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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

[Resenha] Lady Lauren

Título Original: Lady Lauren
Autora: A. J Ventura
Editora : Publicação Independente
Formato lido: Kindle
Número de págs: 175
*Livro enviado em parceria com a autora, leitura e resenha feita pela colunista Bianca Silveira 








Quem é que não gostaria de conhecer sua autora favorita? Melhor ainda, quem é que não gostaria de passar um fim de semana em uma convenção com sua musa literária e ainda ter a oportunidade de conversar com ela? É nesse contexto que se passa a história do livro Lady Lauren. Lauren e suas amigas, Yasmin, Daphne e Anne, viajam juntas para uma convenção de livros de época que contará com a presença de Judith Quinn (Acho que no caso aqui qualquer semelhança não é mera coincidência). Além de Quinn a convenção contará com a presença de Pablo, o modelo exclusivo dos livros da autora por quem Lauren é apaixonada. Lady Lauren é o primeiro livro da série Single Ladies e cada livro contará o que se passou com cada uma das amigas durante a convenção.

terça-feira, 26 de junho de 2018

DESOBEDIÊNCIA I CRÍTICA I COM SPOILERS



Título Original: Disobedience Título no Brasil: Desobediência Data de lançamento 21 de junho de 2018 (1h 54min) Direção: Sebastián Lelio Elenco: Rachel Weisz, Rachel McAdams, Alessandro Nivola mais Gêneros Drama, Romance Nacionalidade EUA
#104
por Raffa Fustagno

segunda-feira, 12 de março de 2018

Menina que via Filmes: Encalhados [Crítica]

Título Original: Laggies
Título no Brasil: Encalhados
Data de lançamento 19 de março de 2015 para DVD (1h 41min)
Direção: Lynn Shelton
Elenco: Keira Knightley, Chloë Grace Moretz, Sam Rockwell mais
Gêneros Comédia , Romance

Nacionalidade EUA
Formato visto: Netflix
#21




por Raffa Fustagno

Antes que estranhem a nota que dei a esse filme, vou me defender, eu AMO os 3 atores, apesar do roteiro não ser uma obra prima, o filme diverte, e amo filmes leves sobre relacionamentos, quem não ama?
Dito isso, também devo informar que vi o filme com minhas primas de 8 e 11 anos, e só depois fui ver que a classificação indicativa era de 14 anos, mas para os tempos atuais  o filme nem tem nada tão inapropriado.

sábado, 11 de março de 2017

[Resenha] Sissi: A Imperatriz Solitária @gutenberg_ed


























Título Original: Sissi - Empress on Her Own
Título no Brasil: Sissi - A imperatriz Solitária
Autora: Allison Pataki
Editora Gutenberg
Número de págs: 410
#37


Não sabia nada dessa história, mas vamos à ela. Na Europa do século XIX  existia o domínio da família Hasburgo, seus membros estavam sentados nos tronos de quase todo o continenente europeu - poder puro, né?- e obviamente que a influência da família era absurda. Deles a mais famosa e comentada foi a imperatriz Elisabeth que era da Aústria. Casou-se aos 15 anos com o imperador Franz Joseph que era chefe do Império Austro-Húngaro. 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Menina que via Filmes : A Incrível História da Adaline [Crítica]

Título Original : The Age of Adaline
Título no Brasil : A Incrível História de Adaline
Dirigido por Lee Toland Krieger
Com Blake Lively, Michiel Huisman, Harrison Ford mais
Gênero Romance , Fantasia , Drama

Nacionalidade EUA
Ano : 2015


















O melhor de assistir a um filme desses é sair do cinema satisfeita por cada centavo pago. Para mim que acompanho Blake Lively ( a Adaline do título) , foi uma grata surpresa descobrir o como ela cresceu como atriz. Sim, poderia ter sido melhor ainda com atrizes que tem mais experiência, mas a moça não faz feio.
Adaline tem exatos 104 anos, mas tem carinha de menos de 30. Como pode isso? Um belo dia ela sofreu um acidente, ela já era mãe e viúva e ao acordar do mesmo viu que nunca mais envelheceu um ano sequer. As pessoas que conhecem a ela e sua filha começam a reparar que há algo de estranho, os guardas a param e pedem identidade e se espantam com a idade do documento achando que ela roubou de outra pessoa. Chega  a hora de fugir de tudo e todos, e Adaline se especializa nisso, é como se por todas as vezes ela sentisse que de 10 em 10 anos precisa mudar de local, sua filha passa a viver a vida dela e Adaline trabalha e manda dinheiro para ela. 

Para muitos a vida eterna, seria como dizer que ela foi abençoada , quem nunca quer envelhecer, certo? Mas o filme leva para o lado da maldição, não é fácil viver para sempre. Ver sua filha envelhecendo, seus amores morrendo e você fadada a juventude, há uma doçura na voz da personagem de quem já viveu demais e já viu tudo que poderia imaginar, por não querer mais magoar os homens ela foge deles como o diabo da cruz.
E é em um dos empregos que ela conhece Ellis ( Michiel Huisman), um milionário que ama doar livros raros para a biblioteca que Adaline trabalha, claro que o óbvio acontece e ele se apaixona por ela que tenta fugir mais uma vez. É no pedido da filha já com uns 80 anos ( a sensacional Ellen Burstyn) que ela se toca que não pode passar o resto da vida fugindo . E então resolve se entregar para esse amor.
O que vem pela frente se contar é spoiler e quer muito que todos assistam esse filme lindo. Basta informar que Harrison Ford entra na história como o pai de Ellis e ele guarda um segredo que vai mudar todo o rumo da história. Incrível como a entrada de um grande ator com um papel fundamental pode agregar tanta coisa a uma trama.

Achei fantástico, tanta a história - ok, surreal, mas linda mesmo assim - como o desfecho apresentado. Esqueça o que poderia ser ou não realidade, o locutor até tenta explicar que o que fez Adaline ficar jovem para sempre só será descoberto em 2035, não ligo, é mentira sim, mas ainda assim uma história deliciosa sobre o amor. 



quarta-feira, 1 de abril de 2015

Resenha : Melhor que Chocolate @UnicaEditora

Título Original : The Chocolat Thief
Título no Brasil : Melhor que Chocolate
Autora : Laura Florand
Editora Única
Número de págs : 284







Paris , chocolate e romance. A autora sabe exatamente o que a maioria das mulheres pensa ao ouvir essas três palavras, ainda mais quando juntas. Cade Corey é uma sonhadora, herdeira da fábrica de chocolates que leva seu nome e foi fundada por seu avô, ela agora está a frente dos negócios. Americana, solteira e simples, ela nunca achou nada demais o chocolate criado por sua família, com a barra vendida a centavos em qualquer banca de jornal poderia ser uma ofensa para um honrado chocolatier francês.
Sulvain Marques é o típico francês bem sucedido, ele tem fama, e muito amor próprio, o encontro desses dois se dará porque Corey cisma com a ideia citada acima, quer ter uma linha " gourmetizada" e viaja para França somente para colocar seu plano em ação. Emcantada com o chocolate de Sulvain, ela tem certeza que a proposta de engordar a conta bancária dele fazendo o chocolate ser distribuído em todos os Estados Unidos a um preço popular é irrecusável. Mas Corey definitivamente não conhece o chocolatier. 
Ele não só não é nada simpático com ela como também fala mal do produto que sua família vende há anos. Mas a moça é persistente, já havia alugado um apartamento bem próximo da Chocolateria e resolve invadir a loja a noite para descobrir os segredos na fórmula daquele chocolate arrebatador.
Não tem como não atacar uns cinco bombons - ainda mais época de Páscoa - lendo um livro desses, minha dieta sofreu um pequeno deslize.
O que vai acontecer? Bom, claro que esses dois vão formar um casal romântico e quando se encaixam as falas são de livros da Sylvia Day ( ok, talvez um pouco mais leve) e vão fazer o leitor suspirar querendo pegar o primeiro voo e encontrar a pessoa amada em Paris. Corey passa por algo tipo " Comer, rezar e amar" , sendo que a reza fica por conta dos quilos a mais que deve ter ganho vendo chocolate todos os dias ( eu estaria imensa!).

No final fica uma história fofa, apaixonados uni-vos :) e leiam esse livro .

quinta-feira, 12 de março de 2015

Menina que via Filmes : Simplesmente Acontece [Crítica]

Título Original : Love, Rosie
Título no Brasil : Simplesmente Acontece
Dirigido por Christian Ditter
Com Lily Collins, Sam Claflin, Christian Cooke mais
Gênero Comédia , Romance

Nacionalidade Reino Unido , Alemanha
Baseado no livro de Cecelia Ahern






















Me odiei por não ter conseguido ter o livro de Cecelia Ahern antes do filme passar nos cinemas. Mas como os filmes as vezes ficam uma semana em cartaz corri para o cinema mais próxima.
Rosie ( Lilly Collins, fofa como sempre) é uma adolescente britânica que vemos flashbacks dela desde criança brincando com seu melhor amigo Alex ( Sam Clafin). O clichê acontece mas porque julgar se é isso que amamos? Eles são amigos desde pequenos , quando estão livres e desimpedidos não se permitem demonstrar esse amor, então como se não sentissem nada um pelo outro eles se empurram para outras pessoas. É assim no baile de formatura deles, onde Alex vai com Bethany e onde Rosie vai ter sua primeira vez com Greg. 
Entre músicas lindas e sofrimento teen, a gente acompanha o nervosismo de Rosie quando na primeira vez o preservativo fica preso dentro dela. O resultado? Gravidez.
Algumas coisas são surreais, mas como não li o livro, vamos julgar o filme, os melhores amigos se separam, ele sem saber que ela está grávida vai ser médico em Harvard. Ela consegue por 9 meses esconder a gravidez dele mesmo com todos os meios que se tem para saber algo hoje em dia.
Com a vida de mãe ela não se permite mais sonhar, acaba trabalhando como camareira em um hotel local ( seu pai é porteiro de um grande hotel e ela jura a si mesmo que um dia vai ter um só dela) . Ele? Está bem rico, mora em um super apartamento os EUA e tem uma namorada americana insuportável que depois vira sua esposa. 
Entre muitas idas e vindas - não do casal se pegando porque eles não tem NADA durante o filme todo,e isso cansa - os dois casam, divorciam, tem filhos, mas não juntos. 
O jeito de Lilly contagia e Sam é uma graça, a gente fica torcendo pelo casal o tempo inteiro, mas como uma novela mexicana eles só se entendem pouco antes do final  e não me digam que é spoiler porque já sabemos que era isso que ia acontecer ( nenhum dos dois morre , isso não é Nicholas Sparks pessoal!).
Quem leu o livro lançado no Brasil pela Novo Conceito diz que mudaram muita coisa, não tenho conhecimento de causa, mas a história de Cecelia ainda não superou minha favorita : P.S Eu Te Amo. Mesmo assim, é fofo, assistam. 

terça-feira, 10 de março de 2015

A Menina no Altar : O Melhor Amigo da Noiva [Crítica]

Título Original : Made Of Honor
Título no Brasil : O Melhor Amigo da Noiva
Dirigido por Paul Weiland
Com Patrick Dempsey, Michelle Monaghan, Sydney Pollack mais
Gênero Comédia , Romance

Nacionalidade EUA , Reino Unido
Formato visto : DVD
Ano > 2008










Como já havia avisado verei MUITOS filmes sobre o tema casamento - por motivos óbvios - separei alguns no Netflix e comprei outros, espero que gostem dos que escolhi e claro, se tiverem dicas de filmes com o tema ( ou sobre o tema) coloquem o nome aqui embaixo, vou amar procurar e contar o que achei para vocês!

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Não precisa de muito para me fazer ver um filme que tenha Patrick Dempsey no elenco. Lindo como sempre ele encanta até o filme do Pelé. Já havia ouvido muita gente falando bem desse filme e finalmente consegui assistir. Vamos ao que achei.
Tom ( Dempsey) é aquele babacão da faculdade, pega todas as meninas mas não quer nada sério com nenhuma, em uma festa no campus ele está fantasiado de Bill Clinton - para quem não lembra , o ex presidente americano que traiu a esposa com a estagiária - e entra por engano no quarto de Hannah ( Michelle Monaghan). Estudiosa e tendo horror de caras como Tom, ela o afugenta ainda mais jogando perfume no rosto dele, o garanhão na verdade tinha um encontro com a roommate dela.

Os dois acabam se tornando muito amigos, e na NY de vida adulta ela ouve atenciosamente as conquistas do amigo que dorme com todas as mulheres que encontra e conta em detalhes para ela o como tem regras para fugir de possíveis segundo encontros.
O que os amigos tentam alertá-lo é que essa vida não é para sempre, e a fofa Hannah já tem 30 anos e vai ser sua amiga para vida toda, vai encontrar alguém que a ame e ele vai ficar chupando dedo.
Bom, é óbvio que é exatamente isso que acontece. Com um péssimo exemplo do pai casando pela sexta vez com moças mais novas que o filho, Tom não dá ouvidos até Hannah avisar que vai para Escócia um tempo e ele sentir muita falta da companhia dela.
O que já sabemos pela capa e título é que ela vai encontrar a cara metade na Escócia e em um ato surreal de desespero ela resolve casar com o moço em apenas 15 dias. Gente, quem casa em 15 dias com alguém que acabou de conhecer? Ela alega que o conhece bem, mas mal consegue fazer votos do casamento por não saber o como ele é de verdade.
O pior é quando chamam Tom para " madrinha",e de acordo com os filmes americanos a tal Madrinha de Honra é a responsável por organizar tudo , até chá de panela. Praticamente uma cerimonialista. Seria bom se o Brasil se inspirasse, até agora nos meus preparativos só tive ajuda de Deus. #HelloMadrinhas
Mas voltando ao filme, a bizarrice não para por ali, eles resolvem se casar na Escócia já que o futuro marido Colin é um duque, e a intenção de Tom aceitando é fazê-la enxergar que o certo é ficar com ele.
O final é previsível, mas há cenas fofas e que rendem ótimas risadas. E depois casar com Patrick Dempsey é muito amor. Quem já viu esse filme fofo?


quarta-feira, 4 de março de 2015

Menina que via Filmes : As pontes de Madison [Crítica]

Título Original: The Bridges of Madison County 
Título no Brasil : As Pontes de Madison
Dirigido por Clint Eastwood
Com Meryl Streep, Clint Eastwood, Annie Corley 
Gênero Drama , Romance

Nacionalidade EUA
Duração : 2h 15 min
Ano : 1995
Censura : 12 anos







Para quem sabe que sou fã de Meryl Streep e de Clint Eastwood, certamente se assustará ao saber que somente agora assisti a esse filme. Lançado em 1995 e um sucesso de bilheteria, As Pontes de Madison me arrancou tantas lágrimas que não consegui dormir sem pensar no filme. E sim, existia uma razão para não tê-lo visto até hoje, minha mãe desde que assistiu me disse que o filme se tratava de traição , como odeio o tema, ela achou que eu odiaria a história.
Nem eu sei dizer a vocês o porque, pela primeira vez, uma traição de 4 dias mexeu tanto comigo, achando as história linda e a aceitando.
Francesca ( Meryl Streep, na época indicada ao Oscar de Melhor Atriz pela atuação) é uma italiana de meia idade que vive em uma cidade pequena com o marido e seu casal de filhos adolescentes. A vida dela se resume a cozinhar, lavar, passar e cuidar da plantação que tem ao redor da casa. O relacionamento com o marido já não é carnal há muitos anos, os dois se respeitam e só isso, na verdade o marido aparece muito pouco durante as mais de duas horas de filme.

As Pontes de Madison começa com os dois filhos já adultos indo encontrar o advogado para lerem juntos o testamento de Francesca, enquanto olham a casa que viveram o advogado lhes informa que ela quer ser cremada , para espanto da família católica que tem até jazigo perpétuo, tudo parece não vir da mãe que conheceram até que encontram um caixa com cartas e diários, onde ela escreve para os filhos uma realidade que exceto para melhor amiga nunca teve coragem de contar a ninguém, mas achou que após sua morte seus filhos deveriam conhecer.
Francesca conheceu quando eles eram muito jovens - com 16 e 17 anos - um fotógrafo chamado Robert ( Clint Eastwood) que estava a trabalho na cidade para conhecer e fotografar a ponte de Madison. Ao se perder ele pede ajuda a dona de casa que o leva até o local que quer mas começa a partir daí uma troca de olhares e convites para jantar que terminam em uma paixão avassaladora.
O marido e os filhos tinham ido passar 5 dias fora em uma exposição o que é exatamente o tempo em que Francesca tem de romance com Robert. Ele, um homem acostumado  ater diferentes mulheres e a rodar o mundo se vê encantado com a dona de casa de corpo grande e jeito interiorano e que até então só havia se deitado com seu marido na vida.

Os quatro dias em que vivem juntos dentro da casa não fazem com que  o espectador lembre que ela é casada, eles dormem juntos, comem, fazem juras de amor, mas sabem que não é eterno. Robert entende que Francesca não é dele.
Em atuações sensacionais de dois mitos do cinema, o filme poderia ser mais um em que eu odiasse o quesito ser traído, mas o diretor, o próprio Eastwood, nos envolve na atmosfera dos dois onde o amor que vivem não parece ser errado, afinal, como o personagem mesmo informa : " Essa certeza a gente só tem uma vez na vida"
São tantas frases lindas, tantos olhares apaixonados que não nos resta outra opção, senão a de torcer pelo casal...e querer que o tal marido que um dia vai voltar arrume outra mulher que o ame da mesma forma.
Mas o que acontece no final, é o esperado, Francesca opta pela família, por acreditar que aquele amor não duraria passando das portas daquela casa, e a cena do carro com a chuva é de cortar o coração. A gente torce para que ela saia do carro e fique com ele, mas ao mesmo tempo pensa do coitado do marido que é bom para ela e não merece sofrer assim.
Lindo, épico e único. Entrou para lista dos melhores . 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

[Resenha] Devoção @UnicaEditora

Título Original: Surrender your love 
Título no Brasil: Devoção
Autora : J.C Reed
Editora Única
Número de págs: 282











Finalmente li Devoção e apesar da capa parecer livro erótico, achei ele muito mais puxado para o romântico. Brooke é uma corretora de imóveis de 23 anos, mesmo não estando 100 por cento satisfeita com seu emprego atual ela topa ir a um jantar com um importante cliente do local que trabalha . Ao chegar se depara com um homem bem mais jovem do que imaginava e que de um jeito sedutor avisa que o dono que viria não pôde mais estar presente. Entre uma bebida e outra ela acaba acordando dentro de sua própria casa do lado do bonitão que ela apelida de Sr. Estranho, já que não sabe o nome dele. E fica com muita raiva de sua amiga Sylvie por não tê-la impedido de ir se deitar com o gato misterioso.
O que vemos em seguida pode até ser mais do mesmo, mas tem lá sua graça e fiquei muito interessada em ler a continuação. A mesmice acontece quando obviamente  o Sr. Estranho é o dono da agência, ele obriga a firma antiga dela a demiti-la para ele a contratar, e claro que o milionário - porque eles são sempre muito ricos, pobre ninguém quer!- a leva para uma viagem dos sonhos no primeiro dia de trabalho!
Mais do mesmo? Temos mais coisas...ela assina com contrato com ele de sexo com consentimento Já viram isso? Sim! E ela tem um trauma mal resolvido, bem, por aí você pode até achar que não curti o livro , mas no final o resultado foi positivo.
Primeiro porque o hot nem é tão hot, então se você curte romance, pode ler. Depois porque o mistério dela é até convincente e a surpresa do final salvam o livro de um final previsível. Brooke e Jett combinam, mas as vezes faltou a autora no início não se inspirar tanto em outros livros. O legal do livro é exatamente o não tão comum, o motivo dele tê-la contratado e o rompimento que fazem com que o leitor queira ter o livro dois do lado!

Vale a pena ler, mas preciso realmente do segundo. 

terça-feira, 8 de abril de 2014

[Resenha] Uma Carta de Amor da @editoraarqueiro

Título Original: Message in a Bottle
Título no Brasil : Uma carta de amor
Autor : Nicholas Sparks
Editora : Arqueiro
Número de págs : 278








Apesar do livro ter sido escrito em 1998 somente agora ele foi traduzido e lançado no Brasil. " Uma carta de amor" é um dos livros mais bacanas de Sparks, mas não é meu favorito. Ainda assim é difícil não levar um susto com o final, não se sentir com aquele medo digno das histórias dele de que algo de ruim vai acontecer com alguém que gostamos.
Nesse livro conhecemos Theresa , ela tem 36 anos , se separou do marido que a traía e tem um filho de 12 anos, como toda mulher que se sente solteirona depois de um tempo casada, ela foge um pouco do sexo oposto, não aceita bem os elogios e vive achando que focar no trabalho e no filho é o que merece fazer. Ainda que fale com o ex ela não suporta lembrar do tempo que passou com ele sendo enganada.
Cansada de muita coisa ela topa tirar férias, longe da redação ela resolve ir para Cape Cod, onde ao fazer seu cooper matinal se depara com uma garrafa , aliás o título original se chama " Uma mensagem na garrafa", que eu particularmente não entendo porque mudaram, mas entendam que não foi agora, em 99 lançaram um filme baseado no livro e esse foi o nome dado, o filme trazia Kevin Costner e Robin Wright nos papéis principais. Voltando a tal garrafa, dentro dela nossa protagonista encontra uma mensagem, de um homem chamado Garrett para uma mulher que parece ter partido ou morrido chamada Catherine. Obcecada com a mensagem ela publica a mesma no jornal e logo encontra o autor da mesma,não que ele tenha visto, mas alguém a informa de quem se trata e que escreveu a tal carta que por sinal tem outras espalhadas.
Claro que  " vai rolar um sentimento" entre Theresa e o apaixonado homen da garrafa, mas como tudo na vida, a história não será somente flores e Theresa vai aprender que o melhor é sempre dizer  a verdade e que ocultar também é uma forma de mentir.

Com imensas cartas escritas na medida certa para os românticos, um casal em busca do amor depois de diferentes decepções com a vida e um final a lá Sparks enchendo os olhos da gente de água, o livro é lindo! Sugiro lerem o livro e depois verem o filme ;) 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Menina que via filmes : Um conto do destino [ Crítica]

Título Original : Winter´s tale
Título no Brasil : Um conto do destino
Baseado no livro de Mark Helprin
Direção : Akiva Goldsman
Elenco : Colin Farrell, Jessica Brown Findlay, Russel Crowe, Will Smith, William Hurt, Jennifer Connelly
Ano : 2014
Gênero : fantasia, romance
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura  12 anos
Duração : 1h 58 min




Esta história fantástica, baseada em um romance literário, se desenvolve tanto na Manhattan dos dias atuais quanto no século XIX. Durante um inverno rigoroso, Peter Lake (Colin Farrell), um mecânico irlandês, decide roubar uma imensa mansão, fechada como uma fortaleza. Ele tem certeza que a casa está vazia, mas acaba encontrando uma garota (Jessica Brown Findlay) no interior. Quando ele descobre que ela está prestes a morrer, nasce uma história de amor entre os dois.




Você vê um livro sendo escolhido pelo NY Times como um dos 22 melhores romances já escritos, depois assiste o trailer do filme que é adaptado dessa história e vê que o elenco tem nada menos que Colin Farrell, Russel Crowe, Will Smith e William Hurt. O que você pensa? Que o filme é maravilhoso, certo?
Eu estava encantada com a história, Peter Lake ( interpretado por Colin Farrell) é um ladrão que vive fugindo de Pearly ( Russel Crowe, encarnando o Capiroto literalmente), um trabalhava para o outro, até que ele cisma que tem que matar Peter. No meio de uma das fugas ele encontra um cavalo branco que salta mais do que o normal, e o ajuda a fugir, ele logo vai descobrir que o cavalo é tipo o Ventania da She-ra e voa muito. Bizarro? Sim.
Entre uma escapada e outra, o cavalo vai fazer ele entrar em uma mansão, tentando assaltar o cofre da mesma Peter vai ouvir o som de uma pessoa tocando piano, ao conferir descobre que é a linda mas prestes a bater as botas Beverly ( Jessica Brown Findlay) , ela tem tuberculose e conta a ele que tem os dias contados. Ele mesmo se impressiona em o como a moça não sente medo dele e logo rolam olhares e os dois se apaixonam loucamente. Não sei se no livro é assim, mas achei bem exagerado o modo como ele sabe que ela é a paixão da vida dele, bom, voltamos ao filme.
Ela está de malas prontas para uma casa de campo de seu pai que é milionário Isaac ( William Hurt em uma ponta de luxo!) , lógico que Peter vai atrás desesperado, ao mesmo tempo que rolam coisas estranhas de se acreditar, como o fato do pai milionário aceitar um cara órfão que assume que é ladrão mas que é apaixonado por sua filha, o ainda mais estranho é Crowe mudar de cara ficando como o Capiroto e ir visitar Will Smith em um subterrâneo onde Smith é o próprio coisa ruim. Outra ponta mal aproveitada, o papel dele é bobo e a atuação de ambos atores deixa a desejar .
Por outro lado quando o amor de Beverly e Peter começa a ficar interessante nos deparamos com um final infeliz e aí pula para o presente onde descobriremos que tanto Colin quanto Russel tem a mesma cara, não envelhecem porque na verdade não são bem humanos...
E o romance? Fica um pouco em segundo plano e entra uma história de outras vidas de que pode se encontrar o amor e blá blá blá.
Filme chatinho e sonolento, ah sim, Matt Bomer é outro que faz o pai de Colin na primeira fase que é obrigada a abandona o filho porque está doente...nada justifica um elenco tão bom, um filme tão fantasioso e tão sem noção que vi pelo menos  3 pessoas cochilando no cinema!
A linda e talentosa Jennifer Connelly aparece na segunda fase...o papel dela? Não posso estragar contando spoiler..vejam e me digam se concordam que o filme é um desperdício de talentos.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Menina que via filmes: Questão de Tempo [ Crítica]

Título Original : About time
Título no Brasil. Questão de tempo
Direção : Richard Curtis
Elenco: Domnhall Gleeson, Rachel McAdams, Bill Nighy
Ano: 2013
Gênero : Romance,Drama
País : Reino Unido
Idioma : Inglês
censura : 12 anos
Duração : 2h 3min






Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.

 Pouco divulgado esse filme teria passado despercebido por mim se não tivesse no elenco a Meg Ryan da nova geração : Rachel McAdams. Parece que a atriz nasceu para os papéis românticos e é perfeita como par do mais lindo ao mais feio ator que lhe colocarem para atuar.
Mas não é somente Rachel quem brilha nesse filme que pode lembrar outro que ela fez chamado "Te amarei para sempre" com Eric Bana. O roteiro do ótimo Richard Curtis - basta lembrar que ele fez " Simplesmente amor" e " Quatro casamentos e um funeral" - nos prende a atenção não somente por focar no amor entre um rapaz e uma moça mas pelo amor entre pai e filho nos fazerem esquecer do casal para se sobrepor em um lindo filme que mais uma vez prova que a vida é feita de escolhas por mais que tenha uma mão aqui ou lá do destino.
O ator principal eu ainda não conhecia, de nome um pouco estranho Domnhall Gleeson faz Tim, o protagonista que descobre através de seu pai no dia que completa 21 anos que pode viajar no tempo, na verdade pode voltar ao passado.Como pai dele temos o ótimo Bill Nighy - um dos último papéis dele que amei foi no filme " O exótico hotel de Marigold" - na medida certa entre mostrar ao filho que nem tudo são flores em se voltar ao passado e que algumas coisas ele não poderá mudar.
As melhores cenas são dos dois juntos, por mais que o pôster foque no romance e que o motivo de Tim se animar tanto com a revelação seja para que isso o ajude a conseguir a noiva que tanto quer, os diálogos e o amor entre pai e filho são lindos.
Há cenas em que certamente vai rolar um Kleenex na sala de exibição , ou em sua casa, se você optar por ver no dvd. 
Ah sim, para quem ainda está em dúvida em assistir, vale lembrar que o roteirista e diretor é também o responsável pelo grande sucesso  "Um lugar chamado Notting Hill", fica realmente difícil achar esse filme desinteressante quando em alguma parte sabemos que você vai se identificar, seja no romance , seja na paixão por sua família, afinal Tim também tem um amor pela irmã lindo de se ver.
Pena que esse filme tenha sido tão pouco divulgado, vi muita gente não sabendo que ele estava em cartaz e vi somente uma vez seu trailer antes de vê-lo na telona.
 Se você gosta de um belo romance com algumas pitadas de drama, assista. " Questão de tempo" é para vibrar, se emocionar e no final sair da sala de exibição acreditando no amor, em todos os sentidos que ele possa existir em nossas vidas. Lindo, do início ao fim!

Vejam o trailer abaixo: