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quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Menina que via filmes: DRÁCULA DE BRAM STOKER 🎬não encontro um defeito nesse filme!

 


⚠️⚠️⚠️ Vídeo com Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Dracula Título no Brasil: Drácula de Bram Stoker País: Reino Unido - EUA Ano: 1992 Formato assistido: Netflix Direção: Francis Ford Coppola Roteiro: Baseado na obra de Bram Stoker, adaptado por James V. Hart Elenco: Gary Oldman, Winona Ryder, Keanu Reeves, Anthony Hopkins, Richard E. Grant, Monica Bellucci Gênero: Terror Duração: 2h 8 mins
#385

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Menina que via filmes: A mulher na Janela

 


🎬🎬 Título Original: The woman in the window Título no Brasil: A mulher na janela País EUA Ano: 2021 Original da Netflix Diretor: Joe Wright Roteiro: Tracy Letts (adaptado), A.J. Finn (baseado no livro) Elenco: Amy Adams, Gary Oldman, Anthony Mackie
#147

quinta-feira, 25 de março de 2021

Menina que via filmes: Mank

 


⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️ 🎬🎬🎬 Título Original: Mank Título no Brasil: Mank País: EUA Ano: 2020 Original da Netflix Direcor: David Fincher Roteiro: Jack Fincher Elenco: Gary Oldman, Amanda Seyfried, Lily Collins, Charlie Dance Duração: 2h11mins
#96 #Mank​ #Oscar2021​ #GaryOldman​ 🏆Mank Concorre nas Categorias: Melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Gary Oldman), Melhor Atriz Coadjuvante ( Amanda Seyfriend), Melhor Figurino, Melhor Design de Produção, Melhor Fotografia, Melhor Edição/ Mixagem de Som , Melhor Trilha Sonora, Melhor Cabelo e Maquiagem

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Menina que via Filmes: Fúria em Alto Mar [Crítica]





















Título Original: Hunter Killer
Título no Brasil: Fúria em Alto Mar

Data de lançamento 25 de outubro de 2018 (2h 02min)
Direção: Donovan Marsh
Gêneros Ação, Suspense
Elenco: Gerard Butler, Gary Oldman, Common mais
Nacionalidade EUA
#188
por Reinaldo Barros

Se você precisa de um comandante para uma missão arriscada, e de acordo com seus pares, suicida, a única opção é o eterno espartano Gerard Butler. Dessa vez, sem barba e completamente vestido, Gerard interpreta o capitão da marinha Joe Glass, um militar boa praça sem medo de fugir do protocolo quando a questão é fazer o certo (Moralmente falando). No filme também estão presentes os veteranos Common (Capitão Fisk), Mikael Nyqvis (Capitão Andropov) e o premiadíssimo Gary Oldman como o almirante Donnegan.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Menina que via Filmes: O Destino de uma Nação [Crítica]

Título Original:  Darkest Hour
Título no Brasil: O Destino de uma Nação
Data de lançamento 11 de janeiro de 2018 (2h 06min)
Direção: Joe Wright
Elenco: Gary Oldman, Kristin Scott Thomas, Ben Mendelsohn mais
Gêneros Biografia, Histórico, Drama

Nacionalidade Reino Unido
#03







Ano passado assisti ao filme Dunkirk, achei ele bom mas como disse para mim ficou faltando o heroísmo, que percebi que sou fã depois de ver esse filme. Em O Destino de Uma Nação com o protagonista sendo o ex primeiro ministro inglês Winston Chuchill ( Gary Oldman, em uma atuação que já lhe rendeu o Globo de Ouro e deve lhe render uma indicação ao Oscar) um homem que não era exatamente amado pela população, sim, ele assume no lugar de um homem que achavam que não tinha mais pulso porque só visava a paz mas seu histórico não era dos melhores.

sábado, 2 de agosto de 2014

Menina que via filmes : Planeta dos Macacos : O confronto [Crítica]

Título Original: Dawn of the Planet of Apes
Título no Brasil : Planeta dos Macacos : O confronto
Direção : Matt Reeves
Ano > 2014
Elenco  : Gary Oldman, Jason Clarke , Keri Russell, Andy Serkis
País > EUA
Idioma : Inglês
Censura : 14 anos
Duração : 2h 11 min




Dez anos após a conquista da liberdade, César (Andy Serkis) e os demais macacos vivem em paz na floresta próxima a San Francisco. Lá eles desenvolveram uma comunidade própria, baseada no apoio mútuo, enquanto os humanos enfrentam uma das maiores epidemias de todos os tempos, causada por um vírus criado em laboratório. Sem energia elétrica, um grupo de sobreviventes planeja invadir a floresta e reativar a usina lá instalada. Malcolm (Jason Clarke), único que conhece bem os símios, tenta agir pacificamente e impedir que o confronto aconteça.





Se você acha que já fizeram filmes demais com o tema, é porque certamente não viu esse filme. Mesmo com muito sono depois do trabalho, eu não conseguia nem piscar de tanto que a história me prendeu. Em um mundo onde uma gripe símia destrói boa parte da humanidade e os macacos se tornam mais inteligentes e tomam conta de boa parte do que sobrou do mundo que conhecíamos o filme poderia até apelar para questão humanitária. Mas parece que não lhe interessa. O que se vê é que tanto humano quanto macacos tem desvio de caráter e é preconceito achar que todos são iguais, seja para mal quanto o é para o bem.
Um sempre inspirado Gary Oldman ( Dreyfyus) faz o papel de líder dos humanos, mesmo não tendo nenhuma alegria em viver já que perdeu esposa e filhos. Malcolm ( Clarke) é bom mocinho que quer ajudar a humanidade mas preservar os macacos.
Acontece que os dois lados tem suas divergências : os macacos odeiam os humanos porque os maltratavam testando produtos. Os humanos odeiam os macacos pois acusam de terem sido eles que dizimaram a humanidade.

Cesar, o macaco chefe , dá um show, se tivesse Oscar para macaco lhe dava. Mas não pensem que são animais mesmo que fazem os macacos, criados em computação os macacos parecem bem humanos e falam mais do que deveriam.
Na guerra travada não sabemos para quem torcer mas saímos da sala de exibição com  a certeza de ter visto um maravilhoso filme. 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Menina que via filmes : Robocop [ Crítica]

Título Original Robocop
Título no Brasil : Robocop
*Remake
Direção : José Padilha
Elenco : Joel Kinnaman, Abbie Cornish, Michael Keaton, Samuel L Jackson, Gary Oldman
Ano : 2014
Gênero : Ficção, Policial 
País : EUA
Idioma : inglês
Censura : 12 anos
Duração : 1h 57 min





Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles e a empresa OmniCorp, criadora das máquinas, quer reverter esse cenário. Uma das razões para a proibição seria uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte.




Fazer um remake de um filme de sucesso é sempre um imenso risco, este foi aceito pelo diretor brasileiro José Padilha que ficou famoso no mundo todo pelo maravilhoso Tropa de Elite.
Robocop  ´é um filme que marcou uma geração, muitos dos homens que hoje beiram os 30 ou 40 tiveram seus bonecos, fantasias de carnaval ou jogos inspirados no policial metade homem , metade robô.
O bacana do herói era ele não ter medo de nada, mas ao mesmo tempo ter um quê de humano.
Nesse remake o herói se perde no melodrama exagerado fornçando a barra para que ninguém é robô demais para não lembrar de um verdadeiro amor, seja pela esposa, seja pelo filho.
No filme de Padilha Robocop é interpretado por Joel Kinnaman, não curti nada ele sendo o personagem, acho ele muito sem graça.


O problema é que  o Robocop com ele no papel ficou muito sem sal, a interpretação peca abrindo mais espaço para que os vilões como Michael Keaton - maravilhoso, mas todo trabalhado no botox - ganhem a cena todas as horas.
Sanulke L Jackson faz um apresentador duvidoso , um pouco caricato demais mas continua sendo um dos melhores atores em atividade.




Com direito a cenas fofas do marido lembrando da esposa ( Abbie Cornish) o nosso herói cai no dramalhão mexicano e sobra pouco talento e interesse na história recontada.

Gary Oldman nem precisa de crítica, ótimo como lhe é de costume, faz o médico que recria o homem dentro de uma máquina, salvando assim a vida do policial mas o transformando em algo que as vezes foge do controle.

A ação é bacana, mas o resultado final deixa a desejar, em um filme que os fãs do original vão lamentar terem feito.