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domingo, 22 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Assassin's Creed [Crítica]

Título Original: Assassin's Creed
Título no Brasil: o mesmo
Data de lançamento 12 de janeiro de 2017 (1h 56min)
Direção: Justin Kurzel
Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidades Eua, França

#12assistido #13criticado

 Entendam 2 coisas: 1- Nunca joguei esse game; 2- Nunca li o livro. Pronto, antes de me crucificarem porque amei esse filme, lhes aviso que minha visão é de alguém que foi ao cinema procurando diversão, ação...e encontrou muita. 
Michael Fassbender aqui faz 2 papéis o de Cal Lynch e o do passado de Aguila de Nerha. Logo no início sabemos que ele é a criança que ficou obviamente super traumatizada ao entrar em casa e encontrar sua mãe morta, assassinada por seu próprio pai. O menino revoltado sai correndo e o que sabemos é que agora ele está condenado à morte, levará uma injeção letal por ter matado alguém.
Ele acordará em um lugar estranho, parecido com um hospital - isso não é spoiler pois é mostrado no trailer - e ao seu lado conhecerá a  cientista Sofia ( Marion Cottilard) que tentará lhe explicar o que está acontecendo mas a príncipio o moiçolo evitará entender o que está fazendo ali.
Depois a nós mesmos é melhor explicado as cenas iniciais onde na antiga Espanha existiam os Assassinos, com cenas em espanhol eles fazem um pacto, e aí corta para o que a cientista vai explicar à ele, de que Cal é um descendente direto e que está ali para ajuda-la na cura da violência, parece piada para ele, mas ela acha que é verdade e investe todo seu tempo e trabalho em descobrir a cura da violência. Ela assim usará Cal para experimentos de ida e volta ao tempo em que nem sempre as pessoas voltam bem de saúde. 
 Ele logo notará que não está sozinho e que escapar dali não é muito uma opção. Cabe destacar que as atuações são maravilhosas e o filme ganha um reforço de peso quando entra em cena o maravilhoso Jeremy Irons como pai de Sofia no papel de Sr. Rikkin. 
Sem muitas escolhas e com a promessa de que será liberado após os experimentos com a tal máquina de viagem do tempo, a Animus, ele topa e é aí que toda a ação começa de verdade com batalhas e saltos já esperados pelos fãs e pelos que descobriram a história no filme, o que é o meu caso.  
Com cara de continuação o filme é um prato cheio para quem gosta de histórias de muita emoção com atores do primeiro escalão, unindo uma produção bacana e um diretor que não deixa as cenas ficarem mornas, temos um excelente filme. Já quero o segundo.