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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Menina que via Filmes: Até o último homem [Crítica]

Título Original: Hacksaw Ridge
Título no Brasil: Até o último homem
Data de lançamento 26 de janeiro de 2017 (2h 20min)
Direção: Mel Gibson
Elenco: Andrew Garfield, Vince Vaughn, Teresa Palmer mais
Gêneros Drama, Guerra, Biografia
Nacionalidades Austrália, EUA

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#28criticado




 O filme chega aos cinemas brasileiros com 6 indicações ao Oscar, como se não bastasse ainda é a volta de Mel Gibson como diretor depois de um hiato de 10 anos. E vale mesmo todas as críticas positivas, um dos melhores filmes que já assisti sobre guerra, com um protagonista que achamos que nos causará sono durante o longa mas que nos impressiona e vai ganhando força e empatia com o espectador  a cada cena que passa. 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Menina que via filmes: Quando as Luzes se Apagam [Crítica]

Título Original: Lights Out
Título no Brasil: Quando as Luzes se Apagam
Data de lançamento 18 de agosto de 2016 (1h 21min)
Direção: David F. Sandberg
Elenco: Teresa Palmer, Maria Bello, Billy Burke mais
Gênero Terror

Nacionalidade Reino Unido









Desde criança que amo filmes de terror. Mas morro de medo. Sim, quando morava com meus pais - há bem pouco tempo- eu só dormia de luz acesa. Hoje, morando com meu marido só apago a luz se ele já tiver deitado.
Sabe-se lá porque, mas eu tenho pavor de escuridão, é como se algo fosse me atacar no meio da noite se o quarto estiver todo escuro.
Para piorar esse meu drama eu resolvi assistir Quando as Luzes se Apagam e que nervoso. Eu tinha assistido um tempo atrás um vídeo curto que viralizou e que mostrava uma pessoa acendendo as luzes de um lugar, quando ela apagava um vulto se formava, ela acendia novamente e a " pessoa " sumia. 
Depois disso fiquei dois dias com celular na mão jogando luz em tudo que passava. Então vi esse filme, e meu Deus, que medo!

 A história já diz ao que veio logo no início, um filho desesperado , Martin ( Gabriel Bateman) pede ajuda ao pai pelo celular porque a mãe ( Maria Bello, no papel de Sophie) está piorando a cada dia. O pai diz que vai para casa em instantes e que a mãe irá melhorar. O cenário é uma fábrica de roupas, lotadas de manequins daqueles de vitrine que eu sempre imagino quando as lojas fecham se eles não tem vida própria ( ok, parei!). 
A assistente de Paul ( Billy Burke, o eterno pai de Bella Swan) desconfia de um vulto na fábrica e acende e apaga a luz a todo instante. Ela o alerta, mas claro que ele não liga para o que ela avisa. Ele morrerá logo, isso é óbvio e se tratando de um filme de terror não é spoiler.
Então ficamos sabendo o que está se passando. Sophie é mãe de Martin de seu casamento com Paul e tem uma filha mais velha que não morre de amores por ela e já saiu de casa, Rebecca (Teresa Palmer, aquela atriz que é a cara de Kristen Stewart) vive seu drama de pai sumido e mãe surtada e desconta no namorado que é doido por ela.
Martin sofre com a mãe que fala sozinha e com a presença da figura bizarra em sua casa.  Logo, ele vai apresentar seus medos na escola e envolver a irmã que é chamada pelo conselho tutelar.
Os sustos são a todo instante, ao sabermos que a tal figura é ligada com a mãe desde a infância e que foi ela um dos motivos de Rebecca ter saído de casa, entendemos que não será tão simples se livrar dela.

A tal criatura não existe na luz, e para isso o diretor utiliza desde as luzes de celulares até as de letreiros luminosos para que com a presença destes ela não apareça, mas basta que a luz se apague para que ela volte ainda mais forte.
Difícil não se imaginar no lugar dos personagens, como viver somente na luz? Há sempre um canto escuro na casa, seja dentro de um armário, seja debaixo da cama... e isso é aterrorizador.
Boas atuações - destaque para o menino Gabriel- e um roteiro que seguram os sustos até o final fazem desse filme um dos melhores do gênero lançados ultimamente. 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Menina que via Filmes : A Escolha [Crítica]

Título Original : The Choice
Título no Brasil: A Escolha
Baseado na obra de Nicholas Sparks
Lançamento 4 de fevereiro de 2016 (1h51min) 
Dirigido por Ross Katz
Com Teresa Palmer, Benjamin Walker, Alexandra Daddario mais
Gênero Romance , Drama

Nacionalidade EUA






Um filme que mudando um pouco a protagonista conseguiu me agradar mais do que o livro. Gabby ( Teresa Palmer, a cara de Kristen Stewart!) é uma estudante de medicina vizinha de um veterinário bonitão mas com cabelo estranho chamado Travis ( Benjamin Walker) . Ele costuma estar rodeado de seus amigos casados, de uma namorada que não assume Monica ( Alexandrea Daddario) e de sua irmã Stephanie ( Maggie Grace, morena no filme, mais famosa por ser a filha de Liam Neeson em Busca Implacável) . A vizinha - diferente do livro - é uma pessoa do bem, cuida de sua cadela e namora o médico mais gato da cidade ( papel do SmallVille , Tom Welling!) , cujo pai é dono do hospital que ela faz residência. 
Claro que o autor une os dois, o veterinário que não amava ninguém e a estudante que estava com alguém que não amava de verdade para fazer todas nós suspirarmos, e na telona o filme funciona muito bem , todas as características de mala da protagonista são deixadas de lado no longa e o espectador torce para que fiquem juntos.
Há também personagens secundários que aninam o filme, caso do pai de Travis, papel do excelente ator Tom Wilkinson, um viúvo que flerta com uma de suas pacientes mas não esquece o grande amor de sua vida : a mãe de seus filhos.
Quem torce o nariz para filmes românticos e para livros do autor, certamente já vai entrar na sala de exibição com preconceito esperando que alguém morra de câncer. Vença essa barreira, e se entregue a uma história linda de amor, onde um casal jovem que quase se separa por causa de um acidente - ok, pode ser dado como spoiler, mas boa parte das pessoas já leu o livro que foi lançado em 2012 pela Novo Conceito e relançado agora pela Arqueiro , conheçam a resenha dele aqui) - tem seus laços ainda mais fortes quando algo que deveria fazê-los desistir tem efeito contrário.
Chorei muito vendo o filme, o roteiro é acertado, o amor é o foco e tudo que esperamos de um romance é visto. Vale muito a ida ao cinema.