quinta-feira, 10 de maio de 2018

Menina que via Filmes: Circle [Crítica]

Título Original: Circle
Título no Brasil: Circle
Direção: Aaron Hann, Mario Miscione
Ano: 2015
País: EUA
Elenco: Allegra Masters, Coley Speaks, Daniel Lench, Davir Reivers, e mais
Duraçaõ: 1h27min
Formato visto: Netflix
#57










por Raffa Fustagno

Assistimos esse filme no Netflx por indicação do Fábio Abreu ( meu amigo e escritor). Mas quando o filme acabou eu e meu marido queríamos xingá-lo.
Primeiro porque o filme tinha tudo para ser um filme que apesar de tenso poderia ter um desfecho previsível mas bom. Acontece que após o final aparecer temos certeza de que perdemos um tempo precioso da vida assistindo a isso.

Vamos à história e vou abster o nome dos personagens porque de fato não é relevante. Cerca de 50 pessoas "acordam" em pé ao lado de vários estranhos - essas pessoas não se conhecem - em um formato de círculo. Se vocês lembrarem do ótimos Jogos Mortais, isso já aconteceu outras vezes, a diferença é que para ficar mais realista quando acordam está sentados ou deitados. O que já não é o mesmo caso desse roteiro. Ao se olharem e verem que estão em uma imensa toda com luzes vermelhas aos seus pés eles também notam que são de diferentes idades, e os mais destemidos tentam fugir e morrem na mesma hora, como se uma luz viesse e os sugasse, ou seja, diferente de filmes tensos, não fica um corpinho para contar história.

Então aos poucos eles vão morrendo, e isso acontece porque não cumprem as regras ou porque são votados. Ah, sim, há esse importante fator. Eles percebem que podem votar um nos outros somente colocando a mão para frente e a apertando e pensando naquela pessoa.
Começa aí aquela máxima de que só conhecemos o ser humano quando eles tem medo ou em momentos de crise. Vocês viram aqui, filmes como:
  • O Nevoeiro
  • El Bar
  • Under the dome
  • The Walkind Dead ( Seriado) 
Não é diferente dessa vez, um sempre é o líder que é mais persuasivo, há os que seguem sem questionar, há os que enfrentam e são vencidos pela liderança.
Cada vez que isso ocorre o número de presentes vai diminuindo. Dá raiva ver os preconceitos vindo à tona. Eliminam primeiros os mais velhos, depois querem eliminar quem não fala inglês...são absurdos repetidos por um grupo que não questiona muito, e que nos dá nojo. Mas sempre lembro daquela frase que também é um clássico. Nela mais ou menos o que diz é que quando vieram buscar várias pessoas ao meu redor eu nada fiz porque não era comigo e quando chegou a minha vez ninguém fez nada porque não era com eles.


Um roteiro que poderia ser bom e com um final bacana é estragado por uma pressa de se chegar a lugar algum. Se soubesse do final jamais teria assistido ou perdido o meu tempo torcendo para alguns personagens,  o final deles foi como a nota desse filme: bem ruim!

5 comentários:

  1. Oii!
    Aaah eu comecei á assisti mas parei, não curti, tbm me flaram super bem desse filme, qdo fui ver, nossa não foi o que imaginei, não gostei...
    Bjs!

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  2. Ah estas indicações!rs Raras exceções(ow, falando nisso, O Bar e Os Olhos de Júlia criticados aqui no blog) e que eu fui caçar, são espetaculares, principalmente O Bar!!! Fantástico o enredo, muito obrigada pelas indicações!
    Agora este acima? Vou pular com gosto.rs
    Beijo

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  3. Eu sabia da existência desse filme há tempos, pois uma amiga minha comentou sobre ele, porém ela disse que era ruim! Apesar disso, sempre que vejo o filme na Netflix, fico tentada a assistir, haha! Mas acho que vou continuar sem saber o final mesmo!

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  4. Não sabia desse filme, Netflix tem lançado alguns bacanas, mas nem tudo kkk Esse é um que não vai pra lista :)

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  5. Fiquei curiosa com o final, mas não quero perder tempo vendo um filme ruim...

    Beijos ^_^

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