A Exposição Mondrian e o Movimento de Stijl ocupa o bonito prédio do CCBB de SP desde o dia 25 de janeiro e ficará por lá até 04 de abril, em seguida segue para BH e Brasília chegando somente em janeiro de 2017 ao Rio de Janeiro. Não aguentei de curiosidade e fui no dia 28 de fevereiro até ela, aproveitando minha ida a cidade.
Com hora marcada e gratuita, o local conta com atendentes atenciosos e guarda-volume , nos indicam primeiro conhecer o subsolo, o térreo e depois irmos para o 4 º andar de elevador e irmos descendo de escada conhecendo cada galeria.
Logo no entrada nos deparamos com uma cadeira imensa onde podemos sentar e tirar fotos inspirada em suas obras, também é lindo olhar para o teto e ver o imenso cubo colorido que tem diferente formas conforme vamos descendo os andares.
Um quadrado onde podemos posar para nossas câmeras e na foto temos as cores de sua obra mais famosa, também faz sucesso, mas façam com o celular, qualquer câmera com zoom já não deixa o efeito desejado.
Com limite de pessoas em cada galeria, a tranquilidade para apreciar as obras e conhecer mais do artista encantam quem se interessa por algo mais do que não somente o que está exposto, mas sim e também a vida por trás da arte.
A exposição possibilita percorrer o trabalho menos conhecido e apreciado de Mondrian, que culminou em seus famosos retângulos coloridos. Além de suas pinturas , são apresentados documentários, fotografias, publicações da época , maquetes e mobiliários de seus companheiros da revista holandesa De Stijl .
Nascido em 1872 em um ambiente protestante , Piet Mondrian teve seus primeiros trabalhos realizados até 1908, que constituem a maior parte de sua obra , entre 1912 e 1914 ele residiu em Paris onde assimilou o vocabulário cubista que o impulsionaria em direção a abstração completa em 1917.
