terça-feira, 7 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: Escrito Nas Estrelas [Crítica]

Título Original: Serendipity
Título no Brasil: Escrito Nas Estrelas
Direção: Peter Chelsom
Elenco: John Cusack, Kate Beckinsale, Jeremy Piven mais
Gêneros Romance, Comédia
Nacionalidade EUA
Ano: 2001
Formato visto: Netflix
#104assistido
#105criticado





Certamente você já viu esse filme, se ainda não viu e curte um bom romance em uma das cidades mais filmadas do mundo ( NY) então aproveita que ele está no Netflix.
O filme é de 2001 mas começa em 1990, quando na loucura da véspera de Natal americana, dois estranhos lutam por uma luva preta na Bloomingdale´s, famosa loja de departamento! O frio nova-iorquino, o flerte de ambos inspiram um diálogo que pode parecer infantil mas que para os românticos é um prato cheio em filmes do gênero.
Jonathan ( John Cusack) parece mais interessado, investe mais e a convida para tomar algo. Ela que ainda demorará para dizer seu nome mas que depois saberemos que se chama Sarah Tomas ( Kate Beckinsale) informa que é inglesa, que não faz tanta questão das luvas mas lancha com ele.
Na despedida certo de que vai conseguir o telefone da moça o pede, ela alega que o destino vai dizer se devem se ver novamente ou não, ambos informam que tem namorados. Nesse vai e vem a curiosidade do espectador é aguçada em uma despedida onde mais por insistência dela vão deixar nas mãos do destino seus telefones. Ela deixará o dele em um livro que venderá a um sebo, mas pede que ele escreva o dele em uma nota de 5 dólares. Assim os dois não se verão mais.
Pula para o presente onde ele está prestes a casar mas nunca tirou Sara que ainda não sabe o nome da cabeça. Ela está prestes a se casar com um músico, não vive mais em NY e está tão infeliz quanto ainda pensando naquela noite.
Aqui abro um parênteses para lembrar que o namorado dela é John Corbett, o Adam de Sex and the City, esse homem não para de sofrer em NY coitado...
Voltemos à história. Claro que é ingênuo o que fazem, mesmo que 2001 não fosse tão trabalhado na tecnologia como agora - gente, eles não tem celular no filme!! Pelo menos que me lembre o único que vejo é o melhor amigo Dean ( Jeremy Piven) que é jornalista. Mesmo assim claro que o modelo só ligava. 













Temos que lembrar que caso tivessem trocados seus telefones fixos - sim, gente, é 2001!- não teria tanta graça  a história. 
O não ter vivido a paixão, o voltar aos lugares que viveram algo por horas em ma noite ainda que não tenham tido nada parecido com um romance, fazem do filme uma inspiração para os sonhadores.
Já tinha assistido há mais de 10 anos atrás e lembrava de poucas coisas, revendo amei a história que nos faz sonhar e querer viver um romance como aquele.
Ok, claro que tem a parte das pessoas que eles estavam e foram largadas, gente o personagem do Corbett até acho que ficou bem lá com a banda dele, mas deu pena de Halley ( Bridget Monayhan) porque ela era MUITO fofa! ( não é spoiler, esse filme já passou mil vezes e vocês já devem ter visto 2 mil).












E anotem as frases, é cada uma mais linda que a outra! Outra coisa que esqueci de comentar é que o eterno pai de American Pie, o ator Eugene Levy faz uma pota bem legal de um vendedor que quer bater sua cota. Ri muito com ele!
Me digam se já assistiram e o que acham, vou amar saber.









Olá gente, vocês que me acompanham pelas outras redes já devem ter visto que ano que vem farei parte de um livro que se passa na Big Apple.Para me inspirar - afinal, só fui lá uma única vez!- assisti muitos romances...esse é o primeiro deles. E vou sempre no final de cada filme colocar o link para os outros caso tenham perdido algum,ok?
Se tiverem romances em NY para indicar, aceito sugestões, podem ir enviando os que lembram, quem sabe não aparece por aqui?

2 comentários:

  1. Aaaai amo esse filme Raffa!
    História linda pra quem gosta do gênero, como eu ...
    Bjs!

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  2. Olá! Faz um tempão que assistir a esse filme, é muito engraçado ver que era possível sobreviver sem celular naquela época (acho que isso seria impossível nos dias de hoje), é um romance muito gostoso de acompanhar, como você disse os diálogos são muito fofos para quem curte o gênero.

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