Gente, Curitiba foi tudo de bom e mais um pouco! Pela segunda vez fui para essa terra linda e só tenho elogios! Para completar minha ida a GibiCon 2 foi muio bacana.
Como eu havia dito eu não podia ficar muito tempo, então cheguei por volta das 13 h e saí de lá eram umas 15 h! Em duas horas deu para ver bastante coisa mas claro que não consegui senha para os disputados autógrafos. Aliás, comparado com Bienal, aquilo lá tava um paraíso até para pegar autógrafo.
O local era fácil de chegar, fomos de táxi já que sou uma negação com ônibus até na minha cidade, imaginem em outra ( aqui no Rio sou PHD em metrô!). Quando chegamos eu sabia que o evento era gratuito mas me assustou ver uma fila de mais de 100 pessoas do lado de fora. Cheguei a ficar uns cinco minutos mas fui perguntar e eram para os autógrafos de 14 h! Bom, eu não tinha ido para autógrafos internacionais então entrei logo com meu namorado e fomos atrás do estande onde a Fernanda Nia autografaria. Conheci o trabalho dela pelo Facebook, alguém da minha timeline compartilhou a tirinha dela e eu me encantei. Quando soube que ela lançaria livro tentei vê-la duas vezes : uma na Livraria da Travessa mas saí tarde do trabalho. Outra na Bienal de SP onde por causa da confusão acabei voltando mais cedo.
Chegando no estande onde ela autografaria o dela era a maior fila, tinham cerca de 30 pessoas na fila e Fernanda não faz um autógrafo qualquer, ela desenha :)
Simpática e atenciosa a Fernanda autografada e conversava com cada um. Na minha vez achei fofo ela lembrar de mim do blog , e nem sabia que ela assim como eu é carioca.
Autógrafo dado, foto tirada , fiquei feliz de finalmente poder vê-la e expressar o quanto admiro seu trabalho.
Depois rodamos a feira, tinham muitos autores independentes mostrando seu trabalho, muito legal ver tanta gente envolvida com quadrinhos . Gibi é muito amor.
Tinham muitas esculturas expostas também. O que achei muito legal, e os autores delas do lado. Oficinas também aconteciam e gente, repito , gratuitamente.
Em sua maioria o evento tinham homens mas mulheres também estavam lá. Até curso de arco e flecha havia, e lógico muitos cosplays por todos os lados.
Mas o andar mais disputado era o de autógrafos internacionais e no momento que estava lá a fila gigante era para o desenhista de V de Vingança, David Lloyd. O britânico não parecia muito simpático, atendia meio que automaticamente os presentes mas quem se importava? O cara era mestre então saiam felizes com seus quadrinhos rabiscados.
Saí de lá com capa de ipad da Mulher Maravilha, boneco de Star wars em tampinha de refri, o livro dea Fernanda ... amei o evento.
Pretendo voltar outras vezes e se gostaria muito que acontecesse em outras cidades.