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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Menina que via filmes: Unidas pela esperança

 



🎬🎬🎬🎬 Título Original: Military Wives Título no Brasil: Unidas pela Esperança País: Reino Unido Ano: 2020 Lançamento no Brasil: 14 de janeiro de 2021 Direção: Peter Cattaneo Roteiro: Rachel Tunnard, Rosanne Flynn Elenco: Kristin Scott Thomas, Sharon Horgan, Emma Lowndes gênero: Drama , Musical Formato visto: Cabine de imprensa on- line #13 de filmes vistos em 2021 ❤️Cabine em parceria com California Filmes e Sinny Assessoria 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes.

domingo, 1 de novembro de 2020

Menina que via filmes: Rebecca - a mulher inesquecível

 


⚠️⚠️⚠️ Contém Spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Rebecca Título no Brasil: Rebecca - A Mulher Inesquecível País: EUA - Reino Unido Diretor: Ben Wheatley Roteiro Adaptado: Jane Goldman (screenplay by), Joe Shrapnel (screenplay by) Baseado na obra de Daphne Du Maurier Stars: Lily James, Armie Hammer, Kristin Scott Thomas Filme original da Netflix
#193 💌Comentários são sempre bem-vindos aqui no Canal ou em qualquer uma de minhas redes sociais. Porém, comentários mal educados sobre mim, minha crítica e/ou resenha ou ofensas serão deletados e a pessoa bloqueada. Você pode não concordar com minha crítica mas há sempre uma maneira educada de debatermos opiniões diferentes. 📘Conheça meus livros: https://amzn.to/2BCGAy4

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Menina que via Filmes: A Festa [Crítica]


Título Original: The Party Título no Brasil: A Festa Data de lançamento 26 de julho de 2018 (1h 11min) Direção: Sally Potter Elenco: Kristin Scott Thomas, Timothy Spall, Patricia Clarkson mais Gêneros Drama, Comédia Nacionalidade Reino Unido
#155
por Raffa Fustagno

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Menina que via Filmes: O Destino de uma Nação [Crítica]

Título Original:  Darkest Hour
Título no Brasil: O Destino de uma Nação
Data de lançamento 11 de janeiro de 2018 (2h 06min)
Direção: Joe Wright
Elenco: Gary Oldman, Kristin Scott Thomas, Ben Mendelsohn mais
Gêneros Biografia, Histórico, Drama

Nacionalidade Reino Unido
#03







Ano passado assisti ao filme Dunkirk, achei ele bom mas como disse para mim ficou faltando o heroísmo, que percebi que sou fã depois de ver esse filme. Em O Destino de Uma Nação com o protagonista sendo o ex primeiro ministro inglês Winston Chuchill ( Gary Oldman, em uma atuação que já lhe rendeu o Globo de Ouro e deve lhe render uma indicação ao Oscar) um homem que não era exatamente amado pela população, sim, ele assume no lugar de um homem que achavam que não tinha mais pulso porque só visava a paz mas seu histórico não era dos melhores.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Menina que via Filmes: Suíte Francesa [Crítica]

Título Original : Suite Française
Título no Brasil : Suíte Francesa
Lançamento 28 de janeiro de 2016 (1h48min) 
Dirigido por Saul Dibb
Com Michelle Williams, Kristin Scott Thomas, Matthias Schoenaerts mais
Gênero Drama , Guerra , Romance

Nacionalidade Reino Unido , França , Bélgica , Canadá






Á primeira vista soa estranho que um filme todo passado na França contando a invasão nazista em uma cidade do país  seja inteiramente falando em inglês . Algumas horas o diretor parece lembrar do idioma local e solta frases  em francês e outras em alemão no roteiro. 
Tirando isso o filme baseado no livro não terminado de uma judia que foi morta no campo de concentração mais famoso é um romance bonito com atuações muito boas do elenco.
Em plena Segunda Guerra Mundial um vilarejo na França é invadido por nazistas. Lá vivem Lucile ( Michelle Williams) e sua sogra Madame Angellier  ( Kristin Scott Thomas) . A vida da moça não é nada fácil , obrigada a casar com um homem por imposição dos pais ela agora vive sem ele que foi para guerra e raramente tem notícias desde então . Apesar de não sentir saudades , sofre com a ausência porque sem ele , ela acaba tendo que aturar sozinha a insuportável mãe de seu marido que cobra os inquilinos sem dó nem piedade e ainda joga na cara dela o tempo inteiro que ela se casou por causa do dinheiro.
A vida delas muda muito quando os nazistas " pedem" para que um de seus oficiais fique na casa, por ser uma das melhores da região. Sendo assim, Bruno ( Mathias Schoenaerts) é o escolhido, para alegria de Lucille que não tira os olhos dele, primeiro porque ele toca piano assim como ela, depois porque o moço é lindo mesmo. E então entra o grande empecilho : ela é casada. Mas tem mais...ele é o inimigo, como se sentir atraída por quem anda matando tantas pessoas? Inclusive seu próprio marido pode estar morto .
Entre cenas de tensão como as que ele levam uma conhecida judia e cenas de interação entre o alemão e a francesa, o filme foca mais no romance, no amor proibido entre duas pessoas que deveriam se odiar. 
A química entre o casal é aparente, mas há poucas cenas dos dois envolvidos, em uma época onde tudo era um escândalo, uma mulher casada não podia conversar com um homem, ainda mais se ele fosse alemão.

Há cenas intensa como por exemplo quando ela descobre um segredo que a envolve com cartas anônimas que estão em poder de seu agora amado oficial.
A história é linda, um filme com certeza emocionante, mais uma vez vou discordar da crítica especializada.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Menina que via Filmes : Minha Querida Dama [Crítica]

Título Original : My Old Lady
Título no Brasil; Minha Querida Dama
Dirigido por Israël Horovitz
Com Kevin Kline, Maggie Smith, Kristin Scott Thomas mais
Gênero Comédia , Drama , Romance

Nacionalidade EUA , França
Ano : 2014




















Vendido como uma comédia misturada com drama, só consegui enxergar tristeza em um roteiro que tenta nos fazer rir, mas não o consegue. Primeiro, o péssimo título dado ao filme no Brasil, o correto seria " minha senhora" e não " minha querida dama"! 
Mathias ( o sempre estupendo Kevin Kline) é um divorciado americano que vem de New York para Paris para receber a herança do pai. Na verdade ele deixou um apartamento gigante em seu nome e ele está contando os dias para vende-lo, já que em seu país de origem não tem mais nem um emprego.

Ao chegar no apartamento se depara com Mathilde ( Maggie Smith, que dispensa apresentações!) , uma senhora de 92 anos dormindo em dos cômodos. O presente de grego deixado por seu pai é na verdade um apartamento com uma inquilina que não pode ser despejada de acordo com as leis francesas. Lá existe a venda viager, ou seja, quando o dono de um imóvel compra o de uma pessoa com idade avançada por um preço muito abaixo do mercado, mas se compromete a deixa-lo morando até o antigo dono morrer e ainda deve pagar uma espécie de aluguel para ele. Complicado, certo? Para Mathias também, e ele tenta entender como se próprio pai pode ter doado tudo que tinha para uma instituição de caridade e ter deixado um apartamento com uma senhora dentro para ele ?
Era para ter graça, mas não achei. Para completar, o protagonista é um homem sofrido, depois de  3 casamentos desfeitos, nunca se sentiu amado pelo pai, sua mãe se matou, ele é um ex alcoólatra e agora ainda descobre que na verdade herdou uma dívida.
Ah sim, a filha de Mathilde também mora na casa, Chloé ( Kristin Scott Thomas) faz de tudo pela mãe, de quem  também nunca teve muito amor, mas é uma solteirona que tem um romance com um homem casado.
Cadê a comédia? Pois é, há muitos conflitos internos dos personagens, as revelações quando vem parecem um tapa não somente no espectador mas neles e não consigo entender como foi possível aquele final? 
O filme se sustenta por atuações fantásticas, o tema pesado de traição paira no ar e os três conseguem fazer cenas épicas, onde há um duelo de talentos , atores ótimos que já conhecemos se enfrentando em questões que envolvem o passado e o presente.
Vale a pena assistir, mas não espere dar gargalhadas. 

sábado, 8 de março de 2014

[ Resenha] A chave de Sarah da @Suma_BR e Crítica do filme

Título Original : Elle´s apelait Sarah
Título no Brasil : A chave de Sarah
Autora :Tatiana de Rosnay
Editora : Suma de Letras
Formato lido : e-book
aparelho : kindle
Número de págs : 397








O livro já começa nos avisando que os fatos aconteceram, mas não com aquelas pessoas, ou seja, que os personagens vieram da cabeça da autora, mas o que eles passam no livro é real, aconteceu e choca até hoje. Quantas histórias já não lemos, sejam elas reais ou inventadas sobre esse tema? Recentemente em uma visita que fiz ao Museu do Holocausto o guia nos informou que ali não era somente uma história mas sim histórias no plural, porque cada pessoa teve seu jeito, é dessa forma que li " A chave de Sarah".

A autora nos apresenta os dias do presente e os do passado,mais especificamente os da Segunda Guerra Mundial, somos apresentados a Sarah, ela tem um único irmão e apesar de brigarem as vezes ela tem aquele amor protetor de irmã mais velha.
Conhecemos nos dias de hoje uma jornalista americana que é casada com um francês judeu e que herdam da família um apartamento onde ela sabe que tiveram ali histórias da Guerra. 
Curiosa com as mesmas e ao mesmo tempo querendo publicar um especial na revista onde trabalha na França , ela investiga a fundo a vida da família de seu marido.
O Livro também pode ser encontrado com a capa original lançada no Brasil
Por outro ângulo, em uma ida contante entre o passado e o presente vivemos um pouco da vida de Sarah, aos 7 anos ela é levada com seus pais para os campos de concentração, mas antes ela opta por trancar seu irmão para protegê-lo dos nazistas no armário de sua casa. É essa a chave que ela vai levar consigo e tentar salvar o irmão o tempo todo.
Difícil resenhar sem contar o presente, difícil não se emocionar e não viver como a pequena Sarah, com medo constante de tudo.
Uma história que podia ser enterrada, mas que graças a uma jornalista revive para mostrar aos familiares a mulher corajosa que Sarah sempre foi. Lindo, emocionante do início ao fim.


[ CRÍTICA ] Menina que via filmes : A chave de Sarah

Título Original : Elle´s apelait Sarah
Título no Brasil : A chave de Sarah
Baseado no livro de Tatiana de Rosnay
Direção : Gilles Paquet Brenner
Elenco : Kristin Scott Thomas, Aidan Quinn, Melusine Mayance
Ano > 2011
Gênero : Drama
País : França
Idioma : Francês, Inglês 
Censura : 14 anos
Duração : 1h 51 min
Formato visto : Blu Ray

1942, durante a ocupação alemã na França, na 2ª Guerra Mundial. Sarah Starzynski (Mélusine Mayance) é uma jovem judia que vive em Paris com os pais (Natasha Mashkevich e Arben Bajraktaraj) e o irmão caçula Michel (Paul Mercier). Eles são expulsos do apartamento em que vivem por soldados nazistas, que os levam até um campo de concentração. Na intenção de salvar Michel, Sarah o tranca dentro de um armário escondido na parede de seu quarto e pede que ele não saia de lá até que ela retorne. A situação faz com que Sarah tente a todo custo retornar para casa, no intuito de salvá-lo. Décadas depois, a jornalista Julia Jarmond (Kristin Scott Thomas) é encarregada de preparar uma reportagem sobre o período em que Paris esteve dominada pelos nazistas. Ao investigar sobre o assunto, encontra um elo entre sua família e a história de Sarah


Ao ler o livro não aguentei nem dois dias e quis ver o filme baseado nele. Há uma riqueza de detalhes maior nas quase 400 páginas do livro mas o filme no quesito emoção não fica atrás.

Sarah ( Melusine Mayance, divina) é uma menina judia de 7 anos, ela brinca com seu irmão mais novo que aparenta ter uns 5 anos.
A porta faz barulho, alguém bate, sua mãe assustada pede para que ela vá para o quarto, a mãe informa ainda sem abrir a porta que o marido não se encontra.
Mas eles insistem em entrar, pedem a chave do apartamento e falam para se arrumarem pois os levarão.

Sarah é rápida em dizer que seu pai viajou com seu irmão doente, não sabemos onde está o pai, mas o irmão acabamos de ver ela o trancando no armário e pedindo para que ele não saia de lá.

Ela sai com a mãe, levando a chave do armário onde o menino está. Acham o pai, os 3 judeus são mandados para um estádio sem qualquer higiene.
Daí para frente vemos a angústia da família e de Sarah querendo voltar para salvar o irmão.

Pulamos para Julia ( Kristin Scott Thomas), casada com um francês e com uma filha de 15 anos, ela se divide em trabalhar em uma revista na França e falar com a família nos EUA.
Interessada em escrever sobre a segunda guerra, ela investiga a família de seu marido que é judia e descobre que o apartamento herdado da família dele tem uma história que envolve Sarah.

A cada descoberta uma emoção diferente, ver o filme me tocou de uma forma que não poderia imaginar no livro, talvez por não ter vivido .
Mas a luta, a fuga, tudo revolta ainda mais quando passado na nossa frente.
Com atuações maravilhosas e uma história emocionante não ficou tão difícil fazer um belo filme.
A participação de Aidan Quinn fechou ainda mais com chave de ouro esse lindo filme.