Mostrando postagens com marcador Andrew Garfield. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Andrew Garfield. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de março de 2017

[Resenha] Silêncio @PlanetaLivrosBR + Crítica do Filme

Título Original: Chinmoku
Título no Brasil: Silêncio
Autor: Shusaku Endo
Editora Planeta
Selo TusQuets
Número de págs: 270
Tradução de Mário Vilela
#45






Embalado pelo filme quis muito ler o livro, e que sensação maravilhosa ter uma leitura dessas nas mãos. Mergulhando no mundo dos missionários católicos no século 16, somos convidados a nos espantar com como a fé e a maldade sempre andaram lado a lado. De um jeito espantoso vamos passando página a página sabendo que ser padre não era bem visto, na verdade os cristãos não eram. Centenas de padres portugueses e de outros países católicos iam para o Japão na tentativa de catequizar um povo que não somente não aceitava outra religião como maltratava, prendia, e brutalmente assassinava quem os fazia.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Menina que via Filmes: Até o último homem [Crítica]

Título Original: Hacksaw Ridge
Título no Brasil: Até o último homem
Data de lançamento 26 de janeiro de 2017 (2h 20min)
Direção: Mel Gibson
Elenco: Andrew Garfield, Vince Vaughn, Teresa Palmer mais
Gêneros Drama, Guerra, Biografia
Nacionalidades Austrália, EUA

#27assistido
#28criticado




 O filme chega aos cinemas brasileiros com 6 indicações ao Oscar, como se não bastasse ainda é a volta de Mel Gibson como diretor depois de um hiato de 10 anos. E vale mesmo todas as críticas positivas, um dos melhores filmes que já assisti sobre guerra, com um protagonista que achamos que nos causará sono durante o longa mas que nos impressiona e vai ganhando força e empatia com o espectador  a cada cena que passa. 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Menina que via filmes : O espetacular Homem - Aranha 2 : a ameça de Electron [Crítica]

Título Original : The Amazing Spider Man 2
Título no Brasil : O espetacular Homem-Aranha 2 : A ameaça de Electron
Direção: Marc Webb
Gênero : Ação, Aventura
Elenco : Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx, Sally Field , Martin Sheen
País  EUA
Idioma : Inglês
Censura : 12 anos
Duração : 2h 21 min




Peter Parker (Andrew Garfield) adora ser o Homem-Aranha, por mais que ser o herói aracnídeo o coloque em situações bem complicadas, especialmente com sua namorada Gwen Stacy (Emma Stone) e sua tia May (Sally Field). Apesar disto, ele equilibra suas várias facetas da forma que pode. No momento, Peter está mais preocupado é com o fantasma da promessa feita ao pai de Gwen, de que se afastaria dela para protegê-la. Ao mesmo tempo ele precisa lidar com o retorno de um velho amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan), e o surgimento de um vilão poderoso: Electro (Jamie Foxx).






Ainda procuro respostas para Andrew Garfield no papel de Peter Paker. Já havia me acostumado com o ótimo Tobey Maguire quando por ser fã do super herói me rendi a ver o primeiro filme. E não que sejam chatos, não são, mas no final a sensação que fica é a de que Tobey era melhor e pronto.
Nessa segunda franquia contada sempre antes dos fatos dos filmes de Tobey, Peter Paker sofre com ter que se separar de Gwen ( Emma Stone) porque a coloca em perigo, e prometeu ao pai dela antes de morrer não ficar mais com ela.
Ao mesmo tempo que salva tudo e todos, o herói sofre com a separação da amada que não entende de jeito nenhum porque eles tem que ficar separados.
Enquanto isso, um fã do herói interpretado pelo excelente Jamie Fox sofre com o bullying dos amigos ( não que ele os tenha) e idolatra o Homem Aranha. Mas ao se decepcionar com ele sofre um acidente  e vira o Sr. Electron. Bom, claro que existem para os aficionados explicações mais precisas, eu achei bizarro o vilão e senti medo cada vez que ele aparecia!
Bom , o resumo da ópera é que nosso herói se separa de Gwen, tenta vencer Electron e tem uma amizade revival com o filho do todo poderoso Harry Osborn ( Dane Dehaan).

Esse amigo que ressurge sofre da mesma doença de seu pai e precisa do sangue do Homem Aranha para se curar.
O filme é legal, mas não veria duas vezes e nem considero esse um dos melhores filmes do homem que faz teias.
Os mais sensíveis podem se emocionar no final, eu não chorei mas achei triste, Peter Parker tem um ímã com a desgraça.