Mostrando postagens com marcador Liana Liberato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liana Liberato. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Menina que via Filmes: MInímo para Viver [Crítica]

Título Original: To The Bone
Título no Brasil: Mínimo para Viver
Data de lançamento 14 de julho de 2017 na Netflix (1h 47min)
Direção: Marti Noxon
Elenco: Lily Collins, Keanu Reeves, Carrie Preston mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA
Formato visto: Netflix

# 79assistido #80criticado





O intesse por esse filme se deu logo no trailer. E quando algo se identifica com o que você já viveu a vontade de assistir é maior ainda. Muitos de vocês talvez não saibam que durante os anos de 2012 e 2013 eu tive um quadro de depressão, com isso não comia, perdi mais de 24 kg e se por um lado havia quem elogiasse por dentro apesar de passar do tamanho 42 para o quase 36 eu me sentia morta.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Menina que via Filmes : A Face do Mal [Crítica]

Título Original : Haunt
Título no Brasil : A Face do Mal
Dirigido por Mac Carter
Com Harrison Gilbertson, Liana Liberato, Jacki Weaver mais
Gênero Terror

Nacionalidade EUA
Formato visto : Netflix
Duração : 1h 29 min















Esse é um exemplo de um filme de terror que tenta se explicar demais e no final acaba não dando explicação plausível para fantasma fazer o que fez. 
Com um início bacana, começando com a família anterior sendo mostrada em flashes, vemos o pai pedindo desculpas e sendo morto pela tal criatura demoníaca. Sabemos - narrados pela voz da ótima Jacik Weaver, candidata ao Oscar por O lado bom da vida - que a família tinha 3 filhos , todos morreram misteriosamente, o pai sendo o último, na tal maldição da casa.
Claro que começam aí os absurdos, uma outra família que sabia da história e com 3 filhos opta por morar na mesma casa, todos acham normal... e então moram na imensa casa e começam a ocorrer fatos estranhos ( óbvio!).
Um dos filhos, Evan ( Harrison Gilbertson) ouve barulhos e ao andar pelo matagal próximo da casa  - sempre tem matos e fumaça- ele encontra com a linda Sam ( Liana Liberato de O melhor de mim). A menina apanha muito do pai que vive bêbado e tem um ímã pela tal casa que nem ela sabe explicar.

Os dois acabam pegando uma caixa que tem na tal casa e invocando os espíritos. Claro que só ia dar em M... a tal demoninha entra no menino e quase mata Sam, a irmã mais nova tem visões das outras crianças mas acha natural conversar com pessoal de olhos pretos , acinzentadas e com cheiro de defunto.
Quando a verdade vem a tona, a história é bem feita sim, o roteiro poderia ter continuado com a vingança mas opta pelo mais fácil, por uma morte que não precisava, por estragar todo o motivo das vinganças.
O casal teen tem química e o diretor até deixou rolar mais que poucas cenas em filmes do gênero - que ou deixam a entender ou apelam para moças correndo sem sutiã - e a gente fica lamentando o final .
Sustos? Muitos...mas talvez o que mais me deu medo no filme foi  a cara de malvada de Jacki Weaver.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Menina que via filmes : O Melhor de Mim [Crítica]

Título Original  : Best Of Me
Título no Brasil : O Melhor de Mim
Baseado na obra de Nicholas Sparks
Dirigido por Michael Hoffman
Com Michelle Monaghan, James Marsden, Liana Liberato
Gênero Romance , Drama
Nacionalidade EUA







dolescentes, Amanda (Liana Liberato) e Dawson (Luke Bracey) se apaixonam. O pai da garota não aprova o relacionamento e, com o passar do tempo, os jovens acabam se afastando e tomando rumos diferentes. Duas décadas mais tarde um funeral faz com que os dois (Michelle Monaghan e James Marsden) voltem à cidade natal e se reencontrem. É o momento de ver se os sentimentos persistem e avaliar as decisões que tomaram na vida.



Quando li o livro chorei muito , não poderia ser diferente com o filme, já fui preparada para usar todo o Kleenex e para explicar para minha mãe que não curte finais tristes porque afinal eu havia gostado tanto daquela história.
Dawson ( Luke Bracey) é um rapaz de 17 anos que sofre muito em casa, seu pai lhe bate e junto com os irmãos mais velhos vendem drogas. Amanda ( Liana Liberato) é a tí´pica menina de boa família, seus pais são donos de boa parte da cidade. Os dois se apaixonam, imersos no amor eles nem consegem enxergar a vida sem o outro ao lado. Com isso Sparks já nos ganha na história, porque como não torcer para o casal fofo? Para completar ele ainda é acolhido quando foge de casa por Tuck, um viúvo fofo que o trata como filho.

Mas como todo filme / livro do mestre da choradeira sabemos que o que vem pela frente é  melodrama sparkiniano, e não se enganem que é uma crítica, porque é elogio. A gente sabe que em algum momento vai sofrer com os personagens, que alguém que gostamos vai morrer , mas continuamos vendo para chorar junto. 
O casal teen é separado porque Dawson vai parar na cadeia - não posso contar o motivo  - Amanda refaz sua vida , se casa e tem dois filhos, e fica sendo interpretada por Michelle Monaghan . Jà Dawson vira solteirão, aparece 21 anos depois trabalhando em uma plataforma mas o ator que faz ele mais velho é tao diferente que chega a ser bizarro, James Marsden faz o papel e tem tão a ver com Luke quanto eu sou parecida com Penelope Cruz.

O filme pode parecer um dramalhão sem fim, meus pais estavam comigo e não gostaram nada, acharam triste demais. Em busca de finais felizes, não busque por Sparks . Para mim a ideia dele era mostrar que nem sempre os finais são como queremos, mas nem por isso devemos ficar tristes, para tudo existe um motivo.
Como o autor é um dos produtores não teve quase nenhuma diferença para o livro , aqui fica uma reclamação de que o trailer mostrava a música All of Me de John Legend. No filme não toca uma única vez , foi uma decepção muito grande porque tinha tudo a ver com a história.