terça-feira, 10 de outubro de 2017

Menina que via Filmes: Feito na América [Crítica]

Título Original: American Made
Título no Brasil: Feito na América
Data de lançamento 14 de setembro de 2017 (1h 55min)
Direção: Doug Liman
Elenco: Tom Cruise, Sarah Wright, Domhnall Gleeson mais
Gêneros Biografia, Suspense, Policial
Nacionalidade EUA
#94assistido

#95criticado





 A história de Barry Seal ( Tom Cruise) é conhecida de quem já leu alguns dos livros do filho de Pablo Escobar - já resenhei os dois aqui no blog Pablo Escobar - Meu Pai    e  Escobar em Flagrante   
Sendo assim, para mim o personagem já era um velho conhecido, mas para quem não lembra realmente impressiona saber que um americano que até então trabalhava como piloto de uma companhia aérea e as vezes contrabandeava charutos, aceitou ganhar um dinheiro a mais com o governo americano que entrão como sempre se meteu em países que achava que podia implementar sua própria forma de pensar mas o tiro foi direto no pé.
Sim, para entendermos melhor precisamos lembrar que cartel de Medélin já existia mas tinha muita dificuldade de entrar nos EUA o país que como já vimos nas resenhas com link acima é  o maior consumidor de drogas do mundo. É aí que Domhnall Gleeson  entra em cena como o misterioro Schafer, ele é o cara que oferece uma boa grana em troca de Barry fazer voos distribuindo armas para os combatentes de um governo da América Central, o que os EUA tem a ver com isso? Nada...mas o presidente da época Ronald Reagan achava que tinham e o filme explica toda a burrice que foi armar um povo que não estava nem aí para a oposição no poder que era comunista, eles queriam ganhar dinheiro, usando as armas posteriormente para trabalharem para o tráfico colombiano que tinha como intuito entrar com cada vez mais drogas ate seu consumidor mais forte: o americano.
 Tudo vai bem e Barry tem ganho um dinheiro mas nada que compare com o que ele ainda vai ganhar quando Ochoa e Pablo Escobar o fazem uma proposta. O filme mostra o como um homem pode enriquecer com as drogas a ponto de não ter mais onde guardar sue dinheiro.
Impressiona ver Tom Cruise aceitar o papel de um anti herói, o homem que só pensa em ter mais dinheiro mas nem precisa mais dele, o personagem arranca algumas risadas da plateia com seu jeito de debochar de seu próprio e de seu país e esse é um diferencial desse filme.
Não há presidentes perfeitos, não há política que não tropece no próprio narcisismo...o roteiro acerta muito em mostrar um lado que é raro vermos em filmes do gênero.
O protagonista que mal para em casa quando  o faz é para encher sua esposa de grana e transar com ela, a cada parada um filho, são 4 até o final do filme. A esposa tem um papel secundário mas que não compromete, e ganha  a empatia da plateia quando o protagonista não aparece a traindo, mesmo com imensas tentações.
Destaque para Cruise que está muito á vontade no papel, eu gostei muito desse filme, por mais que a crítica especializada tenha dito que há exageros, não achei que estragassem a história.
 

2 comentários:

  1. Raffa!
    Nossa! Deve ser ação do início ao fim e com Tom Cruise é tudo de bom, mesmo com a história trazendo um anti herói, tenho de assistir de qualquer jeito.
    Desejo uma ótima semana produtiva!
    “Saber quando se deve esperar é o grande segredo do sucesso.” (Xavier Maistre)
    Cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA DE OUTUBRO 3 livros, 3 ganhadores, participem.

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  2. Olá, tudo bem?
    Estava vendo algumas críticas sobre o filme, e fiquei com vontade de assistir. Não é o meu gênero preferido de filmes, mas alguma coisa me instigou a querer vê-lo, talvez seja o Tom Cruise hahaha
    Um comentário: Estados Unidos são sempre enxeridos.
    Beijos

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