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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Menina que via Filmes: Tully [Crítica]

Título Original: Tully
Título no Brasil: Tully
Data de lançamento 24 de maio de 2018 (1h 36min)
Direção: Jason Reitman
Elenco: Charlize Theron, Mackenzie Davis, Ron Livingston mais
Gêneros Drama, Comédia

Nacionalidade EUA
#73










por Raffa Fustagno

Desde que assisti ao trailer eu queria muito ver esse filme. Infelizmente no dia da cabine de imprensa não me senti muito bem e acabei perdendo. Assim que retornei da viagem fui correndo assistir e não me arrependi, que filme maravilhoso!
Primeiro porque Tully trata da maternidade sem toda aquela história de ser perfeita, de que ser mãe é divino e que estar grávida é uma grande benção. Certamente quem acha tudo isso devem ser os homens.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Menina que via Filmes: Creep [Crítica]

Título Original: Creep
Título no Brasil: Creep
Direção: Patrick Brice
Elenco: Patrick Brice, Mark Duplass
Gênero Terror
Nacionalidade EUA
Formato visto: Netflix

#28assistido
#29criticado








Sei que os fãs de filmes do gênero vão me odiar eternamente, eu entendo. Afinal, em se tratando de found footage, esse formato A Bruxa de Blair já amplamente utilizado, o filme até nos dá alguns sustos sim, mas muitas coisas não se encaixam no que acontece e por favor, já aviso que essa crítica terá algum spoiler, ok?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Menina que via Filmes : Pacto Maligno [Crítica]

Título Original : Mercy
Título no Brasil : Pacto Maligno
Baseado na obra de Stephen King 
Lançamento 11 junho 2015 - Lançamento diretamente em DVD (1h19min) 
Dirigido por Peter Cornwell (II)
Com Chandler Riggs, Joel Courtney, Mark Duplass mais
Gênero Terror , Suspense

Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD



Quando soube que seria lançado diretamente em dvd fiquei doida, como assim uma adaptação de um conto de King não veria na telona? Foi difícil achar uma locadora que tivesse o dvd .Baseado no conto Gramma, o filme é bom, mas um tanto quanto confuso ( não li o conto então não poderei ajudar na comparação entre um e outro) .
O filme já começa mostrando um homem metendo o machado na própria cabeça na frente da esposa. Ok, já sabemos o que virá pela frente, certo? 
Encontrei em comentários muitas pessoas falando mal sobre o filme, não é para tanto, nem de longe é um dos melhores do mestre, mas prende a atenção. A tal mulher que vê o marido se matando é Mercy ( Shirley Knight) , a avó de Buddy e George, o primeiro menino é uma graça e o preferido da avó, já o segundo é uma mala. A mãe deles resolve se mudar para a casa - lógico que longe de tudo e todos - da avó depois que essa fica doente e passa a não dizer coisa com coisa. Por amar a avó Buddy entende, seu irmão não. Há também o típico vizinho de infância que não se casou com a mãe dos meninos mas que a ama até hoje, papel de Dylan McDermott. Parece que ele está lá mais para enfeitar o filme mesmo. 
A avó passa a agir estranhamente, como se estivesse possuída, atira objetos, fala palavras que ninguém entende...e como em tudo de terror o fato surpresa fica por conta do motivo dela estar agindo assim : ela tem um segredo, algo que fez no passado para realizar um grande desejo e agora está sofrendo as consequências. O problema é que o filme é confuso nas explicações, os sustos aparecem muitas vezes mas o roteiro nem sempre segura um longa de terror como deveria. Há também uma das melhores personagens, uma amiga imaginária - ou seria um fantasma? - que aparece somente para Buddy que já entendeu que ele é especial de alguma forma por vê-la.

A avó assusta bastante, vi muita gente comentando que ela era o melhor do filme, eu já acho que é o garoto ( Joel Courtney) , ele trabalha bem como o neto assustado que faz tudo por amor para tentar salvar a avó que ama, até mesmo enfrentar seus medos. 
Já a mãe  o irmão e todos os demais são meros figurantes que nem precisavam estar no filme. 
Vale a pena pelos sustos, mas não é um grande filme de terror, tenho minhas dúvidas se foi fiel a algo que King tenha de fato escrito.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Menina que via Filmes : Renascida do Inferno [Crítica]

Título Original : Lazarus Effect
Título no Brasil : Renascida do Inferno
Dirigido por David Gelb
Com Mark Duplass, Olivia Wilde, Donald Glover mais
Gênero Terror

Nacionalidade EUA
Duração : 1h 23 min























Quando um filme de terror passa nas principais salas de cinema da cidade a primeira impressão que tenho é de que coisa boa vem por aí, certo?  Nesse caso foi apenas mais uma decepção com um nome famoso no elenco.
Dessa vez não tem casa mal assombrada, o cenário é um laboratório onde cientistas tentam reanimar animais mortos. O casal principal é Zoe ( a linda Olivia Wilde que deveria escolher melhor seus filmes) e Frank ( Mark Duplass). Os dois nem se casaram para apostar tudo no projeto que ainda tem mais 3 estudantes com eles. 
Pelo título e pelo pôster a gente já espera isso mesmo, que a demoninha baixe em alguém e que assim comece o show de viradas de cabeça, flutuar e rosnar palavrões. O que acontece logo no início é que um cão que lembra o Cujo mas que nem de longe assusta como ele, é ressuscitado mas vira um cão bem bravo e a gente se pergunta porque mesmo pagou para ver isso?
As cenas seguintes são ainda piores, o tal laboratório será fechado porque o invento deles não poderia ser testado e blá blá blá, tudo desculpa para entrarem escondidos e mesmo com câmeras passarem boa parte do tempo lá e ninguém descobrir, deve ter sido a noite mais longa que esse mundo já viu. 

Olivia ou melhor Zoe vai levar um choque - gente , eu dei uma cochilada,para vocês verem como o filme é animador! - e claro que morta vai ser o motivo para o namorado louco espetar o tal treco nela e ela ressurgir do inferno. 
Mas as explicações são ainda mais ridículas, do porque dela ter sido escolhida, quando criança ela viu um incêndio e com medo nada fez podendo salvar algumas pessoas, agora o capiroto a persegue em sonhos -ou melhor pesadelos - e ela volta possuída louca para matar todos.
Ela lê mentes, flutua, amassa armários e claro, mata muitos ou melhor todos do elenco . Previsível é pouco. 
Zzzzzzz.... define.