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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Rogue One - Uma História Star Wars

Título Original: Rogue One - A  Star Wars History
Título no Brasil: Rogue One - Uma história Star Wars
Data de lançamento 15 de dezembro de 2016 (2h 14min)
Direção: Gareth Edwards (II)
Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn mais
Gêneros Aventura, Ficção científica, Ação

Nacionalidade EUA







Certamente se você não me conhece deve estar pensando que nunca vi um filme de Star Wars, que não sou fã, que fui na onda de todo mundo curtir Star Wars e vim aqui dar minha opinião de uma saga que não tenho o menor conhecimento de causa. Se você me acompanha sabe que é o inverso, sou viciada em Star Wars, vejo desde criancinha, tenho tudo deles, já assisti aos filmes inúmeras vezes, e por essa razão me decepcionei com algumas coisas de Rogue One - Uma História Star Wars . Para quem não conhece todos os filmes, ou não lembra, afinal lá se vão muitos anos deles lançados nos cinemas e ninguém é obrigado a assistir mil vezes para lembrar todos os detalhes, essa história se passa entre os episódios III ( A Vingança dos Sith, de 2005) e o IV ( Uma Nova Esperança, de 1977) . Por essa razão para quem não vem assistindo de tempos em tempos a história pode sim ficar confuso lembrar de alguns detalhes que são bem importantes para entendimento do longa.
Mais uma vez trazem uma protagonista feminina - o que é muito legal!- Jyn Erso ( Felicity Jones, de A Teoria de Tudo) é uma moça que perdeu os pais e foi criada por Saw Guerrera ( Forest Whitaker, maravilhoso como sempre), até que é capturada para um plano audacioso pelos rebeldes, a frase " Eu sou rebelde" não sai de nossas cabeças, mas há algo de estranho em Felicity, a mim não convenceu no papel, bem diferente das outras protagonistas femininas da saga que sou apaixonada como por exemplo a Princesa Léa e Rey. 














Jyn tem aquela relação pai x filha no filme, a saga ama isso, então ela vê seu pai ser levado pela tropa do terrível diretor Krennic ( como trabalha esse ator, Ben Mendelsohn) que mata a mãe dela na frente de todos. A menina foge sozinha e seu pai é obrigado a voltar a trabalhar para o Império. O pai dela, Gale Erso é interpretado pelo sempre perfeito Mads Mikkelsen!
A partir daí, quando a moça já está na fase adulta Felicity entrando em cena permite que os coadjuvantes sejam muito mais destaque do que ela, apesar de boa atriz ela me pareceu totalmente perdida nesse filme, quando um robô com frases ótimas - sempre tem um!- dá suas caras, o K-2SO, então mesmo que a gente nem sequer lembra o que a mocinha de cara assustada está fazendo o filme e pede que outras protagonistas divas retornem - mesmo sabendo que são de outro tempo rs - para situar melhor o tempo, vale lembrar que Darth Vader já é Darth Vader e não mais Anakin, e a Princesa Léa ainda não escondeu nada no R2D2. 
A Estrela da Morte na verdade está em construção, e se o trailer nos deixava com mais dúvidas do que certezas aconselho que revejam os filmes anteriores para entenderem melhor ainda a história desse.
Na ordem, por favor, porque eu mesma já teria me perdido depois de tanto tempo, pelo menos uma vez por ano revejo os filmes da saga, as vezes aproveito as Jedicons para colocar em dia porque sempre passam.
Voltando á nossa crítica, no total claro que o filme emociona, que toda vez que toca a música a gente se arrepia e no final da exibição bati palmas como todo, mas de todos os filmes da saga, esse para mim fica em último lugar.