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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Menina que via Filmes: Mentes Sombrias [Crítica]

Título Original: Darkest Minds
Título no Brasil: Mentes Sombrias
Baseado no livro de Alexandra Bracken
Data de lançamento 16 de agosto de 2018 (1h 44min)
Direção: Jennifer Yuh Nelson
Elenco: Amandla Stenberg, Harris Dickinson, Mandy Moore mais
Gênero Ficção científica

Nacionalidade EUA






por Bianca Silveira

Diversas crianças começam a morrer de uma doença misteriosa e as sobreviventes desenvolvem poderes que ninguém sabe direito como controlar. Exatamente por não ter controle da situação o governo americano encara as crianças sobreviventes como ameaça e enviam todas para um campo de concentração disfarçado de reabilitação. Ali todos são separados por cor, mas não cor de sua pele ou algo do tipo e sim cor de acordo com seus poderes. Verde, Azul e Amarelo ofereciam menos perigo, já o Laranja e o Vermelho eram os mais perigosos e deveriam ser exterminados imediatamente. Ruby Daly (Amanda Stlenberg, sim a mesma de Jogos Vorazes) é uma das sobreviventes poderosas que por volta dos 10 anos de idade foi enviada para um desses campos e ficou lá por 6 anos até conseguir fugir com a ajuda de Cate (Mandy Moore).

quarta-feira, 7 de março de 2018

Menina que via Filmes: Medo Profundo [Crítica]

Título original: 47 meters down
Título no Brasil: Medo Profundo
Data de lançamento 8 de março de 2018 (1h 41min)
Direção: Johannes Roberts
Elenco: Mandy Moore, Claire Holt, Matthew Modine mais
Gêneros Suspense, Terror
Nacionalidades Reino Unido, EUA, República Dominicana






por Reinaldo Barros



Duas irmãs viajando de férias pelo México só querem se divertir, dançar, beijar, mergulhar com tubarões brancos e mandar as fotos para o ex. Lisa (Mandy Moore) aceitou viajar com a irmã mais nova Kate (Claire Holt) para se divertir e tentar esquecer seu ex-namorado, por quem ainda é apaixonada. Lise se culpa constantemente pelo término por acreditar que sua personalidade tranquila teria sido determinante para isso.

sábado, 21 de março de 2015

A Menina no Altar : Licença para Casar [Crítica]

Título Original : License to Wed
Título no Brasil : Licença Para Casar
Dirigido por Ken Kwapis
Com Robin Williams, Mandy Moore, John Krasinski mais
Gênero Comédia , Romance

Nacionalidade EUA
Formato visto : DVD
Duração : 1h 31 min
Ano : 2007












Para quem não sabe, a Igreja Católica exige que se faça um curso de noivos para que se possa casar em uma de suas filiais. Aqui no Brasil o Curso dura um dia inteiro, os noivos após assistirem a palestras ministradas por padres e outros membros da igreja recebem um certificado onde estão aptos a casarem. 
Pois bem, Ben ( John Krasinski ) e Sadie ( Mandy Moore) se amam, já vivem juntos e decidem subir ao altar. Como é comédia as cenas por si só já são hilárias, por exemplo o pedido é feito durante o aniversário de casamento dos pais de Sadie , o que já vemos que é uma família bem metida na vida do casal, o pai parece não gostar muito do momento escolhido por Ben e é ali que ele fica sabendo que terá que casar na igreja St Agustine onde toda sua família casou e passarem no curso de noivos do reverendo Frank ( Robin Williams, sensacional!) .

Seria ok, se o reverendo não tivesse como maior meta separar os casais que ele implica, o que é o caso de Jon e Sadie. Ele adora a menina mas acha que ele não é para ela e com um ajudante criança - que age como adulto o tempo todo e mais parece o brinquedo assassino Chucky- ele informa que seu curso tem que ser seguido a risca. Isso inclui não fazer sexo até o casamento e outras milhares de regras de enlouquecer qualquer casal.
Ben não pode nem imaginar o que vem pela frente, Sadie parece anestesiada com o padre e acredita em tudo que ele fala, aceitando fazer parte das aulas mais bizarras possíveis, como em um delas eles tem que brigar o que obviamente faz com que o casal comece a se odiar. 

A graça do filme está em exatamente nos depararmos em um padre com atitudes pouco ortodoxas, ele coloca uma escuta na casa dos noivos para saber se realmente não estão fazendo sexo.
Algumas coisas, claro, são exageradas, mas entendo que o façam para ter graça , ri muito e achei mais uma vez um apena um astro como Robin Williams ter nos abandonado.
Quando os dois por exemplo tem que cuidar de um casal de bonecos para provarem que podem ser pais eu não consegui parar de rir, para piorar o melhor amigo de Ben ainda pede para ele tomar conta do filho dele, resultado: o casal fazendo lista de presentes em uma loja com 2 bonecos chorando - bizarros!- e uma criança que não parava quieta , quem é mãe vai se identificar. 

Sadie e Ben tem direito a separação e reconciliação como pede as comédias românticas do gênero e a cena final é lindinha. Vale muito a pena assistir.