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domingo, 25 de julho de 2021

A última carta de amor 💌Livro x Filme 📕🎬 tem muita diferença? (Spoilers!)

 


📕Para comprar A última carta de Amor na Amazon:https://amzn.to/2W7dP6q ⚠️⚠️⚠️ Vídeo com Spoilers ⚠️⚠️⚠️ Ficha Técnica Livro 📕Título Original: The Last letter from your Lover Título no Brasil: A última carta de amor Autora: Jojo Moyes Tradução de Adalgise Campos da Silva Editora Intrínseca Nº de págs: 384
#60 🎬 🎬 🎬 🎬 🎬 Título Original: The Last Letter from your Lover Título no Brasil: A última carta de amor Baseado na obra de Jojo Moyes Direção: Augustine Frizzell Roteiro: Nick Payne e Esta Spalding Elenco: Shailene Woodley, Felicity Jones, Joe Alwyn, Emma Appleton, Callum Turner País: Reino Unido Ano: 2021 Original da Netflix
#236


terça-feira, 15 de setembro de 2020

Menina que via filmes: Breathe In / Paixão Inocente

 


⚠️⚠️⚠️ Com Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬 Título Original: Breathe In Título no Brasil; Paixão Adolescente País: EUA Ano: 2013 Data de lançamento no Brasil: 2014 Formato visto: Netflix Diretor: Drake Doremus Roteiristas: Drake Doremus, Ben York Jones Elenco: Felicity Jones, Guy Pearce, Mackenzie Davis
#162 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada.Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Menina que via Filmes: Suprema [Crítica]

Título Original: On The Basis of Sex
Título no Brasil: Suprema
Data de lançamento 14 de março de 2019 (2h 01min)
Direção: Mimi Leder
Elenco: Felicity Jones, Armie Hammer, Justin Theroux mais
Gêneros Drama, Biografia
Nacionalidade EUA














por Cecilia Mouta

Um vestido no meio de um mar de ternos. Essa é a primeira cena que vemos de Suprema e resume bem como será a narrativa. Com isso, Mimi Leder, a diretora, nos mostra também outro detalhe: a representatividade começa com uma pessoa. Foi preciso que uma mulher quebrasse a enorme muralha de homens que comandavam o sistema judicial dos Estados Unidos para que tudo começasse a mudar. 

domingo, 15 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Sete Minutos Depois da Meia-Noite [Crítica]

Título Original: A Monster Calls
Título no Brasil: Sete Minutos Depois da Meia-Noite
Data de lançamento 5 de janeiro de 2017 (1h 48min)
Direção: Juan Antonio Bayona
Elenco: Lewis MacDougall, Sigourney Weaver, Felicity Jones mais
Gêneros Fantasia, Drama

Nacionalidades Eua, Espanha, Canadá, Reino unido
#5 assistido
# 8 criticado




Vocês acompanharam a resenha desse livro lindo, certo? Somente esse desespero em ver na telona me fez gastar bastante para ir em um cinema super contramão mas o mais próximo passando o filme aqui no Rio de Janeiro.
Não me arrependi, o filme é tão maravilhoso quanto o livro. Com direção de Juan Antonio Bayona ( o mesmo de O orfanato e O impossível) o longa é emocionante.
Conor ( Lewis MacDougal) é um menino de cerca de 13 anos que sofre bullying na escola e que quando volta para casa sofre vendo sua mãe definhar por causa do câncer. Filho único ele tem tarefas árduas para sua idade, mas a maior delas seja aprender a crescer com sua dor. No papel de sua mãe temos Felicity Jones e como sua avó que ele não se dá muito bem temos ninguém menos que Sigorney Weaver. Acham pouco? Que tal uma narração de Liam Neeson? O filme é rodeado de talentos e de um roteiro sensível que desde o início já emitem sinais de que nos emocionaremos.
Conor passa a ter sonhos em que uma árvore gigante lhe conta histórias, a princípio a tal árvore quer que ele tenha medo, mas o menino já não tem mais medo de nada, exceto de perder sua mãe.
A árvore passa então a contar histórias que Conor não entende muito bem o que elas tem  a ver com ele, e só o que ele lhe pede é que salve sua mãe.
O sofrimento da criança é o nosso, e a cada piora da mãe os olhos enchem d'água. 
Ao mesmo tempo que Conor tenta achar algo que possa confiar de que sua mãe não morrerá, mas no fundo ele sabe da verdade, por mais que sua própria mãe lhe diga que não está tão mal assim.
O monstro de Liam Neeson - sim, é ele que narra- é tão duro quanto verdadeiro e ao lidar com Conor quer que ele cresça, não há maldade vinda dele, a vida já se encarrega disso, não é mesmo?
Quando somos impotentes em ajudar quem amamos, quando queremos dormir para não enfrentar a realidade, já é um sinal de que nada pode ser mais duro que a vida que temos.












Pode ser que a avó não agrade a todos com sua dureza, mas ela no fundo está certa, ela já perdeu muito do que amava, e agora está mais cascuda com a vida. Conor está só no começo, mas a dor dele e a força são vistos na tela, preparem  o kleenex, é lindo mas triste.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Rogue One - Uma História Star Wars

Título Original: Rogue One - A  Star Wars History
Título no Brasil: Rogue One - Uma história Star Wars
Data de lançamento 15 de dezembro de 2016 (2h 14min)
Direção: Gareth Edwards (II)
Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn mais
Gêneros Aventura, Ficção científica, Ação

Nacionalidade EUA







Certamente se você não me conhece deve estar pensando que nunca vi um filme de Star Wars, que não sou fã, que fui na onda de todo mundo curtir Star Wars e vim aqui dar minha opinião de uma saga que não tenho o menor conhecimento de causa. Se você me acompanha sabe que é o inverso, sou viciada em Star Wars, vejo desde criancinha, tenho tudo deles, já assisti aos filmes inúmeras vezes, e por essa razão me decepcionei com algumas coisas de Rogue One - Uma História Star Wars . Para quem não conhece todos os filmes, ou não lembra, afinal lá se vão muitos anos deles lançados nos cinemas e ninguém é obrigado a assistir mil vezes para lembrar todos os detalhes, essa história se passa entre os episódios III ( A Vingança dos Sith, de 2005) e o IV ( Uma Nova Esperança, de 1977) . Por essa razão para quem não vem assistindo de tempos em tempos a história pode sim ficar confuso lembrar de alguns detalhes que são bem importantes para entendimento do longa.
Mais uma vez trazem uma protagonista feminina - o que é muito legal!- Jyn Erso ( Felicity Jones, de A Teoria de Tudo) é uma moça que perdeu os pais e foi criada por Saw Guerrera ( Forest Whitaker, maravilhoso como sempre), até que é capturada para um plano audacioso pelos rebeldes, a frase " Eu sou rebelde" não sai de nossas cabeças, mas há algo de estranho em Felicity, a mim não convenceu no papel, bem diferente das outras protagonistas femininas da saga que sou apaixonada como por exemplo a Princesa Léa e Rey. 














Jyn tem aquela relação pai x filha no filme, a saga ama isso, então ela vê seu pai ser levado pela tropa do terrível diretor Krennic ( como trabalha esse ator, Ben Mendelsohn) que mata a mãe dela na frente de todos. A menina foge sozinha e seu pai é obrigado a voltar a trabalhar para o Império. O pai dela, Gale Erso é interpretado pelo sempre perfeito Mads Mikkelsen!
A partir daí, quando a moça já está na fase adulta Felicity entrando em cena permite que os coadjuvantes sejam muito mais destaque do que ela, apesar de boa atriz ela me pareceu totalmente perdida nesse filme, quando um robô com frases ótimas - sempre tem um!- dá suas caras, o K-2SO, então mesmo que a gente nem sequer lembra o que a mocinha de cara assustada está fazendo o filme e pede que outras protagonistas divas retornem - mesmo sabendo que são de outro tempo rs - para situar melhor o tempo, vale lembrar que Darth Vader já é Darth Vader e não mais Anakin, e a Princesa Léa ainda não escondeu nada no R2D2. 
A Estrela da Morte na verdade está em construção, e se o trailer nos deixava com mais dúvidas do que certezas aconselho que revejam os filmes anteriores para entenderem melhor ainda a história desse.
Na ordem, por favor, porque eu mesma já teria me perdido depois de tanto tempo, pelo menos uma vez por ano revejo os filmes da saga, as vezes aproveito as Jedicons para colocar em dia porque sempre passam.
Voltando á nossa crítica, no total claro que o filme emociona, que toda vez que toca a música a gente se arrepia e no final da exibição bati palmas como todo, mas de todos os filmes da saga, esse para mim fica em último lugar. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: Inferno [Crítica]






















Título Original: Inferno
Título no Brasil: Inferno
Baseado na obra de Dan Brown
Data de lançamento 13 de outubro de 2016 (2h 02min)
Direção: Ron Howard
Elenco: Tom Hanks, Felicity Jones, Ben Foster mais
Gêneros Suspense, Policial

Nacionalidade EUA


Antes de qualquer coisa tenho que declarar que não li o livro. Na verdade nenhum da série, então tudo que sei de Robert Langdon ( Tom Hanks) são os 3 filmes que assisti, não vou dessa forma poder comparar com o livro.
Langdon acorda em um hospital em Florença na Itália, nem ele sabe como chegou até o local, a última recordação que tem é de que estava dando aula, falou com alguém e pronto, apagou. Ele fica assustado quando vê que não está nos Estados Unidos, atendido pela médica Sienna ( Felicity Jones, a mesma atriz de A Teoria de Tudo) ele percebe que perdeu boa parte da memória e que está muito machucado, mas não faz ideia de quem está atrás dele.
O filme é uma emoção atrás da outra, mas o protagonista não lembrar de nada fica muito aquém do que vimos em O Código da Vinci, primeiro filme/ livro da série. Alguém vai invadir o hospital atrás dele, isso o fará parar na casa da médica que junto descobrirá que há ainda mais mistérios por trás do professor que ela alega ter conhecido quando criança. Mas ele claro não se recorda. 

















Sobram tiros, fugidas e nenhuma ou pouca explicação, mas Langdon pelo menos sabe através de um email que o mistério tem a ver com a obra de Dante Aglieri. Para quem entende de obras de arte o filme deve ser um prato cheio, eu confesso que sou muito leiga, mas babava com os lugares lindos da Itália mostrados.
Claro que ter Tom Hanks como protagonista já ajuda muito um filme, mas sua companheira de cena achei que deixou a desejar. E olha que sempre acho que ela trabalha muito bem nos filmes que já vi.
OMAR SY TIRANDO UMA SELFIE COM FELICIY JONES AO LADO DE TOM HANKS COM DAN B|ROWN AO FUNDO
Omar Sy - o francês maravilhoso que adoro!- faz um papel de coadjuvante que não compromete nem mostra seu talento mas que só por aparecer no filme já me deixou feliz, o cara é ótimo.
De resto temos um bom filme de ação onde as peças vão se encaixando, vi muita gente comentando sobre o final ser diferente eu gostei muito do final do filme, imagino que se o do livro é melhor preciso começar a ler Dan Brown ontem né?
Vale a pena a ida ao cinema. 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes : A Teoria de Tudo [Crítica]

Título Original : The Theory of Everything
Título no Brasil : A Teoria de Tudo
Baseado no livro de Jane Hawking
Dirigido por James Marsh
Com Eddie Redmayne, Felicity Jones, Tom Prior mais
Gênero Biografia , Drama
Nacionalidade Reino Unido
Duração : 2h 3 min
Censura : 10 anos
Ano : 2014




Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.






Se tem uma coisa que amo na vida é sair de um filme tendo o amado. Já havia lido o livro, lançado no Brasil pela Editora Única ( clique aqui para ver a resenha) e lido um livro dele lançado pela Editora Intrínseca, o Minha Breve História do Tempo mas em formato de filme as emoções afloram mais facilmente , ainda mais quando o autor que faz o físico está praticamente possuído pelo personagem.
Eddie Redmayne fez um papel apagado em Os Miseravéis , hoje, após esse filme, garanto que ele estaria de frente no painel ao invés de " de lado" olhando para Amanda Seyfried.
Rico de detalhes , quase fiel ao livro e comovente, é assim que defino A Teoria de Tudo , visão da ex esposa de Stephen Hawking sobre a vida dela com o ganhador de mais de 12 prêmios com sua definição de tempo / buraco negro. 
Desde o dia em que se conheceram em uma festa da faculdade, até o início do namoro, o filme tem a delicadeza de nos colocar na história sem apelar para breguice, por mais que os ingleses tenham fama de serem frios, no amor de Stephen e Jane isso não existia, já na relação da mãe de ambos com os filhos...

Stephen sempre foi bem visto na Universidade, seus professores amavam suas teorias e acreditavam no potencial do rapaz, mas aos 21 anos ele foi diagnosticado com ELA  ( Esclerode Lateral Amiotrófica) e lhe deram 2 anos de vida. Com uma data de validade de vida, ele se afasta de todos...e os sinais de que seu corpo não responde mais a tudo que precisa são visíveis...Redmayne dá um show na telona, difícil alguém tirar o Oscar desse ator britânico. 
Jane ( Felicity Jones, que também está ótima no papel) por outro lado não permite que ele termine com ela, aceita o desafio - mesmo sem saber o que de verdade viria pela frente - e diz que se tiverem de viver 2 ou 20 anos estará ao lado dele. Bem, o amor era imenso mas ela não fazia ideia do que viria mesmo. Stephen como sabemos está vivo até hoje, aos 73 anos, os 2 tiveram 3 filhos mesmo com o físico sofrendo de alterações na parte motora, eles tinham uma vida sexual . 
O encanto do filme está em ao invés de terem feito um super drama, nós rimos das caretas e bom humor de Stephen, Redmayne passa boa parte do filme torto em sua cadeira de rodas e é somente com um olhar e sorrisos que ele demonstra o que sente. No livro , Jane relata que ele nem sempre tinha esse bom humor,pode ser que o filme o tenha " floreado" um pouco para não ficar tão pesado.
Até mesmo o fato de Jane se envolver com outro homem foi camuflado , por mais que ela já tivesse estado ao lado de Stephen por anos , não sabemos o como o grande público iria achar da esposa que larga o marido para ficar com um homem que era da igreja dela e que ajudava Stephen em casa mas que se apaixonou pela esposa dele.

O triângulo é camuflado, já que na telona parece que foi decisão de Stephen que ela seguisse sua vida e ele se apaixona pela enfermeira ( que ele viria a casar depois). 
Atuações memoráveis, música e direção na medida certa fazem desse filme - até agora - o melhor filme da leva do Oscar 2105! Merece ganhar Melhor Filme e melhor ator.