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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Menina que via Filmes: Os Farofeiros [Crítica]

Título Original: Os farofeiros 
Data de lançamento 8 de março de 2018
Direção: Roberto Santucci
Elenco: Maurício Manfrini, Cacau Protásio, Danielle Winits
Gênero Comédia
Nacionalidade Brasil











por Bianca Silveira

Final de ano, todos comemorando, feriado prolongado, época perfeita para viajar e sair da rotina. Alexandre, um pai de família, está trabalhando enquanto todos comemoram na firma. Sua chefe chega para informar que ele será promovido mas que precisa manter isso em segredo e ainda precisa escolher um colega para demitir. Sua esposa Renata liga para avisar que precisam arrumar outro lugar para viajar já que não poderão mais ir para Búzios e não quer de jeito nenhum passar o feriado em casa. Mas como arrumar uma casa para alugar bem na véspera do feriado?  Alexandre recorre então ao seu colega Lima (Maurício Manfrini mais conhecido pelo Paulinho Gogó) que ofereceu uma vaga em uma casa que ele garantiu ser maravilhosa e perto de Búzios.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Menina que Via Filmes : Vai que Cola - o Filme [Crítica]

Título Original : Vai que Cola - O filme
Dirigido por César Rodrigues
Com Paulo Gustavo, Marcus Majella, Catarina Abdalla mais
Gênero Comédia

Nacionalidade Brasil





























Por incrível que pareça nunca vi o seriado no qual o filme é baseado. Muita gente me indicou a ver o filme porque adoro Paulo Gustavo e claro que eu iria logo na primeira semana porque sou fã do cara mesmo.
De certa forma achei o filme bom mas falho em muitos momentos. Valdomiro ( Paulo Gustavo ) é um milionário dono de uma empresa de engenharia quando é usado como laranja para crimes de seu sócio Andrada ( Márcio Kieling, nem sabia que esse cara ainda era ator , lembro dele em novelas teens) . Da cobertura no Leblon ele vai morar no Méier sem nada, é acolhido por Dona Jô ( Catarina Abdalla, sempre fantástica atuando) em sua pensão mas tem horror de tudo e todos do lugar. Para sobreviver entrega as quentinhas dela e é aí que começa o humor lotado de preconceitos do filme.
Sempre lembro que Miguel Falabella em suas peças e diversos papéis debochou da Tijuca por anos. Nunca morei na Tijuca mas Falabella também não, quando escrevia seus roteiros o fazia de uma super apartamento em Copacabana, bairro que moro.

Por esse motivo não sei se veria com tanta graça as piadas como se o Méier fosse um inferno e o Leblon o paraíso. Paulo Gustavo também não mora no bairro, e as esquetes metendo o malho nele são seguidas. O humor e o preconceito andam lado a lado, longe de mim ser politicamente correta mas acho difícil moradores do bairro acharem graça nessas partes. É quando brasileiro fala mal do Brasil e a gente se junta com conhecimento de causa para falar também. Mas aí chega um estrangeiro e você se ofende dele falar mal do seu país, e se pergunta porque ele não volta pro dele?
Ok, passado isso, temos um elenco de apoio, e dele somente alguns se destacam. Ferdinando ( Marcus Majella) faz um gay exagerado mas que arranca risos do público sempre que aparece. Terezinha ( Cacau Protásio) faz piada de seus quilos a mais, suas roupas são embaladas a vácuo e ela é muito espalhafatosa. Também temos Fiorella no papel de Velna, acho que ela entrou no filme só para enfeitar, seu papel nada acrescenta mas a menina é linda demais e passa o filme todo de biquíni , talvez aí esteja mo motivo.
Para completar temos Jéssica ( Samantha Schmutz) como a filha de Dona Jô , uma piriguete que trai o namorado Máicol ( Emiliano D´ávila) toda hora e sonha ficar famosa pegando o Kleber Toledo (que faz participação especial como ele mesmo!) . 
Esse circo dos horrores é todo levado para o Leblon quando a pensão é interditada pela defesa civil. Como em um bloco de Carnaval eles se mudam para o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro não deixando ninguém não perceber suas presenças. 

A trama é fraca e arranca risos somente quando Paulo Gustavo aparece, ainda bem que ele é o principal! Porque ele volta para o Leblon? Porque o tal ex sócio aparece e daí para frente nada faz muito sentido, ainda mais a presença de Wilson ( Fernando Caruso) no filme, ele não tem nenhuma graça e para piorar tem o pior final que um roteirista poderia ter escrito.
Há também Oscar Magrini como o síndico machão e Werner Schunemman como o vizinho que vai se apaixonar pela Dona Jô. Mais previsível impossível, certo?
Eu tiraria uns 3 personagens e aumentaria o tempo dos mais engraçados na tela. Filme médio.