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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Menina que via Filmes: As Viúvas [Crítica] [ Festival do Rio]


Título Original: Widows
Título no Brasil: Viúvas Data de lançamento 29 de novembro de 2018 (2h 09min) Direção: Steve McQueen (II) Elenco: Viola Davis, Michelle Rodriguez, Elizabeth Debicki mais Gêneros Suspense, Drama Nacionalidade EUA
#199
por Raffa Fustagno

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Menina que via Filmes: Planeta dos Macacos - a Guerra















Título Original: War for the Planet of Apes
Título no Brasil: Planeta dos Macacos -A Guerra
Data de lançamento 3 de agosto de 2017 (2h 20min)
Direção: Matt Reeves
Elenco: Andy Serkis, Woody Harrelson, Steve Zahn 

Gêneros Ficção científica, Ação, Aventura
Nacionalidade EUA 

Sinopse: Humanos e macacos cruzam os caminhos novamente. César e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel. Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo.
 

O filme começa com a guerra já em andamento, com o líder dos macacos, César (Andy Serkins, o Gollum de O Senhor dos Anéis) , tentando manter o grupo protegido dos ataques do exército humano.  Porém eles são atacados pelo exército comandado por Colonel (Woody Harrelson, em excelente atuação). O exército humano conta com a ajuda de alguns macacos traidores que eram seguidores do macaco Koba ( interpretado por Toby Kebbell, o macaco vilão do outro filme).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Estrelas Além do Tempo [Crítica]

Título Original: Hidden Figures
Título no Brasil: Estrelas Além do Tempo
Baseado no livro de Margot Lee Shetterly
Data de lançamento 2 de fevereiro de 2017 (2h 07min)
Direção: Theodore Melfi
Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe mais
Gêneros Drama, Biografia

Nacionalidade EUA
#9assistido
#10criticado





Infelizmente por um lado e felizmente por outro a história contada em Estrelas Além do Tempo é verídica. No auge da Guerra Fria, os Estados Unidos e a antiga União Soviética lutavam pelo posto de terem o primeiro astronauta a pisar na lua. Nesse cenário na terra de Obama - e agora de Donald Trump- existia uma grande segregação racial, uma das piores já vistas, onde negros em plena década de 60 tinham locais exclusivos para não se misturarem com os brancos. Parece algo tão surreal saído de uma distopia ou de um filme de terror mas acontecia, e esse longa retrata exatamente o que 3 mulheres empoderadas e negras fizeram para que seus sonhos se tornassem realidade.
Katherine Johnson ( Taraji P. Henson) sempre foi uma prodígio, ganhou bolsas de estudo e foi a primeira da sua sala a se formar, uma verdadeira calculadora quando lhe entregavam um papel e um lápis. Mas sua carreira demorou para deslanchar porque era negra, então ter conseguido ao lado de suas amigas com histórias bem parecidas como Dorothy Vaugh ( a ótima Octavia Spencer) e Mary Jackson ( a agora atriz mas antes cantora Janelle Monàe) um emprego na NASA, era um grande orgulho para suas famílias. Todas elas ainda conseguiram conciliar a carreira com ser mãe de mais de 2 filhos cada uma. Do grupo apenas Katherine era viúva, então fora darem um duro diário nos empregos, enfrentarem preconceitos absurdos pelo caminho elas ainda eram mães. Entreguem logo um Nobel e um Oscar para cada uma, mundo!
Nesse ambiente hostil da NASA onde as salas eram separadas de seus colegas de trabalho brancos, seus banheiros eram em prédios muito distantes e o café tinha que ser tomado em garrafas diferentes, elas passaram por cima de tudo, engoliram o choro e fizeram seus nomes no famoso centro espacial.
Tão cheias de garra quanto inteligentes, a capacidade de cada uma ajudou e muito a provar para os brancos que desacreditavam nelas pela cor da pele e ainda por serem mulheres de que não eram capazes de ajudar muito no que tinham dúvidas. A cada cena onde provavam que eram ainda mais espertas e capazes do que colegas e chefes como Al Harrison ( Kevins Costner), Vivian Michael ( Kirsten Dunst) dentre outros, a vontade do espectador é levantar no meio da sala de exibição e bater palmas. 
Com diálogos tão impactantes quanto necessários, o filme é um aprendizado sobre uma época onde ser negro era quase um crime e apesar de mutos brancos não concordarem com as separações, nada faziam, por isso que há uma cena onde o chefe vivido por Kevin Costner me representa, ele é exatamente o que eu gostaria de ter feito se vivesse naquele tempo e/ou naquele país. O Brasil apesar de ainda ter preconceitos ridículos, não viveu uma segregação tão forte. 
O filme é muito mais do que mulheres negras provando do que são capazes, é um filme sobre reflexão de porque depois da evolução temos regredido tanto? São inúmeros episódios racistas registrados, isso já não era para ter saído de moda?
Eu por mim premiava esse filme com muitas estatuetas, não sei se entrará na disputa, mas todas as 3 atrizes estão desconcertantes atuando. Que filme, que história!

* Esse filme foi visto na cabine de imprensa no dia 10 de janeiro no Cinemark Praia Shopping a convite da Fox Film Brasil. Agradecimentos à Aliança de Blogueiros RJ pela oportunidade. 



terça-feira, 25 de outubro de 2016

Menina que via Filmes: Trolls [Crítica]


























Título Original: Trolls
Título no Brasil: Trolls
Data de lançamento 27 de outubro de 2016 (1h 33min)
Direção: Mike Mitchell (V), Walt Dohrn
Elenco: Jullie, Hugo Bonemer, Hugo Gloss mais
Gêneros Animação, Aventura, Fantasia, Comédia Musical

Nacionalidade EUA

Claro que eu fui uma das milhões de crianças que teve um Troll. E obviamente que vê-los todos fofos no cinema foi uma alegria para mim. Para melhorar o roteiro não deixa a desejar. Os Trolls vivem alegremente até que os Bergens, monstrinhos bem pavorosos, descobrem que a alegria deles pode ser passada se os comerem. Sendo assim todos os Trolls são mantidos em uma árvore no meio da terra dos Bergens para que uma vez por ano sejam devorados por eles e os monstrinhos tristonhos sintam a alegria.
Acontece que exatamente no primeiro ano do príncipe Gristle, eles conseguem escapar da árvore e liderados por seu rei Peppy conseguirão se abrigar em uma outra floresta. O Rei dos Bergens claro fica furioso, coloca a culpa na chefe de cozinha e a expulsa do local, mas todos ali voltam a ser infelizes.
Um tempo passa até que a nova casa dos Trolls é mostrada, princesa Pop ( Anna Kendrick no original)  está cada dia mais ativa e comemorativa, como todos. O que eles fazem? Eles cantam, se abraçam e são felizes. Quer dizer menos Tronco ( papel de Justin Timberlake na versão original) que sempre alerta a todos que os Bergens voltarão e que eles precisam parar de cantar senão chamarão a atenção deles.

Bom, vocês certamente já sabem o que acontecerá, o tal rabugento estava certo e alguns Trolls serão sequestrados para servirem de comida para o príncipe que agora já é rei pois parece que seu pai morreu. Existem vários pontos positivos na animação. As músicas vão desde Cindy Lauper a Lionel Richie. ícones dos anos 70 e 80 até Gorillaz que fez sucesso nos anos 90. Nas vozes originais as canções alegram os marmanjos que na sala soltam gargalhadas e cantam juntos, ué, não era um filme para criança?
Não...Trolls definitivamente não tem faixa etária exata, é para todos porque é extremamente para cima.
Sem contar que os diálogos sarcásticos são maravilhosos. Pode ir correndo pro cinema que é diversão para família toda!

*Esse filme foi assistido na Cabine de Imprensa no Cinemark Praia Shopping em 21 de outubro de 2016, um oferecimento da Fox Film do Brasil. Agradecimentos ao blog Reino Literário Br pelo convite.