🎬🎬🎬🎬
Título Original: Séptimo
Título no Brasil: Sétimo
País: Argentina - Espanha
Ano: 2014
Direção: Patxi Amezcua
Elenco: Ricardo Darín, Belén Rueda, Abel Dolz Doval
Nacionalidades Espanha, Argentina
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quinta-feira, 9 de julho de 2020
terça-feira, 26 de maio de 2020
Menina que vai filmes: Relatos Selvagens { spoilers]
#MaratonaRicardoDarín
⚠️⚠️⚠️
Vídeo com spoilers
⚠️⚠️⚠️
🔵Filme visto em DVD
🎬🎬🎬🎬🎬
Título Original: Relatos Salvajes
Título no Brasil: Relatos Selvagens
País: Espanha e Argentina
Ano: 2014
Gênero: Drama
Direção: Damián Szifron
Elenco: Ricardo Darín, Leonardo Sbaraglia, Darío Grandinetti, María Marull, Mónica Villa, Erika Rivas, Oscar Martínez
Duração: 2h 02 mins
Formato visto: DVD
#70
#MaratonaRicardoDarín
💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada.
Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.
domingo, 2 de fevereiro de 2020
Menina que via Filmes: No Dormirás [Crítica]
🎬🎬
Título Original: No dormirás
Título no Brasil: Ainda não foi lançado oficialmente
País: Argentina, Espanha e Uruguai
Ano: 2018
Formato visto: DVD
Direção: Gustavo Hernández
Elenco: Belén Rueda, Eva De Dominici, Natalia de Molina
Gênero: Thriller Psicológico, Terror
Idioma Original: Espanhol
#14
sábado, 10 de agosto de 2019
Menina que via Filmes: Boy Erased [Crítica com Spoilers]
🎬🎬🎬🎬🎬
Título Original: Boy Erased
Título no Brasil: Boy Erased
Data de lançamento 17 de abril de 2019 para DVD (1h 55min)
Direção: Joel Edgerton
Elenco: Lucas Hedges, Nicole Kidman, Joel Edgerton
Gênero Drama
Formato Visto: DVD
Nacionalidade EUA
#184
terça-feira, 26 de março de 2019
Menina que via Filmes: Viking: Os Pergaminhos Sagrados [Crítica]
Título Original: Viking Legacy
Título no Brasil: Viking- Os Pergaminhos Sagrados
Data de lançamento 17 de outubro de 2018 para DVD (1h 23min)
Direção: Victor Mawer
Elenco: Hollie Burrows, James Cooke, Liam Dascombe mais
Gêneros Ação, Aventura
Nacionalidade Reino Unido
por Reinaldo Barros
O título já diz tudo, teremos um longa sobre vikings e esses pergaminhos. No entanto, não é bem assim. Acho que esqueceram de escalar os atores que fariam os lendários guerreiros nórdicos e puseram apenas uns 7 gatos pingados para representarem os temíveis guerreiros de machado e escudo.
sábado, 9 de fevereiro de 2019
Menina que via Filmes: Lila & Eve - Unidas pela vingança [Crítica]
🎬🎬🎬
Título Original: Lila & Eve
Título no Brasil: Lila & Eve - Unidas pela vingança
Data de lançamento outubro 2017 para DVD (1h 37min)
Direção: Charles Stone III
Elenco: Viola Davis, Jennifer Lopez, Shea Whigham mais
Gêneros Drama, Suspense
Nacionalidade EUA
Formato visto: DVD
#44
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Menina que via Filmes: O quarto dos Esquecidos [Crítica]
Título Original: Disappointment´s Room
Título no Brasil: O quarto dos esquecidos
Ano: 2016
País: EUA
Direção: D.J. Caruso
Elenco: Kate Beckinsale, Mel Raido, Lucas Till mais
Gêneros Terror, Suspense
Formato visto: DVD
#231
por Raffa Fustagno
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Menina que via Filmes: Viúvas [Crítica]
Título Original: Viudas
Título no Brasil: Viúvas
Data de lançamento 21 de dezembro de 2012 (1h 40min)
Direção: Marcos Carnevale
Elenco: Valeria Bertuccelli, Graciela Borges, Rita Cortese , Mario José Paz
Gênero Drama
Nacionalidade Argentina
Formato assistido: DVD
#103
Título no Brasil: Viúvas
Data de lançamento 21 de dezembro de 2012 (1h 40min)
Direção: Marcos Carnevale
Elenco: Valeria Bertuccelli, Graciela Borges, Rita Cortese , Mario José Paz
Gênero Drama
Nacionalidade Argentina
Formato assistido: DVD
#103
por Raffa Fustagno
Eu sei, se você leu a sinopse ou já viu o filme e está se perguntando como eu que odeio traições gostei desse filme, a resposta é: não sei. Talvez o roteiro tenha me ganho até o final, talvez o fato de ser com a atriz argentina que mais amo possa ter influenciado.
Elena ( Graciela Borges, uma atriz muito famosa na Argentina) é uma diretora e cinema muito conhecida e bem sucedida. Casada há 30 anos com Augusto ( Mario José Paz , lembram dele em Viver a Vida de Manoel Carlos? O ator que namorou a personagem de Giovana Antonelli e que se chamava Maradona). No meio de uma gravação ela é informada pela melhor amiga que seu marido teve um infarto e está no hospital, quando as duas chegam lá há uma mulher, com lingerie e um casaco por cima desesperada com o estado de saúde dele, de acordo com os médicos foi ela quem o trouxe.
sábado, 25 de fevereiro de 2017
Menina que via Filmes: A Bela e Fera - Animação [Crítica]
Título Original: Beauty and the Beast
Título no Brasil: A Bela e Fera
Relançamento 3 de fevereiro de 2012
Data de lançamento 10 de julho de 1992 (1h 27min)
Direção: Gary Trousdale, Kirk Wise
Elenco: Paige O'Hara, Robby Benson, Jerry Orbach mais
Gêneros Animação, Família, Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto: dvd
#40assistido
#42criticado
Título no Brasil: A Bela e Fera
Relançamento 3 de fevereiro de 2012
Data de lançamento 10 de julho de 1992 (1h 27min)
Direção: Gary Trousdale, Kirk Wise
Elenco: Paige O'Hara, Robby Benson, Jerry Orbach mais
Gêneros Animação, Família, Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto: dvd
#40assistido
#42criticado
Sim, já perdi as contas de quantas vezes assisti a esse filme, mas nunca é tarde para rever o que amamos, ainda mais com mais uma adaptação pro cinema.
Alguns detalhes sempe se perdem e foi isso que quis conferir.
Nessa animação já começamos sabendo que um belo príncipe que era muito pedante se nega apesar de morar em um super castelo abirgar ou dar um cobertor a uma idosa.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Menina que via Filmes: A Rosa Púrpura do Cairo {Crítica]
Título Original: The Purple Rose of Cairo
Título no Brasil: A Rosa Púrpura do Cairo
duração:1h 25min
Direção: Woody Allen
Elenco: Mia Farrow, Jeff Daniels, Danny Aiello mais
Gênero Comédia
Nacionalidade EUA
Formato visto: DVD
#29visto #30criticado
Revi esse filme outro dia, por razões que vocês em breve saberão, mas depois de ver um filme pelo menos 5 vezes você tem uma percepção diferente, já que mudamos nem que seja um pouco com o tempo, certo?
Título no Brasil: A Rosa Púrpura do Cairo
duração:1h 25min
Direção: Woody Allen
Elenco: Mia Farrow, Jeff Daniels, Danny Aiello mais
Gênero Comédia
Nacionalidade EUA
Formato visto: DVD
#29visto #30criticado
Revi esse filme outro dia, por razões que vocês em breve saberão, mas depois de ver um filme pelo menos 5 vezes você tem uma percepção diferente, já que mudamos nem que seja um pouco com o tempo, certo?
Continuo achando o filme um dos melhores de Woody Allen, quando ele estreou nos cinemas eu tinha apenas 5 para 6 anos e claro que não fui no cinema assistir, mais tarde acho que com uns 10 anos meu pai me apresentou à Cecilia ( Mia Farrow), uma mulher sonhadora que é casada com um homem vagabundo ( Danny Aiello) que além de tirar o dinheiro dela ainda bate na moça.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Menina que via Filmes : As Virgens Suicidas [Crítica]
Título Original : The Virgins Suicide
Título no Brasil : As Virgens Suicidas
Lançamento 12 de maio de 2000 (1h36min)
Dirigido por Sofia Coppola
Com Kirsten Dunst, James Woods, Kathleen Turner mais
Gênero Drama , Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Título no Brasil : As Virgens Suicidas
Lançamento 12 de maio de 2000 (1h36min)
Dirigido por Sofia Coppola
Com Kirsten Dunst, James Woods, Kathleen Turner mais
Gênero Drama , Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Depois de ter visto Cinco Graças precisei ver esse filme. Em todas as críticas as pessoas falavam o quão maravilhoso era o filme mas muito lembrava As Virgens Suicidas . Foi assim que consegui emprestado esse dvd que está fora de catálogo. E devo informar : que filme!
Há sim algumas coisas que remetem ao filme franco-turco, mas as comparações param por aí , são histórias com pontos em comum mas com duas realidade diferentes, se em Cinco Graças as meninas sofrem pressão da sociedade para seguirem uma padrão e serem reclusas. Em As Virgens Suicidas temos 5 irmãs americanas, entre a idade de 13 e 17 anos, todas alunas da mesma escola , onde o pai delas Sr. Lisbon ( James Woods) ensina matemática e assim as controla ainda mais, para deleite de sua esposa Sra. Lisbon ( Turner) . Extremamente católicos eles acreditam que preservam as filhas as proibindo de terem contato com pessoas de sua idade inclusive meninos. O filme é narrado por um dos garotos que é vizinho delas e que tem uma paixão platônica por elas, assim como todos os outros meninos do bairro e da escola.
O primeiro ponto de atenção do filme é quando Cecilia, a filha mais nova de 13 anos tenta se matar. Preocupados os pais procuram um médico que recomenda que ela tenha mais contato com outras pessoas de sua idade, assim os pais vão liberando aos poucos a ida na casa delas...até que no meio de uma festa na casa ela consegue o que queria e se mata.
As irmãs ficam abaladas, mas os pais continuam achando que o método de repreensão é o melhor e nem quando Trip ( Josh Hartnett) se " apaixona" por Lux ( Dunst) eles aprovam que o rapaz saia com ela sozinho. O que acabam provando que quando dois querem não há como segurar.
Sem spoilers, mas já sabendo desses pontos, passemos para a avaliação. Coppola faz uma direção acertada, entramos no mundo cheio de regras das meninas, onde até discos de rock são queimados. Há claro, o perigo das decepções, que talvez exista no filme - não li o livro ainda! - para mostrar que os pais não tem como defender seus filhos das decepções.
O ponto crucial entre esse filme e o turco é que a sociedade americana não aprova o que os pais estão fazendo, exemplo disso é que o pai é demitido quando para de deixar que as filhas frequentem a escola. Para os vizinhos o que fazem com elas é um absurdo. Para os meninos mais novos ou da idade delas, elas são um mistério maior ainda e portanto, objeto de desejo.
Ao prenderem todas em casa porque Lux não volta para casa conforme combinado após o baile de formatura, já sabemos pelo título o que virá pela frente. A vontade de viver de cada uma vai diminuindo , na medida que o mundo que há lá fora não existe para elas.
Forte, mas também delicado. O filme tem atuações maravilhosas que nos deixam pensando no como as atitudes de um casal podem prejudicar - ou reduzir - a vida de suas filhas.
O primeiro ponto de atenção do filme é quando Cecilia, a filha mais nova de 13 anos tenta se matar. Preocupados os pais procuram um médico que recomenda que ela tenha mais contato com outras pessoas de sua idade, assim os pais vão liberando aos poucos a ida na casa delas...até que no meio de uma festa na casa ela consegue o que queria e se mata.
As irmãs ficam abaladas, mas os pais continuam achando que o método de repreensão é o melhor e nem quando Trip ( Josh Hartnett) se " apaixona" por Lux ( Dunst) eles aprovam que o rapaz saia com ela sozinho. O que acabam provando que quando dois querem não há como segurar.
Sem spoilers, mas já sabendo desses pontos, passemos para a avaliação. Coppola faz uma direção acertada, entramos no mundo cheio de regras das meninas, onde até discos de rock são queimados. Há claro, o perigo das decepções, que talvez exista no filme - não li o livro ainda! - para mostrar que os pais não tem como defender seus filhos das decepções.
O ponto crucial entre esse filme e o turco é que a sociedade americana não aprova o que os pais estão fazendo, exemplo disso é que o pai é demitido quando para de deixar que as filhas frequentem a escola. Para os vizinhos o que fazem com elas é um absurdo. Para os meninos mais novos ou da idade delas, elas são um mistério maior ainda e portanto, objeto de desejo.
Ao prenderem todas em casa porque Lux não volta para casa conforme combinado após o baile de formatura, já sabemos pelo título o que virá pela frente. A vontade de viver de cada uma vai diminuindo , na medida que o mundo que há lá fora não existe para elas.
Forte, mas também delicado. O filme tem atuações maravilhosas que nos deixam pensando no como as atitudes de um casal podem prejudicar - ou reduzir - a vida de suas filhas.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Menina que via Filmes : Pacto Maligno [Crítica]
Título Original : Mercy
Título no Brasil : Pacto Maligno
Baseado na obra de Stephen King
Lançamento 11 junho 2015 - Lançamento diretamente em DVD (1h19min)
Dirigido por Peter Cornwell (II)
Com Chandler Riggs, Joel Courtney, Mark Duplass mais
Gênero Terror , Suspense
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Título no Brasil : Pacto Maligno
Baseado na obra de Stephen King
Lançamento 11 junho 2015 - Lançamento diretamente em DVD (1h19min)
Dirigido por Peter Cornwell (II)
Com Chandler Riggs, Joel Courtney, Mark Duplass mais
Gênero Terror , Suspense
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Quando soube que seria lançado diretamente em dvd fiquei doida, como assim uma adaptação de um conto de King não veria na telona? Foi difícil achar uma locadora que tivesse o dvd .Baseado no conto Gramma, o filme é bom, mas um tanto quanto confuso ( não li o conto então não poderei ajudar na comparação entre um e outro) .
O filme já começa mostrando um homem metendo o machado na própria cabeça na frente da esposa. Ok, já sabemos o que virá pela frente, certo?
Encontrei em comentários muitas pessoas falando mal sobre o filme, não é para tanto, nem de longe é um dos melhores do mestre, mas prende a atenção. A tal mulher que vê o marido se matando é Mercy ( Shirley Knight) , a avó de Buddy e George, o primeiro menino é uma graça e o preferido da avó, já o segundo é uma mala. A mãe deles resolve se mudar para a casa - lógico que longe de tudo e todos - da avó depois que essa fica doente e passa a não dizer coisa com coisa. Por amar a avó Buddy entende, seu irmão não. Há também o típico vizinho de infância que não se casou com a mãe dos meninos mas que a ama até hoje, papel de Dylan McDermott. Parece que ele está lá mais para enfeitar o filme mesmo.
A avó passa a agir estranhamente, como se estivesse possuída, atira objetos, fala palavras que ninguém entende...e como em tudo de terror o fato surpresa fica por conta do motivo dela estar agindo assim : ela tem um segredo, algo que fez no passado para realizar um grande desejo e agora está sofrendo as consequências. O problema é que o filme é confuso nas explicações, os sustos aparecem muitas vezes mas o roteiro nem sempre segura um longa de terror como deveria. Há também uma das melhores personagens, uma amiga imaginária - ou seria um fantasma? - que aparece somente para Buddy que já entendeu que ele é especial de alguma forma por vê-la.
A avó assusta bastante, vi muita gente comentando que ela era o melhor do filme, eu já acho que é o garoto ( Joel Courtney) , ele trabalha bem como o neto assustado que faz tudo por amor para tentar salvar a avó que ama, até mesmo enfrentar seus medos.
Já a mãe o irmão e todos os demais são meros figurantes que nem precisavam estar no filme.
Vale a pena pelos sustos, mas não é um grande filme de terror, tenho minhas dúvidas se foi fiel a algo que King tenha de fato escrito.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015
A Menina no Altar : Vestida Para Casar [Crítica]
Título Original : 27 Dresses
Título no Brasil : Vestida Para Casar
Dirigido por Anne Fletcher
Com Katherine Heigl, Edward Burns, James Marsden mais
Gênero Comédia
Nacionalidade EUA
Formato Visto : DVD
Ano : 2008
Para quem começou a acompanhar o blog agora, uma explicação de porque a coluna não é Menina que via Filmes. Como esse ano me caso, desde que estou nos preparativos, todos os filmes que estou vendo do gênero eu coloquei na TAG de A Menina no Altar! Esse é o motivo para eu estar fazendo minha maratona particular de filmes com o tema!
E por favor, se lembrarem de algum filme ainda não falado aqui no blog , me indiquem!
O filme em questão é de 2008 e eu sei que é o queridinho de muitas amigas, eu particularmente adoro a atriz mas acabei só assistindo o em agosto ( eu sei, demorei para fazer a postagem!).
Jane ( Katherine Heighl, fofa como sempre) é especialista em casamentos, mas nunca se casou. Dias de semana ela é faz tudo de um chefe pelo qual ela é completamente apaixonada , George ( Edward Burns) , mas nunca teve coragem de se declarar, por mais que esteja na cara que ela é louca por ele. Nos finais de semana se dedica a ser não somente cerimonialista mas dama dos casamentos - nos EUA a tradição não é colocar crianças mas sim amigas adultas da noiva todas com o mesmo vestido entrando com ela seja na igreja ou em outro local - que vão desde um casamento católico até um casamento budista, Jane faz de tudo para ver as noivas felizes e com isso ela também se sente realizada.
A loucura é tanta que ela as vezes participa de dois casamentos no mesmo dia e ainda leva sua melhor amiga Casey ( Judy Greer) para lhe ajudar. Diferente da amiga que cada hora arruma um ficante diferente, ela nunca gosta de ninguém pois ainda tem esperanças com George.
Um belo dia no casamento de uma de suas clientes ela conhece Kevin ( James Marsden) , um jornalista especialista em casamentos que a convence a dar uma entrevista sobre sua vida de ter sido diferentes damas em 27 casamentos ( daí o nome original de 27 vestidos). O que acontece da matéria para frente deixo para vocês recordarem ou verem o filme. Mas o que me irritou muito foi a irmã dela Tess ( Malin Akerman) .
O idiota do George vai gostar logo da irmã errada e a coitada da protagonista sofre muito, na verdade, a gente não sabe para quem torcer nesse filme.
No final acabei gostando do desfecho e me emocionando - coisa de noiva, ok? - e recomendando esse filme a todos :)
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Menina que via Filmes : Se Enlouquecer, Não Se Apaixone [Crítica]
Título Original : It´s Kind Of A Funny Story
Título no Brasil : Se Enlouquecer Não se Apaixone
Baseado na obra de Ned Vizzini
Dirigido por Ryan Fleck, Anna Boden
Com Keir Gilchrist, Zach Galifianakis, Emma Roberts mais
Gênero Comédia dramática , Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto : dvd
Ano : 2010
Título no Brasil : Se Enlouquecer Não se Apaixone
Baseado na obra de Ned Vizzini
Dirigido por Ryan Fleck, Anna Boden
Com Keir Gilchrist, Zach Galifianakis, Emma Roberts mais
Gênero Comédia dramática , Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto : dvd
Ano : 2010
Sabe aquele filme que você deveria ter assistido há muitos anos e sabe-se lá porque só foi assistir hoje? Pois é, não há explicação plausível para eu só ter pego no dvd essa semana quando o ganhei de aniversário em 2012! Se enlouquecer, Não se Apaixone é aquele filme sensacional sobre estar deprimido ou sobre ser depressivo, sim, acreditem, há diferença!
Craig ( Keir Gilchrist) é um adolescente de 16 anos que tem muita vontade de se matar, os motivos, ele mesmo parece duvidar . Pode ser porque sua irmã é a garota mais fofa e nerd que existe e seus pais são muito legais com ele e isso irrita, pode ser porque ele seja completamente apaixonado pela namorada de seu melhor amigo ( interpretada por Zoe Kravitz) ou também pode ser porque ele ache que os pais não o entendem e fazem as perguntas erradas o deixando muito estressado, e quando isso acontece ele vomita muito.
Prestes a terminar o ensino médio, com uma mãe amorosa e um pai que lhe dá atenção quando pode já que trabalha muito, Craig se sente muito mal por ter uma vontade imensa de se jogar da ponte. É em uma dessas noites desesperadoras de dizer adeus ao mundo que ele entra em um hospital e fala para a recepcionista que quer se matar, como quem pede um bilhete do cinema a senhora pede que ele preencha uma ficha e ele aguarda ser atendido.
Ao médico ele vai contar o como se sente mal, a princípio o especialista vai achar que são coisas da idade e libera-lo, mas um pedido de ajuda do próprio Craig de que o dê algo forte para passar a sensação de vazio o faz decidir interna-lo.
No segundo andar do hospital há uma ala psiquiátrica onde ele vai ter os amigos que nunca pensou ter.
Falando assim o filme pode não parecer tão importante quanto realmente o é, mas como citei acima há uma diferença imensa entre estar deprimido e entre ser depressivo. O deprimido é momentâneo . Não há qualquer vontade mais forte do que o próprio indivíduo para acabar com a própria vida. O depressivo age como Craig, tem alguma fobia a comida - ele vomita toda hora - e sente uma vontade incontrolável de se matar, o que ele quase o faz algumas vezes.
Na companhia de Bobby ( Zach Galifianakis) , um homem que sente falta da filha de 8 anos mas que nunca revela porque está internado, ele vai fazer amizades e se relacionar com pessoas que não tem uma família estruturada como a dele. Bobby lhe lembra o tempo todo que gostaria muito de ter o que ele tem e isso faz de certa forma com que Craig reveja seus conceitos sobre as pessoas que o cercam.
Como a psiquiatra Minerva ( a sempre ótima Viola Davis) lhe dando conselhos de como superar seus problemas, o local se torna uma forma do adolescente aprender a dar valor e a conhecer um outro mundo, bem distante do seu.
Há personagens que fazem a diferença como Noelle ( Emma Roberts) , ao mesmo tempo que ela carrega marcas de tentativas de dar fim à vida, ela tem um carinho com ele que impressiona desde que eles começam a se falar. A gente fica torcendo para os dois ficarem juntos e não curti muito o título em português, mesmo enlouquecendo se apaixonar é sempre uma delícia e ajuda muito em qualquer tratamento.
Envolto nos problemas alheios, Craig acaba esquecendo os seus e olha que é apenas uma semana que ele passa na companhia dessas pessoas, entendo que o autor quis focar que a cura aos depressivos não vem de uma hora para outra, como viciados, temos recaídas, mas a felicidade de novas amizades , de um amor e uma nova meta para a vida ( a de Craig é ir para faculdade) o faz esquecer completamente a vontade de se matar para viver ao lado de quem ele ama e o ama momentos que o fazem feliz.
Não há romantismo exagerado do depressivo e de quem tem problemas mentais, e isso é ótimo, porque ali os que precisavam de mais tempo para a melhora ou de acompanhamento para sempre de especialistas não tem alta, mas os que tem sabem que o tempo que passaram ali aprenderam muito, e a frase de Craig para o espectador de que não se sente curado é a mais pura verdade. Ele pode voltar a ter a doença se a menina terminar com ele, senão passar na faculdade...mas os dias tem e devem ser vividos.
O filme é baseado no livro de Ned Vizzini , o autor sempre foi depressivo, tirou sua vida em 2013 e escreveu poucos livros. Seu melhor amigo fez uma bonita homenagem que vocês podem conferir aqui
Ned pulou do telhado da casa de seus pais em Dezembro daquele ano, próximo ao Natal , deixando esposa e um filho muito pequeno, ele tinha apenas 32 anos! O autor baseou-se em suas experiências com a depressão para escrever o livro que encantou tanta gente que acabou virando o filme que adorei.
É triste saber que Ned não venceu a luta contra a depressão, no filme há um jogo entre a personagem de Emma Roberts e outros internados de falarem nomes de famosos que se mataram, o assunto morte é constante para quem sofre com a doença.
Não pensem que o filme tem uma mensagem triste como a da história do autor, é um alerta somente, um jeito de chamar atenção para a questão que ele o fez brilhantemente.
As atuações em sintonia também ajudam esse filme a ser o sucesso que foi. Assistam. Vale muito a pena!
domingo, 19 de abril de 2015
Menina que via Filmes : O Método - O que você faria? [Crítica]
Título Original : El Método
Título no Brasil: O Método - o que você faria?
Dirigido por Marcelo Pineyro
Com Eduardo Noriega, Najwa Nimri, Eduard Fernàndez mais
Gênero Suspense
Nacionalidade Espanha , Itália , Argentina
Duração : 1h 55 min
ano : 2005
Formato visto : dvd
Título no Brasil: O Método - o que você faria?
Dirigido por Marcelo Pineyro
Com Eduardo Noriega, Najwa Nimri, Eduard Fernàndez mais
Gênero Suspense
Nacionalidade Espanha , Itália , Argentina
Duração : 1h 55 min
ano : 2005
Formato visto : dvd
Você certamente já participou de um processo seletivo, certo? A sensação que temos não é das melhores, muitas das vezes quando achamos que fomos muito bem nas entrevistas nunca mais nos chamam para nada. Aí ficamos com aquela dúvida, de o que será mesmo que fizemos de errado? Trabalho hoje em dia com RH ( Recursos Humanos) mas não faço parte de recrutamento. Tenho um certo trauma de dinâmicas, de entrevistas seguidas, daquela apreensão que ficamos pela resposta se conseguimos o emprego ou não.
É aproveitando a crise da Espanha, da alta taxa de desempregos, da incerteza de todo um país acostumado com não saber o que é recessão que o filme se passa, gravado em 2005 o filme poderia ser rodado em São Paulo, nesse exato momento que estamos vivendo. Filas de seguro desemprego, país em crise...estamos vendo o filme e talvez por esse motivo a história tenha me encantado tanto.
O filme começa mostrando alguns dos candidatos se arrumando para irem na entrevista de emprego. No mesmo dia há protestos por toda Madri pela onda de desempregos e pela política externa do FMI. Ao chegarem no local uma secretária esquisita lhes pede que preencham pela enésima vez uma ficha que todos eles já haviam preenchido, acompanhamos um deles que entra na sala quando outros cinco já estão por lá, sentados cada um na frente de um computador eles se analisam e aceitam colocar mais uma vez as mesmas informações no formulário. Carlos ( Eduardo Noriega) reconhece uma ex namorada e com ela trava um flerte enquanto os demais olham. Um último candidato chega por último e se recusa a preencher mais uma vez informações que já havia passado. Começam aí as cenas que nos impressionam , de como o ser humano é mesquinho. Há , claro, uma caga em jogo, onde todos os presentes devem lutar por ela. Não se fala em momento algum o valor do salário em questão mas o espectador imagina que seja alto já que todos os sete são executivos.
Eles não sabem exatamente o que será o trabalho, e colocá-los em uma mesma sala em um método bizarro parece mais jogos vorazes do que qualquer outro filme.
Não, não há mortes, mas ali se vota por aquele que se quer excluir, as palavras são duras, um candidato que está sendo um herói do nada na próxima pode ser eliminado, de acordo com a secretária há psicólogos vendo as filmagens, quando se é excluído o computador apaga.
Sabemos que um deles é um impostor já trabalha para empresa, não entendemos muito porque lutam tanto por algo que mal sabem o que e como será caso passem. Há poucas informações sobre o trabalho,há muitas intrigas por todos os lados e nos vemos relembrando situações de trabalho onde muitos vão recordar daquela colega que amava passar a perna para você se dar mal.
Sobram olhares e maldades, falta amor ao próximo. Ali é matar ou morrer, a desculpa é a de que está difícil conseguir um bom emprego, então se acabou de sacanear um coleguinha somos dignos de perdão.
Cruel, realista e atual, " El Método" é muito brasileiro, se colocassem atores daqui poderia se passar no Centro da Cidade.
O diretor faz pensarmos em como somos egoístas e em como métodos para se contratar nem sempre são os mais corretos. Na telona ganham ares de vilões da Disney, e o final é digno de aplausos, vejam.
domingo, 5 de abril de 2015
Menina que via Filmes ; A Grande Virada [Crítica]
Título Original : The Company Men
Título no Brasil : A Grande Virada
Dirigido por John Wells
Com Tommy Lee Jones, Ben Affleck, Chris Cooper mais
Gênero Drama
Nacionalidade Reino Unido , EUA
Formato Visto : DVD
Ano : 2010
Duração : 1h 49 min
Título no Brasil : A Grande Virada
Dirigido por John Wells
Com Tommy Lee Jones, Ben Affleck, Chris Cooper mais
Gênero Drama
Nacionalidade Reino Unido , EUA
Formato Visto : DVD
Ano : 2010
Duração : 1h 49 min
Certamente quem acompanha o blog deve ter visto que ando vendo filmes e lido sobre o tema : demissão. Por trabalhar em RH e com a atual situação de nosso país me informei a respeito em outras países e o que tenho visto é que países como EUA tem tido crises seguidas mas para nós só passa o lado do " sonho americano!".
A Grande Virada é um filme que merecia estar em todos os cinemas, mas não me lembro dele passando em nenhum, certamente foi mais um daqueles lançados diretamente em dvd.
Bobby Walker ( Ben Affleck, ótimo como sempre) é um gerente de vendas de uma grande empresa estaleira, tem uma casa linda, um Porsche na garagem e seu assunto pela manhã são as tacadas de golfe sensacionais que deu. Em mais um dia de escritório ele chega empolgado e sai contando a todos sobre sua jogada, mal percebe que por lá o clima é de enterro. Sally ( Maria Bello) é a pessoa do RH responsável por avisar a todos sobre os cortes, dura tarefa, e ela o faz quase que chorando. Bobby não vê outra alternativa senão voltar para casa e contar a sua esposa que é temporário, mas o que ele não imagina é que arrumar outro emprego seja algo bem complicado e que possa levar meses , ou quem sabe anos.
Ao mesmo tempo conhecemos a história de Gene, um dos diretores da empresa, com mais de 30 anos de casa, sem dívidas, com uma esposa que vive um mundo a parte e amante de Sally que é bem mais nova que ele. Gene é o diretor de coração bom, faz de tudo para que não ocorram mais cortes e briga para que seu melhor amigo Phil ( Chris Cooper) continue na empresa. O que ele não poderia imaginar é que os acionistas lhe demitiriam também. Por mais que a situação de Gene seja confortável, não é confortante para ele saber que seu melhor amigo está muito mal com a demissão.
Phil sai todos os dias para trabalhar não tendo trabalho, isso porque sua ( ridícula) esposa não quer que os vizinhos saibam que ele não tem mais emprego. Na busca por outra posição aos 60 anos ele encontra preconceitos e uma lista de posições nas quais há sempre um motivo dado pelo empregador para não contratá-lo, enquanto isso sua filha exige uma viagem de formatura para Itália.
O que acontece nos EUA e que no Brasil não possuímos , é que a empresa que demite os coloca em um centro de realocação no mercado, os fazendo ter aulas de como preencher melhor seu currículo e com mesas para que liguem diretamente para oportunidades divulgadas.
No meio de todo esse caos, a empresa manda mais pessoas embora, Phil opta pelo caminho mais fácil - ou não- e Bobby perde tudo que tinha : do carro a casa.
O diretor opta por nos mostrar que a virada pode demorar muito a vir, Bobby até mesmo aceita trabalhar com o cunhado Jack ( Costner) que odeia em uma construção porque não vê outra alternativa para sustentar sua família.
O filme é todo bom e realista mas peca no final e no nome dado em português, quem espera finais felizes vai se decepcionar.
terça-feira, 31 de março de 2015
Menina que via Filmes : Amor Sem Escalas [Crítica]
Título Original : Up in The Air
Título no Brasil : Amor Sem Escalas
Dirigido por Jason Reitman
Com George Clooney, Anna Kendrick, Jason Bateman mais
Gênero Comédia , Drama
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Ano : 2009
Título no Brasil : Amor Sem Escalas
Dirigido por Jason Reitman
Com George Clooney, Anna Kendrick, Jason Bateman mais
Gênero Comédia , Drama
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Ano : 2009
Já se imaginou mandando pessoas embora? Bem, na vida real não tem nenhuma graça, ok que é a empresa, que pode ser a pessoa que não se adaptou a firma, etc Não importa, a verdade é que não é fácil, a não ser que você tenha um coração de pedra e uma certa admiração em fazer o mal. Já pensou que quem é de Recursos Humanos muitas vezes tem a ingrata tarefa? Pode ser aquele senhor que está há anos na firma e que certamente não encontrará outro emprego ou aquela mulher que é excelente mas o chefe prefere contratar outra pessoa e sua função pode ser a de como muitos chamam " Fechar o caixão". Triste, não?
A profissão de Ryan Bingham ( George Clooney, estupendo no papel! ) é demitir pessoas. Ele viaja noventa e cinco por cento de um ano por todos os Estados Unidos demitindo homens e mulheres cujo seus chefes acham que não é necessário passarem pela dor de cabeça de verem quem foi demitido chorando ou se perguntando porque mesmo se ele fazia tudo certo?
Ryan acaba se tornando uma pessoa fria, solteirão que não acredita no amor e que espera somente a próxima chamada para voar a algum lugar e demitir mais algumas pessoas. O bizarro é que eles nunca o viram, e ele vai ficar marcado na vida dessas pessoas por anos. A frieza dele com a vida é tanta que ele mal vê suas irmãs e ao voar ama acumular milhas somente para ganhar um cartão que raras pessoas tem, mas não pensa como muitos onde passar férias com as milhagens que irá ganhar. Nem Ryan percebe o quão deprimente ele é.
As coisa mudam na empresa dele quando entra em sua companhia, Natalie ( Anna kendrick) . Ela é uma recém formada que teve apoio do chefe de Ryan para mudar todas a estrutura da empresa mandando embora as pessoas agora por videoconferência , sem que assim sejam gastos dólares com viagens e hospedagens em hotéis caros , ou seja, é destruir todo um mundo que Ryan já conhece há anos e que pode ameaçar seu emprego. Claro que ele se opõe a aceitar o novo método mas seu chefe ( interpretado por Jason Bateman, ótimo dessa vez em um papel longe da comédia) o obriga a viajar com Natalie ensinando a o como funciona o que fazem.
Os dois travam então uma amizade que mostra o lado de cada um com sua qualidades e defeitos.
Há também uma mulher que fará Ryan repensar sobre relacionamentos, Alex ( Vera Farmiga) é uma executiva que viaja tanto quanto ele e que ao se conhecerem iniciam um relacionamento sem perspectivas mas que vai alegrar a vida fria de ambos.
Amor Sem Escalas poderia ser só mais um filme, mas não o é , é quase como uma biografia, com diferenças é claro, porque obviamente que no Brasil as coisas não são iguais como no filme - ainda não conheço uma firma que somente demita as pessoas- mas para quem trabalha com recursos humanos e faz parte de demissões pode ser ver no personagem de Clooney e lamentar por dois motivos : mandar pessoas embora é complicado e nada bacana, fazer parte do processo te faz pensar que um dia podem fazer o mesmo procedimento com você , e não, não é nada legal. Sensacional esse filme.
sábado, 21 de março de 2015
A Menina no Altar : Licença para Casar [Crítica]
Título Original : License to Wed
Título no Brasil : Licença Para Casar
Dirigido por Ken Kwapis
Com Robin Williams, Mandy Moore, John Krasinski mais
Gênero Comédia , Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Duração : 1h 31 min
Ano : 2007
Título no Brasil : Licença Para Casar
Dirigido por Ken Kwapis
Com Robin Williams, Mandy Moore, John Krasinski mais
Gênero Comédia , Romance
Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Duração : 1h 31 min
Ano : 2007
Para quem não sabe, a Igreja Católica exige que se faça um curso de noivos para que se possa casar em uma de suas filiais. Aqui no Brasil o Curso dura um dia inteiro, os noivos após assistirem a palestras ministradas por padres e outros membros da igreja recebem um certificado onde estão aptos a casarem.
Pois bem, Ben ( John Krasinski ) e Sadie ( Mandy Moore) se amam, já vivem juntos e decidem subir ao altar. Como é comédia as cenas por si só já são hilárias, por exemplo o pedido é feito durante o aniversário de casamento dos pais de Sadie , o que já vemos que é uma família bem metida na vida do casal, o pai parece não gostar muito do momento escolhido por Ben e é ali que ele fica sabendo que terá que casar na igreja St Agustine onde toda sua família casou e passarem no curso de noivos do reverendo Frank ( Robin Williams, sensacional!) .
Seria ok, se o reverendo não tivesse como maior meta separar os casais que ele implica, o que é o caso de Jon e Sadie. Ele adora a menina mas acha que ele não é para ela e com um ajudante criança - que age como adulto o tempo todo e mais parece o brinquedo assassino Chucky- ele informa que seu curso tem que ser seguido a risca. Isso inclui não fazer sexo até o casamento e outras milhares de regras de enlouquecer qualquer casal.
Ben não pode nem imaginar o que vem pela frente, Sadie parece anestesiada com o padre e acredita em tudo que ele fala, aceitando fazer parte das aulas mais bizarras possíveis, como em um delas eles tem que brigar o que obviamente faz com que o casal comece a se odiar.
A graça do filme está em exatamente nos depararmos em um padre com atitudes pouco ortodoxas, ele coloca uma escuta na casa dos noivos para saber se realmente não estão fazendo sexo.
Algumas coisas, claro, são exageradas, mas entendo que o façam para ter graça , ri muito e achei mais uma vez um apena um astro como Robin Williams ter nos abandonado.
Quando os dois por exemplo tem que cuidar de um casal de bonecos para provarem que podem ser pais eu não consegui parar de rir, para piorar o melhor amigo de Ben ainda pede para ele tomar conta do filho dele, resultado: o casal fazendo lista de presentes em uma loja com 2 bonecos chorando - bizarros!- e uma criança que não parava quieta , quem é mãe vai se identificar.
Sadie e Ben tem direito a separação e reconciliação como pede as comédias românticas do gênero e a cena final é lindinha. Vale muito a pena assistir.
terça-feira, 10 de março de 2015
A Menina no Altar : O Melhor Amigo da Noiva [Crítica]
Título Original : Made Of Honor
Título no Brasil : O Melhor Amigo da Noiva
Dirigido por Paul Weiland
Com Patrick Dempsey, Michelle Monaghan, Sydney Pollack mais
Gênero Comédia , Romance
Nacionalidade EUA , Reino Unido
Formato visto : DVD
Ano > 2008
Título no Brasil : O Melhor Amigo da Noiva
Dirigido por Paul Weiland
Com Patrick Dempsey, Michelle Monaghan, Sydney Pollack mais
Gênero Comédia , Romance
Nacionalidade EUA , Reino Unido
Formato visto : DVD
Ano > 2008
Como já havia avisado verei MUITOS filmes sobre o tema casamento - por motivos óbvios - separei alguns no Netflix e comprei outros, espero que gostem dos que escolhi e claro, se tiverem dicas de filmes com o tema ( ou sobre o tema) coloquem o nome aqui embaixo, vou amar procurar e contar o que achei para vocês!
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Não precisa de muito para me fazer ver um filme que tenha Patrick Dempsey no elenco. Lindo como sempre ele encanta até o filme do Pelé. Já havia ouvido muita gente falando bem desse filme e finalmente consegui assistir. Vamos ao que achei.
Tom ( Dempsey) é aquele babacão da faculdade, pega todas as meninas mas não quer nada sério com nenhuma, em uma festa no campus ele está fantasiado de Bill Clinton - para quem não lembra , o ex presidente americano que traiu a esposa com a estagiária - e entra por engano no quarto de Hannah ( Michelle Monaghan). Estudiosa e tendo horror de caras como Tom, ela o afugenta ainda mais jogando perfume no rosto dele, o garanhão na verdade tinha um encontro com a roommate dela.
Os dois acabam se tornando muito amigos, e na NY de vida adulta ela ouve atenciosamente as conquistas do amigo que dorme com todas as mulheres que encontra e conta em detalhes para ela o como tem regras para fugir de possíveis segundo encontros.
O que os amigos tentam alertá-lo é que essa vida não é para sempre, e a fofa Hannah já tem 30 anos e vai ser sua amiga para vida toda, vai encontrar alguém que a ame e ele vai ficar chupando dedo.
Bom, é óbvio que é exatamente isso que acontece. Com um péssimo exemplo do pai casando pela sexta vez com moças mais novas que o filho, Tom não dá ouvidos até Hannah avisar que vai para Escócia um tempo e ele sentir muita falta da companhia dela.
O que já sabemos pela capa e título é que ela vai encontrar a cara metade na Escócia e em um ato surreal de desespero ela resolve casar com o moço em apenas 15 dias. Gente, quem casa em 15 dias com alguém que acabou de conhecer? Ela alega que o conhece bem, mas mal consegue fazer votos do casamento por não saber o como ele é de verdade.
O pior é quando chamam Tom para " madrinha",e de acordo com os filmes americanos a tal Madrinha de Honra é a responsável por organizar tudo , até chá de panela. Praticamente uma cerimonialista. Seria bom se o Brasil se inspirasse, até agora nos meus preparativos só tive ajuda de Deus. #HelloMadrinhas
Mas voltando ao filme, a bizarrice não para por ali, eles resolvem se casar na Escócia já que o futuro marido Colin é um duque, e a intenção de Tom aceitando é fazê-la enxergar que o certo é ficar com ele.
O final é previsível, mas há cenas fofas e que rendem ótimas risadas. E depois casar com Patrick Dempsey é muito amor. Quem já viu esse filme fofo?
quarta-feira, 4 de março de 2015
Menina que via Filmes : As pontes de Madison [Crítica]
Título Original: The Bridges of Madison County
Título no Brasil : As Pontes de Madison
Dirigido por Clint Eastwood
Com Meryl Streep, Clint Eastwood, Annie Corley
Gênero Drama , Romance
Nacionalidade EUA
Duração : 2h 15 min
Ano : 1995
Censura : 12 anos
Título no Brasil : As Pontes de Madison
Dirigido por Clint Eastwood
Com Meryl Streep, Clint Eastwood, Annie Corley
Gênero Drama , Romance
Nacionalidade EUA
Duração : 2h 15 min
Ano : 1995
Censura : 12 anos
Para quem sabe que sou fã de Meryl Streep e de Clint Eastwood, certamente se assustará ao saber que somente agora assisti a esse filme. Lançado em 1995 e um sucesso de bilheteria, As Pontes de Madison me arrancou tantas lágrimas que não consegui dormir sem pensar no filme. E sim, existia uma razão para não tê-lo visto até hoje, minha mãe desde que assistiu me disse que o filme se tratava de traição , como odeio o tema, ela achou que eu odiaria a história.
Nem eu sei dizer a vocês o porque, pela primeira vez, uma traição de 4 dias mexeu tanto comigo, achando as história linda e a aceitando.
Francesca ( Meryl Streep, na época indicada ao Oscar de Melhor Atriz pela atuação) é uma italiana de meia idade que vive em uma cidade pequena com o marido e seu casal de filhos adolescentes. A vida dela se resume a cozinhar, lavar, passar e cuidar da plantação que tem ao redor da casa. O relacionamento com o marido já não é carnal há muitos anos, os dois se respeitam e só isso, na verdade o marido aparece muito pouco durante as mais de duas horas de filme.
As Pontes de Madison começa com os dois filhos já adultos indo encontrar o advogado para lerem juntos o testamento de Francesca, enquanto olham a casa que viveram o advogado lhes informa que ela quer ser cremada , para espanto da família católica que tem até jazigo perpétuo, tudo parece não vir da mãe que conheceram até que encontram um caixa com cartas e diários, onde ela escreve para os filhos uma realidade que exceto para melhor amiga nunca teve coragem de contar a ninguém, mas achou que após sua morte seus filhos deveriam conhecer.
Francesca conheceu quando eles eram muito jovens - com 16 e 17 anos - um fotógrafo chamado Robert ( Clint Eastwood) que estava a trabalho na cidade para conhecer e fotografar a ponte de Madison. Ao se perder ele pede ajuda a dona de casa que o leva até o local que quer mas começa a partir daí uma troca de olhares e convites para jantar que terminam em uma paixão avassaladora.
O marido e os filhos tinham ido passar 5 dias fora em uma exposição o que é exatamente o tempo em que Francesca tem de romance com Robert. Ele, um homem acostumado ater diferentes mulheres e a rodar o mundo se vê encantado com a dona de casa de corpo grande e jeito interiorano e que até então só havia se deitado com seu marido na vida.
Os quatro dias em que vivem juntos dentro da casa não fazem com que o espectador lembre que ela é casada, eles dormem juntos, comem, fazem juras de amor, mas sabem que não é eterno. Robert entende que Francesca não é dele.
Em atuações sensacionais de dois mitos do cinema, o filme poderia ser mais um em que eu odiasse o quesito ser traído, mas o diretor, o próprio Eastwood, nos envolve na atmosfera dos dois onde o amor que vivem não parece ser errado, afinal, como o personagem mesmo informa : " Essa certeza a gente só tem uma vez na vida"
São tantas frases lindas, tantos olhares apaixonados que não nos resta outra opção, senão a de torcer pelo casal...e querer que o tal marido que um dia vai voltar arrume outra mulher que o ame da mesma forma.
Mas o que acontece no final, é o esperado, Francesca opta pela família, por acreditar que aquele amor não duraria passando das portas daquela casa, e a cena do carro com a chuva é de cortar o coração. A gente torce para que ela saia do carro e fique com ele, mas ao mesmo tempo pensa do coitado do marido que é bom para ela e não merece sofrer assim.
Lindo, épico e único. Entrou para lista dos melhores .
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