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terça-feira, 21 de setembro de 2021

Resenha: Antropoceno: Notas Sobre A Vida Na Terra 📘John Green sem ser ficção pela primeira vez

 


Para comprar seu exemplar na Amazon: https://amzn.to/3EESpiQ 📘 Título Original: The Antrophocene Reviewed Título no Brasil: Antropoceno: Notas Sobre A Vida Na Terra Autor: John Green Tradução de Alexandre Raposo e Ulisses Teixeira Editora Intrínseca Idioma ‏ : ‎ Português ´Págs ‏ : ‎ 384 páginas ISBN-10 ‏ : ‎ 6555602899 ISBN-13 ‏ : ‎ 978-6555602890 Dimensões ‏ : ‎ 21 x 13.5 x 1.9 cm
#86 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes. 💙Nem todos as críticas e resenhas são publicadas no canal, para acompanhar o blog, acesse: 💻Blog: http://www.meninaquecompravalivros.co... 💙Outras Redes Sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/raffafustagno​ ❤️Links Que Me Ajudam Muito Se você comprar ou Assinar por eles ·➡️Amazon - https://amzn.to/3bqTrTf​ ·➡️Assine o Kindle Unlimited - https://amzn.to/3qnPL8T​ ➡️·Assine o Amazon Prime - https://amzn.to/3kUXfio​ ·➡️O Kindle que Uso - 10ª Geração - https://amzn.to/3qy773b​ ·➡️O modelo da minha Alexa - https://amzn.to/3kQAQmC​ 💙Minha página de Autora na Amazon: https://amzn.to/38at7KZ​​​​​​

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Livros Imperdíveis para o Natal ..























Quanto mais se aproxima do Natal, um bom leitor pensa em duas coisas: aproveitar a época para gastar o 13º com livros ou pedir livros de Natal. E se esses livros ainda forem relacionados com essa época tão especial do ano? Independente de sua religião, o Natal tem um simbolismo muito forte em nossas vidas. Todos nós temos lembranças do Natal, e os autores também. Por essa razão autores do mundo inteiro publicam seus contos ou livros natalinos nos deixando curiosos para conhecer todas essas histórias.


segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Menina que via Filmes: Deixe a Neve Cair [Crítica com spoilers]


🎬🎬🎬 Título Original: Let it Snow Título no Brasil: Deixe a Neve Cair Baseado na obra de John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson Data de lançamento 23 de novembro de 2017 em breve Direção: Luke Snellin Elenco: Odeya Rush, Kiernan Shipka, Isabela Merced Gêneros Romance, Drama Nacionalidade EUA Produção do Netflix
#224

sábado, 11 de novembro de 2017

[Semana Especial Tartarugas Até Lá Embaixo] Quando um livro mexe com você
















No nosso último dia da semana especial , vamos falar sobre os livros de Green que nos marcam.
Ontem eu postei sobre meus favoritos mas de verdade fiquei pensando no como Tartarugas Até Lá Embaixo mexeu muito comigo. A razão é que Holmes tem TOC e isso vocês já sabem, eu nunca tive - já contei que tive depressão e síndrome do pânico, mas TOC nunca - no entanto convivi 5 anos com uma pessoa que tinha e que não achava nada demais ter. Ou que não achava que tinha na verdade.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

[Semana Especial Tartarugas Até Lá Embaixo] Outros livros de John Green















Eu amo o Green, mas isso obviamente vocês já sabem. Quando falamos isso sempre há quem pergunte qual o melhor livro do autor e eu tenho séria dificuldade de escolher quando gosto de algum dessa forma.
Mas para essa semana especial eu preparei um ranking e explico para vocês porque eu acho que esses livros merecem essa colocação. A maioria já foi resenhado aqui no blog, então vocês podem conferir a resenha também.
Vem comigo...

[Semana Especial Tartarugas Até lá Embaixo] O que é TOC?















Abordei na resenha do livro e na postagem de apresentação dos personagens de ontem que a protagonista Aza Holmes tem TOC, mas vocês sabem que doença é essa?
O transtorno obsessivo compulsivo (TOC) caracteriza-se por dois tipos de manifestações: as obsessões ou idéias obsessivas e as compulsões ou rituais compulsivos. As obsessões são idéias ou imagens que vem à mente da pessoa independente de sua vontade repetidamente. Embora a pessoa saiba que são idéias suas, sem sentido, não consegue evitar de pensá-las. São freqüentes ideias relacionadas a religião, sexo, duvidas, contaminação, agressão (por exemplo, a pessoa tem idéias repetidas de que suas mãos estão contaminadas por ter tocado em objetos "sujos"). As compulsões são atos ou rituais que o indivíduo se vê obrigado a executar para aliviar ou evitar as obsessões.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

[Semana Especial Tartarugas Até Lá Embaixo] @intrinseca -Dia 2 - Personagens















Nesse 2º dia vamos falar sobre alguns personagens que marcam bastante essa história e fazem dela um livro delicioso sobre descobertas e enfrentamento de nossos medos.
Vamos à eles?
AZA HOLMES 
Na verdade a mocinha que é  a protagonista e cujo livro é narrado por ela, é boa parte do livro chamada de Holmes, isso porque sua melhor amiga que é bem faladeira só a chama desas forma.
Logo de início percebemos o quanto não é fácil ser Holmes, ela tem TOC mas tenta esconder de todos, e tenta lutar contra sua mente.
Impossível ler esse livro e não se apegar à ela, é muito descritivo o que ela sente, então a vontade é entrarmos no livro e abraçá-la.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

[Semana Especial Tartarugas Até Lá Embaixo] Dia 1 - Resenhas @intrinseca















Começamos hoje com uma semana super especial com um dos livros que mais amei ler esse ano!
Suspeita quando se trata do Sr. Green ou de nosso já abrasileirado João Verde, cujo as histórias tem sempre um tom de "vamos pensar sobre o assunto e sobre nossas atitudes?"
Eu fiz 2 resenhas, uma em vídeo que vocês podem conferir abaixo  quem ainda não tinha visto e uma aqui mesmo no blog!Mas na Semana Especial vou mostrar resenhas de outros blogs também!
Vem comigo no TOP 10 das resenhas desse livro maravilhoso ( sim, nós blogueiros também seguimos outros canais e blogs e AMAMOS acompanhar as resenhas de nossos livros preferidos!).
Ah, e já fica a dica que se eu fosse você acompanhava atentamente essa semana especial que no final quem sabe não tem surpresa para vocês?

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

[Resenha] Tartarugas Até Lá Embaixo @intrinseca


























Título Original: Turtles All the Way Down
Título no Brasil: Tartarugas Até Lá Embaixo
Autor: John Green
Editora Intrínseca
Número de págs: 269
#140

O desespero era tamanho que mesmo tendo parceria com a editora comprei o em e-book. Iniciei a leitura na hora do almoço, não consegui finalizar porque tinha aula até muito tarde, demorei exatos 5 dias, acabei comprando o livro físico e finalizando a leitura nele, um dia antes de ter recebido o livro de surpresa da Intrínseca. 
Essa introdução é para mostrar um pouco a vocês de como sou fã de Green, autor que não lançava nada há exatos 6 anos. Se você ainda não ligou o nome à pessoa, ele é ninguém menos do que o cara que escreveu A Culpa é das Estrelas. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

[Resenha] A estrela que nunca vai se apagar @intrinseca

Fiz a resenha em vídeo para vocês, achei bacana abordar o assunto em uma semana onde algumas informações erradas foram divulgadas sobre quem inspirou John Green a escrever a história de A Culpa é das estrelas.










terça-feira, 7 de julho de 2015

Menina que via Filmes : Cidades de Papel [Crítica]

Título Original : Paper Towns
Título no Brasil : Cidades de Papel
Baseado na obra de John Green
Dirigido por Jake Schreier
Com Nat Wolff, Cara Delevingne, Halston Sage mais
Gênero Aventura , Romance , Drama

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
Duração : 1h 49 min




















Cidades de Papel não é meu livro favorito de John Green, mas o filme tem chances grandes de ser. Assisti na semana que em que John Green veio ao Brasil, no dia 30 de junho, confesso que não esperava amar tanto o filme. Tenho que agradecer à parceira Intrínseca pelo convite, para variar, eles arrasam!
Voltando ao filme, Quentin ou Q ( Nat Wolff, o rapaz parece ter nascido para esse papel de tão bem que está) é um adolescente terminando o ensino médio que não conseguiu esquecer o grande amor - que ele chama de milagre - de sua vida : Margo ( Cara Delanvigne) . Quando crianças os dois que são vizinhos, brincavam, riam um com o outro...bons tempos aqueles, mais velhos, a menina se tornou ainda mais linda e a amizade parece algo que só existiu no imaginário de Q, ele aprecia a moça saindo de casa com o namorado, desfilando pela escola, e nunca sonhou em ter outra menina que não fosse ela. 
Politicamente correto, Q tem ao seu lado dois outros nerds que completam o quadro de amigos para toda obra da história. Ben ( Austin Abrams) é o amigo engraçado que bebe além da conta e que mente que já transou, Radar ( Justice Smith) é um estudante negro que ama sua namorada e tem uma família que o deixa envergonhado por ter uma coleção um tanto quanto estranha :o maior número de Papai Noéis negros .
O certinho menino toma uma susto quando Margo entra em seu quarto, aquele momento que ele sempre imaginou, sonhou...e ela ali, depois de anos na sua frente e falando com ele. Logo notamos que ela quer usá-lo, pede o carro da mãe dele emprestado, ele acha que é um revival da amizade, mas a moça quer mesmo é se vingar do namorado que  a traiu.
Green desperta no espectador um misto de torcida para que os dois fiquem juntos e uma dose de " essa menina é perigo"!, mesmo que quem não leu o livro não possa imaginar o que o final reserva.
Vingança, humor e auto-estima andam lado a lado no filme que posso afirmar, na minha opinião, ficou muito melhor que o livro.
Chega a ser assustador ver quantos de nós já não nos sentimos Q mesmo quando temos namorado, é o se amar menos do que ama o outro, Green sempre fala que ninguém merece ser o milagre de ninguém , que somos seres humanos com qualidades  e defeitos.
Q cria uma expectativa em Margo, como se ela fosse a única mulher que pudesse lhe fazer feliz. Ao mesmo tempo temos dois amigos e uma melhor amiga dela que incentivam a busca pela moça depois que ela some na manhã posterior a noite de vingança. Claro que a plateia ri muito de quando Margo coloca seu plano em ação, quem nunca quis se vingar do ex traíra? E quem nunca foi Q torcendo para que o término do namorado da pessoa desejada culmine no início do seu relacionamento com ela?
Margo parece ter deixado pistas para que Q a encontre , o menino apaixonado vai atrás como se não houvesse amanhã, ou melhor, como se amanhã sem Margo não tivesse razões para existir. O nome cidades de papel vem da explicação dada no próprio filme, alguns cartógrafos invetavam cidades para ter certeza de que  o mapa era deles. 
Com um final que muitos não vão esperar, o filme cumpre brilhantemente seu papel , Cara não fica tão bem como Margo, mas os outros atores estão perfeitos. Já quero e preciso ver novamente esse filme!

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sábado, 4 de julho de 2015

[Resenha] Quem é você, Alasca? @intrinseca

Título Original : Looking For Alaska
Título no Brasil : Quem é Você, Alasca?
Autor : John Green
Editora Intrínseca
Tradução: Edmundo Barreiros
Número de págs : 269







Sei que parece incrível, mas depois de ter lido todos os livros do autor só demorei para ler logo o primeiro que ele lançou. E  olha que eu já tinha  cópia pela editora anterior há pelo menos 3 anos, mas foi com a vinda dele que me senti culpada de estar faltando somente esse! Vi que muitas pessoas consideram esse o melhor livro dele, outros tem uma relação de gostar mas não amar o livro. Eu, confesso, que fiquei encantada, Quem é você, Alasca? é livro para se ter na estante, para reler muitas vezes e o tema principal - desculpem, mas se tocar nele soltarei um imenso spoiler - sempre me intriga, toda vez que sei que algo do gênero foi lançado sinto uma necessidade de ler, de assistir...

Vamos a história : Miles Halter está no ensino médio, está longe de ser o cara mais popular da turma e sente aquela pressão básica do pai de querer que ele seja igual a ele. Miles não é nada igual, e por isso ele opta por deixar a família para trás e estudar em outra cidade, em um colégio interno, se libertando assim da convivência diária  que o incomoda e com a falta de amigos. 
Na escola nova, ele vai encontrar mais meninos insuportáveis que amam implicar com ele, mas também encontrará amigos que o farão viver momentos que ele  , mesmo sem saber , buscava. Dividindo o quarto com Chip ( que depois vira Coronel) , Bujão ( o apelido que dão a ele, exatamente por ele não ter nada de gordo) se acha literalmente, é com o amigo que vai aprender que comprar cigarros é uma necessidade mesmo quando nem se fume, e que beber faz parte de se enturmar. Quando Alasca  Young entra na história, vemos que o típico " menino nerd gosta da menina descolada" acontecerá. Temperamental , traumatizada pela morte da mãe e por vezes de uma alegria deprimente, ela é tudo que ele quer mas que sabe que não poderá ter. Primeiro porque Alasca tem um namorado, segundo porque no fundo sabe que meninas como ela não foram feitas para ele. Mesmo tendo sido escrito depois - mas como li antes desse- senti em Alasca pitadas de Margo do livro Cidades de Papel .
As fumadas e tragadas dentro do campus, as fugas do inspetor Águia e momentos que ele ama viver vão ser contados para gente com dias sendo informados, de algo que ocorrerá mas que ainda não sabemos. 
O quadro de amigos de Bujão é também composto por Takumi e por Lara, com quem terá um breve romance.
Introspectivo, apaixonado e viciado em últimas palavras ditas por celebridades antes de morrerem, o protagonista tem aquela deprê que bate em muitos de nós e que atire a primeira pedra quem nunca quis ou foi correr atrás do seu Grande Talvez.
Seria estragar uma leitura perfeita contar mais, com personagens apaixonantes e ao mesmo tempo tristes , Green acerta mais uma vez, perfeição define esse livro.  

[Resenha ] O Teorema Katherine @intrinseca

Título Original : An Abundance of Katherines
Título no Brasil : O Teorema Katherine
Autor : John Green
Editora Intrínseca
Número de págs : 304









Não sei bem o que aconteceu na minha relação com esse livro, eu não estava gostando nada dele até a página 120, depois em algumas partes vi o brilhantismo da Green nas falas do protagonista mas foi só, esperava tanto de alguém que já tinha lido um dos livros mais emocionantes que já chegou a minhas mãos : A culpa é das estrelas.
Nesse livro o protagonista é Colin, um jovem prodígio como ele mesmo diz que é e que tem uma mania esquisita : só namora meninas com nome de Katherine. A grafia tem que ser exatamente essa. Ele já começa o livro contando que levou um fora da sua décima nona namorada com esse nome. 
O que por si já havia achado surreal é como ele conseguiu achar e namorar 19 pessoas com o mesmíssimo nome ( mas tudo bem porque Green explica no final!).
Extremamente infeliz por levar mais um fora, Colin tem a ajuda de seu amigo muçulmano Hassan. O amigo terminou a escola e até hoje não entrou na faculdade, vive da mesada dos pais e mesmo acima do peso parece conquistar as meninas.
Colin é o contrário dele, ama matemática e faz de sua vida teoremas, por exemplo para eles há os terminantes ( aqueles que terminam o namoro) e os terminados ( os que não queriam terminar mas não lhe resta outra opção). Na visão de Green a matemática de Colin explica porque os relacionamentos não dão certo.
Outro passatempo de Colin são os anagramas, ele pega uma palavra e transforma em várias outras.
Tentei gostar do protagonista mas diferente de Hazel, esse não me cativou em nada. As falas dos personagens são excelente mas o livro fica muito aquém do que esperava de um livro desse autor que pelo menos não dessa vez fez um livro maravilhoso.
Colin é um menino com manias, e sinceramente não consegui me simpatizar por alguém que não me disse a que veio.


Trecho do livro : 
- Acho que vou ligar para ela
-Essa é  a pior ideia que você já teve na vida. Hassan retrucou imediatamente. A. Pior. Ideia. Da. Sua. Vida
-Não é ,não. E se ela só estiver esperando que eu ligue? Da mesma forma que eu estou esperando que ela ligue?
- Tá , mas você é o terminado. Terminados não ligam nunca. Você sabe disso, kafir. Terminados não devem ligar nunca, em hipótese alguma. Não há exceção para essa regra. Nenhuma. Nunca. Você não pode ligar.
Colin colocou a mão no bolso.

- Não faça isso, cara! Você está tirando o pino de uma granada. Você está coberto de gasolina e o celular é um fósforo aceso.  

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Semana Cidades de Papel - Dia 2 - John Green & Nat Wolff no Brasil

Acordei toda trabalhada no dorflex! Mas lá fui eu, firme e forte para o Copacabana Palace onde teria a coletiva de imprensa do filme Cidades de Papel, e sim, com a presença do John e do Nat!
Primeiramente eu gostaria MUITO de agradecer à editora parceira Intrínseca pela oportunidade, blogueiro literário tem muitos contras, mas se é uma coisa que me faz ter orgulho e agradecer aos envolvidos são presentes como  o do dia de hoje : estar em uma coletiva com um de meus autores favoritos, foi sonho!
Eu tinha acabado de chegar quando vi umas meninas chorando que tinham falado com o John, aparentemente ele tinha descido para ir a praia com o Nat e juntos tiraram fotos com duas meninas. Cheguei exatamente 5 minutos depois. Nada de reclamar - apesar de continuar querendo MUITO meu livro autografado! - fomos ( eu e outras blogueiras como a Lygia do Brincando com Livros e a Andyinha do Mon Petit Poison) para o credenciamento. 
O crachá era lindo demais, pena que não ficou com a gente depois .
Lá dentro do Copacabana Palace, aquele hotel lindo super perto de onde moro - mas bem distante do meu poder aquisitivo!- os imensos banners do filme já deixavam a gente com aquele friozinho na barriga.

ANDYINHA ( MON PETIT POISON), CAMILLE ( BELETRISTAS) , LYGIA ( BRINCANDO COM LIVROS) E EU :)

BABI DEWET, EU E IRIS - DUAS ESCRITORAS QUERIDONAS <3!
EU e LYGIA NA PRIMEIRA FILA o/

TIPO DE CREDENCIAIS



Ansiosos para ver John, os blogueiros olhavam atentos para os lados e comentavam se seria possível - pelo menos - autografarmos nossos livros. Bom, eu já tinha perguntado à editora e não estava programado, quem trouxe Green foi a Fox Filmes, por esse motivo não tinham programado nenhuma tarde de autógrafos para ele.
Cerca de 130 pessoas estavam presentes na coletiva, consegui sentar na primeira fileira, o que permitiu que filmasse toda para vocês :)






John respondeu perguntas de muitos veículos de comunicação. Simpáticos, os dois parecem ter muita sintonia entre si, Nat contou que John estava ao seu lado nas filmagens e que sabe todas as falas do filme.






Aliás , confissões foram feitas a todo instante, vejamos um resumo delas :
* O ator que faz Radar no filme está morando temporariamente com Nat
* John Green odeia a Disney, confessou que nunca gostou que acha tudo aquilo muita falsidade!
* O autor disse que o conceito para ele de " Cidades de Papel" se transformou no decorrer do livro
* A esposa de John era uma de suas melhores amigas
* John nunca imaginou que faria tanto sucesso, muito menos que seus livros virariam filmes







Foi inesquecível! Fiquei muito feliz com a oportunidade de participar da coletiva.
Claro que tem fotos para vocês :)































Gente, acho que pelas fotos deu para ter noção da minha felicidade.
No final, John chegou até o cordão de isolamento e autografou o livro de poucas pessoas, infelizmente não fui uma delas, uma funcionária da Fox o tirou correndo.
Não vi mais o John o resto do dia. Á noite teve a Premiere no Odeon, não fui , mas todos que foram falaram muito bem dele, peguei algumas fotos da internet.
Nat Wolff  passou mal logo depois da coletiva e não atendeu aos jornalistas na parte da tarde e nem foi na Premiere. 








quarta-feira, 1 de julho de 2015

Semana Cidades de Papel - Dia 1- John Green e Nat Wolff no Brasil




















Você passa a semana passada inteira esperando essa , e quando chega ela é quase exatamente como você imaginou, vocês imaginam o como estou feliz?
Bom, vou fazer um resumão do meu dia hoje, e como muita gente fez perguntas espero que consiga respondê-las nos posts sobre a vinda ao Brasil do John Green.
Dia 30 de junho seria o dia que eles chegariam, não se sabia voo, hotel nada com 100 % de certeza. Foi tudo na base do risco!
O que eu já tinha garantido? Graças à Editora Intrínseca que é parceira do blog eu estava confirmada na Cabine de Imprensa de Cidades de Papel  no Praia Shopping à noite. E na coletiva de imprensa no Copacabana Palace no dia posterior, com a presença do autor que amo e de Nat Wolff que interpreta Quentin no longa.
Fui cedo para o hotel, não sabia qual era, foi chutômetro. 
Esperei cerca de duas horas com algumas amigas e achei tudo muito calmo , nada de John no twitter , nada de Snaps dele!
Acho que eram quase 10 h da manhã quando um carro trouxe Nat Wolff. Do nada, o local que estava vazio surgiram uns 10 seguranças mais um pessoal que trabalha na Fox Filmes! Ele saltou tranquilamente, com uma guitarra nas costas - era um case, não sei se era violão ou guitarra!- e falou com todos da distribuidora que o aguardavam. 
Busquei John, e nada!
Então fui para o Nat e pedi uma foto, ele disse  " Sure!" e batemos  a selfie abaixo



















Esqueçam minha cara horrenda, ok?
Muito simpático, Nat deixou que eu me aproximasse mesmo depois de algumas pessoas ao redor dele - todos brasileiros - dizerem que eu não poderia chegar perto dele. No momento da foto ele tirou os óculos escuros! Não deu nem tempo de pedir autógrafo!
Depois foi a vez de John Green chegar, que também estava com óculos escuros e um boné ! Esse foi o momento mais tenso, fizeram um cordão ao redor dele e fiquei um pouco distante, ao vê-lo pegando a mochila o chamei. Ele disse que depois descia para falar comigo, mas eu pedi de novo e disse que estava horas em pé ali.
Com um sorrisão, ele olhou para o segurança e mandou eu passar para perto dele. Estava tão nervosa que ao tirar a selfie desliguei a máquina. Ele pegou a câmera e disse : " Deixa que que eu tiro, sou realmente bom nisso, um profissional!". 



















Sim, esse é o John pessoal <3! Super rápido, ele entrou no hotel e não tive tempo de autografar  meu livro.
Mas estava tão feliz que nem lembrava de mais nada!
A foto correu solta, muita gente foi para porta do hotel e conseguiu tirar foto com ele!
Eu tinha que me preparar para a Cabine de Imprensa, presentão da Intrínseca!
Cheguei no Botafogo Praia Shopping e fui encontrando muitos blogueiros! E também o pessoal que trabalha em editoras!
Confiram algumas fotos:

























As fotos - algumas - eu roubei do Facebook da Nica do Drafts da Nica! 
Cada parceiro da editora - foram ao todo 70!- ganhava uma ecobag lotada de brindes ( lotada mesmo : camiseta, livro Cidades de Papel, bottons, marcador, adesivo, pingente, etc).
Munidos de nossa ecobag lindona do filme entramos na sala de exibição, vou fazer crítica no dia 08 de julho! Fiquem ligados!
Eu amei tudo, quando entrávamos na sala ainda tinha pipoca e refrigerante ! Um luxo!

























O filme terminou por volta de 21 h! Foi uma noite muito bacana!
E claro que todos estão super ansiosos para ver o John de perto na coletiva amanhã!

























Exausta mas pronta para mais um dia de João Verde!
John parece encantado com o país, postou fotos com a camisa da seleção, com a do Flamengo e foi visitar o Cristo, vejam abaixo :













Lembrando que a coletiva no Copacabana Palace será pela manhã e não é aberta ao público. Á noite, no Cine Odeon na Cinelândia, John e Nat passarão pelo tapete vermelho  da Premiere. A Intrínseca pediu para todos irem, eles darão kits para vocês! O horário da Premiere é 20h! Levem máquinas, cartazes, livro, etc
Que  a sorte esteja com todos nós em mais um dia de Green e Wolff em terras tupiniquins :) 

terça-feira, 17 de junho de 2014

[Resenha] A culpa é das estrelas da @intrinseca

Título Original : The Fault in Our Stars
Título no Brasil : A culpa é das estrelas
Autor : John Green
Editora : Intrínseca
Número de págs : 286









Pela primeira vez resolvi publicar as 2 resenhas que fiz para um mesmo livro. Porque? Porque em dezembro de 2012 li " A culpa é das estrelas" pela primeira vez ( e vocês podem conferir a primeira resenha no link abaixo publicado na íntegra no blog Livros Minha Terapia).


Dessa vez mesmo já sabendo tudo que acontecia pude ter outra visão, afinal tinha lido o livro e assistido o filme. De repente Hazel tinha um rosto, diferente é verdade do rosto que tinha a menina de 16 anos que sofria com câncer que imaginei na época , não sei porque mas para mim Hazel era menos bonita, talvez porque tivesse a doença, ou porque andasse com um balão de oxigênio como mochila de rodinhas, dessas que desde os executivos até as crianças arrastam pelas cidades. Mas a dela diferente de laptops ou livros escolares tinha o que lhe deixava viver, ou ter uma sobrevida como os médicos chamam, já que a doença que começou em um lugar passou para os pulmões como metástase e quem conhece alguém com a doença sabe que isso é muito pior.
Mas John Green nos insere em um mundo onde por mais que a doença exista, que a depressão ronde muitas vezes seja tudo esquecido porque a graciosidade dos personagens existe. Hazel gosta de ler, se apaixona...tem sonhos ! E é por eles que ela vive cada dia , mesmo sabendo que aquele pode ser o último.
Green nos toca de todas as formas, é como um aviso de que a vida sempre poderia ser pior e a gente reclamando da espinha que surgiu no dia de uma festa. Ou dos quilinhos a mais que apareceram na foto.
Quando ela conhece Gus então, não tem como não suspirar, o rapaz que perdeu as pernas vítima de um câncer de quadril tinha tudo para ser a pessoa mais para baixo do mundo, mas ele não é , ele é exatamente o oposto , ele é tudo que sonhamos de um homem e mais um pouco, e carmaba , ele é muito novo! E que vida é essa que é tão injusta que o faz ser uma pessoa com uma doença terminal?
Eu não entendo, John Green não entende, muito menos os pais de Hazel e Gus que sofrem como a gente no livro mas que sabem que cada minuto com eles é especial, é único e puxa vida, pode ser breve.
A paixão de Hazel por livros, o amor por uma única história e seu autor, a fazem como qualquer uma de nós que ama um personagem e acaba acreditando que a vida deva ser igual, ou pelo menos parecida. Quem nunca?
O livro prende, na primeira lida, na segunda... não adianta, é como um magnetismo entre torcer para que a vida de alguém que já sofreu tanto tenha um final feliz, mesmo que seja breve, mesmo que seja um por enquanto e que não exista o pra sempre. 
Geraçãoes sempre tem sua Love Story, essa é a dessa. Lindo, emocionante e de John Green preciso dizer mais?




sábado, 7 de junho de 2014

Menina que via filmes : A culpa é das estrelas [Crítica]

Título Original : The fault in Our Stars
Título no Brasil : A culpa é das estrelas
Baseado no livro de John Green
Direção : Josh Boone
Elenco : Shailene Woodley, Ansel Egort, Laura Dern, Sam Tramell, William Dafoe
Ano : 2014
Gênero : Drama
País : EUA
Idioma : Inglês
Duração : 2h 5 min
Censura : 12 anos



Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.







E de repente aquele livro que já lemos mais de um milhão de vezes, aquele em que muitos  descobriram o John Green, o que fez vender mais Kleenex no mundo...vira filme! E você conta os dias para a estreia porque afinal seus personagens fofos estarão lá na telona, ganharão um rosto que pode ser diferente daquele que você deu a eles, mas o que importa? John Green aprovou, você como fã deve gostar.
O dia chega, você está no cinema acompanhada de três pessoas que não leram o livro, e você? Bem, você já leu três vezes! E antes que você tenha visto somente o filme, ou tenha lido somente o livro, ou fez os dois e não curte tanta essa história e muito menos entende a histeria por causa dela, lembre-se : toda geração tem sua " Love Story" , seu " Amor sem fim".  " A culpa é das estrelas" é para os mais velhos lembrarem de filmes de gênero e os mais novos terem o seu parâmetro de amor para sempre , na vida real , sem vampiros, com direito a nem tão felizes para sempre porque alguma doença ou acidente trágico pode tirar a vida de um dos dois. Mas John Green já avisa e o personagem Augustus repete no filme: " O mundo não é uma fábrica de realização de desejos" Ah ,nós sabemos que não é mesmo.

A protagonista Hazel( a fofa Shailene Woodley) já começa o filme avisando que tem câncer desde os 13 anos, por causa dele quase perdeu a vida, vive grudada a uma mochila que carrega seu balão de oxigênio e é obcecada por livros, principalmente um em particular que fala de uma menina, Anna, que tem câncer. Sua mãe acha que ela está em depressão e a convence a frequentar um grupo de apoio a pessoas com a doença, é lá que ela vai conhecer Augustus Waters ( Ansel Egort) , ele também é um sobrevivente da doença que lhe fez perder metade de uma perna. 
Os dois vão se encantar um com o outro de cara, e a sequência de cenas fofas que arrancam suspiros das românticas começa e não para . Gus é tudo que uma menina quer, e Hazel sabe disso. Juntos os dois esquecem a doença e vivem os dias intensamente sem saberem quando será o último, ela parece estar mais perto da morte do que ele , pois volta e meia entra água em seus pulmões. 

Piegas? Não. Baseado em uma história real tanto o livro quanto o filme me fazem pensar que um dos motivos de o casal fazer tanto sucesso é exatamente porque é o primeiro amor e com o final nada feliz será mesmo eterno. Afinal, quantos primeiros amores duram para sempre? Gus fala tudo tão perfeito na hora certa que é o namorado que todas gostariam de ter, o rostinho do ator que horas lembra o finado Marlon Brando em início de carreira também ajuda para que as meninas deem gritos no cinema.
Mais do que uma história para se debulhar em lágrimas, Green criou um mundo onde mesmo quem tem todos os motivos do mundo para deixar de acreditar na vida, continua lutando , seja por amor seja porque não perdeu a fé. E se uma coisa completa a outra, nem preciso explicar porque nove entre dez pessoas amam esse livro que virou filme e porque a adaptação é tão perfeita. 

Destaco ainda como muito boas as atuações de William Dafoe como o escritor que Hazel ama mas começa a odiar e dos pais dela Laura Dern e Sam Trammell ( de True Blood) . Juntos eles fazem com que o casal " Ok" ganhe ainda mais motivos para brilharem em uma história que por si só já é linda.

Então vale muito a pena! Ok? Ok ;) 


Confiram o trailer: