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domingo, 30 de janeiro de 2022

Menina que via filmes: Munique: No Limite da Guerra 🎬Jeremy Irons e George MacKay são grande destaque

 


⚠️⚠️ Spoilers 🎬🎬🎬🎬 Título Original: Munich: The Edge of War Título no Brasil: Munique: No Limite da Guerra Baseado no livro de Robert Harris Direção: Christian Schwochow Roteiro adaptado: Ben Power Elenco: George MacKay, Jannis Niewöhner, Jeremy Irons País: Reino Unido Ano: 2021 Lançamento na Netflix em 21 de janeiro de 2022 Gênero: Drama Histórico
#32

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Menina que via filmes: Casa Gucci

 













Título Original: House of Gucci

Título no Brasil: Casa Gucci

País: Estados Unidos

Ano: 2021

Direção: Ridley Scott

Roteiro: Becky Johnston, Roberto Bentivegna

Elenco: Lady Gaga, Adam Driver, Jared Leto, Al Pacino, Jeremy Irons, Selma Hayek

                                                                    🎬🎬🎬🎬🎬

por Amanda Gomes



Em ‘Casa Gucci’ vamos acompanhar o romance entre Patrizia Reggiani (Lady Gaga) e Maurizio Gucci (Adam Driver), que tem início durante uma festa e que acaba culminando na condenação da socialite como mandante do assassinato do marido. O enredo leva às telas a trajetória do casal durante os quase 30 anos de relacionamento, em que nesse espaço de tempo ocorreu a união matrimonial dos dois, o falecimento de membros importantes e a revelação de negócios escusos até o momento da quase ascensão de liderança de Patrizia. 



Com um roteiro sem muitos preâmbulos, iniciamos o filme conhecendo uma jovem Patrizia, filha de uma família de classe média-alta que atua nos negócios do pai, desde o princípio fica clara a personalidade de uma mulher ambiciosa e obstinada, esses traços ficam nítidos logo no seu primeiro encontro com Maurizio e ao tomar conhecimento de seu sobrenome. Os dois acabam se conhecendo em uma festa e Maurizio, no total o oposto do que viria a ser sua futura esposa, se mostra um jovem tímido e retraído, até assustado quando se vê alvo das investidas da moça. Desse contato inicial iremos acompanhar a jovem mulher tomando as rédeas para que o destino dos dois continue a se cruzar. 

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Menina que via filmes: Amor, Casamentos e Outros Desastres

 


🎬🎬🎬🎬 Título Original: Love, Weddings & Other Disasters Título no Brasil: Amor, Casamentos & Outros Desastres Direção: Dennis Dugan Elenco: Diane Keaton, Jeremy Irons, Maggie Grace, Andrew Bachelor Gênero: Comédia romântica País: EUA Ano: 2019 Duração: 96 min Lançamento no Brasil: 20 de maio de 2021
#150 Cabine on-line à convite da assessoria

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: Liga da Justiça [Crítica]

Título Original: Justice League
Título no Brasil: Liga da Justiça
Data de lançamento 16 de novembro de 2017 (2h 00min)
Direção: Zack Snyder
Elenco: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot mais
Gêneros Ação, Ficção científica

Nacionalidade EUA
#106assistido
#107criticado










por Reinaldo Barros

Finalmente um dos filmes mais aguardados do universo da DC chega ao cinema trazendo melhorias em relação aos dois últimos produzidos pela Warner. Com muito mais ação e efeitos especiais Liga da Justiça não tem momentos entediantes, nem arrastados como Batman v.s. Superman (2016) e tem bem menos enquadramentos clichês e cabelos esvoaçantes como em Mulher-Maravilha (2017). Outro ponto positivo foi a duração que caiu para duas horas, dá até para esperar passarem todos os créditos e assistir a segunda cena extra.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Assassin's Creed [Crítica]

Título Original: Assassin's Creed
Título no Brasil: o mesmo
Data de lançamento 12 de janeiro de 2017 (1h 56min)
Direção: Justin Kurzel
Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidades Eua, França

#12assistido #13criticado

 Entendam 2 coisas: 1- Nunca joguei esse game; 2- Nunca li o livro. Pronto, antes de me crucificarem porque amei esse filme, lhes aviso que minha visão é de alguém que foi ao cinema procurando diversão, ação...e encontrou muita. 
Michael Fassbender aqui faz 2 papéis o de Cal Lynch e o do passado de Aguila de Nerha. Logo no início sabemos que ele é a criança que ficou obviamente super traumatizada ao entrar em casa e encontrar sua mãe morta, assassinada por seu próprio pai. O menino revoltado sai correndo e o que sabemos é que agora ele está condenado à morte, levará uma injeção letal por ter matado alguém.
Ele acordará em um lugar estranho, parecido com um hospital - isso não é spoiler pois é mostrado no trailer - e ao seu lado conhecerá a  cientista Sofia ( Marion Cottilard) que tentará lhe explicar o que está acontecendo mas a príncipio o moiçolo evitará entender o que está fazendo ali.
Depois a nós mesmos é melhor explicado as cenas iniciais onde na antiga Espanha existiam os Assassinos, com cenas em espanhol eles fazem um pacto, e aí corta para o que a cientista vai explicar à ele, de que Cal é um descendente direto e que está ali para ajuda-la na cura da violência, parece piada para ele, mas ela acha que é verdade e investe todo seu tempo e trabalho em descobrir a cura da violência. Ela assim usará Cal para experimentos de ida e volta ao tempo em que nem sempre as pessoas voltam bem de saúde. 
 Ele logo notará que não está sozinho e que escapar dali não é muito uma opção. Cabe destacar que as atuações são maravilhosas e o filme ganha um reforço de peso quando entra em cena o maravilhoso Jeremy Irons como pai de Sofia no papel de Sr. Rikkin. 
Sem muitas escolhas e com a promessa de que será liberado após os experimentos com a tal máquina de viagem do tempo, a Animus, ele topa e é aí que toda a ação começa de verdade com batalhas e saltos já esperados pelos fãs e pelos que descobriram a história no filme, o que é o meu caso.  
Com cara de continuação o filme é um prato cheio para quem gosta de histórias de muita emoção com atores do primeiro escalão, unindo uma produção bacana e um diretor que não deixa as cenas ficarem mornas, temos um excelente filme. Já quero o segundo.  

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Menina que via Filmes: Lembranças de um Amor Eterno [Crítica]

Título Original: La Corrispondenza
Título no Brasil: Lembranças de um Amor Eterno
Data de lançamento 22 de setembro de 2016 (1h 56min)
Direção: Giuseppe Tornatore
Elenco: Olga Kurylenko, Jeremy Irons, Shauna Macdonald mais
Gêneros Drama, Romance

Nacionalidade Itália
Ano: 2016
Música de Enio Morricone






Claro que um filme de Giuseppe Tornatore que nos deu de presente Cinema Paradiso com o elenco tendo Jeremy Irons que já atuou em filmes como o maravilhoso A Casa dos Espíritos e com trilha sonora de Enio Morricone,só poderia ser uma obra prima, certo? Pois é, errado.
Infelizmente o filme deixou muito a desejar, e vamos aos fatores disso. 
Amy ( Olga Kurylenko) é uma estudante  que leva seus estudos muito a sério, e se apaixona pelo professor casado Edward ( Jeremy Irons). Os dois tem uma diferença bem grande de idade, e além disso ele vive em outro país. Eles se veem pouco e a moça trabalha como dublê de filmes de ação colocando sempre sua vida em risco. Em casa, ela flerta com seu amante e vive um namoro intenso mas com doses excessivas de skype e whatsapp há 6 anos, já que os dois nunca se veem. 
Irons se esforça para que o filme valha a pena e Olga até não faz feio no início mas lá pela metade o espectador já está cansado das caras e bocas de sofredora dela.
O casal apaixonado vai sofrer um baque: a morte dele. Não é spoiler, está em todas as críticas, mas o que até poderia servir para um recomeço dela com alguém que a assuma e tal, vira na verdade um P.S Eu Te Amo muito inferior. Ela começa a receber vídeos, cartas, mensagens de um defunto. E o que já era triste fica ainda pior, porque o ar melancólico toma conta do filme e o roteiro não segura razões suficientes para um homem covarde que já traía  a mulher e que não libertava a amante - ou seja queria manter a família e amante- ainda não dar sossego para a moça nem depois de morto, não há como torcer para um casal desses.
Quando ela viaja ao encontro da verdade - ele mora no Reino Unido e ela na Itália, mas nem isso é bem explicado - encontra mais mistérios e uma filha que mais deixa dúvidas do que esclarece o espectador.

Confuso, com um roteiro fraco e somente salvando ver Jeremy Irons e a trilha sonora, o filme não é nada do que esperava, me admira Tornatore ter dirigido algo tão abaixo de seus outros filmes.

domingo, 3 de julho de 2016

Menina que via Filmes : Raça [Crítica]

Título Original: Race
Título no Brasil: Raça
Data de lançamento 23 de junho de 2016 (1h 58min)
Direção: Stephen Hopkins
Elenco: Stephan James, Jason Sudeikis, Eli Goree mais
Gêneros Drama, Biografia, Histórico

Nacionalidades Canadá, Alemanha
Ano: 2016








Às vésperas de recebermos os primeiros Jogos Olímpicos no Brasil , Raça deveria estar passando em todo  o país e ser quase que um filme obrigatório para entendermos porque devemos comemorar o que conseguimos hoje e entender a importância de uma Olimpíada para o mundo. É com esse filme que também se deve sair do cinema pensando nos erros que cometemos no passado para nunca mais o repetirmos. 
Jesse Owens ( Stephan James, fantástico) é um negro americano na década de 30 que vive com seus pais e seus muitos irmãos. Teve uma filha com a namorada mas não teve dinheiro para casar com ela, agora está se preparando para ser o 1º da família a ir para uma faculdade e acreditem, por lá seu maior desafio não será estudar mas sim vencer as barreiras do preconceito. 
Em uma época onde negros tinham um lugar especial nos transportes públicos e que não podiam sentar à mesa com os brancos, ir para um local onde noventa e nove por cento das pessoas não são da cor de sua pele e consideram normal olhar para você como uma aberração por causa dessa diferença. Owens pôde entender que o mundo nunca seria fácil para ele. Na faculdade ele logo é " descoberto" pelo treinador Larry Sneider (Jason Sudeikis em um papel sério) que vê no rapaz um potencial atleta para ganhar medalhas nas próximas Olimpíadas.

Começa aí o drama de Owens, sem grana ele precisa estudar, trabalhar em um posto de gasolina e cumprir as duras horas de treino, o que o treinador logo vê que teria que resolver. Aos poucos ele vai vencendo barreiras por seu talento, e quebrando muitos recordes, mas afinal porque fazer um filme dele?
Owens foi importante de diversas formas: vamos entender que o preconceito venceu alguns obstáculos mas não todos. Mesmo sendo reconhecido ele continuava tendo que seguir as regras ridículas de só usar  porta de serviço por exemplo.
Os Jogos Olímpicos seriam a grande chance dele provar que é o melhor do mundo, mas o filme também mostra o que aconteceu antes dos jogos em Berlim no ano de 1936. Com a Alemanha tomada por Hitler e seu braço direito, o Ministro Joseph Goebbels, os Estados Unidos e o comitê olímpico do país ameaçam que o país
não  participe da edição para que não seja visto como compactuando com o pensamento do Partido Nazista. No entanto, um dos membros - que depois viraria presidente - o engenheiro civil e ex atleta Avery Brundage ( Jeremy Irons, maravilhoso como sempre!) é corrompido pelo regime e pela ganância e faz campanha a favor dos atletas irem, já que foi subornado e em sua recente visita ao país e finge não ver que os judeus não estão " só" sendo expulsos do país. 
Owens como sabemos irá aos jogos, mas a reação dele quando vê que pode dividir quartos com brancos e comer na mesma mesa é uma das partes mais emocionantes do filme.
Além de ter ganho 4 medalhas em uma época onde os negros eram considerados inferiores, o atleta também ficou famoso por um fato que é mostrado no filme mas que os historiadores alegam que não foi somente com ele. A razão principal de Hitler e Goebbels quererem tanto que tivesse os Jogos em Berlim era única e exclusivamente para provarem com um filme - contrataram uma diretora famosa que aparece no longa - a supremacia ariana. A partir do momento que Owens ou qualquer outro judeu ou negro, ganhasse uma medalha, aquilo colocaria por água abaixo os planos dos dois. 
Owens faz isso com eles, como Hitler só queria cumprimentar os alemães que ganhassem as medalhas, o comitê internacional disse que ou ele cumprimentava todos ou não faria com nenhum. O que ele acabo fazendo. Mas a lenda diz que ele fez com Owens somente.
Os desafios vencidos, a história de superação e uma mensagem de que há como ter paz e parar com o preconceito sim, basta começar a mudança dentro de cada um de nós, é o que faz desse filme um dos melhores que assisti esse ano.
A cada medalha ganha, me senti na pele do atleta, que aprendeu que quem ditava os limites dele, era ele mesmo, pena que o governo americano só foi reconhecer a importância dele para a história do país após sua morte.
Esse filme deveria estar em muito mais salas, é uma lição de vida. 

terça-feira, 29 de março de 2016

Menina que via Filmes : Batman Vs Superman [Crítica]

Título Original : Batman Vs Superman
Título no Brasil : Batman Vs Superman
Lançamento 24 de março de 2016 (2h33min) 
Dirigido por Zack Snyder
Com Ben Affleck, Henry Cavill, Jesse Eisenberg mais
Gênero Ação , Fantasia

Nacionalidade EUA








Amo o Batman. E isso talvez defina um pouco  o que é vê-lo mais uma vez na telona interpretado por Ben Affleck, não se iludam, eu adoro o ator, mas fui uma das que questionei se realmente ele era a escolha certa. Entendam que cresci e vi meu personagem favorito ser interpretado maravilhosamente por Michael Keaton, por Val Kilmer e não tão lindamente por George Clooney( isso nada tem  a ver com a beleza do ator que é indiscutível, mas sim com sua não identificação com o morcegão). E depois me acostumei com a maestria de Christian Bale, esse ator sensacional que deu um outro ar a Batman. Então me apresentam Affleck na pele dele e ficou um ponto de interrogação, que em trinta minutos de filme já tinha decidido: ele estava ótimo.
Há. claro, o Superman, de quem também sou fã mas não nesse nível especial de comparação, eu gostava dele com Christopher Reeve e isso nunca mais verei, só em meus dvds antigos. Mas Cavill para mim tem dado conta do recado. 
Ufa, vamos ao filme. Para quem não leu os quadrinhos vai estranhar que dois heróis que amamos virem inimigos, mas é assim mesmo. Batman ( Affleck) que é milionário e dono de uma super empresa em Gotham, se irrita quando Superman ( Cavill) luta com Zod e destrói boa parte da cidade, incluindo um de seus edifícios. Não somente ele mas toda a população passa a se perguntar como esse E.T se sente no direito de colocar a vida dos outros em risco. E começa assim uma caça à ele. Obcecado com o amigo de capa vermelha , Bruce Wayne - o nome de verdade de Batman- vai começar a pesquisar um meio de destruí-lo, e é assim que ele encontra a criptonita. Enquanto isso,  o filme tem o " plus" na atuação de Jeremy Irons como o mordomo e amigo de Wayne, papel que fora de Michael Caine. Mas se tratando de brilhantismo , os dois são sensacionais, confesso que amei todas as cenas de Irons aparecia e ficava pedindo para terem mais. 

Enquanto isso, Clark Kent se sente em dúvida com todas essas demonstrações de raiva contra ele e foca em entender porque as pessoas não o veem mais como um herói, com a ajuda claro do grande amor de sua vida Lois Lane ( Amy Adams). Vale lembrar que a participação de Laurence Fishburne como o chefe deles no jornal é ótima, muitos atores maravilhosos fazem pequenos papéis , que quando pegamos o elenco para conferir levamos um susto, é muita gente de peso em um filme só.
Juro que não contarei spoilers, então vamos ao que interessa, temos um vilão sim, Lex Luthor ( Jesse Eisenberg) que está " too much" no papel, ele fez um Lex exagerado que lembra o Coringa e isso me irritou bastante. Eram muitos trejeitos que não combinavam com o personagem.
Lex é dono de uma super empresa e tenta convencer a senadora interpretada por Holly Hunter de como o Superman é uma ameaça, ou seja, são dois obcecados nesse filme com ele, o que lá pela metade torna o filme um pouco arrastado. 
Claro há a memorável cena de luta entre Batman e Superman e a cena é perfeita, mas confesso que me incomodou ver dois heróis que amo lutando, acho que isso nem Freud explica. 

O motivo deles pararem de brigar também me pareceu meio surreal, e deixo vocês aqui comentarem caso já tenham assistido o filme se pensam o mesmo.
Como a mãe e o pai de Clark temos Diane Lane e Kevin Costner, em pontas de luxo.
Se você está se perguntando onde está a Mulher Maravilha ( papel de Gal Gadot), essa foi minha grande decepção, eu não gostei da escolha da atriz e no filme ela não me convenceu nada, nem quando se une à eles para destruir uma ameaça muito maior que Lex Luthor mas trazida por ele à Terra.
As batalhas são ótimas, os heróis estão à vontade com seus papéis e eu esperava bem menos do filme, por isso saí bem feliz da sala de exibição. 
Referente a Mulher Maravilha, continuo torcendo o nariz, fraca demais, acho que Megan Fox faria muito melhor ( não me matem quem discordar, ok?).




sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Menina que via filmes : Trem Noturno para Lisboa [Crítica]

Título Original: Night Train to Lisbon
Título no Brasil: Trem Noturno para Lisboa
Baseado na obra de Pascal Mercier
Direção : Bille August
Elenco : Jeremy Irons, Bruno Ganz, Lena Olin, Charlotte Rampling
Gênero : Romance/ Suspense
Ano : 2013
País : Suíça, EUA, Alemanha
Idioma : Inglês 
censura : 14 anos




Raimund Gregorius, um professor suíço, que abandona suas palestras e sua vida conservadora para embarcar em uma emocionante aventura que o levará em uma jornada ao seu próprio coração. 


  


Sabem aqueles filmes que a gente vê o trailer e se arrepia toda? Sento isso quando vi o trailer desse filme, primeiro porque tendo no elenco um ator como Jeremy Irons ( DIVO <3!) fica difícil não me deixar com vontade de ir ao cinema, para mim ele é um dos melhores atores em atividade.
 

Depois outro fator, o de ser baseado em um livro que apesar de nunca ter lido só ouvi elogios a respeito. No Cinema me deparei com uma história um tanto quanto estranha, o professor Raimund Gregorius ( Irons) está indo mais um dia dar aulas na escola em que leciona, quando no caminho em uma ponte vê uma moça de casaco vermelho pronta para se jogar, sem pensar duas vezes, ele joga tudo que segura no chão e salva a moça. A partir daí ele cria um vínculo com a moça um tanto quanto inexplicável, mas talvez explicado pela sua vida vazia na Suíça, ele chega a levá-la até a sala de aula com os olhares dos alunos desconfiados para aquela estranha de olhas assustado e ambos encharcados, quando a doida sai pela porta correndo e some. Raimund corre atrás dela com o casaco que ela havia tirado e não a encontra mais , porém, encontra um livro escrito em português por um homem chamado Amadeu.
O surreal, é que no filme, ele pega o trem para Lisboa só para ir atrás da moça e começa a ter com o livro esquecido por ela uma fixação bem esquisita. 
 O que estranhei muito, é que chegando em Lisboa para ir atrás da moça desconhecida e também do escritor do tal livro, ele encontra toda uma Portugal que fala inglês fluente!
Bom, o fato é que apesar das atuações maravilhosas, o filme me deu um certo sono, o que o professor descobre é uma história de amor que foi interrompida , por uma Portugal que sofreu com a ditadura, onde nada se podia ser dito.
Como irmã do escritor temos Charlotte Rampling como Adriana, irmã do falecido escritor. 
As falas do livro são lindas, as atuações perfeitas, mas a história parece dar sono mesmo, e acho que até cochilei uns 10 minutos de filme.

Imperdível? Talvez , gostaria muito de ter lido o livro antes , a mim me restou poder julgar somente o filme, e dele eu sinceramente esperava mais, ainda que o filme não seja ruim, só não é tão maravilhoso quanto eu esperava!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Menina que via filmes : Perda e Danos [Crítica]



Título Original : Damage
Título no Brasil : Perdas e Danos

Direção: Louis Malle
Elenco: Jeremy Irons, Juliette Binoche, Miranda Rishardson
Ano :  1992
País : Reino Unido, França
Idioma : Inglês
Censura : 18 anos
Duração: 1h 50 min
Gênero : Drama, Romance




Stephen Flemming (Jeremy Irons) é um político conservador do alto parlamento inglês que acaba se envolvendo com a noiva do filho. Ela não está disposta a abandonar o seu relacionamento com o futuro marido, e ele não quer um escândalo na sua carreira, mas apesar disso os dois continuam a se encontrar e Flemming até muda seus horários para poder ver Anna (Juliette Binoche). Eles têm noção de que a relação deles dois pode abalar a vida das pessoas que amam, mas não conseguem se desligar, sendo movidos pela forte atração sexual que um exerce no outro.
 
 
 


 
 
 
 
Esqueçam tudo que acham que sabem sobre filmes polêmicos, esqueçam livros eróticos, porque se você nunca viu Perdas e Danos você não sabe o que é um filme chocante.
Imaginem tudo isso em 1992? Pois bem, nessa época o filme foi proibido em vários países e o clima entre os protagonistas ficou tenso, já que a atriz Juliette Binoche deixou o set de gravação mais de duas vezes por ter sentido que a técnica do amiguinho Irons tinha sido esquecida e ele estava levando a sério as cenas de sexo dos dois.
Mas afinal o que há de tão incrível nesse filme?
Bom, Stephen ( Jeremy Irons, dispensa comentar que está um arraso como sempre!) é ministro do parlamento britânico conservador, casado e com dois filhos, ele leva uma vida de regras onde não deixou faltar nada a sua família mas onde sempre foi muito frio com eles.
Seu filho mais velho Martyn anuncia que está namorando, os pais não levam muito a sério, já que a todo momento o rapaz troca de namorada, mas em um jantar de negócios, Stephen conhece Anna Barton ( Juliette Binoche, diva como sempre!) que logo de cara se apresenta a ele trocando olhares não muito comuns para ser nora dele.


  O que era um climinha acaba virando um climão e as cenas de sexo entre o sogro e a nora são de fazer qualquer desses livros hot parecerem histórias da Turma da Mônica.
Ao mesmo tempo que achamos insano, pecaminoso e nojenta a relação dos dois, não podemos assumir que ambos se completam, e que ela nada tem a ver com o filho dele. Sentimos pena da esposa dedicada ( Miranda Richardson) e não entendemos aonde eles acham que podem chegar traindo as pessoas com quem se deitam todas as noites?
Intenso e polêmico, o filme foi mal visto por algumas pessoas como algo que nunca deveria ter passado nos cinemas, não é para tanto, as atuações são maravilhosa e o roteiro idem , e por mais doentio que possa parecer o romance sabemos que deve existir em algum lugar pessoas que fazem o mesmo.


 
 
 
Abastecidos por um tesão doentio, os dois esquecem do mundo quando estão juntos . Anna é atormentada por seu passado, onde seu irmão se matou por amá-la não de um jeito fraternal. Ao encontrar Martyn ela vê o equilíbrio que precisa para sua vida, mas não entendemos até onde pretende chegar na relação com o sogro, a mim me parece que a todo instante ela deseja ter os dois.



 
Final inesperado e ainda mais dramático impossível. Um dos melhores filmes dos dois atores. Vale a pena ser visto.





sábado, 28 de setembro de 2013

Menina que via filmes : " A casa dos espíritos" [Crítica]

Título Original: The house of the spirits
Título no Brasil: A casa dos espíritos
Baseado na obra de Isabel Allende
Direção: Bille August
Elenco: Jeremy Irons, Meryl Streep, Winona Ryder, Antonio Banderas , Glenn Close
Ano: 1994
País: Dinamarca. Alemanha, Portugal, EUA
Idioma : Inglês
Gênero: Drama
Duração: 2h20min




A história do Chile da década de 20 aos anos 70 é contada através da saga da família Trueba, que começa com a união de um homem simples (Jeremy Irons), que fica rico, com uma jovem (Meryl Streep) de poderes paranormais. A saga se desenvolve até esta família ser atingida pela revolução, que no início da década de 70 derrubou o presidente Salvador Allende.

 
  Esse é um filme que não canso de assistir, apesar de vergonhosamente ainda não ter lido o livro de Isabel Allende no qual é baseado, " A casa dos espíritos" para mim é uma saga a lá " E o vento levou" que não tem validade, ela pode ser assistida por todos e para sempre e pode marcar gerações assim como me senti marcada desde a primeira vez que quis ver porque na época o galã espanhol Antonio Banderas era motivo de levar qualquer mulher ao cinema!
A história de Esteban Trueba ( o perfeito Jeremy Irons) que enriquece aos poucos e começa a explorar  a mão de obra é no mínimo linda e daquelas que aqui se faz, aqui se paga! Noivo da irmã da personagem Clara ( Meryl Streep, diva como sempre!) ela é envenenada por uma pessoa que na verdade queria matar o pai das meninas, no entanto, Clara sempre foi apaixonada pelo noivo da irmã e depois da morte dela ficou ano sem falar. Com um dom da clarividência a menina recebia pessoas em casa porque previa a morte das pessoas ao redor e se já era dada como estranha quando para de falar parece que tudo piora. 
Enquanto Esteban vai enriquecendo ele mostra seu lado mau caráter ao estuprar uma das moças da região enquanto essa trabalha em suas terras.
Ao ver Clara crescida, ele se encanta com a agora mulher e pede a mão dela em casamento aos pais , Clara animada logo aceita.
Os dois vivem um lindo romance e ele enriquece ainda mais as custas de explorar seus empregados. Esteban pe tão frio que nem sua própria irmã ele trata bem, ela que cuidou sozinha a vida inteira da mãe deles é chamada para morar na sua casa mas ele a trata muito mal, a ótima Glenn Close dá um show como a irmã solteirona que nutre uma paixão por Clara no papel de Férula ( eita nome lindo!).
Com o tempo, Esteban vai ficando influente e é a olhos vistos que o espectador vê o quanto ele não vale nada mas tem um amor grande por Clara e sua única filha Blanca ( interpretada pela sumida Winona Ryder) mas que nem pode imaginar que ela tem um tórrido romance com o personagem de Antonio Banderas que é um revolucionário que odeia seu pai.
 Clara vai descobrindo aos poucos o homem que se casou e se surpreende com sua maldades ainda que o amando, com o golpe no Chile quando caiu Salvador Allende ( não é coincidência o sobrenome com a autora Isabel, Salvador era primo de seu pai!) a vida deles não fica mais como era pois ele vê que muitos lhe viram as costas.
Velho mesmo com dinheiro ele percebe que tudo que fez não tem mais tanta influência e vê sua família lhe virar as costas.
" A casa dos espíritos" é muito bom, há tempos não vejo filmes com lindas histórias como essa, por esse motivo fiquei ainda mais feliz ao ver que relançaram em dvd e é fácil encontrar nas lojas de qualquer shopping!