sábado, 19 de setembro de 2026

Era Uma Vez Minha 1ª Vez

 


Título Original: Era Uma Vez Minha 1ª Vez

País: Brasil

Ano: 2026

Elenco: Letícia Braga, Duda Matte, Castorine 

Nota: 3,5/5,0

País Brasil


Eu sempre gostei de filmes adolescentes que conseguem falar sobre aquela fase da vida em que parece que todo mundo está esperando que você descubra quem é, o que quer e, principalmente, qual deveria ser o seu “próximo passo”. Por isso, achei interessante a proposta de "Era Uma Vez Minha 1ª Vez", adaptação do livro de Thalita Rebouças. 


A história acompanha quatro amigas que estão chegando ao fim da escola e decidem fazer um pacto para perder a virgindade antes da formatura. A premissa pode parecer aquela típica comédia adolescente sobre a “primeira vez”, mas o filme tenta ir um pouco além disso. E acho que essa é justamente uma das coisas que mais gostei na história: a ideia de mostrar que não existe uma idade certa ou um momento obrigatório para viver determinadas experiências.



Teresa, Patty, Clara e Tuca são amigas muito diferentes entre si, e cada uma acaba lidando de uma maneira com a pressão de estar vivendo essa fase. No começo, elas parecem muito determinadas a cumprir o pacto, mas, conforme as coisas começam a não sair exatamente como planejado, fica claro que cada uma tem seus próprios medos, inseguranças e desejos. E, para mim, é aí que o filme encontra seu lado mais interessante.

A Maravilhosa Árvore Encantada


Título no Brasil: A Maravilhosa Árvore Encantada

Título Original: The Magic Faraway Tree

Ano: 2026

Direção: Ben Gregor

Roteiro: Simon Farnaby

Elenco: Andrew Garfield, Claire Foy, Nonso Anozie 

Nota: 3,5


Eu sempre gosto quando um filme infantil consegue conversar também com os adultos que estão assistindo. "A Maravilhosa Árvore Encantada" parte de uma ideia bastante simples, mas que faz muito sentido nos dias de hoje: o que acontece quando uma família decide deixar para trás a vida cercada de tecnologia e tenta recuperar um pouco daquela infância que parece cada vez mais distante?


Na história, Polly e Tim são pais de três crianças e vivem em Londres. Depois de Polly deixar o emprego como engenheira em uma grande empresa de tecnologia, a família decide abandonar a cidade grande e começar uma nova vida no interior da Inglaterra. O plano é realizar um sonho antigo e produzir molhos de tomate a partir de uma receita da família.

sábado, 29 de agosto de 2026

Muito Prazer [Crítica]

 


Título no Brasil: Muito Prazer

Ano: 2026

Direção: Jorge Furtado

Roteiro: Jorge Furtado

Elenco: Luisa Arraes, Daniel de Oliveira, Samantha Jones

Nota: 3,5/5,0

Por Amanda Gomes

Acho que a melhor forma de começar essa crítica é dizendo que o filme é exatamente o que eu esperava: estranho, engraçado e um pouquinho absurdo.

A história acompanha Rubem, um motorista de aplicativo que herda um motel que acreditava estar abandonado. Quando chega ao local, ele descobre que Grace, uma antiga funcionária, está vivendo ali. Os dois acabam se tornando parceiros na tentativa de reabrir o Motel Pérola e encontrar uma forma de fazer o negócio dar certo.

Até que surge uma ideia que, olhando de fora, parece completamente absurda. Filmar os hóspedes escondido e vender os vídeos na internet. É aí que entra Nalva, uma vendedora de câmeras que acaba se tornando parte do plano e, consequentemente, do trio que conduz boa parte da história.

E eu preciso dizer: Samantha Jones foi uma das minhas maiores surpresas. Nalva tem uma energia completamente diferente dos outros personagens e, sempre que aparece, parece que o filme ganha um pouco mais de vida. Ela consegue arrancar risadas mesmo nas situações mais absurdas e tem uma presença que faz a gente querer que ela apareça mais.

sábado, 22 de agosto de 2026

Só Por Uma Noite


 Título no Brasil: Só Por Uma Noite 

Título Original: One Night Only 

Ano: 2026

Direção: Will Gluck 

Roteiro: Will Gluck 

Elenco: Monica Barbaro, Callum Turner, Maya Hawke

País EUA

Nota: 4/5

Por Amanda Gomes

Eu adoro uma boa comédia romântica. Não preciso que ela reinvente o gênero, tenha um roteiro revolucionário ou me faça questionar a existência humana. Às vezes, tudo o que eu quero é sentar no cinema, me divertir, torcer pelo casal e sair de lá com aquela sensação gostosa de ter assistido a alguma coisa leve. E “Só Por Uma Noite” entrega exatamente isso.

A premissa, inclusive, foi o que mais chamou minha atenção. Em uma versão distópica de Nova York, o governo proibiu relações sexuais fora do casamento. A única exceção é uma noite por ano, quando os solteiros recebem autorização para fazer sexo durante algumas horas.

Sim, é exatamente tão absurdo quanto parece. E talvez seja justamente por isso que funciona.


A ideia me lembrou um pouco “Uma Noite de Crime”, só que, felizmente, sem toda aquela violência. Aqui, em vez de as pessoas saírem pelas ruas para matar umas às outras, elas passam o ano inteiro esperando pela única noite em que podem finalmente se envolver sexualmente sem serem punidas pelo governo. E o mais engraçado é perceber como isso transforma a cidade inteira em um enorme caos romântico.

Tem gente desesperada procurando um pretendente, pessoas tentando encontrar o par perfeito para aquela noite, encontros que dão errado, preservativos sendo procurados em cima da hora e todo tipo de situação que parece saída de uma comédia romântica exagerada. No meio disso tudo conhecemos Allie e Owen.

Allie é uma cantora que trabalha fazendo jingles e ainda acredita que pode encontrar uma conexão verdadeira com alguém. Owen, por outro lado, é dono de uma pizzaria e acabou de ser abandonado pela namorada justamente no pior momento possível: às vésperas da única noite do ano em que ele poderia aproveitar para conhecer alguém.

Ou seja, os dois estão solteiros, carentes e procurando alguma coisa que parece cada vez mais difícil de encontrar. Obviamente, eles se encontram. E obviamente também não é simples.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Editora Trama lança A Original, ficção científica sobre identidade e imortalidade assinada por Brandon Sanderson e Mary Robinette Kowal

 



A Original, novo lançamento da Editora Trama, ganha sua primeira edição impressa após ter sido concebido originalmente como um audiobook. Escrito em colaboração pelos premiados Brandon Sanderson e Mary Robinette Kowal, o romance se passa em um futuro distante em que a humanidade venceu a morte natural graças a "nanitos injetáveis" que circulam pelo corpo, reparando danos e prolongando a vida indefinidamente. Nesse cenário, a sociedade passou a viver sob um modelo de renda igualitária e automação plena. Mas esse aparente paraíso cobra um preço: check-ins semanais obrigatórios em Estações de Renovação, onde a continuidade da vida depende de um rígido sistema de monitoramento.