Título Original: To The Bone Título no Brasil: Mínimo para Viver Data de lançamento 14 de julho de 2017 na Netflix (1h 47min) Direção: Marti Noxon Elenco: Lily Collins, Keanu Reeves, Carrie Preston mais Gênero Drama Nacionalidade EUA Formato visto: Netflix # 79assistido #80criticado
O intesse por esse filme se deu logo no trailer. E quando algo se identifica com o que você já viveu a vontade de assistir é maior ainda. Muitos de vocês talvez não saibam que durante os anos de 2012 e 2013 eu tive um quadro de depressão, com isso não comia, perdi mais de 24 kg e se por um lado havia quem elogiasse por dentro apesar de passar do tamanho 42 para o quase 36 eu me sentia morta.
Título Original : Love, Rosie Título no Brasil : Simplesmente Acontece Dirigido porChristian Ditter ComLily Collins, Sam Claflin, Christian Cooke mais GêneroComédia , Romance NacionalidadeReino Unido , Alemanha Baseado no livro de Cecelia Ahern
Me odiei por não ter conseguido ter o livro de Cecelia Ahern antes do filme passar nos cinemas. Mas como os filmes as vezes ficam uma semana em cartaz corri para o cinema mais próxima.
Rosie ( Lilly Collins, fofa como sempre) é uma adolescente britânica que vemos flashbacks dela desde criança brincando com seu melhor amigo Alex ( Sam Clafin). O clichê acontece mas porque julgar se é isso que amamos? Eles são amigos desde pequenos , quando estão livres e desimpedidos não se permitem demonstrar esse amor, então como se não sentissem nada um pelo outro eles se empurram para outras pessoas. É assim no baile de formatura deles, onde Alex vai com Bethany e onde Rosie vai ter sua primeira vez com Greg.
Entre músicas lindas e sofrimento teen, a gente acompanha o nervosismo de Rosie quando na primeira vez o preservativo fica preso dentro dela. O resultado? Gravidez.
Algumas coisas são surreais, mas como não li o livro, vamos julgar o filme, os melhores amigos se separam, ele sem saber que ela está grávida vai ser médico em Harvard. Ela consegue por 9 meses esconder a gravidez dele mesmo com todos os meios que se tem para saber algo hoje em dia.
Com a vida de mãe ela não se permite mais sonhar, acaba trabalhando como camareira em um hotel local ( seu pai é porteiro de um grande hotel e ela jura a si mesmo que um dia vai ter um só dela) . Ele? Está bem rico, mora em um super apartamento os EUA e tem uma namorada americana insuportável que depois vira sua esposa.
Entre muitas idas e vindas - não do casal se pegando porque eles não tem NADA durante o filme todo,e isso cansa - os dois casam, divorciam, tem filhos, mas não juntos.
O jeito de Lilly contagia e Sam é uma graça, a gente fica torcendo pelo casal o tempo inteiro, mas como uma novela mexicana eles só se entendem pouco antes do final e não me digam que é spoiler porque já sabemos que era isso que ia acontecer ( nenhum dos dois morre , isso não é Nicholas Sparks pessoal!).
Quem leu o livro lançado no Brasil pela Novo Conceito diz que mudaram muita coisa, não tenho conhecimento de causa, mas a história de Cecelia ainda não superou minha favorita : P.S Eu Te Amo. Mesmo assim, é fofo, assistam.
Título Original : Mirror Mirror Título no Brasil : Espelho, espelho meu Direção : Tarsem Singh Elenco : Julia Roberts, Lilly Collins, Armie Hammer Gênero : Fantasia, Comédia Ano : 2012 País : EUA Idioma : Inglês Censura : Livre Duração : 1h 46 m
Após a morte do rei (Sean Bean), sua esposa (Julia Roberts) assume o
comando do reino. Extremamente vaidosa, ela passa a cobrar cada vez mais
impostos para sustentar uma vida de opulência. Ao mesmo tempo mantém
presa em seu quarto a enteada, Branca de Neve (Lily Collins). Ao
completar 18 anos, Branca de Neve resolve sair do castelo e conhecer a
realidade do reino. Horrorizada com a situação de fome e miséria do
povo, ela retorna decidida a derrubar a rainha.
Sou
antiga, não baixo filmes, gasto mais do que posso indo ao cinema e
comprando filmes originais mas assumo que é no escurinho de uma sala de
exibição que volto a ser criança. Por este motivo não me lembro de uma semana de minha vida que não tenha ido pelo menos uma vez no cinema.
Se o filme é com ninguém menos que Julia Roberts, eu vejo mais de uma vez. Lógico que eu
estava no dia da estreia para conferir cada pedacinho desse filme de nossa eterna
linda mulher, claro que o comprei em dvd e a trilha sonora para colocar o repeat e ser feliz.
Sim, o mundo parou quando essa ruiva do sorriso
inigualável e risada deliciosa colocou uma bota de verniz e foi fazer
programa em Los Angeles....ou melhor, foi conquistar o coração de
ninguém menos que o tudo de bom Richard Gere - no auge da maturidade- e
com a música do Roy Orbison... virou filme preferido de 10 entre 10
mulheres.
Eu era pequena mas me
encantei com o filme, ninguém para mim era mais perfeita que Julia
Roberts, todos os filmes dela eu via na estreia, até os que não tinha
idade para entrar eu pedia para meus pais irem comigo e lá estava eu
liberada e vendo Julia. Odiei Kiefer Sutherland por anos, afinal, quem
ele pensa que é para trair Julia Roberts?
Ah...paixão
de fã! Foi assim, que na estreia uma sala lotada de crianças na primeira
sessão do dia do filme em Botafogo eu vi mais uma vez Julia ser Julia. E essa semana meu pai me deu o dvd que paquerava a um tempo, depois de ter viciado na trilha sonora e ter decorado a música do final!
Para minha sorte o filme " Espelho,
espelho meu" ( Mirror, mirror) é mais um filme maravilhoso de Julia. Primeiro porque o
enredo baseado na história da Branca de Neve é extremamente bem
aproveitado para uma paródia entrelaçada com os dias de hoje. Segundo
porque Julia de Rainha Má por si só já bastava para ter valido o valor
do ingresso e vale também comprar o dvd que está na promo nas Americanas fica a dica!
Ela rouba a cena, sua gargalhada inconfundível é malvada, mas ainda assim maravilhosamente malvada, se é que isso existe.
A
Branca de Neve de Lilly Collins ( aqui vai momento Contigo! ela é filha
do famoso cantor Phill Collins!) é fofa, mas é só isso, por mais que
tenham melhorado a sobrancelha de Malu Mader dela, que ela tenha uma
carinha de Audrey Hepburn em alguma cenas, ela é ofuscada pelo charme de
Julia. Nada que comprometa o filme, gostei muito e fui achando que
seria um Alice...onde só o que salva é o Johnny Depp.
Não posso esquecer de lembrar dos
figurinos, coisa mais linda, de uma riqueza e de um colorido que só
realçaram os traços delicados da Branca de Neve e toda loucura por ser
nova e linda da Rainha Má.
Destaco
também o final, o que podia ser fofinho foi maravilhosamente animado
por um estilo indiano de filmes ( sim, eles tem Bollywood!) obviamente
uma homenagem do diretor daquele país Tarsem Singh ( ele dirigiu " Os
Imortais" também!) ; você sai do cinema querendo dançar como eles, Lily
Collins ao lado dos anões dá um show! Em casa se solte, coloque seu lado " Caminho das ìndias" para fora e seja feliz!
Infelizmente
o final não tem Julia...mas ela se retira com bons motivos...em conto
de fadas que se preze...a rainha por mais boa atriz que seja tem que
ter seu final infeliz.
Em " Espelho, espelho meu" os anões são ladrões engraçadíssimos, vocês vão reconhecê-los de vários outros filmes!
Ponto
alto do filme também é Nathan Lane, um ator que sempre brilha em todos
os filmes e que nesse está divino. Bem, está todo mundo querendo saber
do príncipe né....ah...ele é bobo. Interpretado pelo ator Armie Hammer
achei que ele tem beleza de sobra e faltou talento, melhor mesmo que ele
fique com a Branca de Neve. Para terminar com Julia tem que ter muito
mais que beleza!
O filme fofo é
ótimo para ver com a melhor amiga, com os filhos ou com o maridão (ou
namorado) porque é para todas as idades. Eu optei por ver com minha mãe
que é quem também nutre essa admiração pela linda mulher. Em casa resolvi ver sozinha, afinal mico que é mico a gente treina sozinha! e eu amei dançar horrores o final