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segunda-feira, 6 de abril de 2020

Menina que via filmes: Contágio [Com spoilers]


🎬🎬🎬🎬🎬 Título Original: Contagion Título no Brasil: Contágio Ano: 2011 País: EUA Roteiro: Scott Z. Burns Direção: Steven Soderbergh Elenco: Matt Damon, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne, Marion Cotillard gênero: Ação, Drama Duração: 1h 46 mins
Assistido no Amazon Prime
#38

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Menina que via Filmes: Estaremos Sempre Juntos [Crítica]


🎬🎬🎬🎬🎬 Título no Brasil: Estaremos sempre juntos Título original: Nous Finirons Ensemble Data de lançamento 14 de novembro de 2019 (2h 15min) Direção: Guillaume Canet Elenco: François Cluzet, Marion Cotillard, Gilles Lellouche Gênero Comédia dramática Nacionalidade França
#229

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Menina que via Filmes: Meu Anjo [Crítica]

Título Original: Gueule d'ange Título no Brasil: Meu Anjo Data de lançamento 25 de outubro de 2018 (1h 48min) Direção: Vanessa Filho Elenco: Marion Cotillard, Ayline Aksoy-Etaix, Alban Lenoir mais Gênero Drama Nacionalidade França
#186









por Cecilia Mouta

Meu Anjo é um filme francês da diretora Vanessa Filho, que conta a história de Marlene (Marion Cotillard) e Elli (Ayline Aksoy-Etaix), mãe e filha. Já nos primeiros minutos de filme podemos notar que Marlene não é nenhum exemplo de mãe, mas com o decorrer da história percebemos que as suas negligências com as responsabilidades maternas beiram o inimaginável. Enquanto Marlene se ausenta, ficando vários dias fora de casa, acompanhamos Elli e percebemos como os vícios da mãe influenciam uma criança. É perturbador ver uma criança de seis/sete anos ingerindo bebida alcoólica porque a mãe é uma alcoólatra. Elli vai se tornando uma criança violenta, às vezes, mentirosa, maldosa e maliciosa. A salvação da personagem acontece quando ela conhece Julio (Alban Lenoir). Como representação de uma figura paterna que Elli não tem, Julio se torna uma figura adulta que ela respeita e tem carinho.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Menina que via Filmes: Os Fantasmas de Ismael [Crítica]






















Título Original:  Les Fantômes d’Ismaël
Título no Brasil: Os Fantasmas de Ismael
Data de lançamento 3 de maio de 2018 (1h 54min)
Direção: Arnaud Desplechin
Elenco: Mathieu Amalric, Marion Cotillard, Charlotte Gainsbourg mais
Gêneros Suspense, Drama, Romance

Nacionalidade França
#60

por Raffa Fustagno

Se um filme tem no elenco Marion Cotillard eu já estou na primeira fileira. Charlotte Gainsbourg também me leva facilmente. Imagina um filme com as duas? 
O ótimo é que o resultado foi excelente, ainda que já vá avisando que é um filme que precisa que se preste atenção nos detalhes e para quem ler essa crítica - sem spoilers!- vai ficar mais fácil entender algo que parece simples mas que pode confundir.
Ismael ( Mathieu Amaric) é um homem que aparenta ter quase 50 anos e que vive um luto eterno, sua esposa Carlota ( Marion Cotillard) desapareceu há exatos 20 anos, 8 meses e alguns dias que ele conta diariamente. Dormindo com todas as mulheres para esquecer o grande amor de sua vida, ele passa os dias escrevendo seu roteiro, bebendo muito tudo que vê e dormindo com mulheres que não tem nenhum relacionamento no dia seguinte ( muitas são da produção de seus filmes).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Menina que via filmes: Aliados [Crítica]

Título Original: Allied
Título no Brasil: Aliados
Data de lançamento 16 de fevereiro de 2017 (2h 05min)
Direção: Robert Zemeckis
Elenco: Brad Pitt, Marion Cotillard, Jared Harris mais
Gêneros Suspense, Romance, Histórico
Nacionalidade EUA
#37assistido

#38criticado






 Max ( Brad Pitt) é um espião que nunca viu sua esposa Marianne ( Marion Cotillard). Isso em 1942 em Casablanca no Marrocos, onde os dois tem uma missão: exterminar um embaixador nazista. Apesar da crítica especializada ter metido o pau no filme, eu vi muitas qualidade.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Menina que via Filmes: Assassin's Creed [Crítica]

Título Original: Assassin's Creed
Título no Brasil: o mesmo
Data de lançamento 12 de janeiro de 2017 (1h 56min)
Direção: Justin Kurzel
Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidades Eua, França

#12assistido #13criticado

 Entendam 2 coisas: 1- Nunca joguei esse game; 2- Nunca li o livro. Pronto, antes de me crucificarem porque amei esse filme, lhes aviso que minha visão é de alguém que foi ao cinema procurando diversão, ação...e encontrou muita. 
Michael Fassbender aqui faz 2 papéis o de Cal Lynch e o do passado de Aguila de Nerha. Logo no início sabemos que ele é a criança que ficou obviamente super traumatizada ao entrar em casa e encontrar sua mãe morta, assassinada por seu próprio pai. O menino revoltado sai correndo e o que sabemos é que agora ele está condenado à morte, levará uma injeção letal por ter matado alguém.
Ele acordará em um lugar estranho, parecido com um hospital - isso não é spoiler pois é mostrado no trailer - e ao seu lado conhecerá a  cientista Sofia ( Marion Cottilard) que tentará lhe explicar o que está acontecendo mas a príncipio o moiçolo evitará entender o que está fazendo ali.
Depois a nós mesmos é melhor explicado as cenas iniciais onde na antiga Espanha existiam os Assassinos, com cenas em espanhol eles fazem um pacto, e aí corta para o que a cientista vai explicar à ele, de que Cal é um descendente direto e que está ali para ajuda-la na cura da violência, parece piada para ele, mas ela acha que é verdade e investe todo seu tempo e trabalho em descobrir a cura da violência. Ela assim usará Cal para experimentos de ida e volta ao tempo em que nem sempre as pessoas voltam bem de saúde. 
 Ele logo notará que não está sozinho e que escapar dali não é muito uma opção. Cabe destacar que as atuações são maravilhosas e o filme ganha um reforço de peso quando entra em cena o maravilhoso Jeremy Irons como pai de Sofia no papel de Sr. Rikkin. 
Sem muitas escolhas e com a promessa de que será liberado após os experimentos com a tal máquina de viagem do tempo, a Animus, ele topa e é aí que toda a ação começa de verdade com batalhas e saltos já esperados pelos fãs e pelos que descobriram a história no filme, o que é o meu caso.  
Com cara de continuação o filme é um prato cheio para quem gosta de histórias de muita emoção com atores do primeiro escalão, unindo uma produção bacana e um diretor que não deixa as cenas ficarem mornas, temos um excelente filme. Já quero o segundo.  

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Menina que via Filmes: Dois Dias, Uma Noite [Crítica]

Título Original: Deux Jours, Une Nuit
Título no Brasil : Dois Dias, Uma Noite
Dirigido por Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne
Com Marion Cotillard, Fabrizio Rongione, Catherine Salée mais
Gênero Drama

Nacionalidade França , Bélgica , Itália
censura 12 anos
Duração : 1h 35 min







Sandra (Marion Cotillard) perde seu emprego pois outros trabalhadores da fábrica prefiram receber um bônus ao invés de mantê-la na equipe. Ela descobre que alguns de seus colegas foram persuadidos a votar contra ela. Mas Sandra tem uma chance de reconquistá-lo. Ela e o marido (Fabrizio Rongione) têm uma tarefa complicada para o final de semana: eles devem visitar os colegas de trabalho e convencê-los a abrir mão de seus bônus, para que o casal possa manter o seu emprego.


A pergunta central que move esse filme é simples ( ou não!) : Você aceitaria ganhar um bônus de mil euros - ou no nosso dinheiro atual R$ 3.200,00 - mas que para isso fosse necessário demitir um colega seu do trabalho? 
Parece surreal, mas é essa a história do filme Dois Dias, Uma Noite que tem Marion Cotillard no papel de Sandra, uma funcionária de uma fábrica de peças que acabou de ter alta da depressão e quer voltar ao trabalho. No entanto, uma amiga lhe liga e informa que um dos chefes ofereceu um bônus de mil euros para que ela não voltasse mais, afinal viram sem os meses que ela ficou fora em tratamento que o serviço dela poderia ser feito com uma hora  a mais para cada um dos empregados. 
Marion está como sempre impecável no papel da mulher que não tem forças para nada e até pensa em desistir facilmente, mas com o apoio do marido Manu ( Fabrizio Rongione) ela resolve ir atrás de um por um dos colegas do trabalho pedir para que eles voltem atrás e votem a favor dela ficar e assim não receberem o bônus. O chefe lhe dá até segunda para que ocorra uma nova votação e ela tem exatamente o título do filme para reverter esse resultado.

Várias coisas intrigam o espectador . Sandra ainda está visivelmente mal, não dá atenção aos filhos e tem uma animação em falar com as pessoas que irrita. Ela não chora, não implora, ela aceita de bom grado e meio que deseja " tudo de melhor" para quem acabou de lhe dizer que não está nem aí que ela perca o emprego. 
É visível que alguns mal se importam com Sandra, o que importa é o dinheiro. E isso aflige quem assiste. No Brasil, onde essa prática não é utilizada, nos gera estranhamento, primeiro porque eles afirmam que são muito pobres e que sem o salário dela não pagarão mais a casa e terão que ir morar em um alojamento do governo. Não nos parece, eles tem um carro lindo, tudo de moderno dentro de casa e boa parte das pessoas que eles visitam e que dizem precisar muito do dinheiro está melhor que muito pobre brasileiro, fazendo terraço em uma linda casa por exemplo. Mas o filme se passa na Bélgica e os roteiristas e diretores quiseram passar na tela a era do desemprego europeu, que nem de longe se aproxima da pobreza extrema de países como o nosso. Olhando assim, ficamos com mais raiva das pessoas que dizem não poder deixar de receber o dinheiro , a quantia informada não é tão alta assim a ponto de mudar a vida de alguém. Uma coisa seria : " Te dou 300 mil se ela for mandada embora!" Mas três mil e duzentos? É dinheiro para se gastar em um mês pagando contas dessa vida cara que vivemos e que definitivamente não vale deitar  a cabeça no travesseiro sabendo que alguém foi demitido porque você aceitou um bônus . 

Se a cada não recebido por Sandra nos irritamos e temos vontade de socar a cara da pessoa, como informei acima ela diz que entende e que talvez ela mesma fizesse o mesmo. Aí que está, o quanto o dinheiro vale se você para recebê-lo prejudica alguém?
E fiquei pensando que no Brasil seria igual, muita gente diria que ok, mandar embora fulano para receber um dinheiro . E isso é desonesto, é mesquinho e me incomodou o filme todo.
Outro ponto muito bem levantado pelo filme é o da depressão, muitos ainda tratam a doença como frescura, e ela não deve ser tratada assim, casos recentes de famosos que aparentavam ter tudo que podemos ter e mesmo assim não viram mais graça na vida e se mataram chocaram o mundo que se perguntou o porquê. Sandra ao ver de muitos não deveria ter depressão. Tem um bom casamento, filhos saudáveis...e quando teve a doença ela ainda nem estava com esse problema no trabalho. Mas o que o filme mostra é que a depressão é mais forte do que a pessoa, é doença sim, merece ser tratada. Mas como fazer a sociedade entender isso? Aos olhos dos patrões ela falhou e esse é mais um ponto que conta a favor dela ser mandada embora , afinal , os meses que ficou afastada ocasionaram na tal votação. 
Marion concorre ao Oscar de melhor atriz pela interpretação, está como sempre, estupenda atuando. 
Se o filme fosse americano certamente estaria sendo falado no país inteiro, mas por ser belga/ francês só os que curtem cinema europeu pode ser que saibam da sua existência, uma pena, merecia ser visto e conscientizado por muitos.