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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: Escrito Nas Estrelas [Crítica]

Título Original: Serendipity
Título no Brasil: Escrito Nas Estrelas
Direção: Peter Chelsom
Elenco: John Cusack, Kate Beckinsale, Jeremy Piven mais
Gêneros Romance, Comédia
Nacionalidade EUA
Ano: 2001
Formato visto: Netflix
#104assistido
#105criticado





Certamente você já viu esse filme, se ainda não viu e curte um bom romance em uma das cidades mais filmadas do mundo ( NY) então aproveita que ele está no Netflix.
O filme é de 2001 mas começa em 1990, quando na loucura da véspera de Natal americana, dois estranhos lutam por uma luva preta na Bloomingdale´s, famosa loja de departamento! O frio nova-iorquino, o flerte de ambos inspiram um diálogo que pode parecer infantil mas que para os românticos é um prato cheio em filmes do gênero.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Menina que via Filmes : Woody Allen - O documentário [Crítica]

Título Original : Woody Allen - A documentary
Título no Brasil : Woody Allen - Um documentário
Dirigido por Robert B. Weide
Com Woody Allen, Penélope Cruz, Scarlett Johansson mais
Gênero Documentário , Biografia , Histórico

Nacionalidade EUA
Ano : 2012


















Chega a impressionar que um documentário com um dos diretores mais famosos do mundo só chegue aos cinemas brasileiros 3 anos após lançado. Mas deixando isso de lado, quando soube que estava em cartaz aqui no Rio corri para assistir, e adorei saber mais da vida do polêmico diretor.
O ator/ diretor repleto de atos antipáticos - como o de não dar entrevistas e detestar lançamentos de filmes - abriu uma exceção e conversa durante muito tempo sobre sua infância, seus 4 casamentos , seus filmes e algumas polêmicas.
Conhecido no mundo todo por filmes como A Rosa Púrpura do Cairo, A Era do Rádio, Meia-Noite em Paris, Vicky Cristina Barcelona , entre outros , vê-lo cru, diante das câmeras, para mim que sou fã de carteirinha foi uma delícia. Amo seus filmes, até hoje não consegui assistir todos, e odeio lembrar da história de que é acusado de abusar de uma das filhas e de que sua quarta esposa é ninguém menos que a filha adotiva de sua terceira esposa. Para título de curiosidade, ele está casado com a moça até hoje e tem com ela dois filhos.
Longe de toda essa vida pessoal que não merece palmas, Woody, ou melhor Allan Stewert Konigsberg, seu nome de verdade, foi um menino judeu que não gostava nada de estudar, feioso, não curtia muito ter aulas, sonhava ser ator mas nem poderia imaginar que faria tanto sucesso, aliás, até hoje, seu filmes que mais rendeu bilheteria foi Meia-Noite em Paris.
Outro ponto alto do documentário são os depoimentos de pessoas que trabalharam com Woody, temos a ex esposa Diane Keaton, além de musas de seus filmes como Penélope Cruz, Mira Sorvino e Scarlett Johansson. Todos admirados com o talento dele para dirigir e atuar. Gênio do cinema, Woody é celebrado por muitos e os críticos costumam estar ao lado dele , o que é raro no ramo.
Atores de todas as idades como  Sean Penn, John Cusack e muitos outros também falam das qualidades de Woody, fica difícil não sair da sala de exibição querendo assistir pelo menos um de seus filmes.















Uma grande qualidade desse documentário é que o diretor Robet B Weide mantem o interesse do público no documentário, não há momentos chatos, todos são partes de uma história de sucesso de um homem amado e odiado por muitos. Não acredito que exista meio termo em se tratando de Woody, precisa dizer que recomendo?

P.S - descobri ontem que o documentário tem no Netflix, sim, isso mesmo, ou seja nem precisava ter ido ao cinema assistir. Bom, se você ainda não viu e se interessou, procure lá que você acha disponível!

terça-feira, 24 de março de 2015

Menina que via filmes : Mapas para as Estrelas [Crítica]

Título Original: Maps to the Stars
Título no Brasil : Mapas paras as Estrelas
Dirigido por David Cronenberg
Com Julianne Moore, Mia Wasikowska , Olivia Williams mais
Gênero Drama

Nacionalidade Canadá , EUA , França , Alemanha
Censura : 16 anos
Duração : 1h 51 min
Ano : 2014


















Não tenho boas recordações de David Cronenberg, o filme Cosmópolis para mim foi uma experiência traumatizante. Ao ver Mapas para as estrelas imaginei que seria tão ruim quanto mas o fato Julianne Moore me fez ir em uma tarde de sábado com a família ver o filme.
O início é morno e depois as coisas vão se encaixando , Agatha ( Mia Wasivoska, tão diferente que demorei a reconhecê-la , para quem também não lembra ela é a Alice no País das Maravilhas com Johnny Depp de Tim Burton) estranhamente usa luvas nas mãos, dessas que pegam até o cotovelo, seu cabelo também cobre parte do rosto e ela paga o chofer Jerome ( Robert Pattinson em participação especial, pois não diz ao que veio)  para levá-la a conhecer a casa das estrelas em Los Angeles. Com caras e bocas misteriosas a personagem é extremamente afetada e isso é visível. 
Em seguida conhecemos Benjie Weiss ( Evan Bird) um adolescente mimado que tem muitas fãs por causa de um filme e que trata mal tudo e todos, inclusive seus pais toda vez que pode, ah, sim ... o pai dele o tal Dr Weiss é terapeuta de estrelas de Hollywood e é ninguém menos que John Cusack que está a cara do Nicholas Cage. 

Na casa de Weiss a família é toda 22, a mãe fuma sem parar e parece ter medo do filho de 13 anos, o pai tem olhar de serial killer e só pensa me ganhar dinheiro e é ainda mais tenso quando descobrimos que Agatha é filha deles também, mas uma filha que ninguém quer ver nem pintada de ouro porque quase matou o irmão e tacou fogo na casa deles anos atrás.
Vocês devem estar se perguntando onde está Julianne Moore nessa história toda, certo?
Explico : Julianne é a estrela maior do filme, como Havana Segrand ela simplesmente arrasa no papel de uma atriz em crise lutando para ter um papel que preste e passando por cima de todos se for necessário para chegar a isso.
Havana é insuportavelmente linda e inescrupulosa, Julianne arrasa aos 54 anos em cenas de lingerie onde mocinhas de 20 cortam os pulsos em segundos. Como se não bastasse o talento dela está mais uma vez na telona, ela se doa de tal forma que mesmo o mais louco dos filmes tem seu valor se tem Julianne em cena.
E para ser muito sincera Mapas para as Estrelas pode até ter coisas muito loucas nele mas é um bom filme. Eu dispensaria a cena de menage com Moore e um pênis de fora porque realmente achei fora do contexto, bastava filmá-los nus, mas ok, vamos deletar da mente e focar na história. 
Agatha quer tanto se aproximar dos pais e do irmão que sem Havana saber a faz ser contratada como sua assistente pessoal e com isso ela transita pelos mesmos meios dos dois o tempo inteiro.
Com um olhar na loucura Agatha não é nada normal, vai se apaixonar por Jerome mas ver que ele é um cara que não vale nem as meias que usa.

Todo esse cenário serve de pano de fundo para Cronenberg nos mostrar o como  a vida das estrelas muitas vezes é cercada de futilidade e nós as alimentamos lindamente.
O final é muito bom, a cena final de Agatha e Havana mereceu algumas palmas do cinema, e olha que é forte, muito forte! 



sábado, 10 de maio de 2014

Menina que via filmes : Toque de Mestre [Crítica]

Título Original : Grand Piano
Título no Brasil : Toque de Mestre
Direção : Eugenio Mira
Elenco : Elijah Wood, John Cusack, Kerry Bishe
Ano : 2014
País : Espanha
Idioma : Inglês
Gênero : Drama , Suspense
Censura : 12 anos
Duração : 1h 30 min








Antes da apresentação que marca seu retorno, um pianista que sofre de medo do palco descobre um bilhete assustador em suas partituras. A ameaça afirma que ele terá que fazer o melhor concerto de sua vida, sem um único erro, se quiser salvar a si mesmo e também sua esposa.




Tive interesse em ver esse filme logo na semana de estreia por dois motivos : o nome de John Cusack sempre me remete a bons filmes e o segundo fator foi o tema ser sobre o piano, instrumento este que tenho um carinho especial por vir de uma família de pianistas e amantes da música clássica.
Nas primeiras cenas do filme nos deparamos com Tom Selznick ( Elijah Wood) um jovem pianista que traumatizado por não ter conseguido terminar um recital parou  de tocar e está se preparando para seu retornos aos palcos após a morte de seu grane tutor na música.

O piano que ele irá tocar pertencia a seu finado professor e o pianista agora vive a sombra da esposa famosa que está no auge de sua carreira e apoia o marido na volta aos palcos.

Como se jã não bastasse todo o suspense que envolve sua volta Tom nem imagina o que lhe virá em seguida, tenso por voltar a tocar ele se recusa a ter em suas mãos a partitura da música mais difícil que seu mestre criou, a rasgando em mil pedaços quando nota que esta está em sua frente.

O que ele não poderia imaginar é que naquele teatro lotado algumas pessoas estão ali para fazê-lo exatamente tocar aquela música que é seu trauma e caso ele se negue sua amada esposa será assassinada na frente de todos os presentes.

Parece simples, mas não o é, o filme sustenta bem o suspense até mesmo de quem está por trás da voz misteriosa que dá os comandos a Tom de como ele deve se portar no palco para que ninguém desconfie dele!

Se muitos duvidam de que há vida para Elijah depois de Frodo, Toque de mestre  é  a  prova de que o rapaz é bom e merece mais filmes com ele.


Longe de ser uma obra-prima da sétima arte o filme é o que se propõe um suspense envolto em muita música clássica e na concentração de um pianista ao pisar no palco, quem conhece o mundo dos pianistas sabe que o que eles mais precisam é de concentração e sendo ameaçado fica muito difícil fazer tudo corretamente.
Recomendo o filme para os amantes do suspense e da música. 

sábado, 22 de março de 2014

Menina que via filmes : Memórias de Salinger [Crítica ]

Título Original : Salinger
Título no Brasil : Memórias de Salinger
Direção : Shane Salermo
Baseado no livro de mesmo nome
Elenco : Philip Seymour Hoffman, John Cusack, Danny De Vitto, Edward Norton
Gênero : Documentário
Ano : 2013
País : EUA
Idioma : Inglês
Censura : 10 anos
Duração : 2h







Após escrever a obra-prima "O Apanhador no Campo de Centeio", J. D. Salinger decidiu não publicar mais livros. Este homem recluso sumiu dos holofotes, não deu notícias durante quarenta anos. O autor teria ficado particularmente perturbado pelo fato de três assassinos terem usado o seu livro como justificativa de seus crimes. O documentário tenta investigar os motivos de seu comportamento, e quais obras ele teria escrito durante o isolamento.





Apesar dos inúmeros trailers que passaram nos cinemas do Rio de Janeiro, "Memórias de Salinger"  somente passou em dois cinemas da cidade e somente por uma semana, muito provável que o tenha acontecido por dois motivos : o primeiro deles, poucas pessoas ligam o nome dele ao famoso livro no país, muitos já ouviram falar do clássico O apanhador no campo de centeio mas somente algumas pessoas o leram . O segundo fator é que ele estreou quando filmes da safra do Oscar lotavam as salas da cidade.
Lamentável que um bom documentário tenha tido tão pouca aceitação , pois Salinger foi um escritor digno de suas biografias, um homem cheio de mistérios e de manias que conhecemos ao longo do filme.
Não somente por seu livro ter se tornado um clássico mas também porque assassinos - cito como o mais famoso deles o de John Lennon - quando interrogados disseram ter se inspirado no livro para agirem daquela forma.
Por mais que seja invenção da cabeça de malucos, com essas declarações o livro continua sendo muito vendido e não tão fácil de encontrar no Brasil por exemplo onde é mais fácil encontrarmos em inglês no formato e-book ou em sebos.
No documentário em questão muitos atores contam sua experiência com o  livro, atores famosos como o recém falecido Philip Seymour Hoffman ou veteranos como Danny De Vitto nos mostram o como foi o contato deles com a leitura do então polêmico livro.
Vemos também autores - o também recém falecido Tom Wolfe! - contando o como o livro mudou suas vidas e o modo de pensar.
Avesso a todas as badalações ao redor do livro, Salinger optou por viver como anônimo, longe de tudo e todos e lançando alguns livros depois com outro nome.
Não há entrevistas com ele que faleceu em 27 de janeiro de 2010 com 91 anos, há somente imagens captadas por fotógrafos dele deixando os Correios e dele entrando em um carro.
Salinger serviu na Segunda Guerra Mundial , de origem judia ele lutou no exército americano e voltou com muitas ideias, dentre as quais escreveu o livro em 1951.
Recluso mesmo após o sucesso, teve relacionamentos conturbados com sua esposa e uma amante, Joyce Maynard que aparece no filme. 
EDWARD NORTON 

TOM WOLFE

SALINGER

O filme passa por muitas fases da vida de Salinger! Interessante ler o livro antes e depois conhecer um pouco mais do autor.
Vale muito a pena ser visto!


sábado, 4 de janeiro de 2014

Menina que via filmes : Conta Comigo [Crítica]

Título original: Stand by me
Título no Brasil: Conta comigo
Baseado na obra de Stephen King
Direção: Rob Reiner
Elenco : Richard Dreyfuss, River Phoenix, Corey Feldman, Jerry O´Connel, John Cusack
gênero : Drama
Ano : 1986
Censura : 12 anos
Duração : 1h 27 min
País : EUA
Idioma : Inglês
Formato visto : blu ray








Gordie Lachance (Richard Dreyfuss), um escritor, recorda quando tinha entre doze e treze anos no verão de 1959 e vivia em Castle Rock, Oregon, uma localidade com 1281 habitantes. Gordie tinha três amigos inseparáveis: Chris Chambers (River Phoenix), Teddy Duchamp (Corey Feldman) e Vern Tessio (Jerry O'Connell). Chris era o líder natural, Teddy era emocionalmente perturbado e, se Gordie era o intelectual do grupo, Vern era o mais infantil. Um dia Vern ouviu por acaso Billy Tessio (Casey Siemaszko) e Charlie Hogan (Gary Riley) comentando sobre o corpo de Ray Brower, garoto da idade deles que havia desaparecido. Cada um deu uma desculpa em casa e partiram para tentar encontrar o corpo. Nenhum deles imaginava que esta viagem se transformaria em uma jornada de autodescoberta que os marcaria para sempre.




 Se você é daqueles que acha que Stephen King só escreve sobre terror, é porque certamente não leu esse livro ou assistiu esse filme. Em todas as entrevistas ele fala sobre a experiência que teve da perda de um amigo na infância, e é em homenagem a ele que King escreveu esse livro. Na telona ganhou um elenco de peso com atores mirins que se tornariam conhecidos do grande público como o saudoso River Phoenix ( falecido em 1993 após uma overdose de drogas, o ator tinha apenas 23 anos), Corey Feldman ( quem não lembra dele em Os Goonies)  , Jerry O´Connel ( que viraria um galã) e Will Weathon.
O tema sobre amizade é lindo, o roteiro muito bem adaptado para o cinema conta as história de 4 meninos que apesar de morarem no mesmo bairro tem vidas muito diferentes com pais que educam os de maneira bem distinta, com isso provam que um sabe apoiar o outro quando se faz necessário e o que impressiona é que todos eles atuam como adultos convencendo muito bem nos papéis.
Richard Dreyfuss bem jovem faz o papel de um deles que no futuro vira escritor e narra a história para nós.
Com John Cusack como irmão de um deles e Kieker Sutherland como o metido que é líder da gangue entitulada " Cobras" na qual o irmão de outro faz parte, o filme é uma graça, e eu sei que já passou na sessão da tarde inúmeras vezes mas nunca tinha parado para ver todo.
 Recentemente fizeram um evento para comemoração dos 25 anos de lançamento do filme, os 3 meninos principais que estão vivos foram, assim como Richard Dreyfuss e o diretor mas senti falta de Sutherland e Cusack.
King mais uma vez arrasa , mais um filme excelente do mestre que vale a pena ter na estante!

sábado, 12 de outubro de 2013

Menina que via filmes: "Obsessão" [ Crítica]

Título Original: The paperboy
Título no Brasil : Obsessão
Diretor: Lee Daniels
Baseado no livro The PaperBoy lançado no Brasil pela Novo Conceito
Elenco : Zac Efron, Nicole Kidman, John Cusack, Matthew Mcconaughey
Duração : 1h 51 min
Censura : 16 anos
País : EUA
Idioma : Inglês




Ward (Matthew McConaughey) é jornalista de um grande jornal e precisa retornar para sua pequena cidade para fazer a cobertura da prisão de Hillary Van Wetter (John Cusack), acusado e condenado à morte pelo assassinato do xerife local. Os problemas começam quando Jack (Zac Efron), seu irmão mais novo, começa a se envolver com Charlotte (Nicole Kidman), mulher misteriosa e mais velha, que mantinha contato com o prisioneiro
Se tinha um filme que eu esperava ansiosamente pela estreia esse ano, esse filme era Paperboy. Eu tinha lido o livro em poucos dias e amado a história, no entanto, fiquei bem decepcionada quando mudaram o nome no Brasil para "Obsessão", até porque já tem tantos filmes no Brasil com esse nome...
Mas isso não tirou o brilho desse filme nem a atuação magistral de todo o elenco!
Jack ( Zac Efron) é um rapaz que terminou o High School mas não foi a faculdade, ele trabalha como entregador dos jornais que seu pai é dono e que seu irmão mais velho Ward ( Matthew MacConaughey, enfeiado para o papel!) é repórter ao lado do antipático Yardley (David Oleywo).
A história da família é contada por Anita ( Macy Gray, sim, a famosa cantora provando que além de ser uma excelente cantora também é ótima atriz!). Como era empregada na casa da família em uma época em que muitos tinham preconceito com os negros, ela se sentia parte daquela casa por ser bem tratada por quase todos e é ela quem narra os fatos que levaram a , digamos assim, tragédia da família.
Desde o momento em que conhecem a fogosa garçonete Charlotte Bless ( Nicole Kidman, no auge da beleza e colocando muita garotinha de 20 no chinelo!) que tem a estranha tara de se corresponder com presidiários, a troca de cartas culmina na paixão e noivado com o condenado a morte Hilary Van Wetter ( John Cusack, preciso citar que magnífico no papel?) . Para livrá-lo da morte de um policial ela aceita dar entrevistas para Ward e sua equipe, só que ninguém contava que Jack fosse se apaixonar por Charlotte.


Diga-se de passagem as cenas em que Charlotte encontra Hilary na cadeia são de deixar Sharon Stone em Instinto Selvagem com inveja!
O cinema inteiro parou quando ele começa a dizer coisas - digamos assim - ousadas para ela! E sabe o que é pior? Na frente de todos!
O filme é forte, não vá acompanhado de mãe, pai ou alguém que você ache que vá se sentir com vergonha de ver certas cenas ao lado.
As atuações são tão perfeitas que não poderia ter imagino melhor quando li o livro! Os atores se encaixam de tal forma que beiram a perfeição nas cenas.
O problema do filme é que nos perguntamos como a personagem doida de Nicole pode querer algo com alguém tão doente quanto o personagem de Cusack?
Ele a trata como um objeto, fala coisas horríveis para ela e mesmo assim ela o quer.
Por outro lado a história louca serve de pano de fundo para que os demais personagens demonstrem um lado que não conhecemos , como o de Ward no quarto do hotel...mas não posso contar para não estragar a surpresa.


JOHN CUSACK E MATTHEW EM CENA
Por favor , não esperem finais de "e foram felizes para sempre"porque esse não é esse tipo de história. A meu ver é uma história sobre como o ser humano pode ser doentio e sem cura e como há pessoas que acham que pessoas assim são legais.
Me lembrou muito aquelas histórias das pessoas que vão presas e são assassinos confessos e tem gente querendo casar com eles, dizendo que são inocentes.
A tensão do filme é toda em cima de Charlotte querer loucamente o mais doido ainda do Hilary, em Jack querer loucamente Charlotte e em dois jornalistas entrarem em uma boa história para o jornal mas não imaginarem as consequências que isso terá em suas vidas.


Minha dica é : vale a pena conferir! Corram para o cinema ;)