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domingo, 22 de dezembro de 2019

Menina que via Filmes: Minha mãe é uma peça 3 [Crítica]


Título Original: Minha Mãe é Uma Peça 3
Data de lançamento: 26 de Dezembro de 2019
Duração: 1h25min
Direção: Susana Garcia
Elenco: Paulo Gustavo, Rodrigo Pandolfo, Mariana Xavier, Herson Capri, Samantha Schmütz
País: Brasil
Ano: 2019
Gênero: Comédia
#247
por Bernardo Freitas


Apresentada pela primeira vez em um quadro do programa 220 Volts no início da década, a personagem mais popular de Paulo Gustavo, Dona Hermínia, retorna para seu terceiro filme. Estando nas telonas desde 2013 com o lançamento de seu primeiro filme, a personagem encerra a década se consagrando como uma das figuras mais marcantes da comédia brasileira entre o público contemporâneo. Com seu humor único, Minha Mãe é Uma Peça 3 apresenta uma história comum na vida de toda família, o momento em que os pais precisam deixar seus filhos viverem suas próprias vidas sem interferirem no meio. 

domingo, 1 de janeiro de 2017

Menina que via filmes: Minha mãe é uma peça 2 [Crítica]

Título Original: Minha mãe é uma peça 2
Data de lançamento 22 de dezembro de 2016 (1h 36min)
Direção: César Rodrigues
Elenco: Paulo Gustavo, Rodrigo Pandolfo, Mariana Xavier mais
Gênero Comédia

Nacionalidade Brasil
#1 crítica



















Assisti ao filme em 2016, mas no Ano Novo ouvi um amigo dizendo que não iria nesse filme de jeito nenhum, afinal não aguentava mais ouvir o Paulo Gustavo sempre no mesmo papel.
Engraçado como é o gosto das pessoas, o meu por exemplo adora esse papel dele, rio muito com as cenas e não acho que tenha saturado, pelo contrário, quem é mãe sempre se identifica.
No segundo filme Dona Hermínia (Paulo Gustavo) está desesperada para arrumar emprego para Marcelina ( Mariana Xavier) e Juliano ( Rodrigo Pandolfo) os filhos mais novos que só querem dormir depois da hora. Marcelina continua comendo mais do que pode e deve e Juliano está infeliz porque após formado não consegue um trabalho no Rio de Janeiro,
Dona Hermínia melhorou muito seu padrão de vida graças ao programa de tv, sua casa é maior, sua empregada ( Samantha Schmutz)  até reclama que dobrou o tamanho mas não seu salário, mas ela reclama muito de seus filhos, até mesmo com o ex marido ( Herson Capri).
O jeito dela é o que faz a diferença para quem acha graça de suas verdade sobre ser mãe, ela acusa os filhos de não ajudarem em nada, mas ao mesmo tempo vai sofrer quando eles arrumarem trabalho em SP e ela ficar sozinha.


Se você não for mãe - assim como eu - pode lembrar daquele irmão ou primo que se acomodou com a crise e não conseguir nada e fica esperando que batam em sua porta, mas o desespero de Hermínia apesar de justificado é exagerado quando ela percebe que precisa mais dos filhos por perto do que eles, dela.
Há também cenas dela com o netinho que são muito boas, mas a melhor delas infelizmente já é dado o spoiler no trailer do filme.
O filme já arrecadou muito e passou até estreias como Star Wars, alguém duvida que teremos uma parte 3?


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Menina que Via Filmes : Vai que Cola - o Filme [Crítica]

Título Original : Vai que Cola - O filme
Dirigido por César Rodrigues
Com Paulo Gustavo, Marcus Majella, Catarina Abdalla mais
Gênero Comédia

Nacionalidade Brasil





























Por incrível que pareça nunca vi o seriado no qual o filme é baseado. Muita gente me indicou a ver o filme porque adoro Paulo Gustavo e claro que eu iria logo na primeira semana porque sou fã do cara mesmo.
De certa forma achei o filme bom mas falho em muitos momentos. Valdomiro ( Paulo Gustavo ) é um milionário dono de uma empresa de engenharia quando é usado como laranja para crimes de seu sócio Andrada ( Márcio Kieling, nem sabia que esse cara ainda era ator , lembro dele em novelas teens) . Da cobertura no Leblon ele vai morar no Méier sem nada, é acolhido por Dona Jô ( Catarina Abdalla, sempre fantástica atuando) em sua pensão mas tem horror de tudo e todos do lugar. Para sobreviver entrega as quentinhas dela e é aí que começa o humor lotado de preconceitos do filme.
Sempre lembro que Miguel Falabella em suas peças e diversos papéis debochou da Tijuca por anos. Nunca morei na Tijuca mas Falabella também não, quando escrevia seus roteiros o fazia de uma super apartamento em Copacabana, bairro que moro.

Por esse motivo não sei se veria com tanta graça as piadas como se o Méier fosse um inferno e o Leblon o paraíso. Paulo Gustavo também não mora no bairro, e as esquetes metendo o malho nele são seguidas. O humor e o preconceito andam lado a lado, longe de mim ser politicamente correta mas acho difícil moradores do bairro acharem graça nessas partes. É quando brasileiro fala mal do Brasil e a gente se junta com conhecimento de causa para falar também. Mas aí chega um estrangeiro e você se ofende dele falar mal do seu país, e se pergunta porque ele não volta pro dele?
Ok, passado isso, temos um elenco de apoio, e dele somente alguns se destacam. Ferdinando ( Marcus Majella) faz um gay exagerado mas que arranca risos do público sempre que aparece. Terezinha ( Cacau Protásio) faz piada de seus quilos a mais, suas roupas são embaladas a vácuo e ela é muito espalhafatosa. Também temos Fiorella no papel de Velna, acho que ela entrou no filme só para enfeitar, seu papel nada acrescenta mas a menina é linda demais e passa o filme todo de biquíni , talvez aí esteja mo motivo.
Para completar temos Jéssica ( Samantha Schmutz) como a filha de Dona Jô , uma piriguete que trai o namorado Máicol ( Emiliano D´ávila) toda hora e sonha ficar famosa pegando o Kleber Toledo (que faz participação especial como ele mesmo!) . 
Esse circo dos horrores é todo levado para o Leblon quando a pensão é interditada pela defesa civil. Como em um bloco de Carnaval eles se mudam para o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro não deixando ninguém não perceber suas presenças. 

A trama é fraca e arranca risos somente quando Paulo Gustavo aparece, ainda bem que ele é o principal! Porque ele volta para o Leblon? Porque o tal ex sócio aparece e daí para frente nada faz muito sentido, ainda mais a presença de Wilson ( Fernando Caruso) no filme, ele não tem nenhuma graça e para piorar tem o pior final que um roteirista poderia ter escrito.
Há também Oscar Magrini como o síndico machão e Werner Schunemman como o vizinho que vai se apaixonar pela Dona Jô. Mais previsível impossível, certo?
Eu tiraria uns 3 personagens e aumentaria o tempo dos mais engraçados na tela. Filme médio.