Título no Brasil: O diário de Helga
Autora : Helga Weiss
Editora : Intrínseca
Formato lido: e-book
Aparelho : Ipad
Número de págs: 238 págs
Já perdi as contas de quantos filmes assisti falando sobre a Segunda Guerra Mundial e principalmente sobre os campos de concentração, também li muitos livros inclusive - e claro - o maravilhoso " O diário de Anne Frank". Ao me deparar com esse livro sendo vendido eu fiquei com muita vontade de ler, gosto de histórias reais mas nem sempre estou disposta para ler sobre a tortura que os nazistas faziam com os judeus durante os anos da guerra.
Foi por esse motivo que fiquei com esse livro alguma semanas no ipad antes de lê-lo. Ao começar respirei fundo, não sou judia, mas tenho amigas que são e fico pensando o quão horrível seria ver fazerem aquelas atrocidades com pessoas queridas e não podermos fazer nada.
Helga hoje em dia tem mais de 90 anos, no início do livro o autor que a ajudou a transformar em livro avisa o como o livro foi montado, Helga não havia colocado tudo em ordem e nem tinha como na época ela poder escrever no diário todo dia. Com isso, nem sempre a narrativa acompanha corretamente o momento que se passa e de um evento pulamos para outro. Mas isso não implica em nada, está tudo lá , desde a vida dela em dias normais indo a escola ao início da guerra sendo anunciada pelo rádio e todos somente esperando os alemães passarem em suas casas para serem levados a campos de concentração.
A menina que era filha única a princípio seu pai quase toda semana, depois foi ficando mais complicado, tudo é contado com detalhes, o modo horrível como eram tratadas ela e sua mãe, a morte das tias, fiquei impressionada em como em momentos que imaginei que as pessoas deveriam se unir elas eram muito egoístas, as judias que viviam com Helga e sua mãe muitas vezes só pensavam em si.
O desespero de Helga quando tinham chamadas para outros campos, a história começa em Praga mas elas logo são levadas para Auschwitz na Alemanha, onde haviam as famosas câmaras de gás e de onde ela acredita que seu pai tenha entrado e nunca mais saído.
Tudo está no livro: a onde de tifo, os cortes de cabelo , a falta de higiene de roupas apropriadas, uma maldade sem fim que nos chocará para sempre.
Diferente de Anne Frank , Helga felizmente sobreviveu e ela mesma escolheu o que iria para seu livro e o que não.
No final ainda tem uma ótima entrevista com ela feita em 2011 onde nos explicam aquilo que podemos ter ficado em dúvida durante a leitura. Maravilhoso!
Foi por esse motivo que fiquei com esse livro alguma semanas no ipad antes de lê-lo. Ao começar respirei fundo, não sou judia, mas tenho amigas que são e fico pensando o quão horrível seria ver fazerem aquelas atrocidades com pessoas queridas e não podermos fazer nada.
Helga hoje em dia tem mais de 90 anos, no início do livro o autor que a ajudou a transformar em livro avisa o como o livro foi montado, Helga não havia colocado tudo em ordem e nem tinha como na época ela poder escrever no diário todo dia. Com isso, nem sempre a narrativa acompanha corretamente o momento que se passa e de um evento pulamos para outro. Mas isso não implica em nada, está tudo lá , desde a vida dela em dias normais indo a escola ao início da guerra sendo anunciada pelo rádio e todos somente esperando os alemães passarem em suas casas para serem levados a campos de concentração.
A menina que era filha única a princípio seu pai quase toda semana, depois foi ficando mais complicado, tudo é contado com detalhes, o modo horrível como eram tratadas ela e sua mãe, a morte das tias, fiquei impressionada em como em momentos que imaginei que as pessoas deveriam se unir elas eram muito egoístas, as judias que viviam com Helga e sua mãe muitas vezes só pensavam em si.
O desespero de Helga quando tinham chamadas para outros campos, a história começa em Praga mas elas logo são levadas para Auschwitz na Alemanha, onde haviam as famosas câmaras de gás e de onde ela acredita que seu pai tenha entrado e nunca mais saído.
Tudo está no livro: a onde de tifo, os cortes de cabelo , a falta de higiene de roupas apropriadas, uma maldade sem fim que nos chocará para sempre.
Diferente de Anne Frank , Helga felizmente sobreviveu e ela mesma escolheu o que iria para seu livro e o que não.
No final ainda tem uma ótima entrevista com ela feita em 2011 onde nos explicam aquilo que podemos ter ficado em dúvida durante a leitura. Maravilhoso!
Achei na internet essa entrevista com a Helga em inglês, infelizmente não tem legendas e o inglês dela tem um sotaque bem carregado. A entrevista é bem bacana e ela é uma fofa! Vejam abaixo!