Mostrando postagens com marcador Sam Worthington. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sam Worthington. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Menina que via Filmes: Fratura [Crítica com spoilers]


🎬🎬 Título Original: Fracture Título no Brasil: Fratura Data de lançamento 11 de outubro de 2019 na Netflix (1h 40min) Direção: Brad Anderson Elenco: Sam Worthington, Lily Rabe, Stephen Tobolowsky Gêneros Suspense, Ação Nacionalidade EUA
#207

domingo, 16 de abril de 2017

Menina que via Filmes: A Cabana [Crítica]

Título Original: The Shack
Título no Brasil: A Cabana
Baseado na obra de William P Young
Data de lançamento 6 de abril de 2017 (2h 13min)
Direção: Stuart Hazeldine
Elenco: Sam Worthington, Octavia Spencer, Tim McGraw mais
Gênero Drama
Nacionalidade EUA

#57assistido

#58criticado



Para quem assim como eu já leu o livro de William P Young, falar de A Cabana e ver o filme não são grandes novidades. O diferencial de verdade é ver que nas telonas os atores escolhidos convencem no papel e isso ajuda muito, por mais que nos cinemas pareça um filme evangélico, quando na verdade é para qualquer religião cristã.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Menina que via Filmes: Até o último homem [Crítica]

Título Original: Hacksaw Ridge
Título no Brasil: Até o último homem
Data de lançamento 26 de janeiro de 2017 (2h 20min)
Direção: Mel Gibson
Elenco: Andrew Garfield, Vince Vaughn, Teresa Palmer mais
Gêneros Drama, Guerra, Biografia
Nacionalidades Austrália, EUA

#27assistido
#28criticado




 O filme chega aos cinemas brasileiros com 6 indicações ao Oscar, como se não bastasse ainda é a volta de Mel Gibson como diretor depois de um hiato de 10 anos. E vale mesmo todas as críticas positivas, um dos melhores filmes que já assisti sobre guerra, com um protagonista que achamos que nos causará sono durante o longa mas que nos impressiona e vai ganhando força e empatia com o espectador  a cada cena que passa. 

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Menina que via Filmes : Evereste [Crítica]

Título Original : Everest
Título no Brasil : Evereste
Dirigido por Baltasar Kormákur
Com Jason Clarke, Jake Gyllenhaal, Josh Brolin mais
Gênero Aventura

Nacionalidade Reino Unido , EUA , Islândia
Ano : 2015
























Claro que quando vemos Evereste já sabemos da história, ou, parcialmente ela. Baseado no relato de um dos sobreviventes - que no Brasil foi lançado pela Editora Intrínseca, " Deixado Para Morrer" - o filme conta a história de 2 grupos de alpinistas que liderados por Rob  ( Jason Clarke) , tentam subir o pico mais alto do mundo. Infelizmente uma tempestade em 1996 pôs fim ao sonho e nem todos voltaram com vida. 

Se a primeira parte onde todos se preparam e conhecemos melhor cada um dos personagens e suas famílias que vão sendo apresentadas é normal, a segunda parte pós tempestade deixa a plateia tensa. Ali, de uma hora para outra queremos e torcemos para que todos se salvem. Mas sabemos que a vida real nem sempre é exatamente como desejamos.
Os takes são lindos, a atuação do elenco também ajuda, temos como esposa de Rob ninguém menos que Keira Knightley e cena onde ela grávida chora com ele preso no morro ao telefone arranca lágrimas, adoro essa moça atuando. Emily Watson faz uma das instrutoras da equipe e qualquer fala dela merece destaque, ela é sempre sensacional atuando.
No morro escalando e como mote para as cenas temos a história de pessoas comuns que resolveram fazer algo inesquecível mas que jamais imaginariam no que estavam se metendo, há a dupla Jake Gyllenhall e Brolin, foquem nos dois, porque mesmo no meio da nevasca eles brilham.
Eu como espectadora nunca entendi o que faz alguém gastar tanta grana para arriscar a própria vida, para mim parece tão sem propósito. 
Mas entendo que as pessoas façam isso porque amam a adrenalina do conseguir, porque querem testar limites ... o meio do filme para o final é o melhor, pena que não li o livro mas é uma história emocionante, infelizmente não tão feliz como gostaríamos.


* O convite da Universal Pictures para esse filme veio através da parceria com a Editora Intrínseca do qual o blog é parceiro e que lançou o livro no qual o filme é baseado. Agradeço o convite :) 


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Menina que via Filmes : Cake - Uma Razão para Viver [Crítica]

Título Original : Cake
Título no Brasil : Cake - uma razão para viver
Dirigido por Daniel Barnz
Com Jennifer Aniston, Adriana Barraza, Anna Kendrick mais
Gênero Drama

Nacionalidade EUA
Duração : 1h 42 min
























Esqueça tudo que já viu Jennifer Aniston fazendo. Nem lembre de sua personagem mais famosa : a Rachel de Friends. Não por acaso muitos acharam que ela merecia uma indicação ao Oscar, ela está muito diferente de tudo que já assistimos com ela, não usa maquiagem, mal penteia os cabelos e as roupas estão bem largas dando a falsa impressão de que a moça está acima do peso.
Em Cake , Anniston é Claire Simmons, uma mulher depressiva, que não vê mais graça na vida e que carrega no corpo as dores e cicatrizes de um acidente de carro onde seu único filho morreu. 
Separada do marido e somente tendo como companhia uma empregada mexicana que mais parece uma mãe para ela, seus dias são ficar deitada na cama, reclamar da vida  e tratar mal a fisioterapeuta e a psicóloga e tomar muitos remédios. Ela ama seus remédios , e fez qualquer coisa por eles, até mesmo uma das melhores cenas do filme onde topa ir até Tijuana , no México, para colocar remédios de uso controlado dentro de São Judas Tadeu.
Claire não se sente mais " com vida" e isso quer dizer que ela não somente acha graça de quem tem pena dela mas que também mantêm um mau humor típico de quem está de mal com a vida.
Difícil gostar da personagem, o filme em certos momentos é muito parado e até ganha um gás quando ela começa a ter visões da moça ( Anna Kendrick) do seu grupo de ajuda que se matou. Ela fica tão obcecada com a história que vai atrás do marido da moça e o filho dela lembra o que ela perdeu, é tão bizarro porque ela se envolve com o marido da tal suicida mas em nenhum momento ela demonstra que tem carinho com ele de verdade. É como se passasse o tempo, coisa que também faz com jardineiro casado que não fala inglês!

Não que Aniston não esteja bem, mas a comparando com outras atrizes que ganharam o Oscar realmente achei a atitude acertada, o roteiro não sustenta muito por melhor que tenha sido sua atuação. Em certos momentos - e mesmo o filme não tendo nem duas horas - o filme dá sono, e não há muito o que esperar de um filme depressivo, em certa cena as pessoas torceram no cinema para que ela se matasse, acho que isso indica o quanto o filme tem ritmo lento e fica assim cansativo demais.
Palmas para Aniston que provou que não faz somente comédia - por mais que a gente já soubesse disso por filmes como Por um sentido na vida e Fora de Rumo- mas aqui Aniston se despe de qualquer vaidade e mesmo assim continua diva.