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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Menina que via filmes: Depois a Louca sou eu

 


📙Para comprar o Livro Depois a louca sou eu: https://amzn.to/3syAF23 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Depois a Louca sou eu Baseado na Obra de Tati Bernardi País: Brasil Ano da filmagem: 2019 Lançamento: 25 de fevereiro de 2021 Diretora: Julia Rezende Roteiro: Tati Bernardi (original), Gustavo Lipsztein (adaptação) Elenco: Duda Batista, Yara de Novaes, Débora Falabella gênero: Drama, comédia Duração: 1h26mins Classificação: 16 anos.
#65 SINOPSE: Jovem, intensa e autêntica, Dani só queria levar uma vida normal. Mas, desde criança, vive em descompasso com seu mundo. Enquanto encanta a todos com o talento que a torna uma brilhante escritora, ela tenta de todas as formas controlar seus medos e constantes crises de ansiedade. 🧡Filme visto em cabine on-line à convite da assessoria de imprensa

sexta-feira, 22 de maio de 2020

[Resenha] Você nunca mais vai ficar sozinha


📗Para comprar seu exemplar na Amazon: https://amzn.to/2A44j95 📗Título Original: Você nunca mais vai ficar sozinha Autora: Tati Bernardi Capa comum: 144 páginas Editora: Companhia das Letras; Edição: 1 (12 de maio de 2020) Idioma: Português ISBN-10: 8535933417 ISBN-13: 978-8535933413
#33 💚Ebook recebido em parceria com a Companhia das Letras

domingo, 24 de abril de 2016

Menina que ia ao Teatro: Meu Passado me Condena [Crítica]
















Título Original: Meu Passado me Condena
Elenco:Fábio Porchat e Miá Mello
Texto Tati Bernardi
Direção Inez Viana
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 - Loja 346 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22451-040 - Telefone: (21) 2540-6004
Temporada: De 8 de Janeiro a 31 de Julho de 2016
 Horários:Sextas e Sábados às 21h, Domingos às 20h 
Ingressos:R$ 100,00 (inteira)


Sinopse:
O casal Miá e Fábio está de volta em Meu Passado Me Condena – A Peça, versão para os palcos da história que foi sucesso nas telas da TV e do cinema. Miá (Miá Mello) e Fábio (Fábio Porchat) se conhecem na fila do banheiro de uma festa e um mês depois se casam. “A peça se passa antes do filme e do seriado. Fábio e Miá chegam em casa depois da festa de casamento e começam a discutir a relação”, explica Porchat. Assim, depois que chegam ao novo apartamento, o casal até tenta entrar no clima para a noite de núpcias, mas o apartamento pequeno, os presentes que não agradam, as duas famílias e – pior! – o fato de não saberem nada sobre o passado um do outro começa a interferir na lua-de-mel. Será que o amor sobrevive a essa noite? O texto, divertido e inspirado, é de Tati Bernardi, que também assinou os roteiros da série e do filme homônimos, ambos produzidos por Mariza Leão e dirigidos por Julia Rezende. A série teve duas temporadas exibidas pelo canal Multishow, e a terceira já está em fase de produção. Meu Passado Me Condena - O Filme, foi a segunda maior bilheteria nacional de 2013, ultrapassando três milhões de expectadores.




















Confesso que não levei fé nessa peça. Sim, eu tinha visto o filme e rido muito, mas achei que a fórmula estava gasta, para minha felicidade me enganei. Como presente de aniversário para minha mãe comprei ingressos para família toda e foi incrível.
A peça começa com o casal de atores - que tem o mesmo nome no roteiro - entrando e cumprimentando o público, vestidos de noivos eles já fazem os atrasados se sentirem envergonhados ao ajudarem os a encontrar os assentos.
Passado o tempo inteiro em um mesmo cenário a peça não precisa de luxo para acontecer e é notório o como o excelente Fábio Porchat tem química com Miá. Parece que foi ontem - mas foi em 2007 - que Fábio fazia uma participação especial na peça Comédia em Pé no mesmo local, naquele tempo um desconhecido e hoje o carro chefe da mesma. Merecido, é dele grande parte das risadas que se ouve na plateia.
Recém casados, eles chegam na casa de uma peça só e resolvem abrir os presentes antes de partirem para lua de mel na Europa, e é aí que começam os inúmeros acertos da autora Tati Bernardi, as dores e delícias de ser um casal, estão todas lá. As sogras, as tias que dão presentes inúteis, os ex namorados, as dúvidas se realmente fizeram a opção correta de juntarem as escovas de dentes....as falas e improvisos são tão perfeitos que os risos do espectador abafam o som das próximas falas...sim, são muitos risos, para sair da sala com o maxilar dolorido.
Se tiverem a oportunidade, assistam. Alegra qualquer um. 



segunda-feira, 28 de março de 2016

[Resenha] Depois a Louca, sou eu @cialetras

Título: Depois A Louca Sou Eu
Autor: Tati Bernardi
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1
Ano: 2015
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 144 páginas
ISBN: 978-85-3592-657-6






Quando comecei  a ler o livro de Tati Bernardi, confesso que me bateu uma deprê. O que era para ser um livro divertido, acredito que essa fosse a intenção da autora que é conhecida por livros de humor, na verdade soou como um deja vú em muitos dos casos. Tati sempre sofreu de suas ânsias, síndromes e depressões sendo tratadas com remédios. Se por um lado a autora tem todo um jeito puxado para o riso de falar de nossas dores de delicias, por outro, eu entendo que quem já tenha sofrido algo parecido – como é o meu caso- pode correr o risco de não achar muita graça.
Tati nos envolve em um mundo de manias, de crises de síndrome de pânico, de vícios em remédios tarja preta, de momentos onde para quem nunca sentiu algo parecido podem encarar como frescura mas quem conhece os sintomas de perto, irá se identificar com a autora, e é aí que eu não entendo como rir da própria desgraça.
Um exemplo é quando ela faz de tudo para ser expulsa de um avião, mas a aeromoça vê que ela está mentindo e a mantem no voo mesmo assim. Por conhecimento próprio, sei que síndrome do pânico não é algo simples e é muito difícil de pessoas de fora dos eu ciclo entenderem, eu arrisco dizer que na minha vida inteira somente meu marido, meus pais e minha tia entenderam o como ser depressiva não é fácil e como encarar um mundo onde as pessoas não entendem que é doença sim e precisamos de apoio, não é fácil. 
Lembro quando tive pela primeira vez e definitivamente é a pior coisa do mundo, como explicar ao mundo que você não consegue sentar no meio de duas pessoas? Seja no cinema ou no teatro?
Ou que no avião você entende o porquê as pessoas tem tanto medo, e nem se recorda de quando não sentia medo algum e passava o voo dormindo. Quanto aos tarja preta, você se sente melhor de saber que aquele aperto constante no peito some se ele é ingerido no café da manhã. Parece tão simples, funciona tão bem. 
Uma grande diferença entre o que senti e o que Tati sentiu é que ela era mais “ escandalosa” no que sentia. E eu conseguia ser mais comedida, eu sentia vergonha de ter aquilo. Queria me esconder, queria sair dali e me tornar invisível.

O que Tati escreve é tão real, é tão “ conheço isso” que me assustou, de certa forma entendo que seu jeito fazem diferença no meio de tanta loucura, é aquela velha história de rir da própria desgraça. Eu certamente não encarei com tanto bom humor o que passei ( a última vez que tive o ataque de pânico já tem quase 2 anos) mas entendo que cada um tenha um jeito de encarar seus monstros, Tati escolheu dividi-los e fazer graça deles.