quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Menina que via Filmes: Invisível [Crítica]






















Título Original: Invisible
Título no Brasil: Invisível
Direção: Pablo Giordelli
Elenco: Mora Arenilla
País: Argentina e Brasil
Ano: 2017
Gênero: Drama
Previsão de estreia: 09 de novembro
Assistido em cabine de imprensa



por Bianca Silveira

Dirigido por Pablo Giorgelli, Invisível nos apresenta à jovem Elys (Mora Arenillas), uma adolescente de ensino médio que engravida precocemente e se vê no dilema de enfrentar ou não um aborto.
Elys, apesar de muito jovem já carrega muitas responsabilidades. Além de estudar, que é a obrigação de todo jovem, ela tem que trabalhar em uma petshop e cuidar da mãe depressiva, que se recusa a sair de casa e acaba perdendo o emprego, deixando para Elys a responsabilidade do sustento da casa.

A adolescente também carrega sozinha o peso da decisão sobre sua gravidez indesejada, ela se recusa a contar para a mãe, talvez numa forma de poupa-la de mais um sofrimento. Ela também não conta para o homem que a engravidou. Ela conta apenas com ajuda da melhor amiga. Elys não mantém um relacionamento amoroso, o pai do bebê que ela espera é seu chefe, um homem muito mais velho, casado e com filhos. O relacionamento que eles mantêm é apenas sexual, sem nenhum tipo de envolvimento afetivo.

O filme se passa em Buenos Aires e a história seria muito interessante e o assunto muito importante pois levantaria um debate sobre a legalização ou não do aborto já que na Argentina não é legalizado. Levanta também a questão do direito da mulher escolher o que fazer ou não com o próprio corpo. Mas a história se arrasta durante quase 1 hora e meia de filme, com uma personagem apática que não transparece muita emoção em relação ao problema que está vivendo.

*Filme assistido na cabine de imprensa no mês de outubro  à convite da Vitrine Filmes e da Aliança de Blogueiros Literários do RJ
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* A opinião do filme ou das resenhas pertence ao colaborador que se compromete a enviar uma crítica de sua autoria para ser publicada no blog e divulgada nas demais redes sociais.


4 comentários:

  1. Raffa amei a dica, pela sinopse o filme parece que ser bacana, ansiosa pra conhecer!
    Bjs!!

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  2. Oi Bianca.
    Que dó que o a personagem não agrada tanto assim. A premissa é muito interessante e importante de ser tratada, e daria um filmão se não fosse a atriz.
    Beijos

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  3. O filme parece interessante, mas a personagem apática me desanimou um pouco.
    Talvez eu veja algum dia ^_^

    Beijos :)

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  4. Olá! Uma pena que assuntos tão importantes quanto, o da mulher escolher o que fazer ou não com o próprio corpo e a legalização do aborto não tenham sido bem desenvolvidos, ainda mais quando a personagem principal não demonstra a emoção esperada.

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