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sábado, 2 de outubro de 2021

Menina que via filmes: Venom - Tempo de Carnificina 🎬😛Woody Harrelson maravilhoso, tipo Assassinos por Natureza

 


🎬🎬🎬🎬 Título Original: Venom: Let There Be Carnage Título no Brasil: Venom - Tempo de Carnificina País: EUA Ano: 2020 ( adiado para lançamento devido à pandemia para 07 de outubro de 2021 nos cinemas ) Direção: Andy Serkis Roteiro: Kelly Marcel, Todd McFarlane Elenco: Tom Hardy, Michelle Williams, Naomie Harris, Woody Harrelson Gênero: Aventura, Ação, Duração: 2h
#343 ▶️Cabine de imprensa assistida à convite da Assessoria no Cinemark Botafogo Praia Shopping em 01º de outubro de 2021

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Menina que via Filmes: Venom [Crítica]

Título Original: Venom
Título no Brasil: Venom
Data de lançamento 4 de outubro de 2018 (1h 52min)
Direção: Ruben Fleischer
Elenco: Tom Hardy, Michelle Williams, Riz Ahmed mais
Gêneros Ficção científica, Ação
Nacionalidade EUA













por Reinaldo Barros


Finalmente chegou aos cinemas o filme da Marvel mais esperado do ano, por mim é claro. Estreia amanhã o longa do arqui- inimigo do nosso cabeça de teia, que não vem sozinho e nem obedecendo à ordem cronológica dos eventos nos quadrinhos e muito menos a dos últimos filmes.
Eddie Brock (Tom Hardy) é um cidadão comum que divide o tempo entre sua profissão e seu relacionamento com Anne Weying (Michelle Williams) e seu gato de estimação. Com um quadro próprio, Eddie é um jornalista investigativo bem-sucedido e feliz (Contraditório não?). Como um bom profissional, é sempre impetuoso quando busca a verdade, mesmo quando ela não interessa a seu chefe, nem ao entrevistado. Depois de ter sua vida arruinada, Eddie resolve se vingar do principal responsável por fazê-lo perder tudo, inclusive o amor de sua vida.

domingo, 6 de agosto de 2017

Menina que via Filmes: Dunkirk [Crítica]





















Título Original: Dunkirk
Título no Brasil: Dunkirk
Data de lançamento 27 de julho de 2017 (1h 47min)
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Fionn Whitehead, Mark Rylance, Tom Hardy, Kenneth Branagh

Gêneros Guerra, Histórico, Drama
Nacionalidades EUA, França, Reino Unido, Holanda

Sinopse: a Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

[Resenha] O Regresso @intrinseca + Crítica do Filme

Título Original : The revenant
Título no Brasil : O Regresso
Autor : Michel Punke
Editora Intrínseca
Número de págs : 270
Tradução: Maria Carmelita Dias












O foco de O Regresso poderia ser somente a luta de um homem no século 18 por sobrevivência em um negócio arriscado, enfrentando animais ferozes, índios e outros invasores. Mas o autor fez acertadamente a escolha pelo que move o personagem principal : a vingança.
Mesmo tendo visto o filme antes, me impressionou o como o livro é contado, e obviamente fiz diversas comparações que vocês verão na resenha e na crítica do filme abaixo.
Hugh Glass quando bem novo começa a trabalhar em navios mercantes, mas a embarcação que está é invadida por piratas o que faz com que ele literalmente nade conforme a maré e vire um deles. Quando o lugar onde vivem é todo queimado ele acaba indo viver com índios por um tempo , a contra gosto já que é obrigado a ficar com eles. Mais tarde ele finalmente consegue fugir e agora   ganha a vida matando animais e vendendo suas peles, é famoso na região e seu chefe o adora, que chama de capitão mesmo que na tenha a batente. O livro já nos coloca na situação mais famosa da história, onde Glass luta com uma ursa imensa que querendo defender sua cria o morde em diversos lugares deixando o muito ferido. Começa aí a luta dele pela vida, sem médicos por perto seus companheiros o tratam como podem, então seu amigo e chefe ordena que 2 do grupo cuidem dele até que se recupere , pagando para isso. Um deles será Fitzgerald, o outro será Bringer, um rapaz de apenas 19 anos. O homem na verdade pouco se importa com Glass e o deixa morto -vivo sem nenhuma arma convencendo o covarde rapaz a ir junto com ele. 
Nasce daí uma história de vingança onde ele jura que vai encontrar os que lhe fizeram mal . Revoltado com a traição, a dor que sente dos machucados fica pequena perto de sua ira , ele enfrenta fome, muito frio e outros riscos - humanos e animais  - para chegar atrás de seus agora inimigos.
Baseado em alguns fatos que realmente aconteceram o autor no apresenta um mundo onde era matar ou morrer, e achei bem interessante ele nos explicar o que inventou e o que de fato foi realidade. A intenção dele de contar como era na época do comércio de peles e o que passavam os que trabalhavam para esse mercado é fantástica. Não por acaso o livro virou o filme com um monte de indicações ao Oscar. 
Sugiro que leiam o livro e depois vejam o filme. 


Menina que via Filmes : O Regresso [Crítica]

Título Original : The Revenant
Título no Brasil : O Regresso
Lançamento 4 de fevereiro de 2016 (2h36min) 
Dirigido por Alejandro González Iñárritu
Com Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson mais
Gênero Faroeste , Aventura
Nacionalidade EUA






Como se não bastasse ser uma das melhores atuações de Leonardo Di Caprio, ainda temos de presente uma direção impecável de Iñarritu. Desculpem, mas fica difícil ser neutra quando se trata de um filme sensacional como esse. 
Hugh Glass ( Di Caprio) é um caçador de peles, em pleno ano de 1822 ele tem como ganha pão matar animais e vender suas peles por muita grana. Sempre acompanhado do filho que teve com sua falecida esposa, uma índia, ele tenta se proteger e defender o rapaz que aparenta ter cerca de 16 anos. 
O filme tem uma fotografia belíssima, e por ser filmado em luz natural ganhou ainda mais destaque nas cenas que parecem verdadeiras pinturas. Filmado na Patagônia e no Canadá, o filme mostra o frio que os caçadores passavam para voltarem com algum dinheiro para casa e os perigos que enfrentavam tais como os próprios animais que matavam - e que eu morri de pena o filme todo - , os índios que eram contra eles caçarem e ainda invasores franceses que queriam a grana das peles deles.
Glass se dá mal quando resolve atacar uma ursa com seus filhos, o animal acaba ganhando na luta na cena mais forte - ou pelo menos mais tensa e famosa - do longa. Di Caprio não lutou de fato com um urso , foi tudo feito em computação, mas o diretor como sempre conseguiu fazer com que a cena e sua sequência fossem perfeitas. 
Muito ferido ele ouve do amigo e capitão Andrew Henry ( Domhnall Gleeson) que pede que três pessoas fiquem com ele até que se recupere, ou que se ele falecer que façam um enterro decente. Seu filho é um deles, mais um jovem franzino ( papel de Will Poulter) e o vilão do filme Fitzgerald ( o ótimo Tom Hardy, concorrendo ao Oscar como ator coadjuvante) . 
Sabemos o que irá acontecer, Fitzgerald faz de tudo para que ele seja enterrado o quanto antes e receba o dinheiro prometido, o que vem daí para frente seria muito spoiler e basta informar que a vingança é a maior força dele para sobreviver a lei da " selva".
O DIRETOR IÑARRITU E DI CAPRIO
Há diferenças claras com o livro, a maior delas é que a linda história de amor entre  protagonista e uma índia mãe de seu filho, não existe no livro.  Os relatos da cena do urso e o final também tem bastante diferença. Não sei dizer de qual gostei mais porque na verdade ambos tem suas qualidades e é uma história tão forte que o principal delas é o mesmo : a sede de um homem por vingança e o quanto isso vira combustível até que isso aconteça.
Dos filmes que assisti até o momento dos indicados ao Oscar, esse certamente é meu favorito. A atuação de Di Caprio , a direção de Iñarritu e a fotografia de Emmanuel Lubezki se completam. É para sair da sala de exibição satisfeito, é para não ver o tempo passar e receber muitos Oscars. Assistam, por favor!