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domingo, 2 de janeiro de 2022

Menina que via filmes: Belfast 🎬 filme inspirado na infância de Kenneth Branagh

 


⚠️o vídeo pode conter spoilers, ainda que eu ache que não há nada de surpreendente nele⚠️ 🎬🎬 Título Original: Belfast 24 de fevereiro de 2022 No cinema / 1h 39min / Drama País: Reino Unido Ano: 2021 Direção: Kenneth Branagh Roteiro Kenneth Branagh Elenco: Caitriona Balfe, Judi Dench, Jamie Dornan
#03

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Menina que via filmes: Tenet

 


⚠️⚠️⚠️ Contém spoilers ⚠️⚠️⚠️ 🎬🎬🎬🎬🎬 Título original :Tenet Título no Brasil: Tenet Diretor: Christopher Nolan Elenco: :John David Washington, Kenneth Branagh, Robert Pattinson Gênero: Ficção científica, Ação Data de lançamento: EUA
#201 Sinopse: Um agente da CIA conhecido como O Protagonista (John David Washington) é recrutado por uma organização misteriosa, chamada Tenet, para participar de uma missão de escala global. Eles precisam impedir que Andrei Sator (Kenneth Branagh), um renegado oligarca russo com meios de se comunicar com o futuro, inicie a Terceira Guerra Mundial. A organização está em posse de uma arma de fogo que consegue fazer o tempo correr ao contrário, acreditando que o objeto veio do futuro. Com essa habilidade em mãos, O Protagonista precisará usá-la como forma de se opor à ameaça que está por vir, impedindo que os planos de Sator.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Menina que via filmes: Tenet

 












Título original :Tenet 

Título no Brasil: Tenet

Diretor: Christopher Nolan

Elenco: :John David Washington, Kenneth Branagh, Robert Pattinson

Gênero:  Ficção científica, Ação 

Data de lançamento: EUA

por Letícia Nascimento


Sinopse: Um agente da CIA conhecido como O Protagonista (John David Washington) é recrutado por uma organização misteriosa, chamada Tenet, para participar de uma missão de escala global. Eles precisam impedir que Andrei Sator (Kenneth Branagh), um renegado oligarca russo com meios de se comunicar com o futuro, inicie a Terceira Guerra Mundial. A organização está em posse de uma arma de fogo que consegue fazer o tempo correr ao contrário, acreditando que o objeto veio do futuro. Com essa habilidade em mãos, O Protagonista precisará usá-la como forma de se opor à ameaça que está por vir, impedindo que os planos de Sator.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: O Assassinato no Expresso Oriente [Crítica]

Título Original: Murder on Oriente Express
Título no Brasil: Assassinato no Expresso Oriente
Data de lançamento 30 de novembro de 2017 (1h 54min)
Direção: Kenneth Branagh
Elenco: Kenneth Branagh, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer mais
Gêneros Suspense, Policial

Nacionalidade EUA
#107visto
#108criticado









por Reinaldo Barros
Quando um clássico literário é adaptado para o cinema ou televisão é comum uma expectativa a altura da obra. A publicidade em torno geralmente é ostensiva e os vídeos promocionais são meticulosamente editados. Assassinato no Expresso do Oriente segue à risca esses e alguns outros passos para uma adaptação de sucesso, começando pelo elenco de peso com Michelle Pfeiffer, Willem Dafoe, Penélope Cruz, Johnny Depp e mais alguns outros bons atores como a jedi Daisy Ridley. Outro passo seguido foi a contratação de uma boa equipe técnica para roteirizar, dirigir, filmar, essas coisas. Qual passo estaria faltando?

domingo, 6 de agosto de 2017

Menina que via Filmes: Dunkirk [Crítica]





















Título Original: Dunkirk
Título no Brasil: Dunkirk
Data de lançamento 27 de julho de 2017 (1h 47min)
Direção: Christopher Nolan
Elenco: Fionn Whitehead, Mark Rylance, Tom Hardy, Kenneth Branagh

Gêneros Guerra, Histórico, Drama
Nacionalidades EUA, França, Reino Unido, Holanda

Sinopse: a Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Menina que via Filmes: Romeu e Julieta -Theatre Company Live [Crítica]























Título Original: Romeo and Juliet 
Título no Brasil: Romeu e Julieta
Elenco: Lily James, Richard Madden E Derek Jacobi. 
Direção: Kenneth Branagh, Rob Ashford 
País: Inglaterra
Gênero: Drama, Romance
Duração 100 min.


Sinopse

A temporada de cinema da Kenneth Branagh Theater Company continua com uma nova visão do emocionante conto de amor proibido de Shakespeare. Branagh e sua equipe criativa apresentam uma versão moderna e apaixonada da tragédia clássica. Uma disputa de longa data entre as famílias Montague e Capulet (Montecchio e Capuleto) de Verona traz consequências devastadoras para dois jovens amantes no meio do conflito. Kenneth Branagh codirige com Rob Ashford, reunindo-se com as estrelas de seu célebre filme Cinderella (Cinderela), Richard Madden e Lily James, como Romeo e Juliet (Romeu e Julieta). Também estão no elenco Sir Derek Jacobi como Mercutio (Mercúcio) e Meera Syal como The Nurse (A Ama). Romeu e Julieta será exibido em alta definição, em preto e branco. 
















Vamos por partes? Quando me avisaram da cabine me animei muito e achei que seria inesquecível, afinal era Romeu e Julieta, era do Kenneth Branagh e tinha no elenco um casal que já me encantou em Cinderella que era Richard Madden e Lily James. Mas logo de início não curti as comparações. Em tom de documentário vários jovens falam como é o amor hoje em dia de casais com 15 anos ou menos ou um pouco mais e o que pensam da história de Romeu e Julieta. Isso para mim já quebrou a magia, sabemos que a vida mudou e perdeu muito da essência do que Shakespeare escreveu, mas se quisesse ver algo novo certamente não procuraria por Romeu e Julieta, porque é vintage da história que me agrada. Depois  o longa que é formato de teatro e todo em preto e branco mostra o diretor apresentando a peça, temos então um ensaio inusitado, não é o Romeu e Julieta que conhecemos, é algo que quer ser engraçado mas nem sempre consegue, as  roupas parecem dos gangster da década de 40, e isso também não me alegrou. 
Para completar uma Julieta moderna que bebe todas na sacada do seu quarto pede a Romeu que a ame, oi? Ficou estranho, não é a minha Julieta e tá, eu confesso e vocês já devem ter percebido que tenho pavor a tanta invenção de moda, e nem sei porque amo aquele filme com Claire Danes e Leonardo Di Caprio, mas aquele eu aceitei bem.
Para mim foi tão chatinho que me deu sono, e  aqui vai outro momento sinceridade, não fiquei até o final para assistir o debate, para mim já tinha dado, estava de bom tamanho e eu estava louca para voltar para minha casa,


* Filme assistido no Cinemark Botafogo em novembro, agradecimento à Aliança de Blogueiros RJ. 

sábado, 28 de março de 2015

Menina que via Filmes : Cinderela [Crítica}

Título Original : Cinderella
Título no Brasil : Cinderela
Dirigido por Kenneth Branagh
Com Lily James, Cate Blanchett, Richard Madden mais
Gênero Fantasia , Romance , Família

Nacionalidade EUA
Ano : 2015
Duração : 1h 44min











Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino...

Se você acha que a história de Cinderela não tem mais nada a ser criado, é porque certamente não viu esse filme. Ella ( Lily James, muito bem no papel) é uma menina adorável que vive em uma imensa casa com seus pais. O pai trabalha viajando por longos meses e quando volta tem sempre uma surpresa para filha, mas coisas simples que tem um significado imenso para ela. Sim , já sabemos que a mãe de Ella irá morrer e o pai se sentindo só , se casa com a Madrasta Má ( Cate Blanchett , divina como sempre). No filme a madrasta se chama Lady Tremaine e vai morar com a família levando junto suas filhas insuportáveis : Anastasia e Drisella.
Ao chegarem na nova casa elas já notam que a beleza de Ella é grande e isso causa desconforto ( apesar de Cate Blanchett ser linda, suas filhas no filme não tem a beleza e a esperteza da mãe).
Bom, o pai vai morrer, a madrasta vai fazer Ella de criada, ou melhor, de escrava! E o que eu sempre me perguntava era porque ela não tinha ido embora com os empregados quando esses foram dispensados? Porque ela aguentava tudo aquilo parada? Nesse filme pelo menos explicam que ela havia prometido aos pais cuidar sempre da casa que já era da família há 200 anos. 
Pois bem,  vamos voltar a história, maltratada pelas três ela ainda ganha o apelido de Cinderela, a data borralheira. 

O que no filme ficou  nojentinho é a conversa dela com os ratinhos, só acho graça em ratos quando estão em desenho. Mas ela continua conversando com os animais e fazendo todas as tarefas da imensa casa para as três.
Um belo dia , Cinderela se revolta e sai cavalgando pela floresta, se depara com o príncipe Kit ( Richard Madden) que ela não sabe quem é de verdade - não tinha internet, pessoal!! - e os dois trocam olhares e ele se encanta com ela. Cinderela volta para casa suspirando e fica sabendo mais tarde do baile onde o príncipe vai escolher sua futura esposa.
Seria mais do mesmo se não fosse a perfeita direção de Kenneth Branagh, a atuação convincente dos 3 principais : Cinderela, Príncipe e Madrasta. Mas o filme é ótimo, as maldades não param, o filme não é sonolento e a gente se sente totalmente dentro da história.
É uma verdade que as vilãs tem roubado a cena, com atrizes do porte de Julia Roberts, Charlize Theron e Angelina Jolie, fica difícil as cenas serem ruins. Mas nesse em especial a mocinha não fica devendo, seu ar de bondade é visível, e ela não precisa de caras e bocas forçadas .

Como mérito também, está a atuação de Helena Bonham Carter como fada madrinha, a atriz que é ex esposa do diretor dá uma nova roupagem a personagem, que ao invés de 3 temos uma. Mas que fez muito bem feito, vale a cena do filme , por mais que os cinéfilos estranhem ela de roupas claras o resultado final é bom .
Fica no filme aquele ar de " Felizes para sempre" que amamos, um modo Disney de dizer que no final seus sonhos se tornam realidade e que o bem sempre vence o mal. Lindo, lindo <3!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Menina que via filmes: Operação Sombra - Jack Ryan [ Crítica]

Título Original : Shadow Recruit - Jack Ryan
Título no Brasil : Operação Sombra - Jack Ryan
Baseado na obra de Tom Clancy
Elenco : Chris Pine, Keira Knightley, Kevin Costner, Kenneth Branagh, Mikhail Baryshnikov
Direção : Kenneth Brannagh
País : EUA
Idioma : Inglês e Russo
censura : 14 anos
Duração : 1h 46 min
ano : 2014



Jack Ryan (Chris Pine) estudava em Londres quando o World Trade Center desabou devido a um ataque terrorista ocorrido em 11 de setembro de 2001. Servindo o exército americano, ele participa da Guerra do Afeganistão e lá sofre um sério acidente na coluna. Durante a recuperação no hospital ele conhece a doutora Cathy (Keira Knightley), por quem se apaixona. É neste período que ele recebe a visita de Thomas Harper (Kevin Costner), que trabalha para a CIA e recomenda que Ryan retorne ao doutorado em economia. Ele segue o conselho e, a partir de então, passa a trabalhar às escondidas para a CIA, sem que nem mesmo Cathy saiba. Em meio às investigações, Jack descobre um complô orquestrado na Rússia, que pode instalar o caos financeiro nos Estados Unidos. Com isso, ele viaja a Moscou com o objetivo de investigar Viktor Cheverin (Kenneth Branagh), o líder da operação.




Cansados de filme a la 007? Então fuja desse, o falecido Tom Clacy criou o personagem Jack Ryan um herói que é agente e que se aventura em inúmeras missões mas todas com aquele patriotismo americano que estamos comuns em ver. 
Como inúmeros filmes do agente inglês ,o alvo dessa vez é a Russia, fico pensando se fosse russa se gostaria de ver tantos filmes colocando eles ainda de maus da história, mas enfim, como brasileira quando nos retratam é só ziriguidum.
Voltando ao filme, no papel de Jack Ryan temos Chris Pine, astro de poucos filmes ainda e uma carinha não muito conhecida do grande público que não o jovem, vi muitos senhores na sala vibrarem com Kevin Costner mas não com ele.
Já a mocinha da vez é a linda e talentosa Keira ( Cathy) , no papel de uma médica que acaba juntando os trapinhos com nosso herói eles formam um casal fofo. Perto de Costner, Pine perde força e olha que Costner nunca foi considerado um Al Pacino, e apesar de ser lindo não me encantou tanto nesse papel.
O filme ganha ainda mais gás quando entra o diretor mas também ator no filme Kenneth Branagh, o maravilhoso ator inglês faz as vezes de russo, interessado em destruir o império econômico americano se juntando com um - momento gritos porque amo esse cara!! - Mikhail Baryshnikov; o bailarino e ator russo usa de seu idioma natal para se comunicar com Branagh em cenas que deixam a máfia russa com inveja de tamanha perfeição.

Com um elenco desses e com roteiro baseado em Tom Clancy, só nos resta correr para o cinema mais próximo ;)