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quarta-feira, 16 de maio de 2018

[Resenha] O Colecionador de Memórias @novo_conceito + Promo

Título Original: The Marble Collector
Título no Brasil: O Colecionador de Memórias
Autora: Cecelia Ahern
Editora Novo Conceito
Número de págs: 268
Tradução de Alice Klesk
#59


Eu amo Cecelia Ahern, mas confesso que já li livros dela que não amei muito. Muitos já foram resenhados aqui no blog. Em O Colecionador de Memórias ela volta à sua forma de escrever bem, mas para quem não conhece sua escrita pode achá-lo bem parado. Cecelia é daqueles autores que deixa o o melhor lá pela metade do livro, então para os mais afoitos pode ser que haja um certo cansaço em aguardar esse momento. O livro conta 2 histórias em uma só.
Na primeira que conhecemos o protagonista é  Fergus Boggs, que é um colecionador, ficaremos sabendo do que exatamente mais à frente. É a história de sua vida que começa em sua infância e prossegue ao longo das décadas através de sua adolescência e idade adulta, até sua idade atual.

terça-feira, 16 de junho de 2015

[Resenha] A Lista @novo_conceito


Título Original : One Hundred Names
Título no Brasil : A Lista
Autora : Cecelia Ahern
Editora Novo Conceito
Tradução : Amanda Moura
Número de págs : 380







Você certamente conhece a autora, ela é a mesma do sucesso P.S Eu Te Amo e do recente Simplesmente Acontece. Citei duas de minhas histórias favoritas dela para explicar porque eu espero tanto de seus livros!
Dessa vez a protagonista é uma jornalista Kitty Logan , que aos 32 anos está vivendo o pior momento de sua vida. Ela fez uma matéria acusando injustamente um professor de Educação Física de abusar de duas moças, o que foi provado mais tarde que ele era inocente, mas Kitty acreditou nas duas meninas e destruiu a vida do cara que não só perdeu o emprego como sofre de depressão depois do episódio. Para completar ela está a um fio de perder eu emprego porque está sendo processada, seu chefe pede que ela nem apareça no escritório, sua melhor amiga no trabalho e quem lhe apadrinhou a carreira, Constance,  está morrendo no hospital , um dia ao chegar em casa vê que Glen seu namorido fez a limpa nos armários e levou até mesmo a tv de plasma. Se isso não é o fundo do poço o que seria?
Desesperada, com os pais morando distante, Kitty visita sempre Constance no hospital para ouvir seus conselhos, mas ela acaba morrendo e deixa para ela uma lista de 100 nomes, sem nenhuma informação a mais. é isso que ela encontra e não sabe o que fazer.
Começa aí a tentativa de Cecelia de fazer algo tão bom quanto P.S Eu Te Amo mas que não consegue ser tão original e perfeito quanto a história citada.
Gostei da ideia da autora de procurar pessoa por pessoa e entender o que Constance queria com elas- já que as pessoas parecem não conhecê-la e nem fazem a menor ideia de porque tem seus nomes na tal lista - mas ao conseguir contato com a primeira começamos a ver que os sinais estão lá, a senhora de 85 anos que tem uma história comum mas ao mesmo tempo forte e que a faz voltar para visitá-la outras vezes. São 100 nomes e cada um deles há histórias simples mas que nos fazem parar para pensar em como  a vida é mesmo feita de altos e baixos.
A maior lição para Kitty ela já sentia mesmo antes de terminar sua matéria sobre " A lista", a de que não devemos julgar antes de conhecer  a verdade, me lembrou muito locais onde há a pena de morte e que o suspeito depois é inocentado. Há crimes que existem dúvidas e o de Colin ( o homem que é acusado injustamente) é um deles. Mais do que um aprendizado o livro é sobre se conhecer, conhecer os outros e perdoar, não somente aos outros, mas a si mesma. Leiam! 

quinta-feira, 12 de março de 2015

Menina que via Filmes : Simplesmente Acontece [Crítica]

Título Original : Love, Rosie
Título no Brasil : Simplesmente Acontece
Dirigido por Christian Ditter
Com Lily Collins, Sam Claflin, Christian Cooke mais
Gênero Comédia , Romance

Nacionalidade Reino Unido , Alemanha
Baseado no livro de Cecelia Ahern






















Me odiei por não ter conseguido ter o livro de Cecelia Ahern antes do filme passar nos cinemas. Mas como os filmes as vezes ficam uma semana em cartaz corri para o cinema mais próxima.
Rosie ( Lilly Collins, fofa como sempre) é uma adolescente britânica que vemos flashbacks dela desde criança brincando com seu melhor amigo Alex ( Sam Clafin). O clichê acontece mas porque julgar se é isso que amamos? Eles são amigos desde pequenos , quando estão livres e desimpedidos não se permitem demonstrar esse amor, então como se não sentissem nada um pelo outro eles se empurram para outras pessoas. É assim no baile de formatura deles, onde Alex vai com Bethany e onde Rosie vai ter sua primeira vez com Greg. 
Entre músicas lindas e sofrimento teen, a gente acompanha o nervosismo de Rosie quando na primeira vez o preservativo fica preso dentro dela. O resultado? Gravidez.
Algumas coisas são surreais, mas como não li o livro, vamos julgar o filme, os melhores amigos se separam, ele sem saber que ela está grávida vai ser médico em Harvard. Ela consegue por 9 meses esconder a gravidez dele mesmo com todos os meios que se tem para saber algo hoje em dia.
Com a vida de mãe ela não se permite mais sonhar, acaba trabalhando como camareira em um hotel local ( seu pai é porteiro de um grande hotel e ela jura a si mesmo que um dia vai ter um só dela) . Ele? Está bem rico, mora em um super apartamento os EUA e tem uma namorada americana insuportável que depois vira sua esposa. 
Entre muitas idas e vindas - não do casal se pegando porque eles não tem NADA durante o filme todo,e isso cansa - os dois casam, divorciam, tem filhos, mas não juntos. 
O jeito de Lilly contagia e Sam é uma graça, a gente fica torcendo pelo casal o tempo inteiro, mas como uma novela mexicana eles só se entendem pouco antes do final  e não me digam que é spoiler porque já sabemos que era isso que ia acontecer ( nenhum dos dois morre , isso não é Nicholas Sparks pessoal!).
Quem leu o livro lançado no Brasil pela Novo Conceito diz que mudaram muita coisa, não tenho conhecimento de causa, mas a história de Cecelia ainda não superou minha favorita : P.S Eu Te Amo. Mesmo assim, é fofo, assistam. 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

[Resenha] O Presente @novo_conceito

Título Original ; The Gift
Título no Brasil : O presente
Autora : Cecelia Ahern
Editora : Novo Conceito
Número de págs : 320








Primeiro devo informar que adoro Cecelia Ahern, então por esse motivo as expectativas para esse livro eram muito altas. Achei lindo o cuidado da editora em colocar o livro em uma caixa super fofa mesmo para compra nas lojas, mas demorei para entender o que tinha na foto desfocada da capa ( é uma criança segurando um boneco de neve, agora que já vi não entendo o como olhei umas 3 semanas para essa capa e imaginei várias coisas menos isso!) .
A história já é batida, afinal, quem nunca leu sobre aquela pessoa meio Grinch que não liga para Natal? Ok, as vezes eu mesma me desencanto com o Natal. Mas nosso protagonista é extremamente seco , Lou Suffern não liga muito para a família, nem para seu pai doente a ponto de querer mudar a data de niver dele porque tem uma reunião importante. O problema é que por mais que o livro leve para o lado emocional com as histórias de duas pessoas de idades diferentes que se parecem na revolta que tem do mundo e no desdém que tem pela família, ele acaba caindo no " mais do mesmo" no final onde o melodrama fica pesado e o final não precisava disso.
A história envolve sim, primeiro conhecemos um menino que resolve jogar um Peru congelado na janela da casa de seu pai, na verdade um adolescente de 16 anos.
Depois a autora nos mostra o mundo do executivo citado acima que prefere seu trabalho a qualquer outra coisa que tenha na vida e fica meio estranho um homem tão sem fé e carinho pelo outro simplesmente " abrigar" um mendigo que fica próximo a seu trabalho e demonstrar algum afeto com ele.
O mendigo com nome de anjo -Gabriel - mas mais conhecido como Gabe, o ajuda a ver o mundo de outra forma e tem uma certa tara a la Carrie Bradshaw por sapatos ( não que ele os compre, mas leiam e descubram o porque).
O livro me prendeu a atenção o tempo todo, Cecelia sabe como levar o leitor ao mundo que ela escreve, mas faltou um protagonista que me encantasse, que eu quisesse de verdade ver a mudança nele, não senti qualquer simpatia nem pelo menino , muito menos pelo executivo.
O mendigo fica um pouco caricato e lembra o de muitos livros e filmes que já vimos.
Espera mais, mas mesmo assim é um livro interessante de ser lid