quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Coração Selvagem



Coração Selvagem

Título Original: Heart Of The Beast 

Ano: 2026

País: Brasil

Roteirista: Cameron Alexander 

Diretor: David Ayer 

Elenco: Brad Pitt, J.K. Simmons, Anna Lambe 

Nota: 4


Eu preciso começar essa crítica avisando uma coisa: eu chorei muito assistindo a "Coração Selvagem". E olha que o filme já começa deixando bem claro que o cachorro não morre no final, então pelo menos esse sofrimento a gente pode evitar. Mesmo assim, isso não significa que você vai passar pelas quase duas horas de filme sem se emocionar.


A história acompanha James, vivido por Brad Pitt, um ex-militar das Forças Especiais que decide se afastar de tudo e passar alguns dias acampando no Alasca ao lado de Odin, seu cão de combate. Os dois já carregam marcas das experiências que viveram juntos no exército e, naquele momento, parecem encontrar um pouco de paz na companhia um do outro. Até que uma tempestade muda completamente os planos e os dois acabam isolados em uma região ainda mais distante de qualquer sinal de civilização.


A partir daí, o filme é basicamente uma grande jornada de sobrevivência. James sabe o que está fazendo e rapidamente estabelece um objetivo: percorrer cerca de 90 quilômetros até encontrar uma estrada e, finalmente, conseguir ajuda. O problema é que o maior inimigo deles não é uma pessoa. É a própria natureza. Frio, chuva, floresta, terrenos difíceis, animais selvagens e uma distância enorme entre eles e qualquer possibilidade de socorro fazem com que cada pequeno avanço pareça uma vitória.


E acho que é justamente aí que Coração Selvagem funciona tão bem para mim. O filme não precisa ficar inventando grandes vilões ou situações mirabolantes. O simples fato de James e Odin estarem sozinhos naquele lugar já é suficiente para criar tensão. Mesmo sabendo desde o começo que Odin sobrevive, eu fiquei completamente apreensiva em vários momentos. A cena dos lobos, por exemplo, me deixou em cólicas.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Verity [Crítica ]


Título no Brasil: Verity
Título Original: Verity
Ano: 2026
País: Estados Unidos
Roteirista: Nick Antosca
Diretor: Michael Showalter
Elenco: Dakota Johnson, Anne Hathaway, Josh Hartnett
Nota: 3,5/5,0
Por Amanda Gomes 


Eu li Verity, da Colleen Hoover, há uns seis ou sete anos. Na época, lembro de ter gostado muito do livro, mas, depois de tanto tempo, algumas coisas da história já tinham ficado meio nebulosas na minha memória. Eu ainda lembrava dos personagens, da premissa e, principalmente, daquela grande dúvida que acompanha a história inteira, mas não lembrava exatamente de todos os acontecimentos.

Por isso, fui assistir ao filme quase como se estivesse conhecendo a história novamente. É claro que eu tinha uma noção de para onde algumas coisas poderiam caminhar, mas não lembrava de tudo. E talvez isso tenha sido até melhor, porque consegui assistir à adaptação sem ficar o tempo inteiro comparando cada cena com o livro.

domingo, 20 de setembro de 2026

Antártida {Crítica}

 


Título Original: Antártida

País: Brasil

Ano: 2026

Diretor: Bruno Safadi, Cláudia Jouvin 

Elenco: Leandra Leal, Marina Ruy Barbosa, Andréa Beltrão 

Nota: 3/5

Por Amanda Gomes


Quando vi que "Antártida" seria um suspense ambientado em uma base brasileira no meio de um dos lugares mais isolados do planeta, fiquei curiosa. Afinal, um grupo de pessoas preso em um ambiente congelante, sem poder simplesmente ir embora, enquanto tenta descobrir quem cometeu um crime, parece a combinação perfeita para uma boa história de investigação.

sábado, 19 de setembro de 2026

Era Uma Vez Minha 1ª Vez

 


Título Original: Era Uma Vez Minha 1ª Vez

País: Brasil

Ano: 2026

Elenco: Letícia Braga, Duda Matte, Castorine 

Nota: 3,5/5,0

País Brasil


Eu sempre gostei de filmes adolescentes que conseguem falar sobre aquela fase da vida em que parece que todo mundo está esperando que você descubra quem é, o que quer e, principalmente, qual deveria ser o seu “próximo passo”. Por isso, achei interessante a proposta de "Era Uma Vez Minha 1ª Vez", adaptação do livro de Thalita Rebouças. 


A história acompanha quatro amigas que estão chegando ao fim da escola e decidem fazer um pacto para perder a virgindade antes da formatura. A premissa pode parecer aquela típica comédia adolescente sobre a “primeira vez”, mas o filme tenta ir um pouco além disso. E acho que essa é justamente uma das coisas que mais gostei na história: a ideia de mostrar que não existe uma idade certa ou um momento obrigatório para viver determinadas experiências.



Teresa, Patty, Clara e Tuca são amigas muito diferentes entre si, e cada uma acaba lidando de uma maneira com a pressão de estar vivendo essa fase. No começo, elas parecem muito determinadas a cumprir o pacto, mas, conforme as coisas começam a não sair exatamente como planejado, fica claro que cada uma tem seus próprios medos, inseguranças e desejos. E, para mim, é aí que o filme encontra seu lado mais interessante.

A Maravilhosa Árvore Encantada


Título no Brasil: A Maravilhosa Árvore Encantada

Título Original: The Magic Faraway Tree

Ano: 2026

Direção: Ben Gregor

Roteiro: Simon Farnaby

Elenco: Andrew Garfield, Claire Foy, Nonso Anozie 

Nota: 3,5


Eu sempre gosto quando um filme infantil consegue conversar também com os adultos que estão assistindo. "A Maravilhosa Árvore Encantada" parte de uma ideia bastante simples, mas que faz muito sentido nos dias de hoje: o que acontece quando uma família decide deixar para trás a vida cercada de tecnologia e tenta recuperar um pouco daquela infância que parece cada vez mais distante?


Na história, Polly e Tim são pais de três crianças e vivem em Londres. Depois de Polly deixar o emprego como engenheira em uma grande empresa de tecnologia, a família decide abandonar a cidade grande e começar uma nova vida no interior da Inglaterra. O plano é realizar um sonho antigo e produzir molhos de tomate a partir de uma receita da família.