você como fã deve gostar.
O dia chega, você está no cinema acompanhada de três pessoas que não leram o livro, e você? Bem, você já leu três vezes! E antes que você tenha visto somente o filme, ou tenha lido somente o livro, ou fez os dois e não curte tanta essa história e muito menos entende a histeria por causa dela, lembre-se : toda geração tem sua " Love Story" , seu " Amor sem fim".  " A culpa é das estrelas" é para os mais velhos lembrarem de filmes de gênero e os mais novos terem o seu parâmetro de amor para sempre , na vida real , sem vampiros, com direito a nem tão felizes para sempre porque alguma doença ou acidente trágico pode tirar a vida de um dos dois. Mas John Green já avisa e o personagem Augustus repete no filme: " O mundo não é uma fábrica de realização de desejos" Ah ,nós sabemos que não é mesmo.

A protagonista Hazel( a fofa Shailene Woodley) já começa o filme avisando que tem câncer desde os 13 anos, por causa dele quase perdeu a vida, vive grudada a uma mochila que carrega seu balão de oxigênio e é obcecada por livros, principalmente um em particular que fala de uma menina, Anna, que tem câncer. Sua mãe acha que ela está em depressão e a convence a frequentar um grupo de apoio a pessoas com a doença, é lá que ela vai conhecer Augustus Waters ( Ansel Egort) , ele também é um sobrevivente da doença que lhe fez perder metade de uma perna. 
Os dois vão se encantar um com o outro de cara, e a sequência de cenas fofas que arrancam suspiros das românticas começa e não para . Gus é tudo que uma menina quer, e Hazel sabe disso. Juntos os dois esquecem a doença e vivem os dias intensamente sem saberem quando será o último, ela parece estar mais perto da morte do que ele , pois volta e meia entra água em seus pulmões. 

Piegas? Não. Baseado em uma história real tanto o livro quanto o filme me fazem pensar que um dos motivos de o casal fazer tanto sucesso é exatamente porque é o primeiro amor e com o final nada feliz será mesmo eterno. Afinal, quantos primeiros amores duram para sempre? Gus fala tudo tão perfeito na hora certa que é o namorado que todas gostariam de ter, o rostinho do ator que horas lembra o finado Marlon Brando em início de carreira também ajuda para que as meninas deem gritos no cinema.
Mais do que uma história para se debulhar em lágrimas, Green criou um mundo onde mesmo quem tem todos os motivos do mundo para deixar de acreditar na vida, continua lutando , seja por amor seja porque não perdeu a fé. E se uma coisa completa a outra, nem preciso explicar porque nove entre dez pessoas amam esse livro que virou filme e porque a adaptação é tão perfeita. 

Destaco ainda como muito boas as atuações de William Dafoe como o escritor que Hazel ama mas começa a odiar e dos pais dela Laura Dern e Sam Trammell ( de True Blood) . Juntos eles fazem com que o casal " Ok" ganhe ainda mais motivos para brilharem em uma história que por si só já é linda.

Então vale muito a pena! Ok? Ok ;) 


Confiram o trailer:

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Menina que via filmes: Divergente [ Crítica]

Título Original: Divergent
Título no Brasil : Divergente
Baseado no livro de Veronica Roth
Elenco : Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet , Milles Teller, Ansel Egort, Zoe Kravitz, Ashley Judd

Direção : Neil Burger
Ano  2014
Gênero : Ação
País : EUA
Idioma ; Inglês
Censura : 12 anos
Duração : 2h 12 min






Na futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco, e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade, coragem e outros. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, escolhendo uma diferente da família, e tendo que abandonar o lar. Ao entrar para a Dauntless, ela torna-se Tris e vai enfrentar uma jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso, Tris conhece Four, um rapaz mais experiente na facção que ela, e que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.





Descobri uma coisa que já desconfiava : não sou fã de Distopias! Não curti muito o livro e o filme achei bacana mas nada demais. Na verdade eu gosto de Jogos Vorazes, acho sensacional, mas tirando esse, muitos dos livros e filmes baseados nesses que vieram depois como esse não me agradaram porque parece que não serviram somente de inspiração mas em alguns pontos se confundem e a história perde a graça.
A resenha do livro saiu esse mês ainda e li rápido para poder ver o filme que até achei bem fiel ao livro. Tris ( Shailene, uma fofa em cena, a menina sabe atuar)completa 16 anos em uma Chicago mudada, no futuro a população é dividida em facções , ela foi criada em uma delas e agora tem que fazer um teste para saber se continuará nela ou se fará parte de outra. No filme é explicado tudo isso no início pela própria protagonista, apesar de até hoje não saber onde se encaixam algumas partes da sociedade , ela acaba indo para Audácia. Esta por sinal é assustadora, a todo tempo os membros, principalmente os novos tem que provar ao que vieram! Arriscam suas vidas o tempo todo. 
Acontece que ela é uma divergente, seu resultado não deu especificamente para esse, mas ela tem ajuda e esconde esse fato dos pais e de todos ( sua mãe por sinal é Ashley Judd) 
O fato de ela ser menina e mignon não interfere em seus treinos, e ela logo é separada do irmão ( Ansel Egort que fará par com ela em A culpa é das estrelas!) e tenta a todo custo rever seus pais.
A malvadona da história é ninguém menos que Kate Winslet divando no papel de Jeanine Matthews. Apesar de parecer uma simples executiva - me lembrou Hillary Clinton - ela é malvada que manda e desmanda e mesmo tendo todo o poder se veste simplesmente, ta aí uma coisa que não visualizei lendo o livro, como o figurino deles é simples se comparado com os ricos de Jogos Vorazes.
O líder de seu grupo é Quatro ( Theo James um ator bonito que até então não conhecia!) que vai formar par romântico com Tris mas não achem que o filme rola para o sentimentalismo porque isso não acontece. Ainda não li os outros livros não sei ainda com ficará esse casal, mas no filme os dois tem química e isso funciona bem na tela.
Por ter sido da Abnegação ( facção que foi criada) ela nunca tinha tido contato com um homem para namorar, alguns de seus pesadelos - digamos assim - são sendo atacadas por ele, o que nos confunde um pouco quando colocados na tela, mas depois entendemos o porque daquilo tudo.
O filme é bom, vale a pena ser visto mas eu criei uma expectativa muito grande na história, que até agora não tive.
Milles Teller ( foto ao lado) está no elenco como Peter, gosto desse ator , o vi em " Namoro ou amizade" mas nesse filme o personagem é bem menos importante. Não vou contar spoiler ;)

Assistam e depois me digam o que acharam!